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domingo, 9 de abril de 2017

Pesquisa aponta jovens brasileiras como as que mais querem empreender

Pesquisa aponta jovens brasileiras como as que mais querem empreender

Pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) revela que as jovens brasileiras na faixa etária de 25 a 35 anos, moradoras no Rio de Janeiro e em São Paulo, são as que mais querem empreender, comparativamente a capitais de quatro países (Madri, Londres, Berlim e Moscou) e três grandes cidades (Nova York, nos Estados Unidos, Xangai, na China, e Bombaim, na Índia).



A sondagem mostra que 62,6% das jovens brasileiras querem abrir o próprio negócio nos próximos anos, seguida das russas, com 60,9%, e das indianas, com 58,4%, superando a média mundial de 43,5%. As cidades que registram os menores percentuais são Madri (24,2%), Berlim (31,5%) e Nova York (33,8%).

“O Brasil tem um potencial empreendedor muito grande e, entre as mulheres, esse potencial empreendedor também se destaca”, disse à Agência Brasil a especialista em pesquisa e estatística da Firjan Joana Siqueira.

Além da realização de um sonho, a abertura do próprio negócio pelas brasileiras traduz uma busca por maior qualidade de vida. “E tem um fator que é muito importante para elas, que é a flexibilização do horário”, destacou Joana. Segundo a sondagem, 66,2% das mulheres apontaram a liberdade de horário como uma das principais razões para abrir o próprio negócio. Entre os homens, o percentual foi 54,7%.

A sondagem mostra que a maioria das jovens empreendedoras prefere ser a única dona do empreendimento (55,2%). Diferentemente dos homens, cuja maior parcela busca sempre abrir um negócio em sociedade – 55,7% dos jovens empreendedores do sexo masculino têm parceiros no negócio. Joana Siqueira destacou que, pelo fato de as jovens quererem ter mais liberdade e controlar melhor o seu tempo, elas preferem entrar na empreitada sozinhas, enquanto os homens dão preferência à abertura de negócios com algum sócio para dividir a responsabilidade.




Mercado formal

De acordo com a pesquisa, o empreendedor, seja homem ou mulher, passa primeiro pelo mercado de trabalho antes de empreender. “O empreendimento não é uma questão circunstancial devido à necessidade ou à falta de oportunidade. Na verdade, é a realização de um sonho. Ele teve oportunidade no mercado formal mas, ainda assim, quer empreender.” Joana Siqueira ressaltou que muitos empreendedores, inclusive, continuam com o emprego formal e com o próprio negócio por algum tempo, até conseguir estabilidade.

As jovens empreendedoras se sentem mais realizadas (48,3%) do que os homens (43,8%) e também do que as mulheres que não empreendem (20,5%). Entre os homens não empreendedores, o percentual de realização pessoal é de 31,1%. “De fato, o empreendimento é uma realização, uma conquista. Eles se sentem muito recompensados por isso. Mesmo diante de todas as dificuldades que encontram pelo caminho, eles se sentem mais plenos.”

Embora a maioria prefira ser a única dona do negócio, a jovem empreendedora procura estabelecer redes de contato profissionais. É uma questão marcante entre os empreendedores de forma geral. Há mais gosto pelo networking e pela liderança. “Eles gostam de liderar e de estar à frente das empreitadas e tarefas”. O networking é uma realidade para 90% das jovens empreendedoras e para 92% dos homens, mostra a pesquisa, que faz um recorte do levantamento Jovens Empresários Empreendedores. Foram entrevistados 5.681 jovens profissionais dos oito países, na mesma proporção entre homens e mulheres.

Empoderamento

Aos 23 anos, Lívia Ressiguier decidiu largar o emprego em uma empresa da área de saúde e abrir o próprio negócio, em sociedade com a mãe, na Região dos Lagos, no ramo de semijoias e acessórios. “O sonho da maioria dos jovens é abrir o próprio negócio, ter horário flexível. Aí, eu arrisquei nessa coisa de empreender”, disse.

Hoje, aos 37 anos, Lívia tem duas lojas, em Araruama e Cabo Frio, que são tocadas pela mãe, e abriu uma empresa de revenda de bijuterias, em Niterói, que vai completar quatro anos em julho. “É minha paixão hoje. Sinto-me muito realizada com o que eu faço.”



A empresária oferece às suas consultoras a revenda de semijoias como uma oportunidade de negócio. “O meu foco é trabalhar o empoderamento e o empreendedorismo feminino, fazer com que as nossas consultoras acreditem que qualquer pessoa, desde que tenha vontade e preparação, pode empreender tanto na carreira como nos negócios”. Lívia tem atualmente 88 consultores – 87 mulheres e um homem.

Então vamos empreender?
O Colaboração.Space tem um local e gente especial para desenvolver esse seu empreendedorismo. Cursos, aulas, workshops e network vão te estimular.

Ter um escritório tornou-se objetivo caro nos dias de hoje. A busca por local para trabalhar envolve custos que empresas iniciantes ou profissionais autônomos não estão dispostos a pagar. Tendência em outros países do mundo e em diversas cidades brasileiras, o escritório compartilhado, ou coworking, ganha cada vez mais adeptos e interessados.



Por Coworking entende-se várias pessoas dividindo o mesmo espaço físico, em mesas individuais. Por trás da economia, há uma filosofia de cocriação, que ganha cada vez mais adeptos. Isso porque os coworkers, vindos de diferentes áreas, encontram-se no espaço compartilhado e têm a oportunidade de trocar ideias e experiências para tirar projetos e sonhos do papel.

A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.

Seguindo essa premissa, o Colaboração.Space é o primeiro espaço de trabalho coletivo e de educação empreendedora de Nilópolis.

Serviço:

Colaboração.Space - (21) 3039-3840
Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis - RJ, 26530-020
www.colaboracao.space
Facebook: Colaboração.Space
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Com informações institucionais
Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil
Edição: Juliana Andrade

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Pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) revela que as jovens brasileiras na faixa etária de 25 a 35 anos, moradoras no Rio de Janeiro e em São Paulo, são as que mais querem empreender, comparativamente a capitais de quatro países (Madri, Londres, Berlim e Moscou) e três grandes cidades (Nova York, nos Estados Unidos, Xangai, na China, e Bombaim, na Índia).



A sondagem mostra que 62,6% das jovens brasileiras querem abrir o próprio negócio nos próximos anos, seguida das russas, com 60,9%, e das indianas, com 58,4%, superando a média mundial de 43,5%. As cidades que registram os menores percentuais são Madri (24,2%), Berlim (31,5%) e Nova York (33,8%).

“O Brasil tem um potencial empreendedor muito grande e, entre as mulheres, esse potencial empreendedor também se destaca”, disse à Agência Brasil a especialista em pesquisa e estatística da Firjan Joana Siqueira.

Além da realização de um sonho, a abertura do próprio negócio pelas brasileiras traduz uma busca por maior qualidade de vida. “E tem um fator que é muito importante para elas, que é a flexibilização do horário”, destacou Joana. Segundo a sondagem, 66,2% das mulheres apontaram a liberdade de horário como uma das principais razões para abrir o próprio negócio. Entre os homens, o percentual foi 54,7%.

A sondagem mostra que a maioria das jovens empreendedoras prefere ser a única dona do empreendimento (55,2%). Diferentemente dos homens, cuja maior parcela busca sempre abrir um negócio em sociedade – 55,7% dos jovens empreendedores do sexo masculino têm parceiros no negócio. Joana Siqueira destacou que, pelo fato de as jovens quererem ter mais liberdade e controlar melhor o seu tempo, elas preferem entrar na empreitada sozinhas, enquanto os homens dão preferência à abertura de negócios com algum sócio para dividir a responsabilidade.




Mercado formal

De acordo com a pesquisa, o empreendedor, seja homem ou mulher, passa primeiro pelo mercado de trabalho antes de empreender. “O empreendimento não é uma questão circunstancial devido à necessidade ou à falta de oportunidade. Na verdade, é a realização de um sonho. Ele teve oportunidade no mercado formal mas, ainda assim, quer empreender.” Joana Siqueira ressaltou que muitos empreendedores, inclusive, continuam com o emprego formal e com o próprio negócio por algum tempo, até conseguir estabilidade.

As jovens empreendedoras se sentem mais realizadas (48,3%) do que os homens (43,8%) e também do que as mulheres que não empreendem (20,5%). Entre os homens não empreendedores, o percentual de realização pessoal é de 31,1%. “De fato, o empreendimento é uma realização, uma conquista. Eles se sentem muito recompensados por isso. Mesmo diante de todas as dificuldades que encontram pelo caminho, eles se sentem mais plenos.”

Embora a maioria prefira ser a única dona do negócio, a jovem empreendedora procura estabelecer redes de contato profissionais. É uma questão marcante entre os empreendedores de forma geral. Há mais gosto pelo networking e pela liderança. “Eles gostam de liderar e de estar à frente das empreitadas e tarefas”. O networking é uma realidade para 90% das jovens empreendedoras e para 92% dos homens, mostra a pesquisa, que faz um recorte do levantamento Jovens Empresários Empreendedores. Foram entrevistados 5.681 jovens profissionais dos oito países, na mesma proporção entre homens e mulheres.

Empoderamento

Aos 23 anos, Lívia Ressiguier decidiu largar o emprego em uma empresa da área de saúde e abrir o próprio negócio, em sociedade com a mãe, na Região dos Lagos, no ramo de semijoias e acessórios. “O sonho da maioria dos jovens é abrir o próprio negócio, ter horário flexível. Aí, eu arrisquei nessa coisa de empreender”, disse.

Hoje, aos 37 anos, Lívia tem duas lojas, em Araruama e Cabo Frio, que são tocadas pela mãe, e abriu uma empresa de revenda de bijuterias, em Niterói, que vai completar quatro anos em julho. “É minha paixão hoje. Sinto-me muito realizada com o que eu faço.”



A empresária oferece às suas consultoras a revenda de semijoias como uma oportunidade de negócio. “O meu foco é trabalhar o empoderamento e o empreendedorismo feminino, fazer com que as nossas consultoras acreditem que qualquer pessoa, desde que tenha vontade e preparação, pode empreender tanto na carreira como nos negócios”. Lívia tem atualmente 88 consultores – 87 mulheres e um homem.

Então vamos empreender?
O Colaboração.Space tem um local e gente especial para desenvolver esse seu empreendedorismo. Cursos, aulas, workshops e network vão te estimular.

Ter um escritório tornou-se objetivo caro nos dias de hoje. A busca por local para trabalhar envolve custos que empresas iniciantes ou profissionais autônomos não estão dispostos a pagar. Tendência em outros países do mundo e em diversas cidades brasileiras, o escritório compartilhado, ou coworking, ganha cada vez mais adeptos e interessados.



Por Coworking entende-se várias pessoas dividindo o mesmo espaço físico, em mesas individuais. Por trás da economia, há uma filosofia de cocriação, que ganha cada vez mais adeptos. Isso porque os coworkers, vindos de diferentes áreas, encontram-se no espaço compartilhado e têm a oportunidade de trocar ideias e experiências para tirar projetos e sonhos do papel.

A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.

Seguindo essa premissa, o Colaboração.Space é o primeiro espaço de trabalho coletivo e de educação empreendedora de Nilópolis.

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A sondagem mostra que 62,6% das jovens brasileiras querem abrir o próprio negócio nos próximos anos, seguida das russas, com 60,9%, e das indianas, com 58,4%, superando a média mundial de 43,5%. As cidades que registram os menores percentuais são Madri (24,2%), Berlim (31,5%) e Nova York (33,8%).

“O Brasil tem um potencial empreendedor muito grande e, entre as mulheres, esse potencial empreendedor também se destaca”, disse à Agência Brasil a especialista em pesquisa e estatística da Firjan Joana Siqueira.

Além da realização de um sonho, a abertura do próprio negócio pelas brasileiras traduz uma busca por maior qualidade de vida. “E tem um fator que é muito importante para elas, que é a flexibilização do horário”, destacou Joana. Segundo a sondagem, 66,2% das mulheres apontaram a liberdade de horário como uma das principais razões para abrir o próprio negócio. Entre os homens, o percentual foi 54,7%.

A sondagem mostra que a maioria das jovens empreendedoras prefere ser a única dona do empreendimento (55,2%). Diferentemente dos homens, cuja maior parcela busca sempre abrir um negócio em sociedade – 55,7% dos jovens empreendedores do sexo masculino têm parceiros no negócio. Joana Siqueira destacou que, pelo fato de as jovens quererem ter mais liberdade e controlar melhor o seu tempo, elas preferem entrar na empreitada sozinhas, enquanto os homens dão preferência à abertura de negócios com algum sócio para dividir a responsabilidade.




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De acordo com a pesquisa, o empreendedor, seja homem ou mulher, passa primeiro pelo mercado de trabalho antes de empreender. “O empreendimento não é uma questão circunstancial devido à necessidade ou à falta de oportunidade. Na verdade, é a realização de um sonho. Ele teve oportunidade no mercado formal mas, ainda assim, quer empreender.” Joana Siqueira ressaltou que muitos empreendedores, inclusive, continuam com o emprego formal e com o próprio negócio por algum tempo, até conseguir estabilidade.

As jovens empreendedoras se sentem mais realizadas (48,3%) do que os homens (43,8%) e também do que as mulheres que não empreendem (20,5%). Entre os homens não empreendedores, o percentual de realização pessoal é de 31,1%. “De fato, o empreendimento é uma realização, uma conquista. Eles se sentem muito recompensados por isso. Mesmo diante de todas as dificuldades que encontram pelo caminho, eles se sentem mais plenos.”

Embora a maioria prefira ser a única dona do negócio, a jovem empreendedora procura estabelecer redes de contato profissionais. É uma questão marcante entre os empreendedores de forma geral. Há mais gosto pelo networking e pela liderança. “Eles gostam de liderar e de estar à frente das empreitadas e tarefas”. O networking é uma realidade para 90% das jovens empreendedoras e para 92% dos homens, mostra a pesquisa, que faz um recorte do levantamento Jovens Empresários Empreendedores. Foram entrevistados 5.681 jovens profissionais dos oito países, na mesma proporção entre homens e mulheres.

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Aos 23 anos, Lívia Ressiguier decidiu largar o emprego em uma empresa da área de saúde e abrir o próprio negócio, em sociedade com a mãe, na Região dos Lagos, no ramo de semijoias e acessórios. “O sonho da maioria dos jovens é abrir o próprio negócio, ter horário flexível. Aí, eu arrisquei nessa coisa de empreender”, disse.

Hoje, aos 37 anos, Lívia tem duas lojas, em Araruama e Cabo Frio, que são tocadas pela mãe, e abriu uma empresa de revenda de bijuterias, em Niterói, que vai completar quatro anos em julho. “É minha paixão hoje. Sinto-me muito realizada com o que eu faço.”



A empresária oferece às suas consultoras a revenda de semijoias como uma oportunidade de negócio. “O meu foco é trabalhar o empoderamento e o empreendedorismo feminino, fazer com que as nossas consultoras acreditem que qualquer pessoa, desde que tenha vontade e preparação, pode empreender tanto na carreira como nos negócios”. Lívia tem atualmente 88 consultores – 87 mulheres e um homem.

Então vamos empreender?
O Colaboração.Space tem um local e gente especial para desenvolver esse seu empreendedorismo. Cursos, aulas, workshops e network vão te estimular.

Ter um escritório tornou-se objetivo caro nos dias de hoje. A busca por local para trabalhar envolve custos que empresas iniciantes ou profissionais autônomos não estão dispostos a pagar. Tendência em outros países do mundo e em diversas cidades brasileiras, o escritório compartilhado, ou coworking, ganha cada vez mais adeptos e interessados.



Por Coworking entende-se várias pessoas dividindo o mesmo espaço físico, em mesas individuais. Por trás da economia, há uma filosofia de cocriação, que ganha cada vez mais adeptos. Isso porque os coworkers, vindos de diferentes áreas, encontram-se no espaço compartilhado e têm a oportunidade de trocar ideias e experiências para tirar projetos e sonhos do papel.

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A sondagem mostra que 62,6% das jovens brasileiras querem abrir o próprio negócio nos próximos anos, seguida das russas, com 60,9%, e das indianas, com 58,4%, superando a média mundial de 43,5%. As cidades que registram os menores percentuais são Madri (24,2%), Berlim (31,5%) e Nova York (33,8%).

“O Brasil tem um potencial empreendedor muito grande e, entre as mulheres, esse potencial empreendedor também se destaca”, disse à Agência Brasil a especialista em pesquisa e estatística da Firjan Joana Siqueira.

Além da realização de um sonho, a abertura do próprio negócio pelas brasileiras traduz uma busca por maior qualidade de vida. “E tem um fator que é muito importante para elas, que é a flexibilização do horário”, destacou Joana. Segundo a sondagem, 66,2% das mulheres apontaram a liberdade de horário como uma das principais razões para abrir o próprio negócio. Entre os homens, o percentual foi 54,7%.

A sondagem mostra que a maioria das jovens empreendedoras prefere ser a única dona do empreendimento (55,2%). Diferentemente dos homens, cuja maior parcela busca sempre abrir um negócio em sociedade – 55,7% dos jovens empreendedores do sexo masculino têm parceiros no negócio. Joana Siqueira destacou que, pelo fato de as jovens quererem ter mais liberdade e controlar melhor o seu tempo, elas preferem entrar na empreitada sozinhas, enquanto os homens dão preferência à abertura de negócios com algum sócio para dividir a responsabilidade.




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De acordo com a pesquisa, o empreendedor, seja homem ou mulher, passa primeiro pelo mercado de trabalho antes de empreender. “O empreendimento não é uma questão circunstancial devido à necessidade ou à falta de oportunidade. Na verdade, é a realização de um sonho. Ele teve oportunidade no mercado formal mas, ainda assim, quer empreender.” Joana Siqueira ressaltou que muitos empreendedores, inclusive, continuam com o emprego formal e com o próprio negócio por algum tempo, até conseguir estabilidade.

As jovens empreendedoras se sentem mais realizadas (48,3%) do que os homens (43,8%) e também do que as mulheres que não empreendem (20,5%). Entre os homens não empreendedores, o percentual de realização pessoal é de 31,1%. “De fato, o empreendimento é uma realização, uma conquista. Eles se sentem muito recompensados por isso. Mesmo diante de todas as dificuldades que encontram pelo caminho, eles se sentem mais plenos.”

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Hoje, aos 37 anos, Lívia tem duas lojas, em Araruama e Cabo Frio, que são tocadas pela mãe, e abriu uma empresa de revenda de bijuterias, em Niterói, que vai completar quatro anos em julho. “É minha paixão hoje. Sinto-me muito realizada com o que eu faço.”



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