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sexta-feira, 7 de junho de 2019

Saiba tudo sobre rede de relacionamento em eventos empresariais

Há quem diga que o segredo do sucesso no universo profissional depende da capacidade de construir uma rede de relacionamento sólida e confiável. Fazer networking é indispensável para conquistar parcerias, descobrir oportunidades de trabalho, se recolocar no mercado e até mesmo expandir os negócios com segurança.



Mas obter uma rede de contatos demanda tempo e investimento pessoal, uma vez que conhecer pessoas e desenvolver um relacionamento não acontece de forma instantânea. Uma boa maneira de criar ou aumentar sua rede de relacionamento é participar de eventos corporativos e empresariais, que hoje fazem parte da rotina de empresários do Brasil e do mundo inteiro.

Porém, existem alguns cuidados a se tomar para evitar gafes e constrangimentos durante as apresentações e conversas. Além disso, é preciso estar preparado para causar uma boa impressão e aproveitar tudo que esses eventos podem oferecer, de acordo com os objetivos pessoais e profissionais de cada um.

Por isso, preparamos um guia completo sobre como utilizar os eventos empresariais para fazer contatos, fortalecer sua rede de relacionamento e expandir seu círculo no mundo profissional. 

Acompanhe!

Quais eventos frequentar para fazer contatos?


Dos mais tradicionais aos modernos e alternativos, existem eventos corporativos para todos os gostos e objetivos. A ideia de reunir pessoas e empresas no mesmo ambiente e compartilhar experiências de sucesso não é nova, mas os formatos se reinventaram.

Nos últimos anos, tem sido possível participar de diversos tipos de eventos voltados para administradores, gestores e empresários em busca de conhecimento e oportunidades de negócios.

À primeira vista, pode parecer válido participar de todos os eventos da área, mas, além de onerosa, essa prática pode trazer mais prejuízos que benefícios. Uma boa estratégia para selecionar as melhores opções é organizar um calendário com as datas dos principais eventos durante o ano, analisar os objetivos e características de cada um, e então eleger os mais vantajosos para você e sua empresa.



Para ajudar nessa escolha, listamos os principais tipos de eventos corporativos e suas particularidades. Confira!

Conferência

As conferências normalmente contam com a presença de um ou mais especialistas da área que respondem às perguntas da plateia, feitas por intermédio do presidente da mesa (ou conferencista). Cabe a ele editar ou simplificar as perguntas que não estiverem suficientemente claras e direcionar os assuntos abordados durante a conferência.

Esses eventos costumam ser abertos para o público em geral, mesmo sem conhecimento prévio do tema.

Congresso

Os congressos podem durar de alguns dias a mais de uma semana, dependendo da programação determinada. Composto por várias atividades, ele pode incluir palestras, simpósios, debates ou vários outros pequenos eventos internos, todos interligados pelo mesmo objetivo.

Os congressos podem ser regionais, nacionais ou internacionais, de acordo com os participantes das atividades — além de profissionais e empresários, participam entidades, universidades e associações.

Um congresso visa ao enriquecimento científico ou cultural de seus participantes, mas também é uma ótima oportunidade de trabalhar na rede de relacionamento.

Convenção

Semelhante a um congresso, a convenção é um evento que demanda maior integração entre os participantes, que devem se envolver nas atividades de forma mais pessoal.

As convenções normalmente contam com a participação de representantes da classe ou distribuidores de produtos e serviços.

Evento itinerante

As exposições itinerantes percorrem diversas cidades de acordo com uma programação predefinida, ficando por tempo limitado em cada localidade.

Funcionam como uma espécie de circuito e permitem apresentações e eventos segmentados, atingindo um público-alvo específico em busca de conhecimento. Participar desse tipo de evento é uma boa maneira de formar parcerias e fazer contatos na área.

Feira de negócios

As feiras de negócios são grandes eventos, com duração de vários dias, que reúnem diversas empresas em busca de divulgação para seus produtos e serviços. As regras das feiras são bem definidas e nem sempre é permitido vender, já que o principal objetivo do evento é fazer contatos.

Os expositores se organizam em stands e se apresentam para o público, que também tem à sua disposição outras atividades, como palestras, demonstrações e congressos.

Mesa redonda


É chamado de mesa redonda o debate entre participantes convidados, normalmente especialistas da área. Em geral, há um moderador que organiza os temas do debate, controla o tempo de fala de cada um, faz perguntas e mantém a conversa leve e descontraída.



Palestra

De curta duração (uma ou duas horas), a palestra é um evento que aborda um tema específico, normalmente de caráter motivacional, comportamental ou instrutivo.

Por se tratar de um encontro rápido, não permite aprofundar a questão em discussão e tem o objetivo de apenas despertar o interesse do público para determinado assunto ou esclarecer as principais dúvidas a respeito.

Seminário

Os seminários são organizados por profissionais especializados no tema a ser tratado e reúnem um público da área que, organizado em grupos, deve refletir sobre o assunto e apresentar suas conclusões para os demais.

A metodologia é um ponto importante nesse tipo de evento: existem alguns passos que devem ser seguidos para o máximo aproveitamento. Da determinação do tema à elaboração do conteúdo, os participantes devem analisar as informações oferecidas e buscar fontes externas para aprimorar o conhecimento.

Como se preparar para fortalecer a rede de relacionamento profissional?

Antes de mais nada, a decisão de participar de um evento — como patrocinador, expositor ou participante — deve integrar uma estratégia de negócios previamente determinada.

Afinal, tanto em palestras rápidas quanto em congressos e seminários mais longos, é preciso investir tempo e dinheiro ou se deslocar para outras cidades em viagens de negócios. Por isso, o profissional deve ter clareza sobre o resultado esperado.



Em eventos corporativos, as oportunidades para expandir a rede de relacionamento se multiplicam exponencialmente, uma vez que é possível conhecer pessoas de diversas áreas relacionadas ao seu ramo de atuação e fazer contato com empresas de vários portes e setores. Muitas parcerias de sucesso surgiram em eventos empresariais.

Porém, é preciso estar preparado e contar com um plano de ação para conquistar seus objetivos e fortalecer o networking de maneira eficiente.
Antes do evento

A preparação para participar de um evento vai muito além de comprar o ingresso, fazer a inscrição e reservar a data no calendário. Confira os principais passos para se sentir preparado antes do grande dia.

Informe-se sobre o evento

Além de observar a programação e as atividades oferecidas, busque informações sobre o público-alvo, avalie os convidados confirmados e analise se o evento oferece oportunidades para conhecer pessoas importantes para o seu negócio.

Em alguns casos, o passe VIP pode fazer a diferença na hora de aumentar a rede de relacionamento de forma significativa. Participar dos principais eventos em sua área é fundamental para divulgar sua empresa e fazer os contatos necessários para parcerias de sucesso.

Faça a prospecção do público

Descobrir quem comparecerá ao evento pode ser uma tarefa difícil, mas é essencial para organizar sua participação de forma a aproveitar tudo que a data pode oferecer.

As páginas do evento nas redes sociais podem fornecer pistas valiosas sobre quais profissionais e empresas se interessam pelas atividades ou até mesmo quais já confirmaram presença.

A lista de patrocinadores, palestrantes, autoridades e convidados de destaque também deve ser considerada na hora de fazer networking.

Estude a programação

Conhecer a agenda do evento permite encontrar momentos propícios para fazer networking e aumentar sua rede de relacionamento. Assim, é possível otimizar o tempo e participar das atividades que mais interessam sem deixar de lado o objetivo principal.

Coffee breaks, intervalos entre palestras e o tradicional happy hour são boas oportunidades para abordar pessoas que você deseja conhecer.



Defina um objetivo
Um dos grandes erros que os profissionais cometem ao participar de eventos empresariais é não ter um objetivo em mente. Defina quais pessoas você deseja conhecer, com quais empresas gostaria de fazer contato e qual é o resultado esperado após a apresentação.

Nem sempre é possível atingir todos os objetivos, mas essa abordagem permite focar no que é mais importante e interagir de forma eficaz durante o evento.

Planeje a abordagem

Algumas pessoas se mostram abertas para que você se apresente diretamente e inicie uma conversa. Em outros casos, é necessário se aproximar aos poucos, tentando participar de uma conversa já iniciada e só então arriscando um contato mais pessoal.

De qualquer maneira, após a apresentação e a troca de cartões, é preciso direcionar a interação para o objetivo desejado. Planejar com antecedência pode facilitar as coisas na hora de tomar a iniciativa.
Durante o evento

Além de participar das atividades, reserve tempo para fazer contatos relevantes e expandir seu networking de forma natural.

Use o celular com moderação

A tecnologia é uma ótima aliada da sua rede de relacionamento: fazer check-in no evento ou enviar uma mensagem para uma pessoa que você deseja conhecer pode agilizar o contato.

Porém, manter-se conectado o tempo todo inibe novos contatos e pode ser um desperdício de tempo. Modere o uso do celular e utilize-o apenas para registrar nomes e armazenar informações importantes relacionadas ao evento.

Mantenha-se em movimento

Circular pelo espaço permite ver e ser visto de forma natural, facilitando a aproximação de pessoas. Movimente-se pela área aberta ao público, visite espaços de convivência e mantenha-se atento para as oportunidades que surgirem. Não deixe de abordar potenciais clientes, colaboradores ou parceiros.
Apresente-se

O primeiro contato é sempre o mais difícil: se apresentar para uma pessoa desconhecida causa certo constrangimento, mas é essencial vencer a timidez e buscar formas de interação com os demais participantes.

Muitas vezes, basta fazer um comentário sobre a programação para iniciar uma conversa produtiva. As interações em grupo também oferecem a chance de se comunicar com profissionais relevantes em sua área e fortalecer sua rede de relacionamento.

Aproveite o tempo

Mesmo com toda a preparação e pesquisa, muitas vezes um contato que parecia promissor pode se revelar infrutífero. Se a conversa não estiver fluindo ou se você perceber que seus objetivos não são semelhantes, não tenha receio de encerrar a interação de forma respeitosa e se afastar.

Por outro lado, invista tempo em pessoas que demonstram interesse em construir um relacionamento profissional ou que apresentam oportunidades de negócio.
Registre os contatos
Não se esqueça de listar todos os contatos que fizer durante o evento. Anote o nome do profissional e algumas informações relevantes sobre a conversa para facilitar a próxima abordagem e classifique as pessoas por categorias (como leads, clientes, fornecedores, parceiros e outros).
Após o evento

O networking não acaba com o fim do evento. Pelo contrário, retomar a conversa nos dias posteriores é tão importante quanto a primeira apresentação. Confira o que fazer para consolidar sua rede de relacionamento.
Conecte-se no LinkedIn

O LinkedIn é a ferramenta mais utilizada por profissionais em todo o mundo. Após o evento, inclua seus contatos em seu perfil ou siga as empresas mais relevantes para se manter conectado.

Não deixe de postar suas impressões sobre o evento e inclua fotos e vídeos para gerar engajamento com outras pessoas interessantes em sua área.

Use as redes sociais

As redes sociais também são recursos importantes para facilitar novas aproximações com os contatos de sua rede de relacionamento.

Facebook, Instagram, Twitter e blogs pessoais e corporativos são importantes para se manter atualizado sobre as empresas e profissionais com maior potencial de parcerias ou bons negócios.
Envie um e-mail de acompanhamento

Agora que você já expandiu sua rede de relacionamento, é hora de fortalecer os contatos e buscar as melhores oportunidades de negócio.

Em muitos casos, basta enviar um e-mail ou fazer uma ligação para retomar a conversa e obter sucesso em seu objetivo. Manter as pessoas por perto é essencial para um networking eficiente.

A interação entre os participantes em eventos corporativos e empresariais é tão importante que muitas vezes chega a ser o principal motivo da participação.

Construir um networking de sucesso e investir na rede de relacionamento é uma das grandes responsabilidades do empresário moderno, que deve manter contato com pessoas que podem se tornar futuros parceiros, colaboradores ou até mesmo recrutadores em oportunidades de crescimento profissional.



E você, tem uma boa rede de relacionamento? Costuma participar de eventos empresariais para fazer contatos? Compartilhe sua experiência nos comentários!

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Cinco dicas para aumentar suas vendas no Dia dos Namorados

Uma das principais datas comemorativas para o comércio, o Dia dos Namorados (12 de junho) tem, tradicionalmente, a capacidade de aquecer as vendas durante o mês de junho. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a data movimentou R$ 15,6 bilhões no varejo em 2018. 



Ocasiões assim, são conhecidas por gerar um maior fluxo de clientes nas lojas. Mesmo que o momento esteja propício, para que a oportunidade de negócios seja melhor aproveitada, é muito importante investir em estratégias que atraiam e fidelizem clientes.




1. Planejamento
O empresário precisa se antecipar para não ser pego de surpresa. Além dos presentes, os casais preparam uma celebração, que impacta no aumento das reservas nos restaurantes, por exemplo. O segmento de artigos e enfeites também vê a demanda crescer na ocasião. Portanto, no caso de uma loja de roupas, por exemplo, ficar atento ao estoque, variar o mix de produtos e oferecer condições especiais de pagamento e troca, são alguns dos benefícios que podem atrair os clientes para o seu negócio.

2. Atenda em todas as plataformas disponíveis
Grande parte dos brasileiros costuma deixar a aquisição do presente do amado ou da amada para a última hora. Com o esperado aumento da demanda, é vital se preparar para conseguir atender os clientes com rapidez e agilidade. O avanço tecnológico e a expansão das ferramentas de comunicação exigem que as empresas ampliem as plataformas de atendimento. Investir em chats e aplicativos como o Whatsapp é uma forma não só de contribuir com o aumento das vendas, como de fidelizar esse cliente. É essencial estar preparado para que o atendimento aconteça em tempo real. O consumidor anda cada dia mais exigente e não gosta de esperar.

3. Ofereça mais que uma venda
Qualifique sua equipe para oferecer mais do que os produtos disponíveis na loja. Tenha em mente que a data é factual, os clientes, não. Garanta que o consumidor viva uma experiência prazerosa que, após a efetivação de compra, traga a ele convicção de que fez um bom negócio e inspire o desejo de retornar. Comentários voluntários e positivos sobre sua marca ou serviços na internet são excelentes para trazer mais vendas.

4. Aumente o ticket médio
Ofereça mais produtos, sugira outras vendas para compor o presente e evidencie o custo-benefício das aquisições. Dê descontos progressivos por volume e, se possível, indique uma contrapartida, como um brinde ou frete grátis, em caso de vendas virtuais.



5. Abuse das redes sociais
O comércio digital tem um apelo visual imensurável. O internauta é pescado principalmente pelos olhos. Divulgue fotos dos seus produtos e serviços e que valorizem sua marca. A descrição detalhada do que você comercializa é importante. Linguagem despojada e criativa pode ser o diferencial. Divulgar promoções e vantagens também é uma boa alternativa para atrair novos clientes.

Em quatro meses, pequenos negócios criaram quase 300 mil novos empregos

Os pequenos negócios voltaram a responder pela geração de novos empregos. Segundo levantamento feito pelo Sebrae, baseado nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, em abril deste ano, as MPE concentraram a criação de 93,7 mil postos de trabalho formais. O saldo foi quase três vezes maior que o gerado pelas média e grandes empresas e representou 72,3% do total de empregos gerados no país neste mês, que foi de 129,6 mil. 



No acumulado do primeiro quadrimestre deste ano, os pequenos negócios abriram quase 300 mil novos postos de trabalho. As médias e grandes corporações criaram apenas 20,3 mil novas vagas. Entretanto, o saldo de empregos gerados pelas micro e pequenas empresas nos primeiros quatro meses deste ano ainda está 14,4% abaixo do saldo gerado por eles no mesmo período do ano passado.

“A recuperação do emprego passa pela retomada da economia, que depende diretamente da retomada da confiança de investidores, da aprovação das reformas no Congresso Nacional”, analisa o presidente do Sebrae, Carlos Melles. “Os números mostram que o empreendedorismo está no sangue do povo brasileiro. Foram os pequenos negócios os grandes responsáveis pelo grande número de abertura de vagas no mercado de trabalho. E isso mesmo em tempos difíceis economicamente”.

O levantamento do Sebrae apontou ainda que nos primeiros quatro meses do ano, as MPE do setor de Serviços capitanearam a geração de empregos, com um saldo de 193 mil novos postos de trabalho, 69% do total de empregos gerados no período de 2019. As MPE que atuam no Comércio, porém, ainda continuam a registrar saldos negativos de vagas de trabalho no acumulado de 2019, o que significa que mais demitiram do que contrataram. Mesmo assim, geraram 10,6 mil postos em abril deste ano.



Em todos os setores, as MPE registraram saldos positivos de empregos gerados no mês de abril/2019, mas foram os pequenos negócios do setor de Serviços que puxaram a geração de empregos, criando mais de 55 mil postos de trabalho, 3,6 vezes mais do que as MPE da Construção Civil, segundo setor em que as micro e pequenas empresas mais empregaram nesse mês. Pelo levantamento, as médias e grandes empresas tiveram uma queda de 1.057 postos de trabalho neste segmento, enquanto os pequenos negócios abriram 15,1 mil vagas.

As micro e pequenas empresas do estado de São Paulo lideraram a geração de empregos no país em abril deste ano, respondendo pela criação de 29,3 mil postos de trabalho e foram acompanhadas pelas MPE de Minas Gerais, com 14,7 mil empregos. Com isso, as MPE da região Sudeste foram as que mais geraram postos de trabalho neste mês no país (+52,9 mil empregos), seguidas pelos pequenos negócios da região Nordeste, que responderam pela geração de 17,8 mil empregos. Praticamente todos os estados do país tiveram saldo positivo, com exceção ao Rio Grande do Sul.

Cinco dicas para fazer o seu negócio mais sustentável

Uma pesquisa feita pelo Sebrae, em 2013, já observava que a sustentabilidade havia entrado de vez na pauta dos pequenos negócios. Naquele ano, grande parte dos entrevistados admitiram que o comprometimento com o tema abria oportunidades de ganhos maiores. Entre os benefícios observados pelos empresários estavam a redução de custos por causa da melhor gestão ambiental, valorização da empresa diante do poder público e da sociedade, aumento da possibilidade de contratos com grandes corporações, entre outros fatores.



O comprometimento do micro e pequeno negócio foi confirmado novamente em 2018, por uma nova pesquisa feita pelo Centro de Sebrae de Sustentabilidade (CSS), localizado em Cuiabá. O levantamento realizado com mais de 1,8 mil empresários do segmento, indicou quais os motivos que os levam a adotarem práticas sustentáveis - eficiência energética, uso eficiente de água, gestão de resíduos, apoio à comunidade local, entre outras. 

O primeiro deles foi a preservação ambiental (67%), redução de custos (20%), marketing e propaganda (4%) e cumprimento da legislação (2%). Conforme a pesquisa, 97% dos entrevistados substituíram lâmpadas incandescentes por fluorescentes econômicas e LED, enquanto que 74% possuem horários definidos para ligar e desligar equipamentos e 68% trocaram equipamentos ou maquinários por outros mais eficientes. 

Quanto ao uso da água, os donos de pequenos negócio também já estão se conscientizando sobre o seu uso, sendo que 60% dos entrevistados declararam ter alguma prática para economizar esse recurso, 48% instalaram vasos sanitários acoplados com descarga de duplo acionamento, 45% fazem reaproveitamento de água (pias, chuveiro) para fins não potáveis (lavar pisos, regar plantas e jardins, lavar automóveis), e 29% fazem captação de água da chuva.

A mesma evolução foi observada quanto aos resíduos sólidos, sendo que 81% dos entrevistados na pesquisa do CSS adotaram alguma iniciativa para separação e destinação correta dos resíduos. Outros 87% separam resíduos não recicláveis (úmidos) dos recicláveis (secos) para encaminhar à reciclagem e 71% separam resíduos perigosos (lâmpadas, óleo, pilhas e baterias, eletrônicos) para coleta por empresa especializada.

Com a proximidade da semana Mundial do Meio Ambiente, confira cinco dicas para quem quer tornar seu negócio ambientalmente sustentável.



1 – Planejamento estratégico
Adote a sustentabilidade no coração da sua empresa, estando presente em todas a suas atividades, pois a sustentabilidade não é apenas um departamento da empresa. Procure saber quais são os aspectos da sustentabilidade mais importantes no seu segmento. Utiliza muita energia ou água? Onde estão os desperdícios? As matérias primas para fabricação ou prestação de serviços são poluentes? Existem alternativas para produzir como menor impacto e de maneira mais econômica? Se não, como sua empresa irá mitigar estes impactos? Além disso, quais são as condições de vida das pessoas que estão ligadas à sua empresa? O impacto social é positivo ou negativo?

2 – Gestão ambiental
• Economia Circular - verifique o ciclo de vida de seus produtos ou serviços (saiba todas as etapas do processo de fabricação ou criação até entregar o produto/serviço nas mãos de seu cliente e onde poderá reduzir, reutilizar, recuperar e reciclar materiais e energia.)
• Planejamento (compra de insumos de procedência sustentável)
• Logística reversa (viabilize a coleta e a restituição dos resíduos sólidos, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada)
• Matéria-prima confiável (ver o histórico do seu fornecedor, o que está comprando se vem de fonte renovável, baixo impacto ambiental e mão de obra responsável)
• Design sustentável (produtos e serviços com sintonia nas questões ambientais, na sua produção, utilização e descarte)
• Neutralização de carbono (compra crédito de carbono ou cotas de reflorestamento em empresas certificadas)
• Licenciamento ambiental (obtenha o licenciamento para as atividades que exigirem)

3 – Uso eficiente da água
Fique atento a vazamentos e desperdícios no dia a dia da empresa. Instale novas tecnologias, como arejadores nas torneiras, e analise o modo de fabricação de seu produto ou prestação de serviço para encontrar novas formas de reduzir o consumo de água. Procure utilizar produtos de limpeza biodegradáveis e antes de lavar o estabelecimento, use a vassoura para retirar a sujeira pesada e utilize um balde com sabão e outro com água limpa, que deve ser reutilizada sempre que possível. Faça campanhas estimulando a economia de água por seus clientes e funcionários.

4 – Gerenciamento de resíduos sólidos
Analise o método de fabricação de seu produto ou prestação de serviço para encontrar formas de reduzir a geração de resíduos, como sobras e aparas. Muitas vezes é possível produzir mais, gastando menos matéria-prima e gerando menos resíduo. Os produtos recicláveis podem ser encaminhados para cooperativas de catadores, enquanto que o orgânico, para a compostagem e os perigosos (pilha, baterias, óleos, pneus), para empresas especializadas. Outros tipos de resíduos podem ser vendidos e gerar renda, como metais e óleo de cozinha. Além disso, atentar às regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos, lei nº 12305/10.

5 – Uso eficiente de energia
Prefira sempre a iluminação natural, por isso abra janelas e deixe a luz do sol entrar. Pinte as paredes com cores claras, pois elas refletem os raios solares e deixam o ambiente mais fresco, gastando menos com ar condicionado. Instale equipamentos que consumam menos energia e use aparelhos elétricos de maneira correta como está indicado no manual. Limpe os filtros do ar-condicionado, já que a sujeira impede a livre circulação do ar e força o aparelho a trabalhar mais. Tenha cuidado com os fios mal emendados, desencapados e mal isolados, pois eles podem causar fuga de energia e originar incêndios. Troque lâmpadas comuns por lâmpadas fluorescentes ou de LED e desligue o computador quando não estiver em uso, evitando as proteções de tela. Estude a possibilidade de adotar energias alternativas no seu negócio, como solar fotovoltaica ou eólica.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Pesquisa mostra que mulheres não se sentem preparadas para empreender

Um levantamento do Instituto Avon, em parceria com a Oxford Economics, mostrou que as mulheres ainda não se sentem encorajadas para empreender, o que limita o potencial de crescimento dessas mulheres em 50%. Segundo os dados, essa limitação pode representar uma perda de R$ 12 trilhões a R$ 18 trilhões por ano no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos) global.

Pesquisa do Instituto Avon mostra que muitas mulheres ainda não se sentem encorajadas a empreender. Artesã do Rio Grande do Norte participa do 9º Salão do Artesanato - Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

A pesquisa mostrou ainda que 77% das mulheres afirmam que trabalhar aumenta sua confiança, enquanto 65% das mulheres dizem que o trabalho melhorou a forma como são tratadas pelos outros e 74% afirmam que o trabalho aumentou sua capacidade de ser um modelo para seus filhos.

O estudo, que entrevistou 1.000 mulheres acima de 18 anos, em 15 países - Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Itália, México, Peru, Filipinas, Polônia, România, Rússia, Turquia, África do Sul, Reino Unido -, indicou também que para 80% das mulheres as marcas de beleza têm colocado muita pressão para que sejam perfeitas.

Para 94% das entrevistadas é importante que as mulheres possam trabalhar fora de casa, se quiserem, e 93% afirmaram que as mulheres têm a mesma capacidade que os homens em negócios. A forma como decidem gastar seu dinheiro deve, para 69% das mulheres, ser decidida sem a necessidade de perguntar para o parceiro.

Entre as mulheres que nunca tiveram um negócio, mais da metade cita a falta de recursos financeiros como a principal barreira (55%), enquanto 23% dizem não ter ideia que funcionaria. Aquelas que responderam não ter as conexões necessárias para colocar um negócio em funcionamento foram 22%, assim como as que acreditam que começar um negócio parecia muito arriscado.

Segundo os dados, para 50% as principais barreiras ao empreendedorismo feminino são fatores culturais, porque as mulheres não são encorajadas a acreditar que possam empreender; para 49% as mulheres são responsáveis por cuidar de suas famílias e lares; para 30% as mulheres têm acesso a menos recursos financeiros para criar um negócio e 34% pensam que as mulheres são menos dispostas a arriscar.

Campanha

Para tentar combater essas questões, o Instituto Avon lançou a hashtag #PorELa. A campanha é um plano global para enfrentar algumas das maiores barreiras que impedem as mulheres de atingir seu pleno potencial. A ideia é transformar as vidas de 100 milhões de mulheres por ano, favorecendo sua liberdade para que conquistem seu próprio caminho e em seus próprios termos; expressando-se plenamente e vivendo uma vida segura e saudável.

“Atualmente, a participação econômica feminina na força de trabalho permanece abaixo da dos homens, mas podemos ser um agente de mudança, desafiando barreiras arraigadas e abrindo oportunidades. Com 100 milhões de mulheres que trabalham conosco e compram de nós em todo o mundo temos um papel fundamental para causar um impacto real e duradouro”, disse a CEO da empresa, Jan Zjderveld.

A campanha também tem o objetivo de ajudar a combater a violência contra mulheres e meninas. Segundo o estudo, o custo desta violência de gênero é estimado em US$ 4,4 trilhões por ano, correspondendo a 5,2% do PIB global. Há dados ainda mostrando que pelo menos um quinto das mulheres se sente insegura em suas comunidades, e um terço experimentará violência física ou sexual durante sua vida.



"Queremos que as mulheres se sintam encorajadas a transformar suas vidas. #PorEla é a contribuição que toda mulher pode precisar para encontrar o impulso que irá mudar positivamente sua própria vida. Em todo o mundo, as mulheres não estão sozinhas. Apoiá-las é apoiar um futuro melhor. Esta campanha dá vida à nossa missão de criar um mundo com mulheres mais empoderadas. Uma sociedade com mulheres mais empoderadas é, sem dúvida, um lugar mais bonito", ressaltou a vice-presidente de marketing da Avon, Danielle Ribas.

Pequenos negócios sustentam a geração de emprego no início de 2019

Em contrapartida às médias e grandes empresas, que fecharam mais de 25 mil vagas de trabalho, os pequenos negócios seguraram a geração de empregos no primeiro mês de 2019. Análise do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, relativos ao mês de janeiro, mostrou que as micro e pequenas empresas foram as principais responsáveis pela manutenção do nível de emprego no país. 



A exemplo do que ocorreu ao longo de todo o ano passado, elas mantiveram o saldo positivo de postos de trabalho, com a geração de 60,7 mil empregos formais. Já as médias e grandes empresas, ainda sofrendo o impacto da crise econômica, começaram o ano registrando uma extinção líquida de 25,7 mil vagas.

O estudo do Sebrae também confirma que os pequenos negócios do setor de Serviços lideraram a geração de empregos em janeiro, criando praticamente 40 mil postos de trabalho, mais de dez vezes a quantidade de postos gerados pelas médias e grandes neste setor. O desempenho do setor foi impulsionado principalmente pelas empresas que atuam no ramo imobiliário (19,6 mil empregos), nos serviços médicos e odontológicos (6,8 mil empregos) e nos serviços ligados à alimentação e bebidas (6,5 mil empregos). Na sequência, a Indústria de Transformação se destacou com a criação de 29 mil novas vagas. Em contrapartida, as micro e pequenas empresas do Comércio tiveram um saldo negativo (demitiram mais do que contrataram), no primeiro mês de 2019, tendo apresentado uma perda de 33,6 mil vagas de trabalho.



Segundo o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa, embora o saldo de empregos gerados pelos pequenos negócios no último mês de janeiro tenha ficado 26,4% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, o resultado foi superior aos saldos verificados no mesmo mês de 2015, 2016 e 2017. “Os pequenos negócios continuam sendo a locomotiva que mantém a economia brasileira em movimento, em especial no que diz respeito à manutenção do nível de emprego”, comentou.

As MPE do estado de São Paulo foram as que mais geraram empregos em janeiro (15,8 mil empregos), acompanhadas pelas MPE de Santa Catarina (10,9 mil empregos) e do Mato Grosso (10,4 mil empregos). Apesar de as micro e pequenas empresas de São Paulo (região Sudeste) terem liderado a geração de emprego em janeiro/2019, foram os pequenos negócios da região Sul que criaram mais vagas de trabalho no primeiro mês deste ano (27,1 mil empregos), seguidas pelas MPE da região Centro-Oeste (18,9 mil empregos).

Empreendedorismo atrai 52 milhões de brasileiros em 2018

Ser dono do próprio negócio é parte da vocação do povo brasileiro. Em 2018, dois em cada cinco brasileiros entre 18 e 64 anos estavam à frente de uma atividade empresarial ou tinham planos de ter um negócio. É o que mostra a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que verificou o segundo melhor desempenho para a taxa de empreendedorismo brasileira desde 2002, quando o índice começou a ser medido.



A pesquisa mostra que a taxa total de empreendedorismo, que reúne novos empreendedores e donos de negócios já estabelecidos, chegou a 38%. Segundo esse indicador, aproximadamente 52 milhões de brasileiros em idade produtiva estavam envolvidos com alguma atividade empreendedora no ano passado. A pesquisa foi realizada em 49 países e, no Brasil, contou com o apoio do Sebrae.

Nesse contexto, uma das informações mais importantes reveladas pela pesquisa é que o empreendedorismo por oportunidade, verificado quando os empresários abrem negócio motivados pela identificação de uma oportunidade de mercado, registrou o melhor resultado dos últimos quatro anos (61,8%). Segundo o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), João Henrique de Almeida Sousa, a recuperação do índice de empreendedorismo por oportunidade é um resultado muito animador para a economia brasileira. 

“Diferente de quem empreende por necessidade, depois de passar por uma situação de desemprego, por exemplo, o empresário motivado por uma oportunidade, normalmente é aquele que faz um plano de negócio, que estuda a concorrência e tem – por consequência – maior probabilidade de sobreviver no mercado”, analisa Sousa. Em contraposição, o empreendedor por necessidade é aquele resolve abrir a empresa pela falta de outras possibilidades para geração de renda e de ocupação. “Em geral, esse tipo de empreendedor é menos qualificado para administrar o próprio negócio, e enfrenta mais dificuldades para gerir a empresa”, conclui o presidente do Sebrae.



Novos empreendedores

A pesquisa também revelou um crescimento do público jovem (18 a 24 anos) entre os novos empreendedores. De 2017 para 2018, a participação dessa faixa etária subiu de 18,9% para 22,2% do total de empreendedores que iniciavam uma atividade empresarial, com negócios (formais ou informais) de até 3,5 anos.

A taxa de empreendedorismo inicial (da sigla em inglês TEA) começa a decair a partir dos 45 anos, chegando a 9,7% na faixa dos 55 a 64 anos. Entretanto, mesmo com uma taxa menor, a pesquisa GEM revela que o contingente de pessoas com mais de 55 anos iniciando um negócio é de quase 2 milhões de empreendedores.

Negócios mais estáveis

Em relação às taxas de empreendedores iniciais e estabelecidos, a pesquisa GEM indicou que a TEE (estabelecidos) com 20,2%, superou a TEA (iniciais) em pouco mais de 2 pontos percentuais. Com isto, é possível avaliar que 2018 foi um ano em que, majoritariamente, os empreendedores atuaram de forma a consolidar os negócios criados em períodos anteriores, ou seja, um certo contingente de empreendedores iniciais tornou-se estabelecido.

Mais de 45% das donas de negócios no Brasil se tornaram chefes de domicílio

Nos últimos dois anos, a proporção de mulheres empreendedoras que são “chefes de domicílio” passou de 38% para 45%. Com o avanço, a atividade empreendedora passou a conferir às donas de negócio a principal posição em casa, superando o percentual de mulheres na condição de cônjuje (situação verificada quando a principal renda familiar provém do marido).



Esta posição caiu de 49% para 41% nos últimos anos, conforme constatou o relatório especial produzido pelo Sebrae. O estudo constatou ainda que as representantes do sexo feminino empreendem movidas principalmente pela necessidade de ter uma outra fonte de renda ou para adquirir a independência financeira. Hoje, as 9,3 milhões de mulheres que estão à frente de um negócio representam 34% de todos os donos de negócios formais ou informais no Brasil.

As análises feitas pelo Sebrae mostram que as mulheres empreendedoras são mais jovens e têm um nível de escolaridade 16% superior ao dos homens. Entretanto, elas continuam ganhando 22% menos que os empresários, uma situação que vem se repetindo desde 2015, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2018, os donos de negócio do sexo masculino tiveram um rendimento mensal médio de R$ 2.344, enquanto que o rendimento das mulheres ficou em R$ 1.831.

A desvantagem para as empresárias também é significativa quando se trata de acesso a crédito e linhas de financiamento. As mulheres empresárias acessam um valor médio de empréstimos de aproximadamente R$ 13 mil a menos que a média liberada aos homens. Apesar disso, elas pagam taxas de juros 3,5 pontos percentuais acima do sexo masculino. Nesse aspecto, nem os índices de inadimplência mais baixos, verificados entre as pagadoras do sexo feminino, foram suficientes para gerar uma redução dos juros. Enquanto 3,7% das mulheres são inadimplentes, os homens apresentam um indicador de 4,2%.



“O empreendedorismo representa uma importante alavanca para o empoderamento feminino, abrindo oportunidade para mulheres que viviam em situação de vulnerabilidade ou até de violência doméstica. Nosso trabalho agora é fortalecer ainda mais as habilidades comportamentais das empreendedoras para garantir confiança e reduzir as desigualdades”, analisa o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa.



O relatório elaborado pelo Sebrae aponta que as mulheres empreendedoras representam hoje 48% dos Microempreendedores Individuais (MEI), atuando principalmente em atividades de beleza, moda e alimentação. Quanto ao local de funcionamento do negócio, 55,4% das MEI estão sediadas em casa.

Principais dados das mulheres empreendedoras:
  1. Entre 49 países do mundo, o Brasil tem a 7ª maior proporção de mulheres entre os “Empreendedores Iniciais”
  2. As mulheres Donas de Negócio (formais e informais) são mais jovens, do que os homens. São 43,8 anos contra 45,3 anos no caso do sexo masculino
  3. As Donas de Negócio têm maior escolaridade (16% maior), mas ganham – em média – 22% a menos que os homens na mesma posição
  4. Parcela expressiva das mulheres Donas de Negócio trabalha em casa – 25%. No caso específico das mulheres que são Microempreendedoras Individuais (MEI) esta proporção sobe para 55%.
  5. As mulheres empresárias tomam menos empréstimo e com valor médio igualmente menor. O valor médio do empréstimo para mulheres é – em média – R$ 13.071 menor que o dos homens.
  6. As empresárias pagam taxas de juros maiores. A taxa anual para empresárias é 3,5 pontos percentuais acima dos donos de pequenos negócios
  7. A taxa de inadimplência das mulheres é inferior à registrada por homens. 3,7% para mulheres contra 4,2% para os empresários
  8. Quase metade dos MEI existentes no país são mulheres (48%).
  9. As mulheres MEI se destacam em atividade de beleza, moda e alimentação
  10. As mulheres MEI trabalham mais em casa (55%)

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