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sábado, 15 de dezembro de 2018

Entre os municípios do RJ, Nilópolis está entre os melhores em Desenvolvimento Econômico Local

Entre os municípios do RJ, Nilópolis está entre os melhores em Desenvolvimento Econômico Local

O Índice Sebrae de Desenvolvimento Econômico Local – ISDEL sintetiza indicadores de fontes oficiais relacionados às 5 dimensões da abordagem de Desenvolvimento Econômico Local do SEBRAE MG. Sendo elas: Capital Empreendedor, Tecido Empresarial, Governança para o Desenvolvimento, Organização Produtiva e Inserção Competitiva.



O Município de Nilópolis ocupa a 20 ª posição no Ranking do Rio de Janeiro e a 543ª posição no Ranking Brasil.

​A partir do cruzamento de 30 indicadores de fontes oficiais o ISDEL posiciona os Municípios numa escala que varia de 0 até 1. Quanto maior o resultado do Índice, maiores são as condições para o crescimento econômico e social.



O Sebrae acredita que o desenvolvimento passa pelos pequenos negócios e ele é muito mais do que geração de riquezas. Para compor o Índice, estudamos indicadores que vão desde os Sociais mais básicos como Renda, Educação e Saúde até Indicadores mais complexos como Valor Agregado das atividades econômicas que existem no Município.

​A grande vantagem do Indicador é que ele permite comparar Municípios que tem portes semelhantes e graus de desenvolvimento diferentes para ver onde que estão as oportunidades e as fragilidades em relação aos fatores de Desenvolvimento e assim gerar Políticas Públicas que são mais objetivas e mais eficientes.




OBJETIVO DO ISDEL

permitir a todos os Gestores Públicos e Agentes de Desenvolvimento que olhem para seu território e identifiquem com clareza onde devem ser concentrados os principais esforços para que se faça um Desenvolvimento Social inclusivo, Econômico e Sustentável com uma visão de futuro positivo.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Pequenos negócios apostam Natal positivo

Pequenos negócios apostam Natal positivo

Mais de 68% dos empresários de pequenos negócios acreditam que as vendas de Natal serão melhores ou iguais ao ano passado. As melhores expectativas estão na área do Comércio, seguido do setor de Serviços, segundo pesquisa sobre vendas e contratações para o final de ano, realizada pelo Sebrae entre os meses de agosto e outubro. 

O levantamento, que ouviu mais de 5,8 mil empreendedores, apontou que quase 20% dos entrevistados pretendem reforçar o quadro de funcionários, com a contratação de temporários para o período que antecede os festejos natalinos.



Para 30% dos entrevistados as vendas de Natal de 2018 serão melhores que as vendas de 2017. Já 38% acreditam que serão iguais em comparação ao ano passado, enquanto 26,7% estão pessimistas. 

As melhores expectativas estão entre os Microempreendedores Individuais (MEI), segmento onde 35% creem na melhoria das vendas e 38% avaliam que serão iguais ao Natal passado e 24% responderam que irá piorar. Em seguida estão as Micro e Pequenas Empresas (ME), onde 43% acham que venderão igual a 2017 e 27% avaliam que haverá uma melhora, considerando ainda que 26% dos entrevistados não estão otimistas. 

Entre as Empresas de Pequeno Porte (EPP), 61% esperam uma melhoria ou que suas vendas se manterão iguais ao ano passado, mas 32% acham que serão piores.

O Comércio é o segmento mais otimista com a perspectiva de melhoria nas vendas. A pesquisa apontou que 33% acham que 2018 será melhor que 2017, enquanto que 38% avaliam que será igual ao ano passado, e 25% acreditam em uma piora. 

No setor de Serviços os números são praticamente semelhantes, mas na Indústria, os que acham que não haverá mudanças nos negócios em relação a 2017, são 38%, e os que creem em melhora ou piora somam 28%, cada. Os mais otimistas estão nas regiões Norte e Nordeste, com 37% e 33%, respectivamente. Os pessimistas são do Sudeste, Sul e Centro-Oeste, que totalizam 30% em cada região. 



Contratações

As Empresas de Pequeno Porte 15% pretendem contratar de dois a 10 funcionários temporários, conforme a pesquisa. Mas 80,1% dos empresários tanto de EEP, ME e os MEI responderam que não vão fazê-lo, isso nos segmentos do Comércio, Indústria e Serviços e praticamente em todas as regiões do país. 

Somente no Norte e Centro-Oeste os percentuais de empresários que não pretendem recrutar empregados no período natalino são inferiores a 80%, ficando em 75% e 79% respectivamente. Foi no Sul e Sudeste onde os índices foram maiores, com 84%.

Ainda segundo o estudo do Sebrae, mais de metade dos empresários (52,2%) têm encontrado dificuldade em contratar mão de obra qualificada, enquanto 25,8% não tiveram esse problema. Isso acontece principalmente nas EPP (63%), seguido pelas ME (57%) e, por último, os MEI (40%). O principal segmento prejudicado com a falta de qualificação é a Indústria (55%), tendo na sequência Serviços (53%) e Comércio (50%). A situação acontece praticamente em todas as regiões do país, mas é mais acentuada no Nordeste (55%) e Centro-Oeste (53%) e menor no Sudeste (49%).

Principais números da pesquisa 

• Mais de 68% acreditam que as vendas irão melhorar ou que serão iguais a 2017
• Cerca de 26% acreditam que irão piorar em relação ao ano passado
• 38% do Comércio, Indústria e Serviços acreditam que manterão as vendas de 2017
• Mais de 80% dos entrevistados não pretendem fazer contratações temporárias neste final de ano
• 52,2% dos empresários encontram dificuldade em contratar mão de obra qualificada
• Expectativas de vendas estão melhores no Norte (37%) e Nordeste (33%)

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Negros são maioria nos pequenos negócios do Brasil

Negros são maioria nos pequenos negócios do Brasil

Atualmente, os negros formam o maior contingente de empreendedores no Brasil, segundo pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada pelo Sebrae em 2017. O grupo representa 38,8% dos pequenos negócios no país, contra 32,9% dos brancos e lidera também, tanto no ranking dos empresários já estabelecidos, como iniciantes.



A pesquisa revelou ainda que os empreendedores negros têm maior proporção de jovens (43% têm até 34 anos, contra 39% entre brancos). Porém, na comparação salarial, os negros continuam ganhando menos e têm escolaridade inferior aos brancos.



Outros números

• 33% dos brancos e 26% dos negros tem ao menos 1 empregado atualmente;
• 46% dos brancos e 36% dos negros esperam criar algum emprego nos próximos 5 anos;
• 47% dos brancos e 55% dos negros faturam até R$12 mil/ano. Além de que 9% dos brancos ainda não faturou, enquanto que 14% da cor negra ainda não faturou.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

1 ano de conquistas - Aniversário Colaboração.Space

1 ano de conquistas - Aniversário Colaboração.Space

Evento discute sobre empreendedorismo e marketing digital na Baixada

Para comemorar o aniversário de um ano de atividades, o espaço de inovação e empreendedorismo Colaboração.Space irá realizar um dia de atividades sobre empreendedorismo e a segunda edição do BXD Digital Marketing, dia 10 de novembro. Além de discutir a importância do marketing tradicional e digital, a proposta é fomentar o empreendedorismo com debates e palestras. Para participar, basta se inscrever pelo site e levar 2 quilos de alimentos não perecíveis que serão doados para entidade carente.

Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas) e do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell).Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas), do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell), do TIRio (Sindicato das empresas de informática), Riosoft (Associação das empresas de software do RJ) e Rioinfo, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Objetivo
Segundo Juan Medeiros, fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, o objetivo é criar um momento oportuno para o de intercâmbio de ideias e experiências de profissionais e estudantes para colocar a região em evidência no setor de empreendedorismo.

- Queremos fazer com que a Baixada Fluminense possa se desenvolver melhor economicamente por meio da criação de espaços de discussão tanto de estratégias de sucessos como de ideias que no futuro possam ser postas em prática por empreendedores dessas regiões - ressalta.
Doação
Todo o material arrecadado na entrada será doado à Instituição Expressão Cultural, que cuida de 50 crianças menores que são filhos de ex-catadores do antigo lixão de Gramacho dando estudo e alimentação.

Serviço:
Aniversário Colaboração.Space
Local: Colaboração.Space
Endereço: Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis

Inscrição no link http://bit.ly/1anoColaboracaoSpace

Programação:
10h - Abertura e apresentação do BXD Digital Marketing
10h15 - Dinâmica de apresentação dos participantes
10h30 - "Posicionamento e confiança. A importância do valor no mercado B2B" com Eduardo Dantas, Fundador da Waah!
11h30 - "Como o LinkedIn pode alavancar seus negócios", com Lucas Gomes, Fundador do Ondaskim
12h30 - Coffee Break
13h00 - Roda de conversa com empreendedores: "A força do empreendedorismo e como ele pode mudar a realidade da Baixada Fluminense"
  • Amanda Elói
  • Felipe Ribbe
  • Eduardo Nascimento
  • Juan Medeiros
14h30 - "Aspectos jurídicos para startups", com Dr° Flávio Souza
15h - "Construindo relações duradouras", com Paulo Gastín, Ex-Executivo IBM
16h - "Mundos contemporâneos demandam ações pós contemporâneas", com Luiz Eduardo Campino, Gerente Regional FIRJAN
17h - Debate Sebrae RJ
17h30 - Roda de conversa com empresários "Construindo oportunidades para a economia da Baixada Fluminense"
  • Juan Medeiros - Diretor Executivo do Colaboração.Space
  • Arthur Montenegro - Diretor de Relacionamento do Colaboração.Space
  • Sebrae
  • Firjan
  • Bruna Lima - Gerente de território da Philip Morris
  • Convidados surpresa
18h30 - Happy hour com buffet, degustação de cerveja artesanal e música ao vivo com Dom Wagner Costa, tocando pop rock.
20:30 - Encerramento do evento.

Por: 
Tiberius Drumond, Drumond Assessoria e Comunicação
imprensa@colaboracao.space

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Cultura do empreendedorismo potencializa a formação das crianças

Cultura do empreendedorismo potencializa a formação das crianças

Tanto crianças quanto jovens e adultos são estimulados a terem contato com novas aprendizagens por meio da educação empreendedora. 

O Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), do Sebrae, jovens de seis a 14 anos têm contato com iniciativas que dão prioridade à autonomia do aluno e favorecerem o desenvolvimento de atributos e atitudes para a gestão da própria vida. O projeto está presente em escolas de todo o país e, em 2017, impactou 558 mil estudantes. 



É nesse ambiente que novas perspectivas são apresentadas aos jovens, que precisam construir o futuro com base na inovação e na capacidade de colocar em prática suas próprias ideias.

“A educação empreendedora é transformadora, incentiva a quebra de paradigmas e o desenvolvimento de diversas habilidades. Já nos primeiros anos de vida, o conhecimento é fundamental para fortalecer o espírito de coletividade. Nesse processo, a sala de aula se torna um importante aliado ao permitir que crianças e adolescentes tenham contato desde cedo com a cultura do empreendedorismo”, explica a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. 

Segundo ela, a parceria com as instituições de ensino e governos estaduais e municipais fortalecem a educação empreendedora e abre novas possibilidades de formar cidadãos conectados com o empreendedorismo que transforma.

Com a proposta pedagógica do JEPP, cada ano do ensino fundamental recebe atividades lúdicas que envolvem uma determinada temática. No 1º ano, por exemplo, é abordado “O mundo das ervas aromáticas”, enquanto no 8º ano “Empreendedorismo social”. O ambiente sensibiliza os estudantes a assumirem riscos calculados, tomarem decisões e a terem um olhar observador para que possam identificar oportunidades de inovações, mesmo em situações desafiadoras.



Professores empreendedores

Para transmitir o conhecimento, professores das instituições de ensino também são capacitados pelo Sebrae. Em 2017, 38.805 docentes participaram. A Escola Floresta Azul, localizada em São Paulo, é uma das instituições que adotou, há dois anos, a parceria com o Sebrae. Mylena Alves, professora do 2º ano do ensino fundamental, foi capacitada pelo projeto e aborda o curso “Temperos naturais” com a turma, que tem a média de idade de oito anos. 

Ao longo dos meses, eles cultivam uma horta com manjericão, hortelã, entre outras plantas e, ao final do ano letivo, realizam uma feira para venderem os produtos. O valor arrecadado é dividido entre os estudantes.

“O empreendedorismo está no nosso dia a dia, mas a forma que o Sebrae trabalha foi uma novidade para mim e a capacitação foi fundamental. Os alunos participam de todo o processo ativamente: ensinamos que tudo tem um custo, calculamos o valor que devemos cobrar para lucrar na feira e colocamos no papel a rentabilidade que alcançamos”, explica Mylena. 

Em casa, os pais falam que os filhos querem participar das compras e entender a dinâmica das finanças. “Por isso, é importante trabalhar com a criança, ela leva esse conhecimento para o lar”.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Empreendedorismo no Brasil

Empreendedorismo no Brasil




O empreendedorismo está impregnado na rotina do brasileiro. Em 2017, o Brasil registrou uma taxa empreendedora de 36,4%, de acordo com dados da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Isso significa que, no ano passado, quase 50 milhões de brasileiros já empreendiam ou realizaram alguma ação visando a criação de um negócio em um futuro próximo. Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas - considerando os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte. Esses números reforçam o papel que o empreendedorismo tem na vida dos brasileiros, tanto para aqueles que pensam em abrir o próprio negócio para realizar um projeto de vida, quanto para os que se viram forçados a seguir este caminho por necessidade.

O Sebrae vem monitorando o comportamento do mercado ao longo dos anos e já identificou que o cenário de crise econômica que o país tem atravessado estimula a abertura de empresas principalmente nas atividades de manutenção e reparação de bens duráveis. Além disso, mesmo em um contexto recessivo, abrir um pequeno negócio para o atendimento de necessidades básicas da população, como vestuário e alimentos, continua sendo uma alternativa promissora. “Temos percebido um aumento na preocupação com a aquisição de produtos e serviços de melhor qualidade e de serviços associados às mudanças de longo prazo da sociedade, em especial, nas áreas de saúde - devido ao público consumidor que está envelhecendo, bem como de educação e informática. Também notamos o expressivo crescimento das chamadas startups, que estão oferecendo soluções inovadoras tanto para antigas como para as novas demandas do consumidor”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Segundo ele, a força dos pequenos negócios na geração de emprego e renda está mais que comprovada a partir dos dados mensais gerados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Por isso, ressalta, é importante continuar aprimorando o ambiente de negócios e os marcos legais voltados para as pequenas empresas de modo a estimular a criação de novos empreendimentos.

Negócios Promissores

A Wild Closet é uma startup do ramo de vestuário, atenta às novas tendências do consumo sustentável e consciente. A empresa consiste em um clube de assinatura fashion, focado na conscientização da economia colaborativa e com o objetivo de aumentar ao máximo a vida útil das roupas, evitando o descarte e o consumo excessivo de recursos naturais para a produção. A startup disponibiliza um closet compartilhado com roupas e acessórios, que funciona como um aluguel. Ao escolherem um dos pacotes, as interessadas têm acesso ao acervo, retiram as peças e podem ficar por até sete dias. Para Natália Desidério, sócia e proprietária, o papel do Sebrae foi fundamental para dar apoio e agregar conhecimento para o seu empreendimento, sua primeira empresa, criada em novembro de 2017.

Simples Nacional

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. O modelo de tributação garante aos pequenos negócios o tratamento diferenciado previsto na Constituição. Além da unificação dos tributos, o sistema destaca-se ainda como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte. Para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Fonte: Sebrae Nacional

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Mais de um milhão de pequenos negócios podem surgir no próximo ano

Mais de um milhão de pequenos negócios podem surgir no próximo ano

Os pequenos negócios têm sido fundamentais, em 2018, para a manutenção do nível de emprego e para a estabilização da economia brasileira. Mesmo com todas as dificuldades, as micro e pequenas empresas (MPE) são as principais responsáveis pela geração de vagas de trabalho formais e devem fechar o ano com um saldo de 600 mil trabalhadores contratados.



Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae, a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas (considerando os microempreendedores individuais, as micro e as pequenas empresas). 

Atualmente, cerca de 98,5% das empresas brasileiras estão nesse segmento, e representam uma importante janela de oportunidade principalmente para os jovens que buscam o primeiro emprego e as empreendedoras, que tentam na atividade empresarial uma forma de compatibilizar as tarefas da casa com as demandas profissionais.

Em 2017, dos 1,4 milhão de brasileiros que conquistaram o primeiro emprego, 755 mil (55%) usaram as micro e pequenas empresas como porta de entrada. E mais uma vez, as mulheres lideraram o preenchimento de vagas, principalmente no Comércio e Serviços, que respondem à 75% dos postos de trabalho criados para quem está entrando no mercado de trabalho. No que diz respeito à atividade do empreendedorismo, o público com idade entre de 18 e 24 anos, já soma 20,3% das pessoas envolvidas na abertura de uma empresa. “Quero montar um negócio de alimentação e fui buscar orientações para isso”, explicou Talita Louzeiro, de 22 anos, que buscou a Feira do Empreendedor do Sebrae, em Belém, para abrir seu empreendimento.



Hoje, as mulheres estão em pé de igualdade aos homens quando se trata da criação de novos empreendimentos. São 23,9 milhões de mulheres que decidiram abrir seu próprio negócio, contra 25,4 milhões de empresários do sexo masculino, entre as micro e pequenas empresas. Graduada em Naturalogia, a empresária Leissa Nunes juntou o útil ao agradável, ao abrir uma clínica de terapias naturais em São José dos Campos (SP). “Trabalhava em outro lugar, mas decidi abrir meu próprio negócio e até já contratei outros profissionais”, conta a empreendedora.

“São as micro e pequenas empresas que estão carregando o país nas costas na última década. Por isso, é fundamental assegurarmos que o Simples Nacional não sofra qualquer revés nos próximos anos, deixando desprotegidos milhões de empreendedores”, alerta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. 

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, previsto na Constituição, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. A alíquota é diferenciada conforme o faturamento. Esse regime deu fôlego a milhões de empreendedores de diversos setores. Desde 2007, mais segmentos foram incorporados à lista de empresas autorizadas a aderir ao regime simplificado de tributação. Além da unificação dos tributos, o Simples destaca-se como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte.

Nesta sexta-feira (5) o país celebra o Dia da Micro e Pequena Empresa, em comemoração à aprovação do Estatuto da MPE, por meio da Lei No 9.841, de 1999.

sábado, 29 de setembro de 2018

Colaboração.Space e as universidades

Colaboração.Space e as universidades





O Colaboração.Space tem como propósito fomentar oportunidades para empreendedores de regiões periféricas e dar acesso à educação empreendedora de qualidade, convergindo ferramentas e metodologias de startups para as universidades.

Entendemos que a conexão do mercado de empreendedorismo com as universidades é uma excelente oportunidade para o desenvolvimento econômico local.

Sentimo-nos honrados e privilegiados por patrocinar o evento e ceder 1 mês de uso livre do coworking para o vencedor do desafio e uma semana de mentoria com o nosso fundador Juan Medeiros





O CEU - Ciclo Empreendedor Universitário tem como principal objetivo mostrar a importância do ecossistema empreendedor acadêmico para o mercado, reunindo em um dia de evento empresas juniores, startups, incubadoras, laboratórios de fomentos, investidores, gestores públicos...

Ou seja, diversas organizações que representam o empreendedorismo existente na Universidade que o mercado e diversas pessoas desconhecem.

Acima de tudo os idealizadores querem transformar o meio acadêmico, mostrando que sem educação não conseguimos chegar a lugar algum. O evento trará expositores e palestrantes sensacionais que também acreditam no empreendedorismo e na educação.

Não fique de fora desse grande evento. Inscreva-se aqui - https://www.sympla.com.br/cicloeubr
Evento será das 9 horas às 19 horas - GRATUITO



sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Colaboração.Space: Primeiro coworking selado pelo Shell Iniciativa Jovem

Colaboração.Space: Primeiro coworking selado pelo Shell Iniciativa Jovem

Em 2015 o fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, Juan Medeiros, submeteu as informações de uma de suas startups construídas no programa Shell Iniciativa Jovem, e o feito se repetiu em 2018.



O Shell Iniciativa Jovem, vem sendo desenvolvido desde 2001 na cidade do Rio de Janeiro. E procura jovens entre 20 e 34 anos que residam no Rio de Janeiro, com no mínimo ensino médio completo e que tenham mentalidade e comportamento empreendedor.

É oferecido um programa de aceleração gratuito, que conta com um time de voluntários, parceiros e mentores experientes, para que você fique focado em potencializar o seu negócio.



O programa recebeu a chancela da UNESCO e em 2018 foram eleitos o 1° lugar como melhor agente de suporte ao empreendedorismo do Brasil e o 3° do mundo pelo UBI Index, instituição de pesquisa da Suécia que avalia e reúne as melhores incubadoras do mundo e que a cada 2 anos premia as mais bem colocadas do ranking.

Este ano após passar por todo o processo de auditoria o Colaboração.Space recebeu o selo de empreendimento sustentável se tornando o primeiro coworking do Brasil a receber o selo do programa.



As inscrições para o Shell Iniciativa Jovem 2019 (CLIQUE AGORA PARA INSCREVER) estão abertas, não percam esta oportunidade.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Rio Info 2018

Rio Info 2018



Está chegando o Rio Info, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Em sua décima sexta edição consecutiva desde 2003, o Rio Info é o principal evento dedicado à Tecnologia da Informação (TI) realizado anualmente no Estado do Rio de Janeiro e um dos principais do país. Reúne empresários, acadêmicos e profissionais que buscam novas oportunidades de mercado e realizam negócios. É um espaço para apresentação de novas ideias e troca de experiências.
Pela sua realização anual, qualidade da programação e dos participantes, o evento tornou-se referência no contexto da Tecnologia da Informação no Brasil, onde especialistas e empresários, nacionais e internacionais, apresentam em seminários e workshops o estado da arte da TI, considerando a sua evolução, perspectivas e demandas específicas.
Em razão de seu sucesso, o Rio Info tornou-se uma excelente vitrine para a exposição e o reconhecimento institucional e comercial das empresas de TI, com foco na apresentação das inovações tecnológicas e no debate sobre o futuro do setor. No campo dos negócios, é um espaço privilegiado para a troca de experiências e informações. Por meio da rodada de negócios, favorece o estabelecimento de parcerias entre empresas nacionais e estrangeiras, abrindo novas oportunidades de mercado.

O evento acontecerá nos dias 24 e 25 de Setembro no Centro de Convenções SulAmérica, na Cidade Nova.
Através do apoio institucional do Colaboração.Space, uma empresa do nosso grupo, os nossos clientes, alunos, mentorados, e parceiros terão acesso livre e gratuito com código de acesso.
O que esperar do Rio Info?
* Oportunidades de negócios
* Networking
* Salão de inovação (com pitch e demoday de startups)
* Sessões de negócios
* Rodízio de negócios
* Conferências
* Prêmios incríveis
* Histórias inspiradoras
* Café Majestic
* Beer Tech
🚀

Solicite seu código em: http://bit.ly/SpaceNoRioInfo e se inscreva em www.rioinfo.com.br selecionando a opção "Cortesia" no formulário do site.

Colaboração.Space

O Colaboração.Space* é um espaço de coworking localizado em Nilópolis fundado por um empreendedor natural da Ilha do Governador. “Tinha uma vontade de impactar o maior número de pessoas com educação empreendedora, e dar oportunidades de negócios aos pequenos empreendedores, pesquisei que Nilópolis possui o melhor IDH da Baixada ocupando o 9° lugar do RJ. Além de uma economia tradicional altamente impactante e de demanda reprimida para inovação e empreendedorismo”, explica Juan Medeiros.


O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho* de empreendedores da região além de realizar eventos, aulas onlines e presenciais sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Um dos objetivos do Colaboração.Space é desenvolver no próximo semestre o maior evento de cidades inteligentes da Baixada Fluminense. E até o começo de 2019 inaugurar o primeiro Centro de Inovação e Tecnologia da Baixada Fluminense com patrocínios de grandes instituições privadas. Os planos não param, Juan pretende até 2021 ser o maior hub de inovação e tecnologia para empreendedores de regiões periféricas se tornando a maior referencia a nível nacional.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Coworking Day no Colaboração.Space

Coworking Day no Colaboração.Space

O Coworking Day é celebrado mundialmente por milhares de coworkings espalhados pelo mundo para comemorar de diversas maneiras a criação de Brad Neuberg, que em 9 de agosto de 2005 juntou alguns amigos para trabalhar em em uma casa e sair do “home-office”, criando o termo/conceito de “coworking space”.



O Coworking Day Brasil surgiu quando alguns founders decidiram fazer algo mais para a comunidade de coworking e organizaram o primeiro evento que tinha como objetivo reunir e divulgar os espaços e o conceito de coworking do país. Em 2013 e 2014 as adesões de espaços inscritos foi aumentando, alcançando cobertura nacional e destaque nos principais meios de comunicação do eixo RJ e SP.

Em 2016, o evento chegou na marca de mais de 150 espaços cadastrados e 350 coworkers inscritos em todo o Brasil, um crescimento de mídia espontânea nacional e internacional, a pronto do próprio Brad Neuberg enviar um depoimento em vídeo considerando como o maior evento de Coworking Day no mundo. A cada ano o número de espaços e coworkers participantes vem se superando.

Em 2017 superamos os 300 espaços cadastrados e esperamos atingir nossa meta de 400 espaços e 1000 coworkers usufruindo deste evento nacional.



Após muito planejamento e feedbacks, estamos voltando à nossa tradicional maneira de fazer os agendamentos, de maneira mais humana e que sempre gerou confiança em nosso evento, com pessoas dedicadas a fazer o melhor para este evento internacional.

Em 2018 o Coworking Day não terá nenhum tema, pois somos mais de 1.000 espaços em todo o Brasil. Devido à isto cada coworking estará livre para ter o seu próprio tema, aliás, como deve ser, onde um grande compartilhamento de culturas e temas que fará este dia tão especial para todos. Incentivamos os espaços de coworking a elaborar ações para comemorar o Coworking Day e também abrir discussões baseadas na sua cultura, vivência ou dinâmica.

Colaboração.Space

O Colaboração.Space* é um espaço de coworking localizado em Nilópolis fundado por um empreendedor natural da Ilha do Governador. “Tinha uma vontade de impactar o maior número de pessoas com educação empreendedora, e dar oportunidades de negócios aos pequenos empreendedores, pesquisei que Nilópolis possui o melhor IDH da Baixada ocupando o 9° lugar do RJ. Além de uma economia tradicional altamente impactante e de demanda reprimida para inovação e empreendedorismo”, explica Juan Medeiros.

Nilópolis, no Rio de Janeiro, é a sede do Colaboração.Space

O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho* de empreendedores da região além de realizar eventos, aulas onlines e presenciais sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Um dos objetivos do Colaboração.Space é desenvolver no próximo semestre o maior evento de cidades inteligentes da Baixada Fluminense. E até o começo de 2019 inaugurar o primeiro Centro de Inovação e Tecnologia da Baixada Fluminense com patrocínios de grandes instituições privadas. Os planos não param, Juan pretende até 2021 ser o maior hub de inovação e tecnologia para empreendedores de regiões periféricas se tornando a maior referencia a nível nacional.

sábado, 21 de julho de 2018

Startups pedem novas políticas para crescerem e colaborar com mais com o país

Startups pedem novas políticas para crescerem e colaborar com mais com o país

Os principais atores do mercado de startups no Brasil estão satisfeitos com o crescimento do setor, mas ainda se queixam da falta de políticas públicas que favoreçam o ambiente brasileiro de negócios e empreendedorismo no país.



Apesar de ter subido algumas posições no ranking mundial de inovação, o Brasil ainda figura nas piores posições quando se considera o ambiente para fazer negócios e atrair investimentos.

“Se pegarmos o Doing Business [Fazendo Negócios, publicação] do Banco Mundial, entre 170 países, o Brasil está lá pelo 120º [lugar], está muito mal. Está entre os países onde mais se gasta tempo para recolher, calcular e pagar impostos e para abrir empresas. O tempo é muito longo", diz Felipe Matos, que integra o Dínamo, movimento de articulação por políticas públicas para startups no Brasil. Segundo Matos, a legislação brasileira dificulta o recebimento de investimentos por startups.Isso vale tanto para investidores anjos e investidores privados, ressalta.

Matos, que já atuou na coordenação do programa federal Startup Brasil, destaca ainda que a legislação trabalhista e fiscal do país apresenta risco jurídico que desestimula a atração de potenciais investidores em negócios de inovação e tecnologia. 

"O que se vê na maior parte dos países é o contrário: ter incentivos para investimento em startups, inclusive com descontos no Imposto de Renda para investidores e uma série de apoios. Aqui, não temos apoio, mas existe, em contrapartida, uma visão muito ruim do sócio pela legislação. Quando se vai, por exemplo, fechar uma empresa, a legislação brasileira trata o empreendedor como um fraudador em potencial”, completa.

"Vale da morte"
Segundo Matos, devido ao alto risco inerente a este tipo de negócio, a taxa de mortalidade das startups ainda é muito alta, em torno de 80%, o que torna comum o fenômeno de fechamento de várias empresas que caem no chamado “Vale da morte”. Para facilitar e agilizar o processo de abertura e fechamento de empresas, o setor quer a modernização do marco legal relacionado aos pequenos empreendimentos.

“Tem uma série de restrições na legislação que acabam tornando mais difícil, burocrático, lento, caro e complicado o processo de abertura e fechamento de empresas de uma forma geral. E quando se trata de startups, geralmente os empreendedores já fizeram alguns negócios que deram errado até que deem certo. Então, essa dinâmica funciona mal no Brasil em função das dificuldades do nosso ambiente regulatório”, acrescenta Matos.

Para Eric Santos, conselheiro do Instituto Endeavor, que trabalha por políticas públicas favoráveis aos empreendedores, uma das principais medidas para melhorar o ambiente de negócios é a da simplificação tributária. Santos enumera as dificuldades existentes hoje: impostos diferentes – uma coisa meio atravessada, paga-se imposto sem tirar receita –, falta de incentivo para contratar porque é preciso pagar impostos exagerados em cascata. "O ISS [Imposto Sobre Serviços], por exemplo, para não pagar duas vezes, é necessário cadastro em diferentes prefeituras. E não faz sentido um empreendedor se preocupar com esse tipo de coisa”, diz Santos, que também é CEO da startup de marketing digital Resultados Digitais.

A direção do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) também defende a flexibilização do marco regulatório e menor incidência de tributos sobre o setor para que o país atraia mais investidores. A instituição pondera, no entanto, que o ambiente de negócios no Brasil vem melhorando e que a alta mortalidade das startups não decorre somente da rigidez do sistema regulatório do país, mas ao alto risco relacionado a um novo modelo de negócio inovador e uma nova tecnologia.

“Em qualquer lugar do mundo, startups passam por um processo que é natural de empresa que está lidando com um negócio disruptivo, que tem uma mortalidade mais elevada. Mas é possível também crescer, e temos atuado nisso, sobretudo no chamado 'vale da morte', quando a empresa passou da primeira fase de incubação, de capital semente e precisa de novos aportes para dar um salto. É uma fase em que muita gente não quer arriscar, quer ver se ela ganha mais musculatura, se conquista mercado, desenvolve um pouco mais a tecnologia. É nesse campo que precisamos trazer mais atores para tirar as empresas que têm condições de atravessar o vale, crescerem e se tornarem, quem sabe, unicórnios globais”, diz o diretor de Administração e Finanças e presidente em exercício do Sebrae, Vinícius Lages.



O secretário de inovação e negócios do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Rafael Moreira, reconheceu as dificuldades do setor e disse à que o governo tem algumas medidas de desburocratização, como o projeto Bem Mais Simples, que pode permitir um processo simplificado de fechamento dos negócios. Ele comentou também que há uma proposta de novo marco regulatório para startups em discussão no Congresso Nacional. Entre as mudanças estudadas, está a possibilidade de criar uma “sociedade anônima simplificada” para enquadrar as startups a fim de atrair investimentos com mais segurança jurídica.

Investimento crescente

Apesar das dificuldades, o ano de 2017 registrou no Brasil aporte recorde de investimentos de capital de risco em startups com o volume de R$ 2,2 bilhões, segundo pesquisa apresentada por Felipe Matos durante o Startup Summit, realizado em Florianópolis, nos dias 12 e 13 deste mês. O montante é 50% maior em número de investidores do que o dos anos anteriores. No entanto, 95% do dinheiro vem de fundos estrangeiros.

As startups brasileiras também têm se apoiado em novas formas de investimento para tornar o negócio mais sustentável. Nos estágios iniciais de desenvolvimento de uma empresa desse tipo, já vem se consolidando no Brasil a figura do investidor anjo, uma pessoa física ou profissional experiente que investe capital próprio e conhecimento em startups nascentes. Em 2016, o volume total de investimento anjo no país foi de R$ 851 milhões, segundo a organização Anjos do Brasil.

No mercado brasileiro também tem crescido a presença de empresas incubadoras, que oferecem condições de infraestrutura e conhecimento para startups iniciantes e as chamadas aceleradoras, que aportam recursos, financeiros ou intelectuais, para que as emergentes consolidem seu crescimento no mercado. O país tem hoje cerca de 60 aceleradoras de startups.

No ano passado, mais de 2,3 mil empresas foram incubadas em programa do Sebrae que investiu cerca de R$ 6,8 milhões em projetos para incubadoras, enquanto 2,8 mil foram graduadas, gerando mais de 37 mil empregos diretos, com faturamento anual de R$ 13,8 bilhões.

Mudanças na Lei de Informática

Outra ação que pode motivar a atração de investimentos para startups é a mudança recente na chamada Lei de Informática da Zona Franca de Manaus, um dos principais polos industriais do país. A nova lei, publicada em 12 de junho, permite que as empresas beneficiárias da legislação aportem parte dos recursos obrigatórios da área de pesquisa, desenvolvimento e inovação em fundos de investimento para capitalizar startups com sede na Amazônia Ocidental ou no Amapá.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) estima que a mudança regulatória pode mais do que dobrar o mercado de fundos de investimento e participações focados em empresas emergentes de base tecnológica. Em todo o país, o impacto chegará a mais de R$ 600 milhões de novos recursos.

“[A mudança] vai permitir que se dobre a disponibilidade de recursos existentes hoje no ecossistema de financiamento. Dessa mudança, estimamos aproximadamente R$ 150 milhões por ano de potencial de adição aos fundos de investimento, só para a região [da Zona Franca de Manaus]. E, para o resto do país, estimamos mais ou menos R$ 450 a 550 milhões”, disse o secretário de Inovação e Negócios do MDIC, Rafael Moreira.

Apoio governamental

No governo federal, entre as iniciativas públicas de fomento às startups, o MDIC desenvolveu o programa Inovativa, em parceria com o Sebrae e a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi).

Focado no processo de aceleração das startups, o programa oferece aos novos empreendedores consultoria com mais de 700 mentores voluntários, com representantes de grandes empresas como Google, Microsoft e Samsung. Desde 2013, cerca de 9,6 mil startups inscreveram-se no programa e 755 foram selecionadas para o processo de aceleração.

O MDIC também oferece, em parceria com outros ministérios e o Sebrae, o StartOut, programa de internacionalização das 15 melhores startups do país. O programa busca um mercado-alvo no exterior onde os empreendedores selecionados passam por um período de imersão e buscam investidores privados e condições para internacionalizar suas operações.

Depois da experiência em campo, aos empreendedores voltam ao Brasil onde recebem apoio para definir uma estratégia de internacionalização e se instalar efetivamente em outro país. Em maio, as startups brasileiras conheceram o ambiente de inovação de Berlim, e no segundo semestre, irão a Miami e Lisboa.

Outros projetos

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações abriga o programa Startup Brasil, um dos pioneiros no país de aceleração desse tipo de empresa. Por meio de chamadas públicas, o programa seleciona startups nascentes, que poderão receber capacitação e bolsas de pesquisa e desenvolvimento, entre outros benefícios.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou recentemente o BNDES Garagem, que destinará R$ 10 milhões para apoiar a criação e aceleração de startups neste e no próximo anos.

A Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa (Finep) também lançou nos últimos dias uma nova rodada do programa Finep Startup, que vai apoiar com até R$ 1 milhão projetos inovadores de diferentes segmentos. As propostas de startups interessadas podem ser apresentadas até 3 de agosto.

O governo federal oferece ainda programas de apoio a startups no âmbito da Secretaria Nacional da Juventude e do Ministério da Cultura, onde as empresas podem se candidatar para o programa Brasil Criativo.

Unificação dos programas

O MDIC informou que estes e outros programas de apoio às startupsdevem ser unificados em uma espécie de coalizão para facilitar o mapeamento das iniciativas beneficiadas, o estágio em que se encontram e o resultado que geram.

“Queremos fazer um anúncio em conjunto com outros ministérios de todos os programas de startups do governo federal. Em vez de ter vários programas dispersos, sem nenhuma conexão, com muitas agências envolvidas no tema, vamos criar exatamente um túnel com um cronograma único, por nível de maturidade das startups”, explicou o secretário Rafael Moreira.



Segundo Moreira, o objetivo é adotar uma metodologia única que permita uma espécie de prestação de contas da efetividade das startups que receberam apoio dos programas, bem como avaliar o impacto delas na economia do país, no percentual de empregos gerados e medir os investimentos feitos nas empresas.

Débora Brito – Repórter da Agência Brasil* Florianópolis
*A repórter participou do Startup Summit, em Florianópolis, a convite do Sebrae Nacional

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Reduz a diferença salarial entre homens e mulheres nos pequenos negócios

Reduz a diferença salarial entre homens e mulheres nos pequenos negócios

Embora ainda pequena, a diferença salarial entre homens e mulheres caiu nas micro e pequenas empresas, entre 2006 e 2016. Conforme o Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, a diferença entre remuneração média real das mulheres e dos homens diminuiu. Os trabalhadores ganhavam quase 20% a mais que as trabalhadoras em 2006. Uma década depois, o percentual caiu para 16,8%.



Além disso, a participação feminina no setor também cresceu, segundo o Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, elaborado pelo Sebrae em parceria com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese). Segundo o estudo, as mulheres eram maioria entre os trabalhadores com carteira assinada no setor de Serviços, e tinham maior nível de escolaridade.

Há dois anos, as mulheres já representavam 58,4% da mão de obra com carteira assinada empregada nos pequenos negócios. As 41,6% estavam empregadas nas médias e grandes empresas. Entre os homens, essa proporção era de 51,9%.

“Embora representem menos de um terço dos empregadores, a participação de mulheres nessa categoria aumentou de 27,6%, em 2012, para 30,2%, em 2016. O percentual daquelas que trabalham explorando o seu próprio empreendimento, sem funcionários, também cresceu no mesmo período, passando de 32,6% para 33,1%. O Anuário mostra, ainda, que a maior concentração de empregos do sexo feminino nos pequenos negócios, em relação às médias e grandes empresas, está no Centro-Oeste (62,3%), seguido pelo Sul (62,2%), Norte (60,3%), Nordeste (59,2%) e Sudeste (56,1%)”, ressalta Vinicius Lages, diretor administrativo financeiro e presidente em exercício do Sebrae.

“Com a crise no País, as mulheres procuraram se mexer”, conta Léa Matos, criadora de uma rede de mulheres empreendedoras, em Pernambuco. Ela conta que decidiu trabalhar por conta própria depois do nascimento do terceiro filho. Tentou várias atividades, até se decidir pela “Léa por elas”, que reúne dezenas de mulheres que comercializam de alimentação à artesanato.

As mulheres estão dominando o setor de Serviços, principalmente em microempresas, destaca a diretora e presidente em exercício do Sebrae. Em 2016, elas somavam 53%, contra 47% dos homens. A evolução começou a partir de 2009, quando atingiram 51% dos empregos nesse setor. O percentual se inverte na área do Comércio, liderada pelo sexo masculino com 55%, contra 45% de mulheres, no período analisado.

Escolaridade 

Os empregadores, de ambos os sexos, do Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentaram maior nível de escolaridade (ensino médio completo ou superior incompleto e superior completo). Já os homens que trabalham por conta própria, em todas as regiões, possuíam em sua maioria, em 2016, o ensino fundamental incompleto, enquanto entre as mulheres prevalecia o ensino médio completo ou o superior incompleto.



O Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios revelou que a maior parte dos empregadores das regiões Norte e Nordeste possuía ensino médio completo ou superior incompleto, em 2016. Mas as mulheres dessa categoria apresentaram maior nível de escolaridade, incluindo o superior completo. No caso dos empreendedores por conta própria, a situação é semelhante no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, tanto por sexo e escolaridade.

Mais de 70% dos pequenos negócios usam redes sociais como ferramenta de gestão

Mais de 70% dos pequenos negócios usam redes sociais como ferramenta de gestão

Nos últimos três anos, os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais. Atualmente, 72% do segmento utilizam o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. É o que mostrou a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, e que identificou a informatização das micro e pequenas empresas. 



A pesquisa avaliou como o setor está envolvido no processo de mudança para a era digital, confirmando o crescimento do grau de informatização das empresas de micro e pequeno porte. O aplicativo WhatsApp e a rede social Facebook são as ferramentas mais usadas pelas MPE na divulgação de produtos e serviços. Também são aproveitadas para estreitar o relacionamento com os clientes e ampliar vendas.

De acordo com a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes, o estudo mostra como as tecnologias digitais se tornaram imprescindíveis para o empreendedor aumentar a competitividade nos negócios. “Vivemos numa era onde as pessoas passaram a adotar um comportamento cada vez mais digital. E para os pequenos negócios já é obrigatório ter uma presença nesse mundo tecnológico utilizando as ferramentas que estão na palma da mão dos clientes a todo momento”, ressalta Heloisa.

A proporção de empresas com página na internet mais do que dobrou, passando de 11% para 27% das MPE, sendo que o maior avanço ocorreu no uso das ferramentas digitais, em especial no caso do WhatsApp e do Facebook. A quantidade de empresas com perfil no Facebook passou de 37% para 40%, enquanto o WhatsApp é usado por 72% do setor para se comunicar com clientes, principalmente para disponibilizar informação de produtos ou serviços (59%), atender o cliente “on line” (59%) e fazer vendas (43%). O Facebook é usado para os mesmos fins, porém, em menor intensidade (respectivamente 37%, 24% e 17%).

Na comparação com o último estudo do Sebrae, realizado em 2015, o uso de computadores nas empresas passou de 56% para 57% no caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), de 83% para 89% nas Micro Empresas (ME) e de 94% para 97% das Empresas de Pequeno Porte (EPP). Atualmente, 73% dos MEI, 91% das ME e 99% dos empresários das EPP acessam a internet e o fazem predominantemente por meio do celular e do computador na empresa. A pesquisa realizou 6.022 entrevistas, entre abril e junho, em todo o País, por regiões, por porte e setor da empresa, por sexo, faixa etária e de escolaridade.

O Sebrae na Transformação Digital

Os dados da pesquisa mostram que as micro e pequenas empresas estão adaptando a gestão e comunicação com o cliente às inovações digitais, pautadas pela rápida e profunda mudança no comportamento das novas gerações. Atento a este universo, o Sebrae desenvolve projeto de Transformação Digital, que tem como base gerar valor para os pequenos negócios, fornecedores e parceiros, se tornando um grande hub de soluções aos empresários e potenciais empreendedores.



O sistema desenvolvido pela instituição é uma plataforma para promover agilidade, inteligência, reduzir custos, aumentar a capacidade de atendimento e de relacionamento com os donos de pequenos negócios. A proposta visa abranger e integrar os eixos de atuação estabelecidos no mapa estratégico da instituição, que são a Competitividade dos Pequenos Negócios, a Competitividade Estrutural e Sistêmica, o Estímulo ao Empreendedorismo e a Excelência na Gestão.

PRINCIPAIS NÚMEROS DA PESQUISA

• Na comparação com 2015, o uso de computadores nas empresas passou de 56% para 57% no caso dos MEI, de 83% para 89% das ME e de 94% para 97% das EPP.

• 73% dos MEI, 91% das ME e 99% dos empresários das EPP acessam a internet no negócio, predominantemente por meio do celular e do computador na empresa.

• A proporção de empresas com página na internet mais do que dobrou, passando de 11% para 27% das MPE.

• A proporção de empresas com perfil no Facebook passou de 37% para 40%.

• 72% das empresas utilizam WhatsApp para se comunicar com clientes. O aplicativo é usado para disponibilizar informação de produtos/serviços (59%), atendimento (59%) e vendas (43%).

• 51% dos entrevistados acredita que as vendas pela internet e pelas redes sociais tem maior potencial de expansão, nos próximos cinco anos, do que as vendas tradicionais.

Pesquisa mostra a importância das Micro e Pequenas Empresas para manutenção dos empregos no Brasil

Pesquisa mostra a importância das Micro e Pequenas Empresas para manutenção dos empregos no Brasil

O número de micro e pequenas empresas cresceu no Brasil nos últimos anos, mesmo com a crise iniciada em 2016. Nesse contexto, as MPE foram responsáveis por evitar uma redução ainda maior do nível de emprego do país. Essas são algumas conclusões que constam do Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, elaborado pelo Sebrae, a partir de informações do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese).



O documento revela, que no período de 2006-2016, a participação desse nicho de empresas no estoque de emprego no país cresceu de 53,5% para 54,5%. Em dez anos, houve um aumento de 1,1 milhão de pequenos negócios no Brasil, o que representa crescimento de 21,9% no número de empresas, responsáveis pela geração de mais cinco milhões de novos empregos. Em consequência, em 2016, chegou a 16,9 milhões o total de postos de trabalho nas empresas de pequeno porte.

O Anuário também mostra que o percentual de demissões nos pequenos negócios foi proporcionalmente menor do que nas médias e grandes empresas. Na crise econômica, enquanto as MPE perderam 300 mil trabalhadores, entre 2014 e 2015, e 600 mil, de 2015 para 2016, nas médias e grandes empresas essa perda foi bem maior: de 1,1 milhão e de 900 mil, respectivamente.

“A crise econômica que atingiu o país em 2015 e 2016 foi a responsável pela quebra na longa sequência de crescimento anual do número de pequenos negócios no Brasil. Desde 2006, essa elevação foi contínua, mantendo-se a taxa média de 2,4% ao ano, o que persistiu até 2015”, explica Vinicius Lages, diretor administrativo financeiro e presidente em exercício do Sebrae. Porém, ele acrescenta que “somente em 2016, 102 mil estabelecimentos deixaram de existir, reduzindo-se a 6,8 milhões o número MPE, o que configura uma queda da ordem de 1,5% no número de empreendimentos. Ainda assim, a participação relativa dos pequenos negócios no total de estabelecimentos do país se manteve em 99%, ao longo desse período”.

Remuneração 

Entre 2006 e 2016, conforme o Anuário, a remuneração média real dos trabalhadores lotados nos pequenos negócios cresceu 25,3%, enquanto a dos trabalhadores das médias e grandes corporações subiu 14,3%, levando à redução das diferenças de salários pagos por esses dois grupos de empresas.

A maior parte dos empregados está no setor de Serviços, que agrupava em 2006, 34,4% das micro e pequenas empresas, percentual elevado a 41,7% em 2016. Já a participação no Comércio caiu de 51,7% (2006) para 42,8% (2016). Mesmo assim, esse setor se manteve como a atividade com maior número de pequenos empreendedores: 2,9 milhões empresas.

O estudo revela ainda que, de 2012 a 2016, a quantidade de empreendedores por “conta própria”, categoria em que o empreendedor não contrata funcionários, registrou aumento de 9,8%. Já a elevação de empregadores foi bem mais expressiva: 19,8%. Essa categoria, que representa 16% do total de donos de negócio no país, está crescendo expressivamente na região Sul, onde estão as menores taxas de informais, e 88% das empresas legalmente constituídas.

No período de 2006 a 2016, a diferença da remuneração média real entre homens e mulheres caiu de quase 20% para 16,8%. Em 2016, havia proporcionalmente mais trabalhadores do sexo masculino nos pequenos negócios do que nas médias e grandes empresas (51,9% nos pequenos negócios contra 48,1% nas MGE), mas essa diferença ainda era maior quando se trata dos trabalhadores do sexo feminino (58,4% contra 41,6%). Embora representem menos de um terço dos empregadores, a participação de mulheres nesta categoria aumentou de 27,6%, em 2012, para 30,2%, em 2016.



O Anuário mostra que a maior parte dos empregadores das micro e pequenas empresas de todas as regiões do país, de ambos os sexos, possuía ensino médio completo ou superior incompleto, em 2016. No Nordeste e Norte, porém, as mulheres apresentavam maior nível de escolaridade (incluindo o superior completo). No caso dos “contas próprias”, o perfil também difere. A maior parte dos homens possuía, em 2016, ensino fundamental incompleto, enquanto as mulheres, em sua maior parte, tinham o ensino médio completo ou superior incompleto.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Geração Y: Sua empresa está preparada para os jovens profissionais?

Geração Y: Sua empresa está preparada para os jovens profissionais?

Antes de saber se sua empresa está preparada para receber e integrar estes jovens profissionais ao time de colaboradores, vamos entender o que é e como pensa este grupo.



Geração Y nada mais é que a forma como são chamadas as pessoas nascidas entre o final dos anos 80 e meados dos anos 90. Criados em tempos de grandes avanços referentes à tecnologia e em uma época de economia estável, geralmente por uma geração acometida por diversas crises e grandes taxas de desemprego, não raramente são taxados de mimados.

Mas na prática, o que significa pertencer a Geração Y?

A chamada Geração Y cresceu em meio a muita ação, estímulos de atividades variadas e tarefas múltiplas. Nascidos na era digital, democrática e de mudança na família tradicional, esses jovens estão acostumado a conseguir tudo com a rapidez e acreditam que as normas do passado não funcionam mais tão bem.

Porque ter talentos desta geração em sua empresa?

Para os millennials, como também são chamados, um ambiente de trabalho atrativo deve ter um clima tranquilo e de espontaneidade, acima até mesmo de estabilidade salarial. É possível dizer que eles pensariam duas vezes ou mais antes de aceitarem uma promoção ou recolocação que atrapalhe sua qualidade de vida.

É importante ressaltar que as pessoas que estão inclusas neste grupo não são muito preocupadas em construir uma carreira sólida em uma empresa, mas sim comprometidas com sua satisfação pessoal. Outra característica muito presente nestes profissionais é a vontade que eles sentem por obter novos conhecimentos, mesmo que possam ter dificuldade para aprender por meios tradicionais de ensino.

Colaboradores da Geração Y podem ser a chave para um alinhamento de expectativas ao lidarem com consumidores da mesma geração, ou seja, indivíduos superconectados. Sobre tudo não podemos esquecer que os millennials sempre querem ultrapassar as expectativas. Tê-los como aliados para a ampliação de um negócio é saber que eles irão trabalhar muito para que tais objetivos se superem e, consequentemente, superem seus próprio desafios.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Empreender é ser rock n'Roll

Empreender é ser rock n'Roll



Nem só de amor à música vivem as estrelas do rock. A profissionalização do setor fica cada vez mais evidente, e o que antes era apenas um grupo de amigos tocando para pequenas plateias tornou-se um negócio. 



Há algumas décadas, os músicos são empreendedores que têm um negócio (a música) e clientes (os fãs). 

Capa do livro


Em “Como o Rock Pode Ajudar Você A Empreender”, os jornalistas Daniel Fernandes – fascinado por negócios – e Marco Bezzi – apaixonado pelo cenário musical – mostram, por meio das histórias de grandes nomes, como Legião Urbana, Guns N’ Roses e Beatles, lições de negócios que podemos tirar do universo musical. 

Daniel Fernandes (E) e Marco Bezzi (D), autores do livro, falaram com artistas nacionais, além de especialistas em negócios e economia Foto: Helvio Romero|Estadão
Afinal, empreendedorismo, liderança e relacionamento com o cliente são palavras que também fazem parte do vocabulário das estrelas do show business.

domingo, 1 de julho de 2018

Pequenos negócios devem se registrar no eSocial em julho

Pequenos negócios devem se registrar no eSocial em julho

A partir da segunda quinzena de julho, as micro e pequenas empresas deverão aderir ao eSocial, o sistema informatizado da administração pública. 



Por meio dessa iniciativa do governo federal, os empregadores passarão a comunicar, de forma unificada, as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o FGTS. 

No caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), que somam 6,8 milhões de empresários, não será necessário apresentar a certificação digital, de acordo com a Resolução CGSN nº 140/2018.

O objetivo do eSocial é simplificar a prestação de informações e reduzir a burocracia para as empresas, já que esse procedimento substituirá o preenchimento e a entrega de formulários e declarações, atualmente enviadas de forma separada a cada órgão. “A construção do eSocial para as empresas faz parte de convênio entre o Sebrae e a Receita Federal para criação de sistemas que simplifiquem a vida do empresário da micro e pequena empresa. É uma simplificação muito bem-vinda, principalmente para os donos de pequenos negócios, que na maioria das vezes cuidam sozinhos da gestão de suas empresas”, ressalta a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes.



Na prática, as empresas terão que enviar periodicamente, em meio digital, as informações para a plataforma do eSocial. O cronograma de implantação do sistema terá cinco etapas. A primeira, em julho, será composta pelo cadastro do empregador. Em setembro, será a vez do registro dos dados dos trabalhadores e seus vínculos com as empresas. Na terceira etapa, em novembro, será obrigatório o envio das folhas de pagamento. Em seguida, em janeiro de 2019, passará a valer a substituição da GFIP – guia de informações à Previdência Social. A quinta etapa será cumprida também em janeiro do ano que vem, focará nos dados de segurança e saúde do trabalhador.

Em relação aos MEI, o eSocial vai abranger somente aqueles que contratam empregados. Os Microempreendedores Individuais continuarão usando o SIMEI, o sistema de recolhimento de tributos em valores fixos mensais do Simples Nacional, voltado ao MEI para geração da guia de recolhimento relativa à sua atividade empresarial. Aliado a isso, passarão a utilizar o eSocial para o cumprimento de obrigações trabalhistas, fiscais e previdenciárias relativas ao trabalhador empregado.




terça-feira, 26 de junho de 2018

Pequenos negócios concentram mais de 70% das vagas criadas em maio

Pequenos negócios concentram mais de 70% das vagas criadas em maio

Apesar da paralisação dos caminhoneiros, as micro e pequenas empresas mantiveram a expansão dos postos de trabalho no mês de maio. O saldo de 24.383 vagas foi o quinto resultado positivo consecutivo neste ano. 



De acordo com o levantamento do Sebrae com base nos dados do Caged, a geração de vagas correspondeu a 72,4% do total de empregos gerados no país, no mês passado. No período, as médias e grandes empresas responderam pela criação de 9 mil empregos (27% do total).

“É sempre animador confirmar a força da micro e pequena na economia brasileira. Mesmo com diversos setores prejudicados pelo desabastecimento, o resultado na geração de emprego em maio reforça o comportamento dos pequenos negócios, que em períodos de crise são os últimos a demitir, e ao retornar a estabilidade, são os primeiros a contratar”, avalia Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae. Ela observa também que a Sondagem Conjuntural do Sebrae já indicava a manutenção dos postos de trabalho no período.

Nos cinco primeiros meses de 2018, os pequenos negócios acumularam um saldo de 328 mil novos postos de trabalho, 65% acima do registrado no mesmo período do ano passado (198,7 mil postos). Já as médias e grandes empresas acumulam saldo de 38,8 mil empregos gerados este ano, sinalizando uma recuperação no saldo negativo verificado no mesmo período de 2017, quando mais de 136 mil postos foram fechados entre janeiro e maio.



A análise por setor destacou os pequenos negócios da Agropecuária, que puxou a geração de vagas no mês passado, com a criação de 23,4 mil novos postos, especialmente no cultivo de café, laranja e bovinocultura. As micro e pequenas empresas do setor de Serviços apareceram em segundo lugar, com 10,9 mil novas contratações. Já os pequenos negócios do Comércio e da Indústria registraram demissões, com o fechamento de 10,5 mil e 7,8 mil vagas, respectivamente.

sábado, 23 de junho de 2018

Pequenos negócios têm até 9 de julho para parcelar débitos fiscais

Pequenos negócios têm até 9 de julho para parcelar débitos fiscais

Termina no próximo dia 9 de julho o prazo para as micro e pequenas empresas com débitos fiscais até novembro do ano passado aderiram ao programa de refinanciamento (Refis). Conforme as regras do Comitê Gestor do Simples Nacional, o devedor terá um prazo de até 15 anos (180 meses) para a liquidação dos valores cobrados. 



A parcela mínima será de R$ 50, para o Microempreendedor Individual (MEI), e R$ 300, para os demais negócios de pequeno porte inscritos no regime simplificado. Até esta quinta-feira (21), 133.207 empresas de micro e pequeno porte haviam solicitado adesão junto à Receita Federal. Outros 15.149 Microempreendedores Individuais também procuraram quitar seus débitos fiscais, totalizando 148.356 pequenos negócios.

“É a primeira vez que o dono de pequeno negócio tem a oportunidade de quitar dívidas em condições especiais, da mesma forma como já ocorreu com as grandes corporações. Foi um longo processo de sensibilização e defesa desse novo Refis no Legislativo e no Executivo até conquistarmos esta vitória. Agora, é fundamental que os empresários entrem em contato com a Receita, buscando se regularizar e ganhar fôlego para continuar inovando e gerando emprego”, destaca Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae.

O Programa Especial de Regularização Tributária da Micro e Empresas de Pequeno Porte Optantes do Simples Nacional (Pert/SN) foi aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado, mas foi vetado pela Presidência da República. Em abril deste ano, após um intenso trabalho do Sebrae, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal derrubaram o veto. Com isso, foram beneficiados os empresários que têm dívidas do Simples Nacional vencidas até 29 de dezembro de 2017.

No momento da adesão, a micro ou pequena empresa deverá quitar 5% da sua dívida, sem redução de juros e multas, divididos em cinco parcelas mensais. Os outros 95% poderão ser pagos em 175 meses de várias formas. Se for em uma única parcela, haverá uma redução de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios. Se parcelado em 145 meses, a redução dos juros de mora será de 80% e 50% das multas de mora, bem como 100% dos encargos legais, além dos honorários advocatícios. Já o parcelamento em 175 vezes terá redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora e 100% dos encargos legais, também incluindo os honorários advocatícios. Além disso, implicará desistência de outros parcelamentos. O empresário pode verificar a melhor opção no sistema da Refeita Federal, antes de fazer a adesão.

Roteiro de adesão

Para iniciar o processo do parcelamento, o contribuinte poderá acessar os portais do Simples Nacional (SN) ou o e-Cac da Receita Federal. O Pert-MEI será semelhante em todas as funcionalidades, devendo ser acessado pelo “Simei”.

I – Na página principal do Portal do SN, acessar a aba Parcelamento:

II – Escolher a opção “Programa Especial de Regularização Tributária – PertSN”, que poderá ser acessada por certificado digital ou código de acesso.

III – A página principal do Pert-SN possuirá as seguintes opções:
Pedido de parcelamento
Emissão de parcela
Consulta pedidos de parcelamento
Desistência do parcelamento

IV – Escolhendo a opção “Pedido de Parcelamento” o sistema apresentará:
A mensagem de alerta, que aparece antes da negociação, ressalta a necessidade de desistência prévia de parcelamentos anteriores bem como de eventuais recursos administrativos e/ou judiciais para inclusão dos respectivos débitos no PertSN.

Se não houver débitos em situação a ser parcelada, o sistema apresenta a tela, caso o contribuinte discorde dessa informação, deve dirigir-se à unidade de atendimento da Receita Federal de sua jurisdição.

Havendo débitos em situação parcelável, o sistema apresentará todos os débitos com os valores originais e atualizados para o mês corrente.

Da mesma forma, apresentará ao contribuinte o valor da entrada (5% da dívida consolidada) e o valor da dívida consolidada após a apropriação do valor da entrada e antes da das reduções previstas na Lei Complementar nº 162, de 2018.

Em seguida, mostrará as opções de pagamento do saldo em parcela única ou de parcelamento em até 145 ou até 175 meses para escolha do contribuinte.

Escolhendo uma das opções, o sistema retornará a tela para que o contribuinte confira atentamente os detalhes do pedido e conclua (ou retorne para retificação).

Concluindo, a tela seguinte apresentará o recibo da negociação e possibilitará ao contribuinte a emissão do DAS para pagamento da entrada e do recibo da negociação.

Após o cadastramento do pedido, as demais opções do menu principal estarão aptas para utilização:
Emissão de Parcelas: o contribuinte poderá emitir as parcelas já disponíveis do parcelamento de acordo com o estabelecido na legislação;

Consulta Pedidos de Parcelamento: contribuinte pode acompanhar a situação do pedido do PertSN. Nessa funcionalidade também estará disponível o recibo de negociação para reimpressão;

Desistência do Parcelamento: caso o contribuinte necessite desistir da negociação, poderá fazê-la pela aplicação abaixo. Importante destacar que eventual desistência deve ocorrer antes do pagamento do valor da entrada da primeira negociação, pois o pagamento não poderá ser aproveitado em novo parcelamento.

Caso o parcelamento anterior também inclua débitos posteriores a 11/2017, a empresa poderá solicitar um novo parcelamento convencional para esses débitos restantes. Os procedimentos devem ser realizados na ordem a seguir:

1º - Desistência do(s) parcelamento(s) anterior(es) (convencional e/ou especial);

2º - Adesão ao Pert;

3º - Solicitação de parcelamento convencional.

A desistência dos parcelamentos anteriores (parcelamento convencional ou parcelamento especial) é realizada nos aplicativos correspondentes a esses parcelamentos.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Empreender por amor: como fazer um negócio a dois dar certo

Empreender por amor: como fazer um negócio a dois dar certo

Para alguns casais, as responsabilidades da vida a dois vão além de cuidar da casa e da rotina. Empreender junto ao parceiro é um desafio e, para que a união da vida profissional e da pessoal não se torne um problema, é preciso saber administrar e entender as diferenças de cada um dos lados.



Apesar das dificuldades, existente na maioria dos empreendimentos familiares, o amor e a harmonia de um relacionamento, quando refletidos na gestão de um novo negócio, podem gerar ótimos resultados. Para apoiar aqueles que estão pensando em dar início a um negócio com o parceiro, separamos algumas dicas que podem fazer toda a diferença. 

Sonhem juntos
A vida em casal começa quando duas pessoas juntam seus sonhos e metas para o futuro. Logo, assim que a decisão de começar um negócio é tomada, o primeiro passo é traçar, em conjunto, os planos e metas da empresa. Ambos têm que concordar com os rumos do negócio.

Quando as vontades estão alinhadas, a chance de que a gestão do negócio seja corente é maior ainda. Para isso, basta que exista uma relação de cumplicidade, confiança e entrega mútua. É fundamental ter paciência e manter sempre o diálogo aberto, para que o sonho não se transforme em pesadelo.

Perseverança e união foram as palavras que renderam o sucesso da empresa Eventbrite, fundada em 2006 pelo casal americano Julia e Kevin Harz. No início, quando ainda eram recém-noivados, Julia relutou com a ideia de começar um negócio com seu companheiro, pensando na dificuldade de conciliar a nova vida – os dois haviam acabado de decidir morar juntos – com a abertura de uma empresa.

Entretanto, a perseverança e positividade de Kevin fizeram a noiva mudar de ideia e, atualmente, a Eventbrite conta com cerca de 200 empregados, já registrou mais de US$ 1 bilhão em vendas brutas de ingressos e define-se como a maior plataforma de gerenciamento de eventos e vendas de ingressos.

Empreender em casal pode dar certo: a Eventbrite cresceu rápido, conquistou espaço no mercado e já vendeu mais de US$ 1 bilhão em ingressos.

Saiba dividir as tarefas

Essa lição precisa ser aplicada em qualquer tipo de empreendimento e, em negócio a dois, não poderia ser diferente. Mas, diferente dos demais tipos de sociedade, o casal conhece muito bem um ao outro, conhecendo suas preferências e habilidades.

Para abrir um negócio em casal é preciso ter muito equilíbrio para acabar não se frustrando. Aprenda a conciliar tudo isso de acordo com o que cada um prefere fazer, mas seja sempre flexível: nem sempre dá pra fazer tudo exatamente do jeito que desejamos, e é preciso ser mais maleável.

A divisão de tarefas da empresa não deve se espelhar na divisão de tarefas domésticas que, muitas vezes, é desigual e baseada em padrões de gênero. A não ser que seja definido, por ambas as partes, adotar uma hierarquia diferente, as opiniões dos dois lados do casal precisam ter o mesmo peso na hora de tomar grandes decisões. É extremamente importante, para os homens, perder o medo da impotência pelo papel da mulher na gestão do negócio.

Por isso, assim como deve ser no relacionamento, é preciso saber lidar com o fato de que seu parceiro tem opiniões diferentes. Um segundo ponto de vista pode ajudar a enxergar outros aspectos de uma situação e levar a uma tomada de decisão mais assertiva.

Casamento x Empresa

Na hora de as duas coisas é importante entender que, na maioria das vezes, um clima ruim no escritório pode ser relevado pelo casal ao chegar em casa, mas é mais difícil fazer o mesmo quando o contrário acontece. Quando a vida profissional e a pessoal convergem, o tempo reservado à vida particular do casal pode ser invadido, constantemente, pelas tarefas da empresa, mas o relacionamento fora do escritório deve ser prioridade.

Momentos de tensão são invitáveis e saber manter a calma é essencial. É muito mais fácil que as divergências, que em casa não eram percebidas, apareçam na hora de gerir um negócio e, por isso, lembre-se que o diálogo é necessário para que essas diferenças não estraguem o clima também fora de expediente.

Um exemplo disso foi a união das vidas profissionais de Luiz Fernando e Simone Amaral que, em 2004, resolveram abrir o Centro de Formação de Terapia Corporal, em Niterói. Desde o começo os dois tomam grandes decisões juntos, mas têm funções bem estabelecidas: ela cuida da administração e da produção de eventos, enquanto ele coordena questões pedagógicas do espaço e assume as tarefas domésticas.

Em entrevista para o jornal O Globo, o casal de terapeuta disse que para um casamento ser duradouro, é preciso cooperação. Para Luiz Fernando e Simone, os maiores conflitos são relacionados à competição: “briga-se muito sobre quem faz mais. Enquanto um acha que trabalha mais e é sobrecarregado; o outro se sente menosprezado. Normalmente, eles não percebem essa competição”

Assim como os relacionamentos, não existem sociedades 100% perfeitas. É necessário aprender a lidar com os problemas, sempre se colocando no lugar do parceiro, dividir responsabilidades significa, também dividir a culpa por coisas que podem vir a dar errado e, principalmente, dividir a alegria do sucesso.

O Dia dos Namorados está chegando e, depois de aprender um pouco sobre como o amor e os negócios pode dar certo, pode ser hora de perguntar ao seu parceiro: quer empreender comigo?

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O Índice Sebrae de Desenvolvimento Econômico Local – ISDEL sintetiza indicadores de fontes oficiais relacionados às 5 dimensões da abordagem de Desenvolvimento Econômico Local do SEBRAE MG. Sendo elas: Capital Empreendedor, Tecido Empresarial, Governança para o Desenvolvimento, Organização Produtiva e Inserção Competitiva.



O Município de Nilópolis ocupa a 20 ª posição no Ranking do Rio de Janeiro e a 543ª posição no Ranking Brasil.

​A partir do cruzamento de 30 indicadores de fontes oficiais o ISDEL posiciona os Municípios numa escala que varia de 0 até 1. Quanto maior o resultado do Índice, maiores são as condições para o crescimento econômico e social.



O Sebrae acredita que o desenvolvimento passa pelos pequenos negócios e ele é muito mais do que geração de riquezas. Para compor o Índice, estudamos indicadores que vão desde os Sociais mais básicos como Renda, Educação e Saúde até Indicadores mais complexos como Valor Agregado das atividades econômicas que existem no Município.

​A grande vantagem do Indicador é que ele permite comparar Municípios que tem portes semelhantes e graus de desenvolvimento diferentes para ver onde que estão as oportunidades e as fragilidades em relação aos fatores de Desenvolvimento e assim gerar Políticas Públicas que são mais objetivas e mais eficientes.




OBJETIVO DO ISDEL

permitir a todos os Gestores Públicos e Agentes de Desenvolvimento que olhem para seu território e identifiquem com clareza onde devem ser concentrados os principais esforços para que se faça um Desenvolvimento Social inclusivo, Econômico e Sustentável com uma visão de futuro positivo.
Mais de 68% dos empresários de pequenos negócios acreditam que as vendas de Natal serão melhores ou iguais ao ano passado. As melhores expectativas estão na área do Comércio, seguido do setor de Serviços, segundo pesquisa sobre vendas e contratações para o final de ano, realizada pelo Sebrae entre os meses de agosto e outubro. 

O levantamento, que ouviu mais de 5,8 mil empreendedores, apontou que quase 20% dos entrevistados pretendem reforçar o quadro de funcionários, com a contratação de temporários para o período que antecede os festejos natalinos.



Para 30% dos entrevistados as vendas de Natal de 2018 serão melhores que as vendas de 2017. Já 38% acreditam que serão iguais em comparação ao ano passado, enquanto 26,7% estão pessimistas. 

As melhores expectativas estão entre os Microempreendedores Individuais (MEI), segmento onde 35% creem na melhoria das vendas e 38% avaliam que serão iguais ao Natal passado e 24% responderam que irá piorar. Em seguida estão as Micro e Pequenas Empresas (ME), onde 43% acham que venderão igual a 2017 e 27% avaliam que haverá uma melhora, considerando ainda que 26% dos entrevistados não estão otimistas. 

Entre as Empresas de Pequeno Porte (EPP), 61% esperam uma melhoria ou que suas vendas se manterão iguais ao ano passado, mas 32% acham que serão piores.

O Comércio é o segmento mais otimista com a perspectiva de melhoria nas vendas. A pesquisa apontou que 33% acham que 2018 será melhor que 2017, enquanto que 38% avaliam que será igual ao ano passado, e 25% acreditam em uma piora. 

No setor de Serviços os números são praticamente semelhantes, mas na Indústria, os que acham que não haverá mudanças nos negócios em relação a 2017, são 38%, e os que creem em melhora ou piora somam 28%, cada. Os mais otimistas estão nas regiões Norte e Nordeste, com 37% e 33%, respectivamente. Os pessimistas são do Sudeste, Sul e Centro-Oeste, que totalizam 30% em cada região. 



Contratações

As Empresas de Pequeno Porte 15% pretendem contratar de dois a 10 funcionários temporários, conforme a pesquisa. Mas 80,1% dos empresários tanto de EEP, ME e os MEI responderam que não vão fazê-lo, isso nos segmentos do Comércio, Indústria e Serviços e praticamente em todas as regiões do país. 

Somente no Norte e Centro-Oeste os percentuais de empresários que não pretendem recrutar empregados no período natalino são inferiores a 80%, ficando em 75% e 79% respectivamente. Foi no Sul e Sudeste onde os índices foram maiores, com 84%.

Ainda segundo o estudo do Sebrae, mais de metade dos empresários (52,2%) têm encontrado dificuldade em contratar mão de obra qualificada, enquanto 25,8% não tiveram esse problema. Isso acontece principalmente nas EPP (63%), seguido pelas ME (57%) e, por último, os MEI (40%). O principal segmento prejudicado com a falta de qualificação é a Indústria (55%), tendo na sequência Serviços (53%) e Comércio (50%). A situação acontece praticamente em todas as regiões do país, mas é mais acentuada no Nordeste (55%) e Centro-Oeste (53%) e menor no Sudeste (49%).

Principais números da pesquisa 

• Mais de 68% acreditam que as vendas irão melhorar ou que serão iguais a 2017
• Cerca de 26% acreditam que irão piorar em relação ao ano passado
• 38% do Comércio, Indústria e Serviços acreditam que manterão as vendas de 2017
• Mais de 80% dos entrevistados não pretendem fazer contratações temporárias neste final de ano
• 52,2% dos empresários encontram dificuldade em contratar mão de obra qualificada
• Expectativas de vendas estão melhores no Norte (37%) e Nordeste (33%)
Atualmente, os negros formam o maior contingente de empreendedores no Brasil, segundo pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada pelo Sebrae em 2017. O grupo representa 38,8% dos pequenos negócios no país, contra 32,9% dos brancos e lidera também, tanto no ranking dos empresários já estabelecidos, como iniciantes.



A pesquisa revelou ainda que os empreendedores negros têm maior proporção de jovens (43% têm até 34 anos, contra 39% entre brancos). Porém, na comparação salarial, os negros continuam ganhando menos e têm escolaridade inferior aos brancos.



Outros números

• 33% dos brancos e 26% dos negros tem ao menos 1 empregado atualmente;
• 46% dos brancos e 36% dos negros esperam criar algum emprego nos próximos 5 anos;
• 47% dos brancos e 55% dos negros faturam até R$12 mil/ano. Além de que 9% dos brancos ainda não faturou, enquanto que 14% da cor negra ainda não faturou.
Evento discute sobre empreendedorismo e marketing digital na Baixada

Para comemorar o aniversário de um ano de atividades, o espaço de inovação e empreendedorismo Colaboração.Space irá realizar um dia de atividades sobre empreendedorismo e a segunda edição do BXD Digital Marketing, dia 10 de novembro. Além de discutir a importância do marketing tradicional e digital, a proposta é fomentar o empreendedorismo com debates e palestras. Para participar, basta se inscrever pelo site e levar 2 quilos de alimentos não perecíveis que serão doados para entidade carente.

Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas) e do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell).Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas), do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell), do TIRio (Sindicato das empresas de informática), Riosoft (Associação das empresas de software do RJ) e Rioinfo, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Objetivo
Segundo Juan Medeiros, fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, o objetivo é criar um momento oportuno para o de intercâmbio de ideias e experiências de profissionais e estudantes para colocar a região em evidência no setor de empreendedorismo.

- Queremos fazer com que a Baixada Fluminense possa se desenvolver melhor economicamente por meio da criação de espaços de discussão tanto de estratégias de sucessos como de ideias que no futuro possam ser postas em prática por empreendedores dessas regiões - ressalta.
Doação
Todo o material arrecadado na entrada será doado à Instituição Expressão Cultural, que cuida de 50 crianças menores que são filhos de ex-catadores do antigo lixão de Gramacho dando estudo e alimentação.

Serviço:
Aniversário Colaboração.Space
Local: Colaboração.Space
Endereço: Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis

Inscrição no link http://bit.ly/1anoColaboracaoSpace

Programação:
10h - Abertura e apresentação do BXD Digital Marketing
10h15 - Dinâmica de apresentação dos participantes
10h30 - "Posicionamento e confiança. A importância do valor no mercado B2B" com Eduardo Dantas, Fundador da Waah!
11h30 - "Como o LinkedIn pode alavancar seus negócios", com Lucas Gomes, Fundador do Ondaskim
12h30 - Coffee Break
13h00 - Roda de conversa com empreendedores: "A força do empreendedorismo e como ele pode mudar a realidade da Baixada Fluminense"
  • Amanda Elói
  • Felipe Ribbe
  • Eduardo Nascimento
  • Juan Medeiros
14h30 - "Aspectos jurídicos para startups", com Dr° Flávio Souza
15h - "Construindo relações duradouras", com Paulo Gastín, Ex-Executivo IBM
16h - "Mundos contemporâneos demandam ações pós contemporâneas", com Luiz Eduardo Campino, Gerente Regional FIRJAN
17h - Debate Sebrae RJ
17h30 - Roda de conversa com empresários "Construindo oportunidades para a economia da Baixada Fluminense"
  • Juan Medeiros - Diretor Executivo do Colaboração.Space
  • Arthur Montenegro - Diretor de Relacionamento do Colaboração.Space
  • Sebrae
  • Firjan
  • Bruna Lima - Gerente de território da Philip Morris
  • Convidados surpresa
18h30 - Happy hour com buffet, degustação de cerveja artesanal e música ao vivo com Dom Wagner Costa, tocando pop rock.
20:30 - Encerramento do evento.

Por: 
Tiberius Drumond, Drumond Assessoria e Comunicação
imprensa@colaboracao.space
Tanto crianças quanto jovens e adultos são estimulados a terem contato com novas aprendizagens por meio da educação empreendedora. 

O Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), do Sebrae, jovens de seis a 14 anos têm contato com iniciativas que dão prioridade à autonomia do aluno e favorecerem o desenvolvimento de atributos e atitudes para a gestão da própria vida. O projeto está presente em escolas de todo o país e, em 2017, impactou 558 mil estudantes. 



É nesse ambiente que novas perspectivas são apresentadas aos jovens, que precisam construir o futuro com base na inovação e na capacidade de colocar em prática suas próprias ideias.

“A educação empreendedora é transformadora, incentiva a quebra de paradigmas e o desenvolvimento de diversas habilidades. Já nos primeiros anos de vida, o conhecimento é fundamental para fortalecer o espírito de coletividade. Nesse processo, a sala de aula se torna um importante aliado ao permitir que crianças e adolescentes tenham contato desde cedo com a cultura do empreendedorismo”, explica a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. 

Segundo ela, a parceria com as instituições de ensino e governos estaduais e municipais fortalecem a educação empreendedora e abre novas possibilidades de formar cidadãos conectados com o empreendedorismo que transforma.

Com a proposta pedagógica do JEPP, cada ano do ensino fundamental recebe atividades lúdicas que envolvem uma determinada temática. No 1º ano, por exemplo, é abordado “O mundo das ervas aromáticas”, enquanto no 8º ano “Empreendedorismo social”. O ambiente sensibiliza os estudantes a assumirem riscos calculados, tomarem decisões e a terem um olhar observador para que possam identificar oportunidades de inovações, mesmo em situações desafiadoras.



Professores empreendedores

Para transmitir o conhecimento, professores das instituições de ensino também são capacitados pelo Sebrae. Em 2017, 38.805 docentes participaram. A Escola Floresta Azul, localizada em São Paulo, é uma das instituições que adotou, há dois anos, a parceria com o Sebrae. Mylena Alves, professora do 2º ano do ensino fundamental, foi capacitada pelo projeto e aborda o curso “Temperos naturais” com a turma, que tem a média de idade de oito anos. 

Ao longo dos meses, eles cultivam uma horta com manjericão, hortelã, entre outras plantas e, ao final do ano letivo, realizam uma feira para venderem os produtos. O valor arrecadado é dividido entre os estudantes.

“O empreendedorismo está no nosso dia a dia, mas a forma que o Sebrae trabalha foi uma novidade para mim e a capacitação foi fundamental. Os alunos participam de todo o processo ativamente: ensinamos que tudo tem um custo, calculamos o valor que devemos cobrar para lucrar na feira e colocamos no papel a rentabilidade que alcançamos”, explica Mylena. 

Em casa, os pais falam que os filhos querem participar das compras e entender a dinâmica das finanças. “Por isso, é importante trabalhar com a criança, ela leva esse conhecimento para o lar”.



O empreendedorismo está impregnado na rotina do brasileiro. Em 2017, o Brasil registrou uma taxa empreendedora de 36,4%, de acordo com dados da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Isso significa que, no ano passado, quase 50 milhões de brasileiros já empreendiam ou realizaram alguma ação visando a criação de um negócio em um futuro próximo. Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas - considerando os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte. Esses números reforçam o papel que o empreendedorismo tem na vida dos brasileiros, tanto para aqueles que pensam em abrir o próprio negócio para realizar um projeto de vida, quanto para os que se viram forçados a seguir este caminho por necessidade.

O Sebrae vem monitorando o comportamento do mercado ao longo dos anos e já identificou que o cenário de crise econômica que o país tem atravessado estimula a abertura de empresas principalmente nas atividades de manutenção e reparação de bens duráveis. Além disso, mesmo em um contexto recessivo, abrir um pequeno negócio para o atendimento de necessidades básicas da população, como vestuário e alimentos, continua sendo uma alternativa promissora. “Temos percebido um aumento na preocupação com a aquisição de produtos e serviços de melhor qualidade e de serviços associados às mudanças de longo prazo da sociedade, em especial, nas áreas de saúde - devido ao público consumidor que está envelhecendo, bem como de educação e informática. Também notamos o expressivo crescimento das chamadas startups, que estão oferecendo soluções inovadoras tanto para antigas como para as novas demandas do consumidor”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Segundo ele, a força dos pequenos negócios na geração de emprego e renda está mais que comprovada a partir dos dados mensais gerados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Por isso, ressalta, é importante continuar aprimorando o ambiente de negócios e os marcos legais voltados para as pequenas empresas de modo a estimular a criação de novos empreendimentos.

Negócios Promissores

A Wild Closet é uma startup do ramo de vestuário, atenta às novas tendências do consumo sustentável e consciente. A empresa consiste em um clube de assinatura fashion, focado na conscientização da economia colaborativa e com o objetivo de aumentar ao máximo a vida útil das roupas, evitando o descarte e o consumo excessivo de recursos naturais para a produção. A startup disponibiliza um closet compartilhado com roupas e acessórios, que funciona como um aluguel. Ao escolherem um dos pacotes, as interessadas têm acesso ao acervo, retiram as peças e podem ficar por até sete dias. Para Natália Desidério, sócia e proprietária, o papel do Sebrae foi fundamental para dar apoio e agregar conhecimento para o seu empreendimento, sua primeira empresa, criada em novembro de 2017.

Simples Nacional

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. O modelo de tributação garante aos pequenos negócios o tratamento diferenciado previsto na Constituição. Além da unificação dos tributos, o sistema destaca-se ainda como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte. Para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Fonte: Sebrae Nacional
Os pequenos negócios têm sido fundamentais, em 2018, para a manutenção do nível de emprego e para a estabilização da economia brasileira. Mesmo com todas as dificuldades, as micro e pequenas empresas (MPE) são as principais responsáveis pela geração de vagas de trabalho formais e devem fechar o ano com um saldo de 600 mil trabalhadores contratados.



Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae, a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas (considerando os microempreendedores individuais, as micro e as pequenas empresas). 

Atualmente, cerca de 98,5% das empresas brasileiras estão nesse segmento, e representam uma importante janela de oportunidade principalmente para os jovens que buscam o primeiro emprego e as empreendedoras, que tentam na atividade empresarial uma forma de compatibilizar as tarefas da casa com as demandas profissionais.

Em 2017, dos 1,4 milhão de brasileiros que conquistaram o primeiro emprego, 755 mil (55%) usaram as micro e pequenas empresas como porta de entrada. E mais uma vez, as mulheres lideraram o preenchimento de vagas, principalmente no Comércio e Serviços, que respondem à 75% dos postos de trabalho criados para quem está entrando no mercado de trabalho. No que diz respeito à atividade do empreendedorismo, o público com idade entre de 18 e 24 anos, já soma 20,3% das pessoas envolvidas na abertura de uma empresa. “Quero montar um negócio de alimentação e fui buscar orientações para isso”, explicou Talita Louzeiro, de 22 anos, que buscou a Feira do Empreendedor do Sebrae, em Belém, para abrir seu empreendimento.



Hoje, as mulheres estão em pé de igualdade aos homens quando se trata da criação de novos empreendimentos. São 23,9 milhões de mulheres que decidiram abrir seu próprio negócio, contra 25,4 milhões de empresários do sexo masculino, entre as micro e pequenas empresas. Graduada em Naturalogia, a empresária Leissa Nunes juntou o útil ao agradável, ao abrir uma clínica de terapias naturais em São José dos Campos (SP). “Trabalhava em outro lugar, mas decidi abrir meu próprio negócio e até já contratei outros profissionais”, conta a empreendedora.

“São as micro e pequenas empresas que estão carregando o país nas costas na última década. Por isso, é fundamental assegurarmos que o Simples Nacional não sofra qualquer revés nos próximos anos, deixando desprotegidos milhões de empreendedores”, alerta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. 

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, previsto na Constituição, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. A alíquota é diferenciada conforme o faturamento. Esse regime deu fôlego a milhões de empreendedores de diversos setores. Desde 2007, mais segmentos foram incorporados à lista de empresas autorizadas a aderir ao regime simplificado de tributação. Além da unificação dos tributos, o Simples destaca-se como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte.

Nesta sexta-feira (5) o país celebra o Dia da Micro e Pequena Empresa, em comemoração à aprovação do Estatuto da MPE, por meio da Lei No 9.841, de 1999.




O Colaboração.Space tem como propósito fomentar oportunidades para empreendedores de regiões periféricas e dar acesso à educação empreendedora de qualidade, convergindo ferramentas e metodologias de startups para as universidades.

Entendemos que a conexão do mercado de empreendedorismo com as universidades é uma excelente oportunidade para o desenvolvimento econômico local.

Sentimo-nos honrados e privilegiados por patrocinar o evento e ceder 1 mês de uso livre do coworking para o vencedor do desafio e uma semana de mentoria com o nosso fundador Juan Medeiros





O CEU - Ciclo Empreendedor Universitário tem como principal objetivo mostrar a importância do ecossistema empreendedor acadêmico para o mercado, reunindo em um dia de evento empresas juniores, startups, incubadoras, laboratórios de fomentos, investidores, gestores públicos...

Ou seja, diversas organizações que representam o empreendedorismo existente na Universidade que o mercado e diversas pessoas desconhecem.

Acima de tudo os idealizadores querem transformar o meio acadêmico, mostrando que sem educação não conseguimos chegar a lugar algum. O evento trará expositores e palestrantes sensacionais que também acreditam no empreendedorismo e na educação.

Não fique de fora desse grande evento. Inscreva-se aqui - https://www.sympla.com.br/cicloeubr
Evento será das 9 horas às 19 horas - GRATUITO



Em 2015 o fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, Juan Medeiros, submeteu as informações de uma de suas startups construídas no programa Shell Iniciativa Jovem, e o feito se repetiu em 2018.



O Shell Iniciativa Jovem, vem sendo desenvolvido desde 2001 na cidade do Rio de Janeiro. E procura jovens entre 20 e 34 anos que residam no Rio de Janeiro, com no mínimo ensino médio completo e que tenham mentalidade e comportamento empreendedor.

É oferecido um programa de aceleração gratuito, que conta com um time de voluntários, parceiros e mentores experientes, para que você fique focado em potencializar o seu negócio.



O programa recebeu a chancela da UNESCO e em 2018 foram eleitos o 1° lugar como melhor agente de suporte ao empreendedorismo do Brasil e o 3° do mundo pelo UBI Index, instituição de pesquisa da Suécia que avalia e reúne as melhores incubadoras do mundo e que a cada 2 anos premia as mais bem colocadas do ranking.

Este ano após passar por todo o processo de auditoria o Colaboração.Space recebeu o selo de empreendimento sustentável se tornando o primeiro coworking do Brasil a receber o selo do programa.



As inscrições para o Shell Iniciativa Jovem 2019 (CLIQUE AGORA PARA INSCREVER) estão abertas, não percam esta oportunidade.


Está chegando o Rio Info, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Em sua décima sexta edição consecutiva desde 2003, o Rio Info é o principal evento dedicado à Tecnologia da Informação (TI) realizado anualmente no Estado do Rio de Janeiro e um dos principais do país. Reúne empresários, acadêmicos e profissionais que buscam novas oportunidades de mercado e realizam negócios. É um espaço para apresentação de novas ideias e troca de experiências.
Pela sua realização anual, qualidade da programação e dos participantes, o evento tornou-se referência no contexto da Tecnologia da Informação no Brasil, onde especialistas e empresários, nacionais e internacionais, apresentam em seminários e workshops o estado da arte da TI, considerando a sua evolução, perspectivas e demandas específicas.
Em razão de seu sucesso, o Rio Info tornou-se uma excelente vitrine para a exposição e o reconhecimento institucional e comercial das empresas de TI, com foco na apresentação das inovações tecnológicas e no debate sobre o futuro do setor. No campo dos negócios, é um espaço privilegiado para a troca de experiências e informações. Por meio da rodada de negócios, favorece o estabelecimento de parcerias entre empresas nacionais e estrangeiras, abrindo novas oportunidades de mercado.

O evento acontecerá nos dias 24 e 25 de Setembro no Centro de Convenções SulAmérica, na Cidade Nova.
Através do apoio institucional do Colaboração.Space, uma empresa do nosso grupo, os nossos clientes, alunos, mentorados, e parceiros terão acesso livre e gratuito com código de acesso.
O que esperar do Rio Info?
* Oportunidades de negócios
* Networking
* Salão de inovação (com pitch e demoday de startups)
* Sessões de negócios
* Rodízio de negócios
* Conferências
* Prêmios incríveis
* Histórias inspiradoras
* Café Majestic
* Beer Tech
🚀

Solicite seu código em: http://bit.ly/SpaceNoRioInfo e se inscreva em www.rioinfo.com.br selecionando a opção "Cortesia" no formulário do site.

Colaboração.Space

O Colaboração.Space* é um espaço de coworking localizado em Nilópolis fundado por um empreendedor natural da Ilha do Governador. “Tinha uma vontade de impactar o maior número de pessoas com educação empreendedora, e dar oportunidades de negócios aos pequenos empreendedores, pesquisei que Nilópolis possui o melhor IDH da Baixada ocupando o 9° lugar do RJ. Além de uma economia tradicional altamente impactante e de demanda reprimida para inovação e empreendedorismo”, explica Juan Medeiros.


O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho* de empreendedores da região além de realizar eventos, aulas onlines e presenciais sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Um dos objetivos do Colaboração.Space é desenvolver no próximo semestre o maior evento de cidades inteligentes da Baixada Fluminense. E até o começo de 2019 inaugurar o primeiro Centro de Inovação e Tecnologia da Baixada Fluminense com patrocínios de grandes instituições privadas. Os planos não param, Juan pretende até 2021 ser o maior hub de inovação e tecnologia para empreendedores de regiões periféricas se tornando a maior referencia a nível nacional.
O Coworking Day é celebrado mundialmente por milhares de coworkings espalhados pelo mundo para comemorar de diversas maneiras a criação de Brad Neuberg, que em 9 de agosto de 2005 juntou alguns amigos para trabalhar em em uma casa e sair do “home-office”, criando o termo/conceito de “coworking space”.



O Coworking Day Brasil surgiu quando alguns founders decidiram fazer algo mais para a comunidade de coworking e organizaram o primeiro evento que tinha como objetivo reunir e divulgar os espaços e o conceito de coworking do país. Em 2013 e 2014 as adesões de espaços inscritos foi aumentando, alcançando cobertura nacional e destaque nos principais meios de comunicação do eixo RJ e SP.

Em 2016, o evento chegou na marca de mais de 150 espaços cadastrados e 350 coworkers inscritos em todo o Brasil, um crescimento de mídia espontânea nacional e internacional, a pronto do próprio Brad Neuberg enviar um depoimento em vídeo considerando como o maior evento de Coworking Day no mundo. A cada ano o número de espaços e coworkers participantes vem se superando.

Em 2017 superamos os 300 espaços cadastrados e esperamos atingir nossa meta de 400 espaços e 1000 coworkers usufruindo deste evento nacional.



Após muito planejamento e feedbacks, estamos voltando à nossa tradicional maneira de fazer os agendamentos, de maneira mais humana e que sempre gerou confiança em nosso evento, com pessoas dedicadas a fazer o melhor para este evento internacional.

Em 2018 o Coworking Day não terá nenhum tema, pois somos mais de 1.000 espaços em todo o Brasil. Devido à isto cada coworking estará livre para ter o seu próprio tema, aliás, como deve ser, onde um grande compartilhamento de culturas e temas que fará este dia tão especial para todos. Incentivamos os espaços de coworking a elaborar ações para comemorar o Coworking Day e também abrir discussões baseadas na sua cultura, vivência ou dinâmica.

Colaboração.Space

O Colaboração.Space* é um espaço de coworking localizado em Nilópolis fundado por um empreendedor natural da Ilha do Governador. “Tinha uma vontade de impactar o maior número de pessoas com educação empreendedora, e dar oportunidades de negócios aos pequenos empreendedores, pesquisei que Nilópolis possui o melhor IDH da Baixada ocupando o 9° lugar do RJ. Além de uma economia tradicional altamente impactante e de demanda reprimida para inovação e empreendedorismo”, explica Juan Medeiros.

Nilópolis, no Rio de Janeiro, é a sede do Colaboração.Space

O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho* de empreendedores da região além de realizar eventos, aulas onlines e presenciais sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Um dos objetivos do Colaboração.Space é desenvolver no próximo semestre o maior evento de cidades inteligentes da Baixada Fluminense. E até o começo de 2019 inaugurar o primeiro Centro de Inovação e Tecnologia da Baixada Fluminense com patrocínios de grandes instituições privadas. Os planos não param, Juan pretende até 2021 ser o maior hub de inovação e tecnologia para empreendedores de regiões periféricas se tornando a maior referencia a nível nacional.
Os principais atores do mercado de startups no Brasil estão satisfeitos com o crescimento do setor, mas ainda se queixam da falta de políticas públicas que favoreçam o ambiente brasileiro de negócios e empreendedorismo no país.



Apesar de ter subido algumas posições no ranking mundial de inovação, o Brasil ainda figura nas piores posições quando se considera o ambiente para fazer negócios e atrair investimentos.

“Se pegarmos o Doing Business [Fazendo Negócios, publicação] do Banco Mundial, entre 170 países, o Brasil está lá pelo 120º [lugar], está muito mal. Está entre os países onde mais se gasta tempo para recolher, calcular e pagar impostos e para abrir empresas. O tempo é muito longo", diz Felipe Matos, que integra o Dínamo, movimento de articulação por políticas públicas para startups no Brasil. Segundo Matos, a legislação brasileira dificulta o recebimento de investimentos por startups.Isso vale tanto para investidores anjos e investidores privados, ressalta.

Matos, que já atuou na coordenação do programa federal Startup Brasil, destaca ainda que a legislação trabalhista e fiscal do país apresenta risco jurídico que desestimula a atração de potenciais investidores em negócios de inovação e tecnologia. 

"O que se vê na maior parte dos países é o contrário: ter incentivos para investimento em startups, inclusive com descontos no Imposto de Renda para investidores e uma série de apoios. Aqui, não temos apoio, mas existe, em contrapartida, uma visão muito ruim do sócio pela legislação. Quando se vai, por exemplo, fechar uma empresa, a legislação brasileira trata o empreendedor como um fraudador em potencial”, completa.

"Vale da morte"
Segundo Matos, devido ao alto risco inerente a este tipo de negócio, a taxa de mortalidade das startups ainda é muito alta, em torno de 80%, o que torna comum o fenômeno de fechamento de várias empresas que caem no chamado “Vale da morte”. Para facilitar e agilizar o processo de abertura e fechamento de empresas, o setor quer a modernização do marco legal relacionado aos pequenos empreendimentos.

“Tem uma série de restrições na legislação que acabam tornando mais difícil, burocrático, lento, caro e complicado o processo de abertura e fechamento de empresas de uma forma geral. E quando se trata de startups, geralmente os empreendedores já fizeram alguns negócios que deram errado até que deem certo. Então, essa dinâmica funciona mal no Brasil em função das dificuldades do nosso ambiente regulatório”, acrescenta Matos.

Para Eric Santos, conselheiro do Instituto Endeavor, que trabalha por políticas públicas favoráveis aos empreendedores, uma das principais medidas para melhorar o ambiente de negócios é a da simplificação tributária. Santos enumera as dificuldades existentes hoje: impostos diferentes – uma coisa meio atravessada, paga-se imposto sem tirar receita –, falta de incentivo para contratar porque é preciso pagar impostos exagerados em cascata. "O ISS [Imposto Sobre Serviços], por exemplo, para não pagar duas vezes, é necessário cadastro em diferentes prefeituras. E não faz sentido um empreendedor se preocupar com esse tipo de coisa”, diz Santos, que também é CEO da startup de marketing digital Resultados Digitais.

A direção do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) também defende a flexibilização do marco regulatório e menor incidência de tributos sobre o setor para que o país atraia mais investidores. A instituição pondera, no entanto, que o ambiente de negócios no Brasil vem melhorando e que a alta mortalidade das startups não decorre somente da rigidez do sistema regulatório do país, mas ao alto risco relacionado a um novo modelo de negócio inovador e uma nova tecnologia.

“Em qualquer lugar do mundo, startups passam por um processo que é natural de empresa que está lidando com um negócio disruptivo, que tem uma mortalidade mais elevada. Mas é possível também crescer, e temos atuado nisso, sobretudo no chamado 'vale da morte', quando a empresa passou da primeira fase de incubação, de capital semente e precisa de novos aportes para dar um salto. É uma fase em que muita gente não quer arriscar, quer ver se ela ganha mais musculatura, se conquista mercado, desenvolve um pouco mais a tecnologia. É nesse campo que precisamos trazer mais atores para tirar as empresas que têm condições de atravessar o vale, crescerem e se tornarem, quem sabe, unicórnios globais”, diz o diretor de Administração e Finanças e presidente em exercício do Sebrae, Vinícius Lages.



O secretário de inovação e negócios do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Rafael Moreira, reconheceu as dificuldades do setor e disse à que o governo tem algumas medidas de desburocratização, como o projeto Bem Mais Simples, que pode permitir um processo simplificado de fechamento dos negócios. Ele comentou também que há uma proposta de novo marco regulatório para startups em discussão no Congresso Nacional. Entre as mudanças estudadas, está a possibilidade de criar uma “sociedade anônima simplificada” para enquadrar as startups a fim de atrair investimentos com mais segurança jurídica.

Investimento crescente

Apesar das dificuldades, o ano de 2017 registrou no Brasil aporte recorde de investimentos de capital de risco em startups com o volume de R$ 2,2 bilhões, segundo pesquisa apresentada por Felipe Matos durante o Startup Summit, realizado em Florianópolis, nos dias 12 e 13 deste mês. O montante é 50% maior em número de investidores do que o dos anos anteriores. No entanto, 95% do dinheiro vem de fundos estrangeiros.

As startups brasileiras também têm se apoiado em novas formas de investimento para tornar o negócio mais sustentável. Nos estágios iniciais de desenvolvimento de uma empresa desse tipo, já vem se consolidando no Brasil a figura do investidor anjo, uma pessoa física ou profissional experiente que investe capital próprio e conhecimento em startups nascentes. Em 2016, o volume total de investimento anjo no país foi de R$ 851 milhões, segundo a organização Anjos do Brasil.

No mercado brasileiro também tem crescido a presença de empresas incubadoras, que oferecem condições de infraestrutura e conhecimento para startups iniciantes e as chamadas aceleradoras, que aportam recursos, financeiros ou intelectuais, para que as emergentes consolidem seu crescimento no mercado. O país tem hoje cerca de 60 aceleradoras de startups.

No ano passado, mais de 2,3 mil empresas foram incubadas em programa do Sebrae que investiu cerca de R$ 6,8 milhões em projetos para incubadoras, enquanto 2,8 mil foram graduadas, gerando mais de 37 mil empregos diretos, com faturamento anual de R$ 13,8 bilhões.

Mudanças na Lei de Informática

Outra ação que pode motivar a atração de investimentos para startups é a mudança recente na chamada Lei de Informática da Zona Franca de Manaus, um dos principais polos industriais do país. A nova lei, publicada em 12 de junho, permite que as empresas beneficiárias da legislação aportem parte dos recursos obrigatórios da área de pesquisa, desenvolvimento e inovação em fundos de investimento para capitalizar startups com sede na Amazônia Ocidental ou no Amapá.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) estima que a mudança regulatória pode mais do que dobrar o mercado de fundos de investimento e participações focados em empresas emergentes de base tecnológica. Em todo o país, o impacto chegará a mais de R$ 600 milhões de novos recursos.

“[A mudança] vai permitir que se dobre a disponibilidade de recursos existentes hoje no ecossistema de financiamento. Dessa mudança, estimamos aproximadamente R$ 150 milhões por ano de potencial de adição aos fundos de investimento, só para a região [da Zona Franca de Manaus]. E, para o resto do país, estimamos mais ou menos R$ 450 a 550 milhões”, disse o secretário de Inovação e Negócios do MDIC, Rafael Moreira.

Apoio governamental

No governo federal, entre as iniciativas públicas de fomento às startups, o MDIC desenvolveu o programa Inovativa, em parceria com o Sebrae e a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi).

Focado no processo de aceleração das startups, o programa oferece aos novos empreendedores consultoria com mais de 700 mentores voluntários, com representantes de grandes empresas como Google, Microsoft e Samsung. Desde 2013, cerca de 9,6 mil startups inscreveram-se no programa e 755 foram selecionadas para o processo de aceleração.

O MDIC também oferece, em parceria com outros ministérios e o Sebrae, o StartOut, programa de internacionalização das 15 melhores startups do país. O programa busca um mercado-alvo no exterior onde os empreendedores selecionados passam por um período de imersão e buscam investidores privados e condições para internacionalizar suas operações.

Depois da experiência em campo, aos empreendedores voltam ao Brasil onde recebem apoio para definir uma estratégia de internacionalização e se instalar efetivamente em outro país. Em maio, as startups brasileiras conheceram o ambiente de inovação de Berlim, e no segundo semestre, irão a Miami e Lisboa.

Outros projetos

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações abriga o programa Startup Brasil, um dos pioneiros no país de aceleração desse tipo de empresa. Por meio de chamadas públicas, o programa seleciona startups nascentes, que poderão receber capacitação e bolsas de pesquisa e desenvolvimento, entre outros benefícios.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou recentemente o BNDES Garagem, que destinará R$ 10 milhões para apoiar a criação e aceleração de startups neste e no próximo anos.

A Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa (Finep) também lançou nos últimos dias uma nova rodada do programa Finep Startup, que vai apoiar com até R$ 1 milhão projetos inovadores de diferentes segmentos. As propostas de startups interessadas podem ser apresentadas até 3 de agosto.

O governo federal oferece ainda programas de apoio a startups no âmbito da Secretaria Nacional da Juventude e do Ministério da Cultura, onde as empresas podem se candidatar para o programa Brasil Criativo.

Unificação dos programas

O MDIC informou que estes e outros programas de apoio às startupsdevem ser unificados em uma espécie de coalizão para facilitar o mapeamento das iniciativas beneficiadas, o estágio em que se encontram e o resultado que geram.

“Queremos fazer um anúncio em conjunto com outros ministérios de todos os programas de startups do governo federal. Em vez de ter vários programas dispersos, sem nenhuma conexão, com muitas agências envolvidas no tema, vamos criar exatamente um túnel com um cronograma único, por nível de maturidade das startups”, explicou o secretário Rafael Moreira.



Segundo Moreira, o objetivo é adotar uma metodologia única que permita uma espécie de prestação de contas da efetividade das startups que receberam apoio dos programas, bem como avaliar o impacto delas na economia do país, no percentual de empregos gerados e medir os investimentos feitos nas empresas.

Débora Brito – Repórter da Agência Brasil* Florianópolis
*A repórter participou do Startup Summit, em Florianópolis, a convite do Sebrae Nacional
Embora ainda pequena, a diferença salarial entre homens e mulheres caiu nas micro e pequenas empresas, entre 2006 e 2016. Conforme o Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, a diferença entre remuneração média real das mulheres e dos homens diminuiu. Os trabalhadores ganhavam quase 20% a mais que as trabalhadoras em 2006. Uma década depois, o percentual caiu para 16,8%.



Além disso, a participação feminina no setor também cresceu, segundo o Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, elaborado pelo Sebrae em parceria com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese). Segundo o estudo, as mulheres eram maioria entre os trabalhadores com carteira assinada no setor de Serviços, e tinham maior nível de escolaridade.

Há dois anos, as mulheres já representavam 58,4% da mão de obra com carteira assinada empregada nos pequenos negócios. As 41,6% estavam empregadas nas médias e grandes empresas. Entre os homens, essa proporção era de 51,9%.

“Embora representem menos de um terço dos empregadores, a participação de mulheres nessa categoria aumentou de 27,6%, em 2012, para 30,2%, em 2016. O percentual daquelas que trabalham explorando o seu próprio empreendimento, sem funcionários, também cresceu no mesmo período, passando de 32,6% para 33,1%. O Anuário mostra, ainda, que a maior concentração de empregos do sexo feminino nos pequenos negócios, em relação às médias e grandes empresas, está no Centro-Oeste (62,3%), seguido pelo Sul (62,2%), Norte (60,3%), Nordeste (59,2%) e Sudeste (56,1%)”, ressalta Vinicius Lages, diretor administrativo financeiro e presidente em exercício do Sebrae.

“Com a crise no País, as mulheres procuraram se mexer”, conta Léa Matos, criadora de uma rede de mulheres empreendedoras, em Pernambuco. Ela conta que decidiu trabalhar por conta própria depois do nascimento do terceiro filho. Tentou várias atividades, até se decidir pela “Léa por elas”, que reúne dezenas de mulheres que comercializam de alimentação à artesanato.

As mulheres estão dominando o setor de Serviços, principalmente em microempresas, destaca a diretora e presidente em exercício do Sebrae. Em 2016, elas somavam 53%, contra 47% dos homens. A evolução começou a partir de 2009, quando atingiram 51% dos empregos nesse setor. O percentual se inverte na área do Comércio, liderada pelo sexo masculino com 55%, contra 45% de mulheres, no período analisado.

Escolaridade 

Os empregadores, de ambos os sexos, do Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentaram maior nível de escolaridade (ensino médio completo ou superior incompleto e superior completo). Já os homens que trabalham por conta própria, em todas as regiões, possuíam em sua maioria, em 2016, o ensino fundamental incompleto, enquanto entre as mulheres prevalecia o ensino médio completo ou o superior incompleto.



O Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios revelou que a maior parte dos empregadores das regiões Norte e Nordeste possuía ensino médio completo ou superior incompleto, em 2016. Mas as mulheres dessa categoria apresentaram maior nível de escolaridade, incluindo o superior completo. No caso dos empreendedores por conta própria, a situação é semelhante no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, tanto por sexo e escolaridade.
Nos últimos três anos, os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais. Atualmente, 72% do segmento utilizam o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. É o que mostrou a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, e que identificou a informatização das micro e pequenas empresas. 



A pesquisa avaliou como o setor está envolvido no processo de mudança para a era digital, confirmando o crescimento do grau de informatização das empresas de micro e pequeno porte. O aplicativo WhatsApp e a rede social Facebook são as ferramentas mais usadas pelas MPE na divulgação de produtos e serviços. Também são aproveitadas para estreitar o relacionamento com os clientes e ampliar vendas.

De acordo com a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes, o estudo mostra como as tecnologias digitais se tornaram imprescindíveis para o empreendedor aumentar a competitividade nos negócios. “Vivemos numa era onde as pessoas passaram a adotar um comportamento cada vez mais digital. E para os pequenos negócios já é obrigatório ter uma presença nesse mundo tecnológico utilizando as ferramentas que estão na palma da mão dos clientes a todo momento”, ressalta Heloisa.

A proporção de empresas com página na internet mais do que dobrou, passando de 11% para 27% das MPE, sendo que o maior avanço ocorreu no uso das ferramentas digitais, em especial no caso do WhatsApp e do Facebook. A quantidade de empresas com perfil no Facebook passou de 37% para 40%, enquanto o WhatsApp é usado por 72% do setor para se comunicar com clientes, principalmente para disponibilizar informação de produtos ou serviços (59%), atender o cliente “on line” (59%) e fazer vendas (43%). O Facebook é usado para os mesmos fins, porém, em menor intensidade (respectivamente 37%, 24% e 17%).

Na comparação com o último estudo do Sebrae, realizado em 2015, o uso de computadores nas empresas passou de 56% para 57% no caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), de 83% para 89% nas Micro Empresas (ME) e de 94% para 97% das Empresas de Pequeno Porte (EPP). Atualmente, 73% dos MEI, 91% das ME e 99% dos empresários das EPP acessam a internet e o fazem predominantemente por meio do celular e do computador na empresa. A pesquisa realizou 6.022 entrevistas, entre abril e junho, em todo o País, por regiões, por porte e setor da empresa, por sexo, faixa etária e de escolaridade.

O Sebrae na Transformação Digital

Os dados da pesquisa mostram que as micro e pequenas empresas estão adaptando a gestão e comunicação com o cliente às inovações digitais, pautadas pela rápida e profunda mudança no comportamento das novas gerações. Atento a este universo, o Sebrae desenvolve projeto de Transformação Digital, que tem como base gerar valor para os pequenos negócios, fornecedores e parceiros, se tornando um grande hub de soluções aos empresários e potenciais empreendedores.



O sistema desenvolvido pela instituição é uma plataforma para promover agilidade, inteligência, reduzir custos, aumentar a capacidade de atendimento e de relacionamento com os donos de pequenos negócios. A proposta visa abranger e integrar os eixos de atuação estabelecidos no mapa estratégico da instituição, que são a Competitividade dos Pequenos Negócios, a Competitividade Estrutural e Sistêmica, o Estímulo ao Empreendedorismo e a Excelência na Gestão.

PRINCIPAIS NÚMEROS DA PESQUISA

• Na comparação com 2015, o uso de computadores nas empresas passou de 56% para 57% no caso dos MEI, de 83% para 89% das ME e de 94% para 97% das EPP.

• 73% dos MEI, 91% das ME e 99% dos empresários das EPP acessam a internet no negócio, predominantemente por meio do celular e do computador na empresa.

• A proporção de empresas com página na internet mais do que dobrou, passando de 11% para 27% das MPE.

• A proporção de empresas com perfil no Facebook passou de 37% para 40%.

• 72% das empresas utilizam WhatsApp para se comunicar com clientes. O aplicativo é usado para disponibilizar informação de produtos/serviços (59%), atendimento (59%) e vendas (43%).

• 51% dos entrevistados acredita que as vendas pela internet e pelas redes sociais tem maior potencial de expansão, nos próximos cinco anos, do que as vendas tradicionais.
O número de micro e pequenas empresas cresceu no Brasil nos últimos anos, mesmo com a crise iniciada em 2016. Nesse contexto, as MPE foram responsáveis por evitar uma redução ainda maior do nível de emprego do país. Essas são algumas conclusões que constam do Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, elaborado pelo Sebrae, a partir de informações do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese).



O documento revela, que no período de 2006-2016, a participação desse nicho de empresas no estoque de emprego no país cresceu de 53,5% para 54,5%. Em dez anos, houve um aumento de 1,1 milhão de pequenos negócios no Brasil, o que representa crescimento de 21,9% no número de empresas, responsáveis pela geração de mais cinco milhões de novos empregos. Em consequência, em 2016, chegou a 16,9 milhões o total de postos de trabalho nas empresas de pequeno porte.

O Anuário também mostra que o percentual de demissões nos pequenos negócios foi proporcionalmente menor do que nas médias e grandes empresas. Na crise econômica, enquanto as MPE perderam 300 mil trabalhadores, entre 2014 e 2015, e 600 mil, de 2015 para 2016, nas médias e grandes empresas essa perda foi bem maior: de 1,1 milhão e de 900 mil, respectivamente.

“A crise econômica que atingiu o país em 2015 e 2016 foi a responsável pela quebra na longa sequência de crescimento anual do número de pequenos negócios no Brasil. Desde 2006, essa elevação foi contínua, mantendo-se a taxa média de 2,4% ao ano, o que persistiu até 2015”, explica Vinicius Lages, diretor administrativo financeiro e presidente em exercício do Sebrae. Porém, ele acrescenta que “somente em 2016, 102 mil estabelecimentos deixaram de existir, reduzindo-se a 6,8 milhões o número MPE, o que configura uma queda da ordem de 1,5% no número de empreendimentos. Ainda assim, a participação relativa dos pequenos negócios no total de estabelecimentos do país se manteve em 99%, ao longo desse período”.

Remuneração 

Entre 2006 e 2016, conforme o Anuário, a remuneração média real dos trabalhadores lotados nos pequenos negócios cresceu 25,3%, enquanto a dos trabalhadores das médias e grandes corporações subiu 14,3%, levando à redução das diferenças de salários pagos por esses dois grupos de empresas.

A maior parte dos empregados está no setor de Serviços, que agrupava em 2006, 34,4% das micro e pequenas empresas, percentual elevado a 41,7% em 2016. Já a participação no Comércio caiu de 51,7% (2006) para 42,8% (2016). Mesmo assim, esse setor se manteve como a atividade com maior número de pequenos empreendedores: 2,9 milhões empresas.

O estudo revela ainda que, de 2012 a 2016, a quantidade de empreendedores por “conta própria”, categoria em que o empreendedor não contrata funcionários, registrou aumento de 9,8%. Já a elevação de empregadores foi bem mais expressiva: 19,8%. Essa categoria, que representa 16% do total de donos de negócio no país, está crescendo expressivamente na região Sul, onde estão as menores taxas de informais, e 88% das empresas legalmente constituídas.

No período de 2006 a 2016, a diferença da remuneração média real entre homens e mulheres caiu de quase 20% para 16,8%. Em 2016, havia proporcionalmente mais trabalhadores do sexo masculino nos pequenos negócios do que nas médias e grandes empresas (51,9% nos pequenos negócios contra 48,1% nas MGE), mas essa diferença ainda era maior quando se trata dos trabalhadores do sexo feminino (58,4% contra 41,6%). Embora representem menos de um terço dos empregadores, a participação de mulheres nesta categoria aumentou de 27,6%, em 2012, para 30,2%, em 2016.



O Anuário mostra que a maior parte dos empregadores das micro e pequenas empresas de todas as regiões do país, de ambos os sexos, possuía ensino médio completo ou superior incompleto, em 2016. No Nordeste e Norte, porém, as mulheres apresentavam maior nível de escolaridade (incluindo o superior completo). No caso dos “contas próprias”, o perfil também difere. A maior parte dos homens possuía, em 2016, ensino fundamental incompleto, enquanto as mulheres, em sua maior parte, tinham o ensino médio completo ou superior incompleto.
Antes de saber se sua empresa está preparada para receber e integrar estes jovens profissionais ao time de colaboradores, vamos entender o que é e como pensa este grupo.



Geração Y nada mais é que a forma como são chamadas as pessoas nascidas entre o final dos anos 80 e meados dos anos 90. Criados em tempos de grandes avanços referentes à tecnologia e em uma época de economia estável, geralmente por uma geração acometida por diversas crises e grandes taxas de desemprego, não raramente são taxados de mimados.

Mas na prática, o que significa pertencer a Geração Y?

A chamada Geração Y cresceu em meio a muita ação, estímulos de atividades variadas e tarefas múltiplas. Nascidos na era digital, democrática e de mudança na família tradicional, esses jovens estão acostumado a conseguir tudo com a rapidez e acreditam que as normas do passado não funcionam mais tão bem.

Porque ter talentos desta geração em sua empresa?

Para os millennials, como também são chamados, um ambiente de trabalho atrativo deve ter um clima tranquilo e de espontaneidade, acima até mesmo de estabilidade salarial. É possível dizer que eles pensariam duas vezes ou mais antes de aceitarem uma promoção ou recolocação que atrapalhe sua qualidade de vida.

É importante ressaltar que as pessoas que estão inclusas neste grupo não são muito preocupadas em construir uma carreira sólida em uma empresa, mas sim comprometidas com sua satisfação pessoal. Outra característica muito presente nestes profissionais é a vontade que eles sentem por obter novos conhecimentos, mesmo que possam ter dificuldade para aprender por meios tradicionais de ensino.

Colaboradores da Geração Y podem ser a chave para um alinhamento de expectativas ao lidarem com consumidores da mesma geração, ou seja, indivíduos superconectados. Sobre tudo não podemos esquecer que os millennials sempre querem ultrapassar as expectativas. Tê-los como aliados para a ampliação de um negócio é saber que eles irão trabalhar muito para que tais objetivos se superem e, consequentemente, superem seus próprio desafios.


Nem só de amor à música vivem as estrelas do rock. A profissionalização do setor fica cada vez mais evidente, e o que antes era apenas um grupo de amigos tocando para pequenas plateias tornou-se um negócio. 



Há algumas décadas, os músicos são empreendedores que têm um negócio (a música) e clientes (os fãs). 

Capa do livro


Em “Como o Rock Pode Ajudar Você A Empreender”, os jornalistas Daniel Fernandes – fascinado por negócios – e Marco Bezzi – apaixonado pelo cenário musical – mostram, por meio das histórias de grandes nomes, como Legião Urbana, Guns N’ Roses e Beatles, lições de negócios que podemos tirar do universo musical. 

Daniel Fernandes (E) e Marco Bezzi (D), autores do livro, falaram com artistas nacionais, além de especialistas em negócios e economia Foto: Helvio Romero|Estadão
Afinal, empreendedorismo, liderança e relacionamento com o cliente são palavras que também fazem parte do vocabulário das estrelas do show business.
A partir da segunda quinzena de julho, as micro e pequenas empresas deverão aderir ao eSocial, o sistema informatizado da administração pública. 



Por meio dessa iniciativa do governo federal, os empregadores passarão a comunicar, de forma unificada, as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o FGTS. 

No caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), que somam 6,8 milhões de empresários, não será necessário apresentar a certificação digital, de acordo com a Resolução CGSN nº 140/2018.

O objetivo do eSocial é simplificar a prestação de informações e reduzir a burocracia para as empresas, já que esse procedimento substituirá o preenchimento e a entrega de formulários e declarações, atualmente enviadas de forma separada a cada órgão. “A construção do eSocial para as empresas faz parte de convênio entre o Sebrae e a Receita Federal para criação de sistemas que simplifiquem a vida do empresário da micro e pequena empresa. É uma simplificação muito bem-vinda, principalmente para os donos de pequenos negócios, que na maioria das vezes cuidam sozinhos da gestão de suas empresas”, ressalta a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes.



Na prática, as empresas terão que enviar periodicamente, em meio digital, as informações para a plataforma do eSocial. O cronograma de implantação do sistema terá cinco etapas. A primeira, em julho, será composta pelo cadastro do empregador. Em setembro, será a vez do registro dos dados dos trabalhadores e seus vínculos com as empresas. Na terceira etapa, em novembro, será obrigatório o envio das folhas de pagamento. Em seguida, em janeiro de 2019, passará a valer a substituição da GFIP – guia de informações à Previdência Social. A quinta etapa será cumprida também em janeiro do ano que vem, focará nos dados de segurança e saúde do trabalhador.

Em relação aos MEI, o eSocial vai abranger somente aqueles que contratam empregados. Os Microempreendedores Individuais continuarão usando o SIMEI, o sistema de recolhimento de tributos em valores fixos mensais do Simples Nacional, voltado ao MEI para geração da guia de recolhimento relativa à sua atividade empresarial. Aliado a isso, passarão a utilizar o eSocial para o cumprimento de obrigações trabalhistas, fiscais e previdenciárias relativas ao trabalhador empregado.




Apesar da paralisação dos caminhoneiros, as micro e pequenas empresas mantiveram a expansão dos postos de trabalho no mês de maio. O saldo de 24.383 vagas foi o quinto resultado positivo consecutivo neste ano. 



De acordo com o levantamento do Sebrae com base nos dados do Caged, a geração de vagas correspondeu a 72,4% do total de empregos gerados no país, no mês passado. No período, as médias e grandes empresas responderam pela criação de 9 mil empregos (27% do total).

“É sempre animador confirmar a força da micro e pequena na economia brasileira. Mesmo com diversos setores prejudicados pelo desabastecimento, o resultado na geração de emprego em maio reforça o comportamento dos pequenos negócios, que em períodos de crise são os últimos a demitir, e ao retornar a estabilidade, são os primeiros a contratar”, avalia Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae. Ela observa também que a Sondagem Conjuntural do Sebrae já indicava a manutenção dos postos de trabalho no período.

Nos cinco primeiros meses de 2018, os pequenos negócios acumularam um saldo de 328 mil novos postos de trabalho, 65% acima do registrado no mesmo período do ano passado (198,7 mil postos). Já as médias e grandes empresas acumulam saldo de 38,8 mil empregos gerados este ano, sinalizando uma recuperação no saldo negativo verificado no mesmo período de 2017, quando mais de 136 mil postos foram fechados entre janeiro e maio.



A análise por setor destacou os pequenos negócios da Agropecuária, que puxou a geração de vagas no mês passado, com a criação de 23,4 mil novos postos, especialmente no cultivo de café, laranja e bovinocultura. As micro e pequenas empresas do setor de Serviços apareceram em segundo lugar, com 10,9 mil novas contratações. Já os pequenos negócios do Comércio e da Indústria registraram demissões, com o fechamento de 10,5 mil e 7,8 mil vagas, respectivamente.
Termina no próximo dia 9 de julho o prazo para as micro e pequenas empresas com débitos fiscais até novembro do ano passado aderiram ao programa de refinanciamento (Refis). Conforme as regras do Comitê Gestor do Simples Nacional, o devedor terá um prazo de até 15 anos (180 meses) para a liquidação dos valores cobrados. 



A parcela mínima será de R$ 50, para o Microempreendedor Individual (MEI), e R$ 300, para os demais negócios de pequeno porte inscritos no regime simplificado. Até esta quinta-feira (21), 133.207 empresas de micro e pequeno porte haviam solicitado adesão junto à Receita Federal. Outros 15.149 Microempreendedores Individuais também procuraram quitar seus débitos fiscais, totalizando 148.356 pequenos negócios.

“É a primeira vez que o dono de pequeno negócio tem a oportunidade de quitar dívidas em condições especiais, da mesma forma como já ocorreu com as grandes corporações. Foi um longo processo de sensibilização e defesa desse novo Refis no Legislativo e no Executivo até conquistarmos esta vitória. Agora, é fundamental que os empresários entrem em contato com a Receita, buscando se regularizar e ganhar fôlego para continuar inovando e gerando emprego”, destaca Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae.

O Programa Especial de Regularização Tributária da Micro e Empresas de Pequeno Porte Optantes do Simples Nacional (Pert/SN) foi aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado, mas foi vetado pela Presidência da República. Em abril deste ano, após um intenso trabalho do Sebrae, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal derrubaram o veto. Com isso, foram beneficiados os empresários que têm dívidas do Simples Nacional vencidas até 29 de dezembro de 2017.

No momento da adesão, a micro ou pequena empresa deverá quitar 5% da sua dívida, sem redução de juros e multas, divididos em cinco parcelas mensais. Os outros 95% poderão ser pagos em 175 meses de várias formas. Se for em uma única parcela, haverá uma redução de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios. Se parcelado em 145 meses, a redução dos juros de mora será de 80% e 50% das multas de mora, bem como 100% dos encargos legais, além dos honorários advocatícios. Já o parcelamento em 175 vezes terá redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora e 100% dos encargos legais, também incluindo os honorários advocatícios. Além disso, implicará desistência de outros parcelamentos. O empresário pode verificar a melhor opção no sistema da Refeita Federal, antes de fazer a adesão.

Roteiro de adesão

Para iniciar o processo do parcelamento, o contribuinte poderá acessar os portais do Simples Nacional (SN) ou o e-Cac da Receita Federal. O Pert-MEI será semelhante em todas as funcionalidades, devendo ser acessado pelo “Simei”.

I – Na página principal do Portal do SN, acessar a aba Parcelamento:

II – Escolher a opção “Programa Especial de Regularização Tributária – PertSN”, que poderá ser acessada por certificado digital ou código de acesso.

III – A página principal do Pert-SN possuirá as seguintes opções:
Pedido de parcelamento
Emissão de parcela
Consulta pedidos de parcelamento
Desistência do parcelamento

IV – Escolhendo a opção “Pedido de Parcelamento” o sistema apresentará:
A mensagem de alerta, que aparece antes da negociação, ressalta a necessidade de desistência prévia de parcelamentos anteriores bem como de eventuais recursos administrativos e/ou judiciais para inclusão dos respectivos débitos no PertSN.

Se não houver débitos em situação a ser parcelada, o sistema apresenta a tela, caso o contribuinte discorde dessa informação, deve dirigir-se à unidade de atendimento da Receita Federal de sua jurisdição.

Havendo débitos em situação parcelável, o sistema apresentará todos os débitos com os valores originais e atualizados para o mês corrente.

Da mesma forma, apresentará ao contribuinte o valor da entrada (5% da dívida consolidada) e o valor da dívida consolidada após a apropriação do valor da entrada e antes da das reduções previstas na Lei Complementar nº 162, de 2018.

Em seguida, mostrará as opções de pagamento do saldo em parcela única ou de parcelamento em até 145 ou até 175 meses para escolha do contribuinte.

Escolhendo uma das opções, o sistema retornará a tela para que o contribuinte confira atentamente os detalhes do pedido e conclua (ou retorne para retificação).

Concluindo, a tela seguinte apresentará o recibo da negociação e possibilitará ao contribuinte a emissão do DAS para pagamento da entrada e do recibo da negociação.

Após o cadastramento do pedido, as demais opções do menu principal estarão aptas para utilização:
Emissão de Parcelas: o contribuinte poderá emitir as parcelas já disponíveis do parcelamento de acordo com o estabelecido na legislação;

Consulta Pedidos de Parcelamento: contribuinte pode acompanhar a situação do pedido do PertSN. Nessa funcionalidade também estará disponível o recibo de negociação para reimpressão;

Desistência do Parcelamento: caso o contribuinte necessite desistir da negociação, poderá fazê-la pela aplicação abaixo. Importante destacar que eventual desistência deve ocorrer antes do pagamento do valor da entrada da primeira negociação, pois o pagamento não poderá ser aproveitado em novo parcelamento.

Caso o parcelamento anterior também inclua débitos posteriores a 11/2017, a empresa poderá solicitar um novo parcelamento convencional para esses débitos restantes. Os procedimentos devem ser realizados na ordem a seguir:

1º - Desistência do(s) parcelamento(s) anterior(es) (convencional e/ou especial);

2º - Adesão ao Pert;

3º - Solicitação de parcelamento convencional.

A desistência dos parcelamentos anteriores (parcelamento convencional ou parcelamento especial) é realizada nos aplicativos correspondentes a esses parcelamentos.
Para alguns casais, as responsabilidades da vida a dois vão além de cuidar da casa e da rotina. Empreender junto ao parceiro é um desafio e, para que a união da vida profissional e da pessoal não se torne um problema, é preciso saber administrar e entender as diferenças de cada um dos lados.



Apesar das dificuldades, existente na maioria dos empreendimentos familiares, o amor e a harmonia de um relacionamento, quando refletidos na gestão de um novo negócio, podem gerar ótimos resultados. Para apoiar aqueles que estão pensando em dar início a um negócio com o parceiro, separamos algumas dicas que podem fazer toda a diferença. 

Sonhem juntos
A vida em casal começa quando duas pessoas juntam seus sonhos e metas para o futuro. Logo, assim que a decisão de começar um negócio é tomada, o primeiro passo é traçar, em conjunto, os planos e metas da empresa. Ambos têm que concordar com os rumos do negócio.

Quando as vontades estão alinhadas, a chance de que a gestão do negócio seja corente é maior ainda. Para isso, basta que exista uma relação de cumplicidade, confiança e entrega mútua. É fundamental ter paciência e manter sempre o diálogo aberto, para que o sonho não se transforme em pesadelo.

Perseverança e união foram as palavras que renderam o sucesso da empresa Eventbrite, fundada em 2006 pelo casal americano Julia e Kevin Harz. No início, quando ainda eram recém-noivados, Julia relutou com a ideia de começar um negócio com seu companheiro, pensando na dificuldade de conciliar a nova vida – os dois haviam acabado de decidir morar juntos – com a abertura de uma empresa.

Entretanto, a perseverança e positividade de Kevin fizeram a noiva mudar de ideia e, atualmente, a Eventbrite conta com cerca de 200 empregados, já registrou mais de US$ 1 bilhão em vendas brutas de ingressos e define-se como a maior plataforma de gerenciamento de eventos e vendas de ingressos.

Empreender em casal pode dar certo: a Eventbrite cresceu rápido, conquistou espaço no mercado e já vendeu mais de US$ 1 bilhão em ingressos.

Saiba dividir as tarefas

Essa lição precisa ser aplicada em qualquer tipo de empreendimento e, em negócio a dois, não poderia ser diferente. Mas, diferente dos demais tipos de sociedade, o casal conhece muito bem um ao outro, conhecendo suas preferências e habilidades.

Para abrir um negócio em casal é preciso ter muito equilíbrio para acabar não se frustrando. Aprenda a conciliar tudo isso de acordo com o que cada um prefere fazer, mas seja sempre flexível: nem sempre dá pra fazer tudo exatamente do jeito que desejamos, e é preciso ser mais maleável.

A divisão de tarefas da empresa não deve se espelhar na divisão de tarefas domésticas que, muitas vezes, é desigual e baseada em padrões de gênero. A não ser que seja definido, por ambas as partes, adotar uma hierarquia diferente, as opiniões dos dois lados do casal precisam ter o mesmo peso na hora de tomar grandes decisões. É extremamente importante, para os homens, perder o medo da impotência pelo papel da mulher na gestão do negócio.

Por isso, assim como deve ser no relacionamento, é preciso saber lidar com o fato de que seu parceiro tem opiniões diferentes. Um segundo ponto de vista pode ajudar a enxergar outros aspectos de uma situação e levar a uma tomada de decisão mais assertiva.

Casamento x Empresa

Na hora de as duas coisas é importante entender que, na maioria das vezes, um clima ruim no escritório pode ser relevado pelo casal ao chegar em casa, mas é mais difícil fazer o mesmo quando o contrário acontece. Quando a vida profissional e a pessoal convergem, o tempo reservado à vida particular do casal pode ser invadido, constantemente, pelas tarefas da empresa, mas o relacionamento fora do escritório deve ser prioridade.

Momentos de tensão são invitáveis e saber manter a calma é essencial. É muito mais fácil que as divergências, que em casa não eram percebidas, apareçam na hora de gerir um negócio e, por isso, lembre-se que o diálogo é necessário para que essas diferenças não estraguem o clima também fora de expediente.

Um exemplo disso foi a união das vidas profissionais de Luiz Fernando e Simone Amaral que, em 2004, resolveram abrir o Centro de Formação de Terapia Corporal, em Niterói. Desde o começo os dois tomam grandes decisões juntos, mas têm funções bem estabelecidas: ela cuida da administração e da produção de eventos, enquanto ele coordena questões pedagógicas do espaço e assume as tarefas domésticas.

Em entrevista para o jornal O Globo, o casal de terapeuta disse que para um casamento ser duradouro, é preciso cooperação. Para Luiz Fernando e Simone, os maiores conflitos são relacionados à competição: “briga-se muito sobre quem faz mais. Enquanto um acha que trabalha mais e é sobrecarregado; o outro se sente menosprezado. Normalmente, eles não percebem essa competição”

Assim como os relacionamentos, não existem sociedades 100% perfeitas. É necessário aprender a lidar com os problemas, sempre se colocando no lugar do parceiro, dividir responsabilidades significa, também dividir a culpa por coisas que podem vir a dar errado e, principalmente, dividir a alegria do sucesso.

O Dia dos Namorados está chegando e, depois de aprender um pouco sobre como o amor e os negócios pode dar certo, pode ser hora de perguntar ao seu parceiro: quer empreender comigo?
O Índice Sebrae de Desenvolvimento Econômico Local – ISDEL sintetiza indicadores de fontes oficiais relacionados às 5 dimensões da abordagem de Desenvolvimento Econômico Local do SEBRAE MG. Sendo elas: Capital Empreendedor, Tecido Empresarial, Governança para o Desenvolvimento, Organização Produtiva e Inserção Competitiva.



O Município de Nilópolis ocupa a 20 ª posição no Ranking do Rio de Janeiro e a 543ª posição no Ranking Brasil.

​A partir do cruzamento de 30 indicadores de fontes oficiais o ISDEL posiciona os Municípios numa escala que varia de 0 até 1. Quanto maior o resultado do Índice, maiores são as condições para o crescimento econômico e social.



O Sebrae acredita que o desenvolvimento passa pelos pequenos negócios e ele é muito mais do que geração de riquezas. Para compor o Índice, estudamos indicadores que vão desde os Sociais mais básicos como Renda, Educação e Saúde até Indicadores mais complexos como Valor Agregado das atividades econômicas que existem no Município.

​A grande vantagem do Indicador é que ele permite comparar Municípios que tem portes semelhantes e graus de desenvolvimento diferentes para ver onde que estão as oportunidades e as fragilidades em relação aos fatores de Desenvolvimento e assim gerar Políticas Públicas que são mais objetivas e mais eficientes.




OBJETIVO DO ISDEL

permitir a todos os Gestores Públicos e Agentes de Desenvolvimento que olhem para seu território e identifiquem com clareza onde devem ser concentrados os principais esforços para que se faça um Desenvolvimento Social inclusivo, Econômico e Sustentável com uma visão de futuro positivo.
Mais de 68% dos empresários de pequenos negócios acreditam que as vendas de Natal serão melhores ou iguais ao ano passado. As melhores expectativas estão na área do Comércio, seguido do setor de Serviços, segundo pesquisa sobre vendas e contratações para o final de ano, realizada pelo Sebrae entre os meses de agosto e outubro. 

O levantamento, que ouviu mais de 5,8 mil empreendedores, apontou que quase 20% dos entrevistados pretendem reforçar o quadro de funcionários, com a contratação de temporários para o período que antecede os festejos natalinos.



Para 30% dos entrevistados as vendas de Natal de 2018 serão melhores que as vendas de 2017. Já 38% acreditam que serão iguais em comparação ao ano passado, enquanto 26,7% estão pessimistas. 

As melhores expectativas estão entre os Microempreendedores Individuais (MEI), segmento onde 35% creem na melhoria das vendas e 38% avaliam que serão iguais ao Natal passado e 24% responderam que irá piorar. Em seguida estão as Micro e Pequenas Empresas (ME), onde 43% acham que venderão igual a 2017 e 27% avaliam que haverá uma melhora, considerando ainda que 26% dos entrevistados não estão otimistas. 

Entre as Empresas de Pequeno Porte (EPP), 61% esperam uma melhoria ou que suas vendas se manterão iguais ao ano passado, mas 32% acham que serão piores.

O Comércio é o segmento mais otimista com a perspectiva de melhoria nas vendas. A pesquisa apontou que 33% acham que 2018 será melhor que 2017, enquanto que 38% avaliam que será igual ao ano passado, e 25% acreditam em uma piora. 

No setor de Serviços os números são praticamente semelhantes, mas na Indústria, os que acham que não haverá mudanças nos negócios em relação a 2017, são 38%, e os que creem em melhora ou piora somam 28%, cada. Os mais otimistas estão nas regiões Norte e Nordeste, com 37% e 33%, respectivamente. Os pessimistas são do Sudeste, Sul e Centro-Oeste, que totalizam 30% em cada região. 



Contratações

As Empresas de Pequeno Porte 15% pretendem contratar de dois a 10 funcionários temporários, conforme a pesquisa. Mas 80,1% dos empresários tanto de EEP, ME e os MEI responderam que não vão fazê-lo, isso nos segmentos do Comércio, Indústria e Serviços e praticamente em todas as regiões do país. 

Somente no Norte e Centro-Oeste os percentuais de empresários que não pretendem recrutar empregados no período natalino são inferiores a 80%, ficando em 75% e 79% respectivamente. Foi no Sul e Sudeste onde os índices foram maiores, com 84%.

Ainda segundo o estudo do Sebrae, mais de metade dos empresários (52,2%) têm encontrado dificuldade em contratar mão de obra qualificada, enquanto 25,8% não tiveram esse problema. Isso acontece principalmente nas EPP (63%), seguido pelas ME (57%) e, por último, os MEI (40%). O principal segmento prejudicado com a falta de qualificação é a Indústria (55%), tendo na sequência Serviços (53%) e Comércio (50%). A situação acontece praticamente em todas as regiões do país, mas é mais acentuada no Nordeste (55%) e Centro-Oeste (53%) e menor no Sudeste (49%).

Principais números da pesquisa 

• Mais de 68% acreditam que as vendas irão melhorar ou que serão iguais a 2017
• Cerca de 26% acreditam que irão piorar em relação ao ano passado
• 38% do Comércio, Indústria e Serviços acreditam que manterão as vendas de 2017
• Mais de 80% dos entrevistados não pretendem fazer contratações temporárias neste final de ano
• 52,2% dos empresários encontram dificuldade em contratar mão de obra qualificada
• Expectativas de vendas estão melhores no Norte (37%) e Nordeste (33%)
Atualmente, os negros formam o maior contingente de empreendedores no Brasil, segundo pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada pelo Sebrae em 2017. O grupo representa 38,8% dos pequenos negócios no país, contra 32,9% dos brancos e lidera também, tanto no ranking dos empresários já estabelecidos, como iniciantes.



A pesquisa revelou ainda que os empreendedores negros têm maior proporção de jovens (43% têm até 34 anos, contra 39% entre brancos). Porém, na comparação salarial, os negros continuam ganhando menos e têm escolaridade inferior aos brancos.



Outros números

• 33% dos brancos e 26% dos negros tem ao menos 1 empregado atualmente;
• 46% dos brancos e 36% dos negros esperam criar algum emprego nos próximos 5 anos;
• 47% dos brancos e 55% dos negros faturam até R$12 mil/ano. Além de que 9% dos brancos ainda não faturou, enquanto que 14% da cor negra ainda não faturou.
Evento discute sobre empreendedorismo e marketing digital na Baixada

Para comemorar o aniversário de um ano de atividades, o espaço de inovação e empreendedorismo Colaboração.Space irá realizar um dia de atividades sobre empreendedorismo e a segunda edição do BXD Digital Marketing, dia 10 de novembro. Além de discutir a importância do marketing tradicional e digital, a proposta é fomentar o empreendedorismo com debates e palestras. Para participar, basta se inscrever pelo site e levar 2 quilos de alimentos não perecíveis que serão doados para entidade carente.

Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas) e do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell).Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas), do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell), do TIRio (Sindicato das empresas de informática), Riosoft (Associação das empresas de software do RJ) e Rioinfo, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Objetivo
Segundo Juan Medeiros, fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, o objetivo é criar um momento oportuno para o de intercâmbio de ideias e experiências de profissionais e estudantes para colocar a região em evidência no setor de empreendedorismo.

- Queremos fazer com que a Baixada Fluminense possa se desenvolver melhor economicamente por meio da criação de espaços de discussão tanto de estratégias de sucessos como de ideias que no futuro possam ser postas em prática por empreendedores dessas regiões - ressalta.
Doação
Todo o material arrecadado na entrada será doado à Instituição Expressão Cultural, que cuida de 50 crianças menores que são filhos de ex-catadores do antigo lixão de Gramacho dando estudo e alimentação.

Serviço:
Aniversário Colaboração.Space
Local: Colaboração.Space
Endereço: Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis

Inscrição no link http://bit.ly/1anoColaboracaoSpace

Programação:
10h - Abertura e apresentação do BXD Digital Marketing
10h15 - Dinâmica de apresentação dos participantes
10h30 - "Posicionamento e confiança. A importância do valor no mercado B2B" com Eduardo Dantas, Fundador da Waah!
11h30 - "Como o LinkedIn pode alavancar seus negócios", com Lucas Gomes, Fundador do Ondaskim
12h30 - Coffee Break
13h00 - Roda de conversa com empreendedores: "A força do empreendedorismo e como ele pode mudar a realidade da Baixada Fluminense"
  • Amanda Elói
  • Felipe Ribbe
  • Eduardo Nascimento
  • Juan Medeiros
14h30 - "Aspectos jurídicos para startups", com Dr° Flávio Souza
15h - "Construindo relações duradouras", com Paulo Gastín, Ex-Executivo IBM
16h - "Mundos contemporâneos demandam ações pós contemporâneas", com Luiz Eduardo Campino, Gerente Regional FIRJAN
17h - Debate Sebrae RJ
17h30 - Roda de conversa com empresários "Construindo oportunidades para a economia da Baixada Fluminense"
  • Juan Medeiros - Diretor Executivo do Colaboração.Space
  • Arthur Montenegro - Diretor de Relacionamento do Colaboração.Space
  • Sebrae
  • Firjan
  • Bruna Lima - Gerente de território da Philip Morris
  • Convidados surpresa
18h30 - Happy hour com buffet, degustação de cerveja artesanal e música ao vivo com Dom Wagner Costa, tocando pop rock.
20:30 - Encerramento do evento.

Por: 
Tiberius Drumond, Drumond Assessoria e Comunicação
imprensa@colaboracao.space
Tanto crianças quanto jovens e adultos são estimulados a terem contato com novas aprendizagens por meio da educação empreendedora. 

O Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), do Sebrae, jovens de seis a 14 anos têm contato com iniciativas que dão prioridade à autonomia do aluno e favorecerem o desenvolvimento de atributos e atitudes para a gestão da própria vida. O projeto está presente em escolas de todo o país e, em 2017, impactou 558 mil estudantes. 



É nesse ambiente que novas perspectivas são apresentadas aos jovens, que precisam construir o futuro com base na inovação e na capacidade de colocar em prática suas próprias ideias.

“A educação empreendedora é transformadora, incentiva a quebra de paradigmas e o desenvolvimento de diversas habilidades. Já nos primeiros anos de vida, o conhecimento é fundamental para fortalecer o espírito de coletividade. Nesse processo, a sala de aula se torna um importante aliado ao permitir que crianças e adolescentes tenham contato desde cedo com a cultura do empreendedorismo”, explica a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. 

Segundo ela, a parceria com as instituições de ensino e governos estaduais e municipais fortalecem a educação empreendedora e abre novas possibilidades de formar cidadãos conectados com o empreendedorismo que transforma.

Com a proposta pedagógica do JEPP, cada ano do ensino fundamental recebe atividades lúdicas que envolvem uma determinada temática. No 1º ano, por exemplo, é abordado “O mundo das ervas aromáticas”, enquanto no 8º ano “Empreendedorismo social”. O ambiente sensibiliza os estudantes a assumirem riscos calculados, tomarem decisões e a terem um olhar observador para que possam identificar oportunidades de inovações, mesmo em situações desafiadoras.



Professores empreendedores

Para transmitir o conhecimento, professores das instituições de ensino também são capacitados pelo Sebrae. Em 2017, 38.805 docentes participaram. A Escola Floresta Azul, localizada em São Paulo, é uma das instituições que adotou, há dois anos, a parceria com o Sebrae. Mylena Alves, professora do 2º ano do ensino fundamental, foi capacitada pelo projeto e aborda o curso “Temperos naturais” com a turma, que tem a média de idade de oito anos. 

Ao longo dos meses, eles cultivam uma horta com manjericão, hortelã, entre outras plantas e, ao final do ano letivo, realizam uma feira para venderem os produtos. O valor arrecadado é dividido entre os estudantes.

“O empreendedorismo está no nosso dia a dia, mas a forma que o Sebrae trabalha foi uma novidade para mim e a capacitação foi fundamental. Os alunos participam de todo o processo ativamente: ensinamos que tudo tem um custo, calculamos o valor que devemos cobrar para lucrar na feira e colocamos no papel a rentabilidade que alcançamos”, explica Mylena. 

Em casa, os pais falam que os filhos querem participar das compras e entender a dinâmica das finanças. “Por isso, é importante trabalhar com a criança, ela leva esse conhecimento para o lar”.



O empreendedorismo está impregnado na rotina do brasileiro. Em 2017, o Brasil registrou uma taxa empreendedora de 36,4%, de acordo com dados da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Isso significa que, no ano passado, quase 50 milhões de brasileiros já empreendiam ou realizaram alguma ação visando a criação de um negócio em um futuro próximo. Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas - considerando os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte. Esses números reforçam o papel que o empreendedorismo tem na vida dos brasileiros, tanto para aqueles que pensam em abrir o próprio negócio para realizar um projeto de vida, quanto para os que se viram forçados a seguir este caminho por necessidade.

O Sebrae vem monitorando o comportamento do mercado ao longo dos anos e já identificou que o cenário de crise econômica que o país tem atravessado estimula a abertura de empresas principalmente nas atividades de manutenção e reparação de bens duráveis. Além disso, mesmo em um contexto recessivo, abrir um pequeno negócio para o atendimento de necessidades básicas da população, como vestuário e alimentos, continua sendo uma alternativa promissora. “Temos percebido um aumento na preocupação com a aquisição de produtos e serviços de melhor qualidade e de serviços associados às mudanças de longo prazo da sociedade, em especial, nas áreas de saúde - devido ao público consumidor que está envelhecendo, bem como de educação e informática. Também notamos o expressivo crescimento das chamadas startups, que estão oferecendo soluções inovadoras tanto para antigas como para as novas demandas do consumidor”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Segundo ele, a força dos pequenos negócios na geração de emprego e renda está mais que comprovada a partir dos dados mensais gerados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Por isso, ressalta, é importante continuar aprimorando o ambiente de negócios e os marcos legais voltados para as pequenas empresas de modo a estimular a criação de novos empreendimentos.

Negócios Promissores

A Wild Closet é uma startup do ramo de vestuário, atenta às novas tendências do consumo sustentável e consciente. A empresa consiste em um clube de assinatura fashion, focado na conscientização da economia colaborativa e com o objetivo de aumentar ao máximo a vida útil das roupas, evitando o descarte e o consumo excessivo de recursos naturais para a produção. A startup disponibiliza um closet compartilhado com roupas e acessórios, que funciona como um aluguel. Ao escolherem um dos pacotes, as interessadas têm acesso ao acervo, retiram as peças e podem ficar por até sete dias. Para Natália Desidério, sócia e proprietária, o papel do Sebrae foi fundamental para dar apoio e agregar conhecimento para o seu empreendimento, sua primeira empresa, criada em novembro de 2017.

Simples Nacional

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. O modelo de tributação garante aos pequenos negócios o tratamento diferenciado previsto na Constituição. Além da unificação dos tributos, o sistema destaca-se ainda como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte. Para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Fonte: Sebrae Nacional
Os pequenos negócios têm sido fundamentais, em 2018, para a manutenção do nível de emprego e para a estabilização da economia brasileira. Mesmo com todas as dificuldades, as micro e pequenas empresas (MPE) são as principais responsáveis pela geração de vagas de trabalho formais e devem fechar o ano com um saldo de 600 mil trabalhadores contratados.



Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae, a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas (considerando os microempreendedores individuais, as micro e as pequenas empresas). 

Atualmente, cerca de 98,5% das empresas brasileiras estão nesse segmento, e representam uma importante janela de oportunidade principalmente para os jovens que buscam o primeiro emprego e as empreendedoras, que tentam na atividade empresarial uma forma de compatibilizar as tarefas da casa com as demandas profissionais.

Em 2017, dos 1,4 milhão de brasileiros que conquistaram o primeiro emprego, 755 mil (55%) usaram as micro e pequenas empresas como porta de entrada. E mais uma vez, as mulheres lideraram o preenchimento de vagas, principalmente no Comércio e Serviços, que respondem à 75% dos postos de trabalho criados para quem está entrando no mercado de trabalho. No que diz respeito à atividade do empreendedorismo, o público com idade entre de 18 e 24 anos, já soma 20,3% das pessoas envolvidas na abertura de uma empresa. “Quero montar um negócio de alimentação e fui buscar orientações para isso”, explicou Talita Louzeiro, de 22 anos, que buscou a Feira do Empreendedor do Sebrae, em Belém, para abrir seu empreendimento.



Hoje, as mulheres estão em pé de igualdade aos homens quando se trata da criação de novos empreendimentos. São 23,9 milhões de mulheres que decidiram abrir seu próprio negócio, contra 25,4 milhões de empresários do sexo masculino, entre as micro e pequenas empresas. Graduada em Naturalogia, a empresária Leissa Nunes juntou o útil ao agradável, ao abrir uma clínica de terapias naturais em São José dos Campos (SP). “Trabalhava em outro lugar, mas decidi abrir meu próprio negócio e até já contratei outros profissionais”, conta a empreendedora.

“São as micro e pequenas empresas que estão carregando o país nas costas na última década. Por isso, é fundamental assegurarmos que o Simples Nacional não sofra qualquer revés nos próximos anos, deixando desprotegidos milhões de empreendedores”, alerta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. 

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, previsto na Constituição, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. A alíquota é diferenciada conforme o faturamento. Esse regime deu fôlego a milhões de empreendedores de diversos setores. Desde 2007, mais segmentos foram incorporados à lista de empresas autorizadas a aderir ao regime simplificado de tributação. Além da unificação dos tributos, o Simples destaca-se como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte.

Nesta sexta-feira (5) o país celebra o Dia da Micro e Pequena Empresa, em comemoração à aprovação do Estatuto da MPE, por meio da Lei No 9.841, de 1999.




O Colaboração.Space tem como propósito fomentar oportunidades para empreendedores de regiões periféricas e dar acesso à educação empreendedora de qualidade, convergindo ferramentas e metodologias de startups para as universidades.

Entendemos que a conexão do mercado de empreendedorismo com as universidades é uma excelente oportunidade para o desenvolvimento econômico local.

Sentimo-nos honrados e privilegiados por patrocinar o evento e ceder 1 mês de uso livre do coworking para o vencedor do desafio e uma semana de mentoria com o nosso fundador Juan Medeiros





O CEU - Ciclo Empreendedor Universitário tem como principal objetivo mostrar a importância do ecossistema empreendedor acadêmico para o mercado, reunindo em um dia de evento empresas juniores, startups, incubadoras, laboratórios de fomentos, investidores, gestores públicos...

Ou seja, diversas organizações que representam o empreendedorismo existente na Universidade que o mercado e diversas pessoas desconhecem.

Acima de tudo os idealizadores querem transformar o meio acadêmico, mostrando que sem educação não conseguimos chegar a lugar algum. O evento trará expositores e palestrantes sensacionais que também acreditam no empreendedorismo e na educação.

Não fique de fora desse grande evento. Inscreva-se aqui - https://www.sympla.com.br/cicloeubr
Evento será das 9 horas às 19 horas - GRATUITO



Em 2015 o fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, Juan Medeiros, submeteu as informações de uma de suas startups construídas no programa Shell Iniciativa Jovem, e o feito se repetiu em 2018.



O Shell Iniciativa Jovem, vem sendo desenvolvido desde 2001 na cidade do Rio de Janeiro. E procura jovens entre 20 e 34 anos que residam no Rio de Janeiro, com no mínimo ensino médio completo e que tenham mentalidade e comportamento empreendedor.

É oferecido um programa de aceleração gratuito, que conta com um time de voluntários, parceiros e mentores experientes, para que você fique focado em potencializar o seu negócio.



O programa recebeu a chancela da UNESCO e em 2018 foram eleitos o 1° lugar como melhor agente de suporte ao empreendedorismo do Brasil e o 3° do mundo pelo UBI Index, instituição de pesquisa da Suécia que avalia e reúne as melhores incubadoras do mundo e que a cada 2 anos premia as mais bem colocadas do ranking.

Este ano após passar por todo o processo de auditoria o Colaboração.Space recebeu o selo de empreendimento sustentável se tornando o primeiro coworking do Brasil a receber o selo do programa.



As inscrições para o Shell Iniciativa Jovem 2019 (CLIQUE AGORA PARA INSCREVER) estão abertas, não percam esta oportunidade.


Está chegando o Rio Info, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Em sua décima sexta edição consecutiva desde 2003, o Rio Info é o principal evento dedicado à Tecnologia da Informação (TI) realizado anualmente no Estado do Rio de Janeiro e um dos principais do país. Reúne empresários, acadêmicos e profissionais que buscam novas oportunidades de mercado e realizam negócios. É um espaço para apresentação de novas ideias e troca de experiências.
Pela sua realização anual, qualidade da programação e dos participantes, o evento tornou-se referência no contexto da Tecnologia da Informação no Brasil, onde especialistas e empresários, nacionais e internacionais, apresentam em seminários e workshops o estado da arte da TI, considerando a sua evolução, perspectivas e demandas específicas.
Em razão de seu sucesso, o Rio Info tornou-se uma excelente vitrine para a exposição e o reconhecimento institucional e comercial das empresas de TI, com foco na apresentação das inovações tecnológicas e no debate sobre o futuro do setor. No campo dos negócios, é um espaço privilegiado para a troca de experiências e informações. Por meio da rodada de negócios, favorece o estabelecimento de parcerias entre empresas nacionais e estrangeiras, abrindo novas oportunidades de mercado.

O evento acontecerá nos dias 24 e 25 de Setembro no Centro de Convenções SulAmérica, na Cidade Nova.
Através do apoio institucional do Colaboração.Space, uma empresa do nosso grupo, os nossos clientes, alunos, mentorados, e parceiros terão acesso livre e gratuito com código de acesso.
O que esperar do Rio Info?
* Oportunidades de negócios
* Networking
* Salão de inovação (com pitch e demoday de startups)
* Sessões de negócios
* Rodízio de negócios
* Conferências
* Prêmios incríveis
* Histórias inspiradoras
* Café Majestic
* Beer Tech
🚀

Solicite seu código em: http://bit.ly/SpaceNoRioInfo e se inscreva em www.rioinfo.com.br selecionando a opção "Cortesia" no formulário do site.

Colaboração.Space

O Colaboração.Space* é um espaço de coworking localizado em Nilópolis fundado por um empreendedor natural da Ilha do Governador. “Tinha uma vontade de impactar o maior número de pessoas com educação empreendedora, e dar oportunidades de negócios aos pequenos empreendedores, pesquisei que Nilópolis possui o melhor IDH da Baixada ocupando o 9° lugar do RJ. Além de uma economia tradicional altamente impactante e de demanda reprimida para inovação e empreendedorismo”, explica Juan Medeiros.


O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho* de empreendedores da região além de realizar eventos, aulas onlines e presenciais sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Um dos objetivos do Colaboração.Space é desenvolver no próximo semestre o maior evento de cidades inteligentes da Baixada Fluminense. E até o começo de 2019 inaugurar o primeiro Centro de Inovação e Tecnologia da Baixada Fluminense com patrocínios de grandes instituições privadas. Os planos não param, Juan pretende até 2021 ser o maior hub de inovação e tecnologia para empreendedores de regiões periféricas se tornando a maior referencia a nível nacional.
O Coworking Day é celebrado mundialmente por milhares de coworkings espalhados pelo mundo para comemorar de diversas maneiras a criação de Brad Neuberg, que em 9 de agosto de 2005 juntou alguns amigos para trabalhar em em uma casa e sair do “home-office”, criando o termo/conceito de “coworking space”.



O Coworking Day Brasil surgiu quando alguns founders decidiram fazer algo mais para a comunidade de coworking e organizaram o primeiro evento que tinha como objetivo reunir e divulgar os espaços e o conceito de coworking do país. Em 2013 e 2014 as adesões de espaços inscritos foi aumentando, alcançando cobertura nacional e destaque nos principais meios de comunicação do eixo RJ e SP.

Em 2016, o evento chegou na marca de mais de 150 espaços cadastrados e 350 coworkers inscritos em todo o Brasil, um crescimento de mídia espontânea nacional e internacional, a pronto do próprio Brad Neuberg enviar um depoimento em vídeo considerando como o maior evento de Coworking Day no mundo. A cada ano o número de espaços e coworkers participantes vem se superando.

Em 2017 superamos os 300 espaços cadastrados e esperamos atingir nossa meta de 400 espaços e 1000 coworkers usufruindo deste evento nacional.



Após muito planejamento e feedbacks, estamos voltando à nossa tradicional maneira de fazer os agendamentos, de maneira mais humana e que sempre gerou confiança em nosso evento, com pessoas dedicadas a fazer o melhor para este evento internacional.

Em 2018 o Coworking Day não terá nenhum tema, pois somos mais de 1.000 espaços em todo o Brasil. Devido à isto cada coworking estará livre para ter o seu próprio tema, aliás, como deve ser, onde um grande compartilhamento de culturas e temas que fará este dia tão especial para todos. Incentivamos os espaços de coworking a elaborar ações para comemorar o Coworking Day e também abrir discussões baseadas na sua cultura, vivência ou dinâmica.

Colaboração.Space

O Colaboração.Space* é um espaço de coworking localizado em Nilópolis fundado por um empreendedor natural da Ilha do Governador. “Tinha uma vontade de impactar o maior número de pessoas com educação empreendedora, e dar oportunidades de negócios aos pequenos empreendedores, pesquisei que Nilópolis possui o melhor IDH da Baixada ocupando o 9° lugar do RJ. Além de uma economia tradicional altamente impactante e de demanda reprimida para inovação e empreendedorismo”, explica Juan Medeiros.

Nilópolis, no Rio de Janeiro, é a sede do Colaboração.Space

O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho* de empreendedores da região além de realizar eventos, aulas onlines e presenciais sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Um dos objetivos do Colaboração.Space é desenvolver no próximo semestre o maior evento de cidades inteligentes da Baixada Fluminense. E até o começo de 2019 inaugurar o primeiro Centro de Inovação e Tecnologia da Baixada Fluminense com patrocínios de grandes instituições privadas. Os planos não param, Juan pretende até 2021 ser o maior hub de inovação e tecnologia para empreendedores de regiões periféricas se tornando a maior referencia a nível nacional.
Os principais atores do mercado de startups no Brasil estão satisfeitos com o crescimento do setor, mas ainda se queixam da falta de políticas públicas que favoreçam o ambiente brasileiro de negócios e empreendedorismo no país.



Apesar de ter subido algumas posições no ranking mundial de inovação, o Brasil ainda figura nas piores posições quando se considera o ambiente para fazer negócios e atrair investimentos.

“Se pegarmos o Doing Business [Fazendo Negócios, publicação] do Banco Mundial, entre 170 países, o Brasil está lá pelo 120º [lugar], está muito mal. Está entre os países onde mais se gasta tempo para recolher, calcular e pagar impostos e para abrir empresas. O tempo é muito longo", diz Felipe Matos, que integra o Dínamo, movimento de articulação por políticas públicas para startups no Brasil. Segundo Matos, a legislação brasileira dificulta o recebimento de investimentos por startups.Isso vale tanto para investidores anjos e investidores privados, ressalta.

Matos, que já atuou na coordenação do programa federal Startup Brasil, destaca ainda que a legislação trabalhista e fiscal do país apresenta risco jurídico que desestimula a atração de potenciais investidores em negócios de inovação e tecnologia. 

"O que se vê na maior parte dos países é o contrário: ter incentivos para investimento em startups, inclusive com descontos no Imposto de Renda para investidores e uma série de apoios. Aqui, não temos apoio, mas existe, em contrapartida, uma visão muito ruim do sócio pela legislação. Quando se vai, por exemplo, fechar uma empresa, a legislação brasileira trata o empreendedor como um fraudador em potencial”, completa.

"Vale da morte"
Segundo Matos, devido ao alto risco inerente a este tipo de negócio, a taxa de mortalidade das startups ainda é muito alta, em torno de 80%, o que torna comum o fenômeno de fechamento de várias empresas que caem no chamado “Vale da morte”. Para facilitar e agilizar o processo de abertura e fechamento de empresas, o setor quer a modernização do marco legal relacionado aos pequenos empreendimentos.

“Tem uma série de restrições na legislação que acabam tornando mais difícil, burocrático, lento, caro e complicado o processo de abertura e fechamento de empresas de uma forma geral. E quando se trata de startups, geralmente os empreendedores já fizeram alguns negócios que deram errado até que deem certo. Então, essa dinâmica funciona mal no Brasil em função das dificuldades do nosso ambiente regulatório”, acrescenta Matos.

Para Eric Santos, conselheiro do Instituto Endeavor, que trabalha por políticas públicas favoráveis aos empreendedores, uma das principais medidas para melhorar o ambiente de negócios é a da simplificação tributária. Santos enumera as dificuldades existentes hoje: impostos diferentes – uma coisa meio atravessada, paga-se imposto sem tirar receita –, falta de incentivo para contratar porque é preciso pagar impostos exagerados em cascata. "O ISS [Imposto Sobre Serviços], por exemplo, para não pagar duas vezes, é necessário cadastro em diferentes prefeituras. E não faz sentido um empreendedor se preocupar com esse tipo de coisa”, diz Santos, que também é CEO da startup de marketing digital Resultados Digitais.

A direção do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) também defende a flexibilização do marco regulatório e menor incidência de tributos sobre o setor para que o país atraia mais investidores. A instituição pondera, no entanto, que o ambiente de negócios no Brasil vem melhorando e que a alta mortalidade das startups não decorre somente da rigidez do sistema regulatório do país, mas ao alto risco relacionado a um novo modelo de negócio inovador e uma nova tecnologia.

“Em qualquer lugar do mundo, startups passam por um processo que é natural de empresa que está lidando com um negócio disruptivo, que tem uma mortalidade mais elevada. Mas é possível também crescer, e temos atuado nisso, sobretudo no chamado 'vale da morte', quando a empresa passou da primeira fase de incubação, de capital semente e precisa de novos aportes para dar um salto. É uma fase em que muita gente não quer arriscar, quer ver se ela ganha mais musculatura, se conquista mercado, desenvolve um pouco mais a tecnologia. É nesse campo que precisamos trazer mais atores para tirar as empresas que têm condições de atravessar o vale, crescerem e se tornarem, quem sabe, unicórnios globais”, diz o diretor de Administração e Finanças e presidente em exercício do Sebrae, Vinícius Lages.



O secretário de inovação e negócios do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Rafael Moreira, reconheceu as dificuldades do setor e disse à que o governo tem algumas medidas de desburocratização, como o projeto Bem Mais Simples, que pode permitir um processo simplificado de fechamento dos negócios. Ele comentou também que há uma proposta de novo marco regulatório para startups em discussão no Congresso Nacional. Entre as mudanças estudadas, está a possibilidade de criar uma “sociedade anônima simplificada” para enquadrar as startups a fim de atrair investimentos com mais segurança jurídica.

Investimento crescente

Apesar das dificuldades, o ano de 2017 registrou no Brasil aporte recorde de investimentos de capital de risco em startups com o volume de R$ 2,2 bilhões, segundo pesquisa apresentada por Felipe Matos durante o Startup Summit, realizado em Florianópolis, nos dias 12 e 13 deste mês. O montante é 50% maior em número de investidores do que o dos anos anteriores. No entanto, 95% do dinheiro vem de fundos estrangeiros.

As startups brasileiras também têm se apoiado em novas formas de investimento para tornar o negócio mais sustentável. Nos estágios iniciais de desenvolvimento de uma empresa desse tipo, já vem se consolidando no Brasil a figura do investidor anjo, uma pessoa física ou profissional experiente que investe capital próprio e conhecimento em startups nascentes. Em 2016, o volume total de investimento anjo no país foi de R$ 851 milhões, segundo a organização Anjos do Brasil.

No mercado brasileiro também tem crescido a presença de empresas incubadoras, que oferecem condições de infraestrutura e conhecimento para startups iniciantes e as chamadas aceleradoras, que aportam recursos, financeiros ou intelectuais, para que as emergentes consolidem seu crescimento no mercado. O país tem hoje cerca de 60 aceleradoras de startups.

No ano passado, mais de 2,3 mil empresas foram incubadas em programa do Sebrae que investiu cerca de R$ 6,8 milhões em projetos para incubadoras, enquanto 2,8 mil foram graduadas, gerando mais de 37 mil empregos diretos, com faturamento anual de R$ 13,8 bilhões.

Mudanças na Lei de Informática

Outra ação que pode motivar a atração de investimentos para startups é a mudança recente na chamada Lei de Informática da Zona Franca de Manaus, um dos principais polos industriais do país. A nova lei, publicada em 12 de junho, permite que as empresas beneficiárias da legislação aportem parte dos recursos obrigatórios da área de pesquisa, desenvolvimento e inovação em fundos de investimento para capitalizar startups com sede na Amazônia Ocidental ou no Amapá.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) estima que a mudança regulatória pode mais do que dobrar o mercado de fundos de investimento e participações focados em empresas emergentes de base tecnológica. Em todo o país, o impacto chegará a mais de R$ 600 milhões de novos recursos.

“[A mudança] vai permitir que se dobre a disponibilidade de recursos existentes hoje no ecossistema de financiamento. Dessa mudança, estimamos aproximadamente R$ 150 milhões por ano de potencial de adição aos fundos de investimento, só para a região [da Zona Franca de Manaus]. E, para o resto do país, estimamos mais ou menos R$ 450 a 550 milhões”, disse o secretário de Inovação e Negócios do MDIC, Rafael Moreira.

Apoio governamental

No governo federal, entre as iniciativas públicas de fomento às startups, o MDIC desenvolveu o programa Inovativa, em parceria com o Sebrae e a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi).

Focado no processo de aceleração das startups, o programa oferece aos novos empreendedores consultoria com mais de 700 mentores voluntários, com representantes de grandes empresas como Google, Microsoft e Samsung. Desde 2013, cerca de 9,6 mil startups inscreveram-se no programa e 755 foram selecionadas para o processo de aceleração.

O MDIC também oferece, em parceria com outros ministérios e o Sebrae, o StartOut, programa de internacionalização das 15 melhores startups do país. O programa busca um mercado-alvo no exterior onde os empreendedores selecionados passam por um período de imersão e buscam investidores privados e condições para internacionalizar suas operações.

Depois da experiência em campo, aos empreendedores voltam ao Brasil onde recebem apoio para definir uma estratégia de internacionalização e se instalar efetivamente em outro país. Em maio, as startups brasileiras conheceram o ambiente de inovação de Berlim, e no segundo semestre, irão a Miami e Lisboa.

Outros projetos

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações abriga o programa Startup Brasil, um dos pioneiros no país de aceleração desse tipo de empresa. Por meio de chamadas públicas, o programa seleciona startups nascentes, que poderão receber capacitação e bolsas de pesquisa e desenvolvimento, entre outros benefícios.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou recentemente o BNDES Garagem, que destinará R$ 10 milhões para apoiar a criação e aceleração de startups neste e no próximo anos.

A Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa (Finep) também lançou nos últimos dias uma nova rodada do programa Finep Startup, que vai apoiar com até R$ 1 milhão projetos inovadores de diferentes segmentos. As propostas de startups interessadas podem ser apresentadas até 3 de agosto.

O governo federal oferece ainda programas de apoio a startups no âmbito da Secretaria Nacional da Juventude e do Ministério da Cultura, onde as empresas podem se candidatar para o programa Brasil Criativo.

Unificação dos programas

O MDIC informou que estes e outros programas de apoio às startupsdevem ser unificados em uma espécie de coalizão para facilitar o mapeamento das iniciativas beneficiadas, o estágio em que se encontram e o resultado que geram.

“Queremos fazer um anúncio em conjunto com outros ministérios de todos os programas de startups do governo federal. Em vez de ter vários programas dispersos, sem nenhuma conexão, com muitas agências envolvidas no tema, vamos criar exatamente um túnel com um cronograma único, por nível de maturidade das startups”, explicou o secretário Rafael Moreira.



Segundo Moreira, o objetivo é adotar uma metodologia única que permita uma espécie de prestação de contas da efetividade das startups que receberam apoio dos programas, bem como avaliar o impacto delas na economia do país, no percentual de empregos gerados e medir os investimentos feitos nas empresas.

Débora Brito – Repórter da Agência Brasil* Florianópolis
*A repórter participou do Startup Summit, em Florianópolis, a convite do Sebrae Nacional
Embora ainda pequena, a diferença salarial entre homens e mulheres caiu nas micro e pequenas empresas, entre 2006 e 2016. Conforme o Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, a diferença entre remuneração média real das mulheres e dos homens diminuiu. Os trabalhadores ganhavam quase 20% a mais que as trabalhadoras em 2006. Uma década depois, o percentual caiu para 16,8%.



Além disso, a participação feminina no setor também cresceu, segundo o Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, elaborado pelo Sebrae em parceria com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese). Segundo o estudo, as mulheres eram maioria entre os trabalhadores com carteira assinada no setor de Serviços, e tinham maior nível de escolaridade.

Há dois anos, as mulheres já representavam 58,4% da mão de obra com carteira assinada empregada nos pequenos negócios. As 41,6% estavam empregadas nas médias e grandes empresas. Entre os homens, essa proporção era de 51,9%.

“Embora representem menos de um terço dos empregadores, a participação de mulheres nessa categoria aumentou de 27,6%, em 2012, para 30,2%, em 2016. O percentual daquelas que trabalham explorando o seu próprio empreendimento, sem funcionários, também cresceu no mesmo período, passando de 32,6% para 33,1%. O Anuário mostra, ainda, que a maior concentração de empregos do sexo feminino nos pequenos negócios, em relação às médias e grandes empresas, está no Centro-Oeste (62,3%), seguido pelo Sul (62,2%), Norte (60,3%), Nordeste (59,2%) e Sudeste (56,1%)”, ressalta Vinicius Lages, diretor administrativo financeiro e presidente em exercício do Sebrae.

“Com a crise no País, as mulheres procuraram se mexer”, conta Léa Matos, criadora de uma rede de mulheres empreendedoras, em Pernambuco. Ela conta que decidiu trabalhar por conta própria depois do nascimento do terceiro filho. Tentou várias atividades, até se decidir pela “Léa por elas”, que reúne dezenas de mulheres que comercializam de alimentação à artesanato.

As mulheres estão dominando o setor de Serviços, principalmente em microempresas, destaca a diretora e presidente em exercício do Sebrae. Em 2016, elas somavam 53%, contra 47% dos homens. A evolução começou a partir de 2009, quando atingiram 51% dos empregos nesse setor. O percentual se inverte na área do Comércio, liderada pelo sexo masculino com 55%, contra 45% de mulheres, no período analisado.

Escolaridade 

Os empregadores, de ambos os sexos, do Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentaram maior nível de escolaridade (ensino médio completo ou superior incompleto e superior completo). Já os homens que trabalham por conta própria, em todas as regiões, possuíam em sua maioria, em 2016, o ensino fundamental incompleto, enquanto entre as mulheres prevalecia o ensino médio completo ou o superior incompleto.



O Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios revelou que a maior parte dos empregadores das regiões Norte e Nordeste possuía ensino médio completo ou superior incompleto, em 2016. Mas as mulheres dessa categoria apresentaram maior nível de escolaridade, incluindo o superior completo. No caso dos empreendedores por conta própria, a situação é semelhante no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, tanto por sexo e escolaridade.
Nos últimos três anos, os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais. Atualmente, 72% do segmento utilizam o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. É o que mostrou a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, e que identificou a informatização das micro e pequenas empresas. 



A pesquisa avaliou como o setor está envolvido no processo de mudança para a era digital, confirmando o crescimento do grau de informatização das empresas de micro e pequeno porte. O aplicativo WhatsApp e a rede social Facebook são as ferramentas mais usadas pelas MPE na divulgação de produtos e serviços. Também são aproveitadas para estreitar o relacionamento com os clientes e ampliar vendas.

De acordo com a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes, o estudo mostra como as tecnologias digitais se tornaram imprescindíveis para o empreendedor aumentar a competitividade nos negócios. “Vivemos numa era onde as pessoas passaram a adotar um comportamento cada vez mais digital. E para os pequenos negócios já é obrigatório ter uma presença nesse mundo tecnológico utilizando as ferramentas que estão na palma da mão dos clientes a todo momento”, ressalta Heloisa.

A proporção de empresas com página na internet mais do que dobrou, passando de 11% para 27% das MPE, sendo que o maior avanço ocorreu no uso das ferramentas digitais, em especial no caso do WhatsApp e do Facebook. A quantidade de empresas com perfil no Facebook passou de 37% para 40%, enquanto o WhatsApp é usado por 72% do setor para se comunicar com clientes, principalmente para disponibilizar informação de produtos ou serviços (59%), atender o cliente “on line” (59%) e fazer vendas (43%). O Facebook é usado para os mesmos fins, porém, em menor intensidade (respectivamente 37%, 24% e 17%).

Na comparação com o último estudo do Sebrae, realizado em 2015, o uso de computadores nas empresas passou de 56% para 57% no caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), de 83% para 89% nas Micro Empresas (ME) e de 94% para 97% das Empresas de Pequeno Porte (EPP). Atualmente, 73% dos MEI, 91% das ME e 99% dos empresários das EPP acessam a internet e o fazem predominantemente por meio do celular e do computador na empresa. A pesquisa realizou 6.022 entrevistas, entre abril e junho, em todo o País, por regiões, por porte e setor da empresa, por sexo, faixa etária e de escolaridade.

O Sebrae na Transformação Digital

Os dados da pesquisa mostram que as micro e pequenas empresas estão adaptando a gestão e comunicação com o cliente às inovações digitais, pautadas pela rápida e profunda mudança no comportamento das novas gerações. Atento a este universo, o Sebrae desenvolve projeto de Transformação Digital, que tem como base gerar valor para os pequenos negócios, fornecedores e parceiros, se tornando um grande hub de soluções aos empresários e potenciais empreendedores.



O sistema desenvolvido pela instituição é uma plataforma para promover agilidade, inteligência, reduzir custos, aumentar a capacidade de atendimento e de relacionamento com os donos de pequenos negócios. A proposta visa abranger e integrar os eixos de atuação estabelecidos no mapa estratégico da instituição, que são a Competitividade dos Pequenos Negócios, a Competitividade Estrutural e Sistêmica, o Estímulo ao Empreendedorismo e a Excelência na Gestão.

PRINCIPAIS NÚMEROS DA PESQUISA

• Na comparação com 2015, o uso de computadores nas empresas passou de 56% para 57% no caso dos MEI, de 83% para 89% das ME e de 94% para 97% das EPP.

• 73% dos MEI, 91% das ME e 99% dos empresários das EPP acessam a internet no negócio, predominantemente por meio do celular e do computador na empresa.

• A proporção de empresas com página na internet mais do que dobrou, passando de 11% para 27% das MPE.

• A proporção de empresas com perfil no Facebook passou de 37% para 40%.

• 72% das empresas utilizam WhatsApp para se comunicar com clientes. O aplicativo é usado para disponibilizar informação de produtos/serviços (59%), atendimento (59%) e vendas (43%).

• 51% dos entrevistados acredita que as vendas pela internet e pelas redes sociais tem maior potencial de expansão, nos próximos cinco anos, do que as vendas tradicionais.
O número de micro e pequenas empresas cresceu no Brasil nos últimos anos, mesmo com a crise iniciada em 2016. Nesse contexto, as MPE foram responsáveis por evitar uma redução ainda maior do nível de emprego do país. Essas são algumas conclusões que constam do Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, elaborado pelo Sebrae, a partir de informações do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese).



O documento revela, que no período de 2006-2016, a participação desse nicho de empresas no estoque de emprego no país cresceu de 53,5% para 54,5%. Em dez anos, houve um aumento de 1,1 milhão de pequenos negócios no Brasil, o que representa crescimento de 21,9% no número de empresas, responsáveis pela geração de mais cinco milhões de novos empregos. Em consequência, em 2016, chegou a 16,9 milhões o total de postos de trabalho nas empresas de pequeno porte.

O Anuário também mostra que o percentual de demissões nos pequenos negócios foi proporcionalmente menor do que nas médias e grandes empresas. Na crise econômica, enquanto as MPE perderam 300 mil trabalhadores, entre 2014 e 2015, e 600 mil, de 2015 para 2016, nas médias e grandes empresas essa perda foi bem maior: de 1,1 milhão e de 900 mil, respectivamente.

“A crise econômica que atingiu o país em 2015 e 2016 foi a responsável pela quebra na longa sequência de crescimento anual do número de pequenos negócios no Brasil. Desde 2006, essa elevação foi contínua, mantendo-se a taxa média de 2,4% ao ano, o que persistiu até 2015”, explica Vinicius Lages, diretor administrativo financeiro e presidente em exercício do Sebrae. Porém, ele acrescenta que “somente em 2016, 102 mil estabelecimentos deixaram de existir, reduzindo-se a 6,8 milhões o número MPE, o que configura uma queda da ordem de 1,5% no número de empreendimentos. Ainda assim, a participação relativa dos pequenos negócios no total de estabelecimentos do país se manteve em 99%, ao longo desse período”.

Remuneração 

Entre 2006 e 2016, conforme o Anuário, a remuneração média real dos trabalhadores lotados nos pequenos negócios cresceu 25,3%, enquanto a dos trabalhadores das médias e grandes corporações subiu 14,3%, levando à redução das diferenças de salários pagos por esses dois grupos de empresas.

A maior parte dos empregados está no setor de Serviços, que agrupava em 2006, 34,4% das micro e pequenas empresas, percentual elevado a 41,7% em 2016. Já a participação no Comércio caiu de 51,7% (2006) para 42,8% (2016). Mesmo assim, esse setor se manteve como a atividade com maior número de pequenos empreendedores: 2,9 milhões empresas.

O estudo revela ainda que, de 2012 a 2016, a quantidade de empreendedores por “conta própria”, categoria em que o empreendedor não contrata funcionários, registrou aumento de 9,8%. Já a elevação de empregadores foi bem mais expressiva: 19,8%. Essa categoria, que representa 16% do total de donos de negócio no país, está crescendo expressivamente na região Sul, onde estão as menores taxas de informais, e 88% das empresas legalmente constituídas.

No período de 2006 a 2016, a diferença da remuneração média real entre homens e mulheres caiu de quase 20% para 16,8%. Em 2016, havia proporcionalmente mais trabalhadores do sexo masculino nos pequenos negócios do que nas médias e grandes empresas (51,9% nos pequenos negócios contra 48,1% nas MGE), mas essa diferença ainda era maior quando se trata dos trabalhadores do sexo feminino (58,4% contra 41,6%). Embora representem menos de um terço dos empregadores, a participação de mulheres nesta categoria aumentou de 27,6%, em 2012, para 30,2%, em 2016.



O Anuário mostra que a maior parte dos empregadores das micro e pequenas empresas de todas as regiões do país, de ambos os sexos, possuía ensino médio completo ou superior incompleto, em 2016. No Nordeste e Norte, porém, as mulheres apresentavam maior nível de escolaridade (incluindo o superior completo). No caso dos “contas próprias”, o perfil também difere. A maior parte dos homens possuía, em 2016, ensino fundamental incompleto, enquanto as mulheres, em sua maior parte, tinham o ensino médio completo ou superior incompleto.
Antes de saber se sua empresa está preparada para receber e integrar estes jovens profissionais ao time de colaboradores, vamos entender o que é e como pensa este grupo.



Geração Y nada mais é que a forma como são chamadas as pessoas nascidas entre o final dos anos 80 e meados dos anos 90. Criados em tempos de grandes avanços referentes à tecnologia e em uma época de economia estável, geralmente por uma geração acometida por diversas crises e grandes taxas de desemprego, não raramente são taxados de mimados.

Mas na prática, o que significa pertencer a Geração Y?

A chamada Geração Y cresceu em meio a muita ação, estímulos de atividades variadas e tarefas múltiplas. Nascidos na era digital, democrática e de mudança na família tradicional, esses jovens estão acostumado a conseguir tudo com a rapidez e acreditam que as normas do passado não funcionam mais tão bem.

Porque ter talentos desta geração em sua empresa?

Para os millennials, como também são chamados, um ambiente de trabalho atrativo deve ter um clima tranquilo e de espontaneidade, acima até mesmo de estabilidade salarial. É possível dizer que eles pensariam duas vezes ou mais antes de aceitarem uma promoção ou recolocação que atrapalhe sua qualidade de vida.

É importante ressaltar que as pessoas que estão inclusas neste grupo não são muito preocupadas em construir uma carreira sólida em uma empresa, mas sim comprometidas com sua satisfação pessoal. Outra característica muito presente nestes profissionais é a vontade que eles sentem por obter novos conhecimentos, mesmo que possam ter dificuldade para aprender por meios tradicionais de ensino.

Colaboradores da Geração Y podem ser a chave para um alinhamento de expectativas ao lidarem com consumidores da mesma geração, ou seja, indivíduos superconectados. Sobre tudo não podemos esquecer que os millennials sempre querem ultrapassar as expectativas. Tê-los como aliados para a ampliação de um negócio é saber que eles irão trabalhar muito para que tais objetivos se superem e, consequentemente, superem seus próprio desafios.


Nem só de amor à música vivem as estrelas do rock. A profissionalização do setor fica cada vez mais evidente, e o que antes era apenas um grupo de amigos tocando para pequenas plateias tornou-se um negócio. 



Há algumas décadas, os músicos são empreendedores que têm um negócio (a música) e clientes (os fãs). 

Capa do livro


Em “Como o Rock Pode Ajudar Você A Empreender”, os jornalistas Daniel Fernandes – fascinado por negócios – e Marco Bezzi – apaixonado pelo cenário musical – mostram, por meio das histórias de grandes nomes, como Legião Urbana, Guns N’ Roses e Beatles, lições de negócios que podemos tirar do universo musical. 

Daniel Fernandes (E) e Marco Bezzi (D), autores do livro, falaram com artistas nacionais, além de especialistas em negócios e economia Foto: Helvio Romero|Estadão
Afinal, empreendedorismo, liderança e relacionamento com o cliente são palavras que também fazem parte do vocabulário das estrelas do show business.
A partir da segunda quinzena de julho, as micro e pequenas empresas deverão aderir ao eSocial, o sistema informatizado da administração pública. 



Por meio dessa iniciativa do governo federal, os empregadores passarão a comunicar, de forma unificada, as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o FGTS. 

No caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), que somam 6,8 milhões de empresários, não será necessário apresentar a certificação digital, de acordo com a Resolução CGSN nº 140/2018.

O objetivo do eSocial é simplificar a prestação de informações e reduzir a burocracia para as empresas, já que esse procedimento substituirá o preenchimento e a entrega de formulários e declarações, atualmente enviadas de forma separada a cada órgão. “A construção do eSocial para as empresas faz parte de convênio entre o Sebrae e a Receita Federal para criação de sistemas que simplifiquem a vida do empresário da micro e pequena empresa. É uma simplificação muito bem-vinda, principalmente para os donos de pequenos negócios, que na maioria das vezes cuidam sozinhos da gestão de suas empresas”, ressalta a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes.



Na prática, as empresas terão que enviar periodicamente, em meio digital, as informações para a plataforma do eSocial. O cronograma de implantação do sistema terá cinco etapas. A primeira, em julho, será composta pelo cadastro do empregador. Em setembro, será a vez do registro dos dados dos trabalhadores e seus vínculos com as empresas. Na terceira etapa, em novembro, será obrigatório o envio das folhas de pagamento. Em seguida, em janeiro de 2019, passará a valer a substituição da GFIP – guia de informações à Previdência Social. A quinta etapa será cumprida também em janeiro do ano que vem, focará nos dados de segurança e saúde do trabalhador.

Em relação aos MEI, o eSocial vai abranger somente aqueles que contratam empregados. Os Microempreendedores Individuais continuarão usando o SIMEI, o sistema de recolhimento de tributos em valores fixos mensais do Simples Nacional, voltado ao MEI para geração da guia de recolhimento relativa à sua atividade empresarial. Aliado a isso, passarão a utilizar o eSocial para o cumprimento de obrigações trabalhistas, fiscais e previdenciárias relativas ao trabalhador empregado.




Apesar da paralisação dos caminhoneiros, as micro e pequenas empresas mantiveram a expansão dos postos de trabalho no mês de maio. O saldo de 24.383 vagas foi o quinto resultado positivo consecutivo neste ano. 



De acordo com o levantamento do Sebrae com base nos dados do Caged, a geração de vagas correspondeu a 72,4% do total de empregos gerados no país, no mês passado. No período, as médias e grandes empresas responderam pela criação de 9 mil empregos (27% do total).

“É sempre animador confirmar a força da micro e pequena na economia brasileira. Mesmo com diversos setores prejudicados pelo desabastecimento, o resultado na geração de emprego em maio reforça o comportamento dos pequenos negócios, que em períodos de crise são os últimos a demitir, e ao retornar a estabilidade, são os primeiros a contratar”, avalia Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae. Ela observa também que a Sondagem Conjuntural do Sebrae já indicava a manutenção dos postos de trabalho no período.

Nos cinco primeiros meses de 2018, os pequenos negócios acumularam um saldo de 328 mil novos postos de trabalho, 65% acima do registrado no mesmo período do ano passado (198,7 mil postos). Já as médias e grandes empresas acumulam saldo de 38,8 mil empregos gerados este ano, sinalizando uma recuperação no saldo negativo verificado no mesmo período de 2017, quando mais de 136 mil postos foram fechados entre janeiro e maio.



A análise por setor destacou os pequenos negócios da Agropecuária, que puxou a geração de vagas no mês passado, com a criação de 23,4 mil novos postos, especialmente no cultivo de café, laranja e bovinocultura. As micro e pequenas empresas do setor de Serviços apareceram em segundo lugar, com 10,9 mil novas contratações. Já os pequenos negócios do Comércio e da Indústria registraram demissões, com o fechamento de 10,5 mil e 7,8 mil vagas, respectivamente.
Termina no próximo dia 9 de julho o prazo para as micro e pequenas empresas com débitos fiscais até novembro do ano passado aderiram ao programa de refinanciamento (Refis). Conforme as regras do Comitê Gestor do Simples Nacional, o devedor terá um prazo de até 15 anos (180 meses) para a liquidação dos valores cobrados. 



A parcela mínima será de R$ 50, para o Microempreendedor Individual (MEI), e R$ 300, para os demais negócios de pequeno porte inscritos no regime simplificado. Até esta quinta-feira (21), 133.207 empresas de micro e pequeno porte haviam solicitado adesão junto à Receita Federal. Outros 15.149 Microempreendedores Individuais também procuraram quitar seus débitos fiscais, totalizando 148.356 pequenos negócios.

“É a primeira vez que o dono de pequeno negócio tem a oportunidade de quitar dívidas em condições especiais, da mesma forma como já ocorreu com as grandes corporações. Foi um longo processo de sensibilização e defesa desse novo Refis no Legislativo e no Executivo até conquistarmos esta vitória. Agora, é fundamental que os empresários entrem em contato com a Receita, buscando se regularizar e ganhar fôlego para continuar inovando e gerando emprego”, destaca Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae.

O Programa Especial de Regularização Tributária da Micro e Empresas de Pequeno Porte Optantes do Simples Nacional (Pert/SN) foi aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado, mas foi vetado pela Presidência da República. Em abril deste ano, após um intenso trabalho do Sebrae, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal derrubaram o veto. Com isso, foram beneficiados os empresários que têm dívidas do Simples Nacional vencidas até 29 de dezembro de 2017.

No momento da adesão, a micro ou pequena empresa deverá quitar 5% da sua dívida, sem redução de juros e multas, divididos em cinco parcelas mensais. Os outros 95% poderão ser pagos em 175 meses de várias formas. Se for em uma única parcela, haverá uma redução de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios. Se parcelado em 145 meses, a redução dos juros de mora será de 80% e 50% das multas de mora, bem como 100% dos encargos legais, além dos honorários advocatícios. Já o parcelamento em 175 vezes terá redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora e 100% dos encargos legais, também incluindo os honorários advocatícios. Além disso, implicará desistência de outros parcelamentos. O empresário pode verificar a melhor opção no sistema da Refeita Federal, antes de fazer a adesão.

Roteiro de adesão

Para iniciar o processo do parcelamento, o contribuinte poderá acessar os portais do Simples Nacional (SN) ou o e-Cac da Receita Federal. O Pert-MEI será semelhante em todas as funcionalidades, devendo ser acessado pelo “Simei”.

I – Na página principal do Portal do SN, acessar a aba Parcelamento:

II – Escolher a opção “Programa Especial de Regularização Tributária – PertSN”, que poderá ser acessada por certificado digital ou código de acesso.

III – A página principal do Pert-SN possuirá as seguintes opções:
Pedido de parcelamento
Emissão de parcela
Consulta pedidos de parcelamento
Desistência do parcelamento

IV – Escolhendo a opção “Pedido de Parcelamento” o sistema apresentará:
A mensagem de alerta, que aparece antes da negociação, ressalta a necessidade de desistência prévia de parcelamentos anteriores bem como de eventuais recursos administrativos e/ou judiciais para inclusão dos respectivos débitos no PertSN.

Se não houver débitos em situação a ser parcelada, o sistema apresenta a tela, caso o contribuinte discorde dessa informação, deve dirigir-se à unidade de atendimento da Receita Federal de sua jurisdição.

Havendo débitos em situação parcelável, o sistema apresentará todos os débitos com os valores originais e atualizados para o mês corrente.

Da mesma forma, apresentará ao contribuinte o valor da entrada (5% da dívida consolidada) e o valor da dívida consolidada após a apropriação do valor da entrada e antes da das reduções previstas na Lei Complementar nº 162, de 2018.

Em seguida, mostrará as opções de pagamento do saldo em parcela única ou de parcelamento em até 145 ou até 175 meses para escolha do contribuinte.

Escolhendo uma das opções, o sistema retornará a tela para que o contribuinte confira atentamente os detalhes do pedido e conclua (ou retorne para retificação).

Concluindo, a tela seguinte apresentará o recibo da negociação e possibilitará ao contribuinte a emissão do DAS para pagamento da entrada e do recibo da negociação.

Após o cadastramento do pedido, as demais opções do menu principal estarão aptas para utilização:
Emissão de Parcelas: o contribuinte poderá emitir as parcelas já disponíveis do parcelamento de acordo com o estabelecido na legislação;

Consulta Pedidos de Parcelamento: contribuinte pode acompanhar a situação do pedido do PertSN. Nessa funcionalidade também estará disponível o recibo de negociação para reimpressão;

Desistência do Parcelamento: caso o contribuinte necessite desistir da negociação, poderá fazê-la pela aplicação abaixo. Importante destacar que eventual desistência deve ocorrer antes do pagamento do valor da entrada da primeira negociação, pois o pagamento não poderá ser aproveitado em novo parcelamento.

Caso o parcelamento anterior também inclua débitos posteriores a 11/2017, a empresa poderá solicitar um novo parcelamento convencional para esses débitos restantes. Os procedimentos devem ser realizados na ordem a seguir:

1º - Desistência do(s) parcelamento(s) anterior(es) (convencional e/ou especial);

2º - Adesão ao Pert;

3º - Solicitação de parcelamento convencional.

A desistência dos parcelamentos anteriores (parcelamento convencional ou parcelamento especial) é realizada nos aplicativos correspondentes a esses parcelamentos.
Para alguns casais, as responsabilidades da vida a dois vão além de cuidar da casa e da rotina. Empreender junto ao parceiro é um desafio e, para que a união da vida profissional e da pessoal não se torne um problema, é preciso saber administrar e entender as diferenças de cada um dos lados.



Apesar das dificuldades, existente na maioria dos empreendimentos familiares, o amor e a harmonia de um relacionamento, quando refletidos na gestão de um novo negócio, podem gerar ótimos resultados. Para apoiar aqueles que estão pensando em dar início a um negócio com o parceiro, separamos algumas dicas que podem fazer toda a diferença. 

Sonhem juntos
A vida em casal começa quando duas pessoas juntam seus sonhos e metas para o futuro. Logo, assim que a decisão de começar um negócio é tomada, o primeiro passo é traçar, em conjunto, os planos e metas da empresa. Ambos têm que concordar com os rumos do negócio.

Quando as vontades estão alinhadas, a chance de que a gestão do negócio seja corente é maior ainda. Para isso, basta que exista uma relação de cumplicidade, confiança e entrega mútua. É fundamental ter paciência e manter sempre o diálogo aberto, para que o sonho não se transforme em pesadelo.

Perseverança e união foram as palavras que renderam o sucesso da empresa Eventbrite, fundada em 2006 pelo casal americano Julia e Kevin Harz. No início, quando ainda eram recém-noivados, Julia relutou com a ideia de começar um negócio com seu companheiro, pensando na dificuldade de conciliar a nova vida – os dois haviam acabado de decidir morar juntos – com a abertura de uma empresa.

Entretanto, a perseverança e positividade de Kevin fizeram a noiva mudar de ideia e, atualmente, a Eventbrite conta com cerca de 200 empregados, já registrou mais de US$ 1 bilhão em vendas brutas de ingressos e define-se como a maior plataforma de gerenciamento de eventos e vendas de ingressos.

Empreender em casal pode dar certo: a Eventbrite cresceu rápido, conquistou espaço no mercado e já vendeu mais de US$ 1 bilhão em ingressos.

Saiba dividir as tarefas

Essa lição precisa ser aplicada em qualquer tipo de empreendimento e, em negócio a dois, não poderia ser diferente. Mas, diferente dos demais tipos de sociedade, o casal conhece muito bem um ao outro, conhecendo suas preferências e habilidades.

Para abrir um negócio em casal é preciso ter muito equilíbrio para acabar não se frustrando. Aprenda a conciliar tudo isso de acordo com o que cada um prefere fazer, mas seja sempre flexível: nem sempre dá pra fazer tudo exatamente do jeito que desejamos, e é preciso ser mais maleável.

A divisão de tarefas da empresa não deve se espelhar na divisão de tarefas domésticas que, muitas vezes, é desigual e baseada em padrões de gênero. A não ser que seja definido, por ambas as partes, adotar uma hierarquia diferente, as opiniões dos dois lados do casal precisam ter o mesmo peso na hora de tomar grandes decisões. É extremamente importante, para os homens, perder o medo da impotência pelo papel da mulher na gestão do negócio.

Por isso, assim como deve ser no relacionamento, é preciso saber lidar com o fato de que seu parceiro tem opiniões diferentes. Um segundo ponto de vista pode ajudar a enxergar outros aspectos de uma situação e levar a uma tomada de decisão mais assertiva.

Casamento x Empresa

Na hora de as duas coisas é importante entender que, na maioria das vezes, um clima ruim no escritório pode ser relevado pelo casal ao chegar em casa, mas é mais difícil fazer o mesmo quando o contrário acontece. Quando a vida profissional e a pessoal convergem, o tempo reservado à vida particular do casal pode ser invadido, constantemente, pelas tarefas da empresa, mas o relacionamento fora do escritório deve ser prioridade.

Momentos de tensão são invitáveis e saber manter a calma é essencial. É muito mais fácil que as divergências, que em casa não eram percebidas, apareçam na hora de gerir um negócio e, por isso, lembre-se que o diálogo é necessário para que essas diferenças não estraguem o clima também fora de expediente.

Um exemplo disso foi a união das vidas profissionais de Luiz Fernando e Simone Amaral que, em 2004, resolveram abrir o Centro de Formação de Terapia Corporal, em Niterói. Desde o começo os dois tomam grandes decisões juntos, mas têm funções bem estabelecidas: ela cuida da administração e da produção de eventos, enquanto ele coordena questões pedagógicas do espaço e assume as tarefas domésticas.

Em entrevista para o jornal O Globo, o casal de terapeuta disse que para um casamento ser duradouro, é preciso cooperação. Para Luiz Fernando e Simone, os maiores conflitos são relacionados à competição: “briga-se muito sobre quem faz mais. Enquanto um acha que trabalha mais e é sobrecarregado; o outro se sente menosprezado. Normalmente, eles não percebem essa competição”

Assim como os relacionamentos, não existem sociedades 100% perfeitas. É necessário aprender a lidar com os problemas, sempre se colocando no lugar do parceiro, dividir responsabilidades significa, também dividir a culpa por coisas que podem vir a dar errado e, principalmente, dividir a alegria do sucesso.

O Dia dos Namorados está chegando e, depois de aprender um pouco sobre como o amor e os negócios pode dar certo, pode ser hora de perguntar ao seu parceiro: quer empreender comigo?
O Índice Sebrae de Desenvolvimento Econômico Local – ISDEL sintetiza indicadores de fontes oficiais relacionados às 5 dimensões da abordagem de Desenvolvimento Econômico Local do SEBRAE MG. Sendo elas: Capital Empreendedor, Tecido Empresarial, Governança para o Desenvolvimento, Organização Produtiva e Inserção Competitiva.



O Município de Nilópolis ocupa a 20 ª posição no Ranking do Rio de Janeiro e a 543ª posição no Ranking Brasil.

​A partir do cruzamento de 30 indicadores de fontes oficiais o ISDEL posiciona os Municípios numa escala que varia de 0 até 1. Quanto maior o resultado do Índice, maiores são as condições para o crescimento econômico e social.



O Sebrae acredita que o desenvolvimento passa pelos pequenos negócios e ele é muito mais do que geração de riquezas. Para compor o Índice, estudamos indicadores que vão desde os Sociais mais básicos como Renda, Educação e Saúde até Indicadores mais complexos como Valor Agregado das atividades econômicas que existem no Município.

​A grande vantagem do Indicador é que ele permite comparar Municípios que tem portes semelhantes e graus de desenvolvimento diferentes para ver onde que estão as oportunidades e as fragilidades em relação aos fatores de Desenvolvimento e assim gerar Políticas Públicas que são mais objetivas e mais eficientes.




OBJETIVO DO ISDEL

permitir a todos os Gestores Públicos e Agentes de Desenvolvimento que olhem para seu território e identifiquem com clareza onde devem ser concentrados os principais esforços para que se faça um Desenvolvimento Social inclusivo, Econômico e Sustentável com uma visão de futuro positivo.
Mais de 68% dos empresários de pequenos negócios acreditam que as vendas de Natal serão melhores ou iguais ao ano passado. As melhores expectativas estão na área do Comércio, seguido do setor de Serviços, segundo pesquisa sobre vendas e contratações para o final de ano, realizada pelo Sebrae entre os meses de agosto e outubro. 

O levantamento, que ouviu mais de 5,8 mil empreendedores, apontou que quase 20% dos entrevistados pretendem reforçar o quadro de funcionários, com a contratação de temporários para o período que antecede os festejos natalinos.



Para 30% dos entrevistados as vendas de Natal de 2018 serão melhores que as vendas de 2017. Já 38% acreditam que serão iguais em comparação ao ano passado, enquanto 26,7% estão pessimistas. 

As melhores expectativas estão entre os Microempreendedores Individuais (MEI), segmento onde 35% creem na melhoria das vendas e 38% avaliam que serão iguais ao Natal passado e 24% responderam que irá piorar. Em seguida estão as Micro e Pequenas Empresas (ME), onde 43% acham que venderão igual a 2017 e 27% avaliam que haverá uma melhora, considerando ainda que 26% dos entrevistados não estão otimistas. 

Entre as Empresas de Pequeno Porte (EPP), 61% esperam uma melhoria ou que suas vendas se manterão iguais ao ano passado, mas 32% acham que serão piores.

O Comércio é o segmento mais otimista com a perspectiva de melhoria nas vendas. A pesquisa apontou que 33% acham que 2018 será melhor que 2017, enquanto que 38% avaliam que será igual ao ano passado, e 25% acreditam em uma piora. 

No setor de Serviços os números são praticamente semelhantes, mas na Indústria, os que acham que não haverá mudanças nos negócios em relação a 2017, são 38%, e os que creem em melhora ou piora somam 28%, cada. Os mais otimistas estão nas regiões Norte e Nordeste, com 37% e 33%, respectivamente. Os pessimistas são do Sudeste, Sul e Centro-Oeste, que totalizam 30% em cada região. 



Contratações

As Empresas de Pequeno Porte 15% pretendem contratar de dois a 10 funcionários temporários, conforme a pesquisa. Mas 80,1% dos empresários tanto de EEP, ME e os MEI responderam que não vão fazê-lo, isso nos segmentos do Comércio, Indústria e Serviços e praticamente em todas as regiões do país. 

Somente no Norte e Centro-Oeste os percentuais de empresários que não pretendem recrutar empregados no período natalino são inferiores a 80%, ficando em 75% e 79% respectivamente. Foi no Sul e Sudeste onde os índices foram maiores, com 84%.

Ainda segundo o estudo do Sebrae, mais de metade dos empresários (52,2%) têm encontrado dificuldade em contratar mão de obra qualificada, enquanto 25,8% não tiveram esse problema. Isso acontece principalmente nas EPP (63%), seguido pelas ME (57%) e, por último, os MEI (40%). O principal segmento prejudicado com a falta de qualificação é a Indústria (55%), tendo na sequência Serviços (53%) e Comércio (50%). A situação acontece praticamente em todas as regiões do país, mas é mais acentuada no Nordeste (55%) e Centro-Oeste (53%) e menor no Sudeste (49%).

Principais números da pesquisa 

• Mais de 68% acreditam que as vendas irão melhorar ou que serão iguais a 2017
• Cerca de 26% acreditam que irão piorar em relação ao ano passado
• 38% do Comércio, Indústria e Serviços acreditam que manterão as vendas de 2017
• Mais de 80% dos entrevistados não pretendem fazer contratações temporárias neste final de ano
• 52,2% dos empresários encontram dificuldade em contratar mão de obra qualificada
• Expectativas de vendas estão melhores no Norte (37%) e Nordeste (33%)
Atualmente, os negros formam o maior contingente de empreendedores no Brasil, segundo pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada pelo Sebrae em 2017. O grupo representa 38,8% dos pequenos negócios no país, contra 32,9% dos brancos e lidera também, tanto no ranking dos empresários já estabelecidos, como iniciantes.



A pesquisa revelou ainda que os empreendedores negros têm maior proporção de jovens (43% têm até 34 anos, contra 39% entre brancos). Porém, na comparação salarial, os negros continuam ganhando menos e têm escolaridade inferior aos brancos.



Outros números

• 33% dos brancos e 26% dos negros tem ao menos 1 empregado atualmente;
• 46% dos brancos e 36% dos negros esperam criar algum emprego nos próximos 5 anos;
• 47% dos brancos e 55% dos negros faturam até R$12 mil/ano. Além de que 9% dos brancos ainda não faturou, enquanto que 14% da cor negra ainda não faturou.
Evento discute sobre empreendedorismo e marketing digital na Baixada

Para comemorar o aniversário de um ano de atividades, o espaço de inovação e empreendedorismo Colaboração.Space irá realizar um dia de atividades sobre empreendedorismo e a segunda edição do BXD Digital Marketing, dia 10 de novembro. Além de discutir a importância do marketing tradicional e digital, a proposta é fomentar o empreendedorismo com debates e palestras. Para participar, basta se inscrever pelo site e levar 2 quilos de alimentos não perecíveis que serão doados para entidade carente.

Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas) e do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell).Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas), do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell), do TIRio (Sindicato das empresas de informática), Riosoft (Associação das empresas de software do RJ) e Rioinfo, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Objetivo
Segundo Juan Medeiros, fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, o objetivo é criar um momento oportuno para o de intercâmbio de ideias e experiências de profissionais e estudantes para colocar a região em evidência no setor de empreendedorismo.

- Queremos fazer com que a Baixada Fluminense possa se desenvolver melhor economicamente por meio da criação de espaços de discussão tanto de estratégias de sucessos como de ideias que no futuro possam ser postas em prática por empreendedores dessas regiões - ressalta.
Doação
Todo o material arrecadado na entrada será doado à Instituição Expressão Cultural, que cuida de 50 crianças menores que são filhos de ex-catadores do antigo lixão de Gramacho dando estudo e alimentação.

Serviço:
Aniversário Colaboração.Space
Local: Colaboração.Space
Endereço: Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis

Inscrição no link http://bit.ly/1anoColaboracaoSpace

Programação:
10h - Abertura e apresentação do BXD Digital Marketing
10h15 - Dinâmica de apresentação dos participantes
10h30 - "Posicionamento e confiança. A importância do valor no mercado B2B" com Eduardo Dantas, Fundador da Waah!
11h30 - "Como o LinkedIn pode alavancar seus negócios", com Lucas Gomes, Fundador do Ondaskim
12h30 - Coffee Break
13h00 - Roda de conversa com empreendedores: "A força do empreendedorismo e como ele pode mudar a realidade da Baixada Fluminense"
  • Amanda Elói
  • Felipe Ribbe
  • Eduardo Nascimento
  • Juan Medeiros
14h30 - "Aspectos jurídicos para startups", com Dr° Flávio Souza
15h - "Construindo relações duradouras", com Paulo Gastín, Ex-Executivo IBM
16h - "Mundos contemporâneos demandam ações pós contemporâneas", com Luiz Eduardo Campino, Gerente Regional FIRJAN
17h - Debate Sebrae RJ
17h30 - Roda de conversa com empresários "Construindo oportunidades para a economia da Baixada Fluminense"
  • Juan Medeiros - Diretor Executivo do Colaboração.Space
  • Arthur Montenegro - Diretor de Relacionamento do Colaboração.Space
  • Sebrae
  • Firjan
  • Bruna Lima - Gerente de território da Philip Morris
  • Convidados surpresa
18h30 - Happy hour com buffet, degustação de cerveja artesanal e música ao vivo com Dom Wagner Costa, tocando pop rock.
20:30 - Encerramento do evento.

Por: 
Tiberius Drumond, Drumond Assessoria e Comunicação
imprensa@colaboracao.space
Tanto crianças quanto jovens e adultos são estimulados a terem contato com novas aprendizagens por meio da educação empreendedora. 

O Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), do Sebrae, jovens de seis a 14 anos têm contato com iniciativas que dão prioridade à autonomia do aluno e favorecerem o desenvolvimento de atributos e atitudes para a gestão da própria vida. O projeto está presente em escolas de todo o país e, em 2017, impactou 558 mil estudantes. 



É nesse ambiente que novas perspectivas são apresentadas aos jovens, que precisam construir o futuro com base na inovação e na capacidade de colocar em prática suas próprias ideias.

“A educação empreendedora é transformadora, incentiva a quebra de paradigmas e o desenvolvimento de diversas habilidades. Já nos primeiros anos de vida, o conhecimento é fundamental para fortalecer o espírito de coletividade. Nesse processo, a sala de aula se torna um importante aliado ao permitir que crianças e adolescentes tenham contato desde cedo com a cultura do empreendedorismo”, explica a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. 

Segundo ela, a parceria com as instituições de ensino e governos estaduais e municipais fortalecem a educação empreendedora e abre novas possibilidades de formar cidadãos conectados com o empreendedorismo que transforma.

Com a proposta pedagógica do JEPP, cada ano do ensino fundamental recebe atividades lúdicas que envolvem uma determinada temática. No 1º ano, por exemplo, é abordado “O mundo das ervas aromáticas”, enquanto no 8º ano “Empreendedorismo social”. O ambiente sensibiliza os estudantes a assumirem riscos calculados, tomarem decisões e a terem um olhar observador para que possam identificar oportunidades de inovações, mesmo em situações desafiadoras.



Professores empreendedores

Para transmitir o conhecimento, professores das instituições de ensino também são capacitados pelo Sebrae. Em 2017, 38.805 docentes participaram. A Escola Floresta Azul, localizada em São Paulo, é uma das instituições que adotou, há dois anos, a parceria com o Sebrae. Mylena Alves, professora do 2º ano do ensino fundamental, foi capacitada pelo projeto e aborda o curso “Temperos naturais” com a turma, que tem a média de idade de oito anos. 

Ao longo dos meses, eles cultivam uma horta com manjericão, hortelã, entre outras plantas e, ao final do ano letivo, realizam uma feira para venderem os produtos. O valor arrecadado é dividido entre os estudantes.

“O empreendedorismo está no nosso dia a dia, mas a forma que o Sebrae trabalha foi uma novidade para mim e a capacitação foi fundamental. Os alunos participam de todo o processo ativamente: ensinamos que tudo tem um custo, calculamos o valor que devemos cobrar para lucrar na feira e colocamos no papel a rentabilidade que alcançamos”, explica Mylena. 

Em casa, os pais falam que os filhos querem participar das compras e entender a dinâmica das finanças. “Por isso, é importante trabalhar com a criança, ela leva esse conhecimento para o lar”.



O empreendedorismo está impregnado na rotina do brasileiro. Em 2017, o Brasil registrou uma taxa empreendedora de 36,4%, de acordo com dados da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Isso significa que, no ano passado, quase 50 milhões de brasileiros já empreendiam ou realizaram alguma ação visando a criação de um negócio em um futuro próximo. Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas - considerando os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte. Esses números reforçam o papel que o empreendedorismo tem na vida dos brasileiros, tanto para aqueles que pensam em abrir o próprio negócio para realizar um projeto de vida, quanto para os que se viram forçados a seguir este caminho por necessidade.

O Sebrae vem monitorando o comportamento do mercado ao longo dos anos e já identificou que o cenário de crise econômica que o país tem atravessado estimula a abertura de empresas principalmente nas atividades de manutenção e reparação de bens duráveis. Além disso, mesmo em um contexto recessivo, abrir um pequeno negócio para o atendimento de necessidades básicas da população, como vestuário e alimentos, continua sendo uma alternativa promissora. “Temos percebido um aumento na preocupação com a aquisição de produtos e serviços de melhor qualidade e de serviços associados às mudanças de longo prazo da sociedade, em especial, nas áreas de saúde - devido ao público consumidor que está envelhecendo, bem como de educação e informática. Também notamos o expressivo crescimento das chamadas startups, que estão oferecendo soluções inovadoras tanto para antigas como para as novas demandas do consumidor”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Segundo ele, a força dos pequenos negócios na geração de emprego e renda está mais que comprovada a partir dos dados mensais gerados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Por isso, ressalta, é importante continuar aprimorando o ambiente de negócios e os marcos legais voltados para as pequenas empresas de modo a estimular a criação de novos empreendimentos.

Negócios Promissores

A Wild Closet é uma startup do ramo de vestuário, atenta às novas tendências do consumo sustentável e consciente. A empresa consiste em um clube de assinatura fashion, focado na conscientização da economia colaborativa e com o objetivo de aumentar ao máximo a vida útil das roupas, evitando o descarte e o consumo excessivo de recursos naturais para a produção. A startup disponibiliza um closet compartilhado com roupas e acessórios, que funciona como um aluguel. Ao escolherem um dos pacotes, as interessadas têm acesso ao acervo, retiram as peças e podem ficar por até sete dias. Para Natália Desidério, sócia e proprietária, o papel do Sebrae foi fundamental para dar apoio e agregar conhecimento para o seu empreendimento, sua primeira empresa, criada em novembro de 2017.

Simples Nacional

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. O modelo de tributação garante aos pequenos negócios o tratamento diferenciado previsto na Constituição. Além da unificação dos tributos, o sistema destaca-se ainda como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte. Para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Fonte: Sebrae Nacional
Os pequenos negócios têm sido fundamentais, em 2018, para a manutenção do nível de emprego e para a estabilização da economia brasileira. Mesmo com todas as dificuldades, as micro e pequenas empresas (MPE) são as principais responsáveis pela geração de vagas de trabalho formais e devem fechar o ano com um saldo de 600 mil trabalhadores contratados.



Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae, a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas (considerando os microempreendedores individuais, as micro e as pequenas empresas). 

Atualmente, cerca de 98,5% das empresas brasileiras estão nesse segmento, e representam uma importante janela de oportunidade principalmente para os jovens que buscam o primeiro emprego e as empreendedoras, que tentam na atividade empresarial uma forma de compatibilizar as tarefas da casa com as demandas profissionais.

Em 2017, dos 1,4 milhão de brasileiros que conquistaram o primeiro emprego, 755 mil (55%) usaram as micro e pequenas empresas como porta de entrada. E mais uma vez, as mulheres lideraram o preenchimento de vagas, principalmente no Comércio e Serviços, que respondem à 75% dos postos de trabalho criados para quem está entrando no mercado de trabalho. No que diz respeito à atividade do empreendedorismo, o público com idade entre de 18 e 24 anos, já soma 20,3% das pessoas envolvidas na abertura de uma empresa. “Quero montar um negócio de alimentação e fui buscar orientações para isso”, explicou Talita Louzeiro, de 22 anos, que buscou a Feira do Empreendedor do Sebrae, em Belém, para abrir seu empreendimento.



Hoje, as mulheres estão em pé de igualdade aos homens quando se trata da criação de novos empreendimentos. São 23,9 milhões de mulheres que decidiram abrir seu próprio negócio, contra 25,4 milhões de empresários do sexo masculino, entre as micro e pequenas empresas. Graduada em Naturalogia, a empresária Leissa Nunes juntou o útil ao agradável, ao abrir uma clínica de terapias naturais em São José dos Campos (SP). “Trabalhava em outro lugar, mas decidi abrir meu próprio negócio e até já contratei outros profissionais”, conta a empreendedora.

“São as micro e pequenas empresas que estão carregando o país nas costas na última década. Por isso, é fundamental assegurarmos que o Simples Nacional não sofra qualquer revés nos próximos anos, deixando desprotegidos milhões de empreendedores”, alerta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. 

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, previsto na Constituição, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. A alíquota é diferenciada conforme o faturamento. Esse regime deu fôlego a milhões de empreendedores de diversos setores. Desde 2007, mais segmentos foram incorporados à lista de empresas autorizadas a aderir ao regime simplificado de tributação. Além da unificação dos tributos, o Simples destaca-se como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte.

Nesta sexta-feira (5) o país celebra o Dia da Micro e Pequena Empresa, em comemoração à aprovação do Estatuto da MPE, por meio da Lei No 9.841, de 1999.




O Colaboração.Space tem como propósito fomentar oportunidades para empreendedores de regiões periféricas e dar acesso à educação empreendedora de qualidade, convergindo ferramentas e metodologias de startups para as universidades.

Entendemos que a conexão do mercado de empreendedorismo com as universidades é uma excelente oportunidade para o desenvolvimento econômico local.

Sentimo-nos honrados e privilegiados por patrocinar o evento e ceder 1 mês de uso livre do coworking para o vencedor do desafio e uma semana de mentoria com o nosso fundador Juan Medeiros





O CEU - Ciclo Empreendedor Universitário tem como principal objetivo mostrar a importância do ecossistema empreendedor acadêmico para o mercado, reunindo em um dia de evento empresas juniores, startups, incubadoras, laboratórios de fomentos, investidores, gestores públicos...

Ou seja, diversas organizações que representam o empreendedorismo existente na Universidade que o mercado e diversas pessoas desconhecem.

Acima de tudo os idealizadores querem transformar o meio acadêmico, mostrando que sem educação não conseguimos chegar a lugar algum. O evento trará expositores e palestrantes sensacionais que também acreditam no empreendedorismo e na educação.

Não fique de fora desse grande evento. Inscreva-se aqui - https://www.sympla.com.br/cicloeubr
Evento será das 9 horas às 19 horas - GRATUITO



Em 2015 o fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, Juan Medeiros, submeteu as informações de uma de suas startups construídas no programa Shell Iniciativa Jovem, e o feito se repetiu em 2018.



O Shell Iniciativa Jovem, vem sendo desenvolvido desde 2001 na cidade do Rio de Janeiro. E procura jovens entre 20 e 34 anos que residam no Rio de Janeiro, com no mínimo ensino médio completo e que tenham mentalidade e comportamento empreendedor.

É oferecido um programa de aceleração gratuito, que conta com um time de voluntários, parceiros e mentores experientes, para que você fique focado em potencializar o seu negócio.



O programa recebeu a chancela da UNESCO e em 2018 foram eleitos o 1° lugar como melhor agente de suporte ao empreendedorismo do Brasil e o 3° do mundo pelo UBI Index, instituição de pesquisa da Suécia que avalia e reúne as melhores incubadoras do mundo e que a cada 2 anos premia as mais bem colocadas do ranking.

Este ano após passar por todo o processo de auditoria o Colaboração.Space recebeu o selo de empreendimento sustentável se tornando o primeiro coworking do Brasil a receber o selo do programa.



As inscrições para o Shell Iniciativa Jovem 2019 (CLIQUE AGORA PARA INSCREVER) estão abertas, não percam esta oportunidade.


Está chegando o Rio Info, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Em sua décima sexta edição consecutiva desde 2003, o Rio Info é o principal evento dedicado à Tecnologia da Informação (TI) realizado anualmente no Estado do Rio de Janeiro e um dos principais do país. Reúne empresários, acadêmicos e profissionais que buscam novas oportunidades de mercado e realizam negócios. É um espaço para apresentação de novas ideias e troca de experiências.
Pela sua realização anual, qualidade da programação e dos participantes, o evento tornou-se referência no contexto da Tecnologia da Informação no Brasil, onde especialistas e empresários, nacionais e internacionais, apresentam em seminários e workshops o estado da arte da TI, considerando a sua evolução, perspectivas e demandas específicas.
Em razão de seu sucesso, o Rio Info tornou-se uma excelente vitrine para a exposição e o reconhecimento institucional e comercial das empresas de TI, com foco na apresentação das inovações tecnológicas e no debate sobre o futuro do setor. No campo dos negócios, é um espaço privilegiado para a troca de experiências e informações. Por meio da rodada de negócios, favorece o estabelecimento de parcerias entre empresas nacionais e estrangeiras, abrindo novas oportunidades de mercado.

O evento acontecerá nos dias 24 e 25 de Setembro no Centro de Convenções SulAmérica, na Cidade Nova.
Através do apoio institucional do Colaboração.Space, uma empresa do nosso grupo, os nossos clientes, alunos, mentorados, e parceiros terão acesso livre e gratuito com código de acesso.
O que esperar do Rio Info?
* Oportunidades de negócios
* Networking
* Salão de inovação (com pitch e demoday de startups)
* Sessões de negócios
* Rodízio de negócios
* Conferências
* Prêmios incríveis
* Histórias inspiradoras
* Café Majestic
* Beer Tech
🚀

Solicite seu código em: http://bit.ly/SpaceNoRioInfo e se inscreva em www.rioinfo.com.br selecionando a opção "Cortesia" no formulário do site.

Colaboração.Space

O Colaboração.Space* é um espaço de coworking localizado em Nilópolis fundado por um empreendedor natural da Ilha do Governador. “Tinha uma vontade de impactar o maior número de pessoas com educação empreendedora, e dar oportunidades de negócios aos pequenos empreendedores, pesquisei que Nilópolis possui o melhor IDH da Baixada ocupando o 9° lugar do RJ. Além de uma economia tradicional altamente impactante e de demanda reprimida para inovação e empreendedorismo”, explica Juan Medeiros.


O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho* de empreendedores da região além de realizar eventos, aulas onlines e presenciais sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Um dos objetivos do Colaboração.Space é desenvolver no próximo semestre o maior evento de cidades inteligentes da Baixada Fluminense. E até o começo de 2019 inaugurar o primeiro Centro de Inovação e Tecnologia da Baixada Fluminense com patrocínios de grandes instituições privadas. Os planos não param, Juan pretende até 2021 ser o maior hub de inovação e tecnologia para empreendedores de regiões periféricas se tornando a maior referencia a nível nacional.
O Coworking Day é celebrado mundialmente por milhares de coworkings espalhados pelo mundo para comemorar de diversas maneiras a criação de Brad Neuberg, que em 9 de agosto de 2005 juntou alguns amigos para trabalhar em em uma casa e sair do “home-office”, criando o termo/conceito de “coworking space”.



O Coworking Day Brasil surgiu quando alguns founders decidiram fazer algo mais para a comunidade de coworking e organizaram o primeiro evento que tinha como objetivo reunir e divulgar os espaços e o conceito de coworking do país. Em 2013 e 2014 as adesões de espaços inscritos foi aumentando, alcançando cobertura nacional e destaque nos principais meios de comunicação do eixo RJ e SP.

Em 2016, o evento chegou na marca de mais de 150 espaços cadastrados e 350 coworkers inscritos em todo o Brasil, um crescimento de mídia espontânea nacional e internacional, a pronto do próprio Brad Neuberg enviar um depoimento em vídeo considerando como o maior evento de Coworking Day no mundo. A cada ano o número de espaços e coworkers participantes vem se superando.

Em 2017 superamos os 300 espaços cadastrados e esperamos atingir nossa meta de 400 espaços e 1000 coworkers usufruindo deste evento nacional.



Após muito planejamento e feedbacks, estamos voltando à nossa tradicional maneira de fazer os agendamentos, de maneira mais humana e que sempre gerou confiança em nosso evento, com pessoas dedicadas a fazer o melhor para este evento internacional.

Em 2018 o Coworking Day não terá nenhum tema, pois somos mais de 1.000 espaços em todo o Brasil. Devido à isto cada coworking estará livre para ter o seu próprio tema, aliás, como deve ser, onde um grande compartilhamento de culturas e temas que fará este dia tão especial para todos. Incentivamos os espaços de coworking a elaborar ações para comemorar o Coworking Day e também abrir discussões baseadas na sua cultura, vivência ou dinâmica.

Colaboração.Space

O Colaboração.Space* é um espaço de coworking localizado em Nilópolis fundado por um empreendedor natural da Ilha do Governador. “Tinha uma vontade de impactar o maior número de pessoas com educação empreendedora, e dar oportunidades de negócios aos pequenos empreendedores, pesquisei que Nilópolis possui o melhor IDH da Baixada ocupando o 9° lugar do RJ. Além de uma economia tradicional altamente impactante e de demanda reprimida para inovação e empreendedorismo”, explica Juan Medeiros.

Nilópolis, no Rio de Janeiro, é a sede do Colaboração.Space

O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho* de empreendedores da região além de realizar eventos, aulas onlines e presenciais sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Um dos objetivos do Colaboração.Space é desenvolver no próximo semestre o maior evento de cidades inteligentes da Baixada Fluminense. E até o começo de 2019 inaugurar o primeiro Centro de Inovação e Tecnologia da Baixada Fluminense com patrocínios de grandes instituições privadas. Os planos não param, Juan pretende até 2021 ser o maior hub de inovação e tecnologia para empreendedores de regiões periféricas se tornando a maior referencia a nível nacional.
Os principais atores do mercado de startups no Brasil estão satisfeitos com o crescimento do setor, mas ainda se queixam da falta de políticas públicas que favoreçam o ambiente brasileiro de negócios e empreendedorismo no país.



Apesar de ter subido algumas posições no ranking mundial de inovação, o Brasil ainda figura nas piores posições quando se considera o ambiente para fazer negócios e atrair investimentos.

“Se pegarmos o Doing Business [Fazendo Negócios, publicação] do Banco Mundial, entre 170 países, o Brasil está lá pelo 120º [lugar], está muito mal. Está entre os países onde mais se gasta tempo para recolher, calcular e pagar impostos e para abrir empresas. O tempo é muito longo", diz Felipe Matos, que integra o Dínamo, movimento de articulação por políticas públicas para startups no Brasil. Segundo Matos, a legislação brasileira dificulta o recebimento de investimentos por startups.Isso vale tanto para investidores anjos e investidores privados, ressalta.

Matos, que já atuou na coordenação do programa federal Startup Brasil, destaca ainda que a legislação trabalhista e fiscal do país apresenta risco jurídico que desestimula a atração de potenciais investidores em negócios de inovação e tecnologia. 

"O que se vê na maior parte dos países é o contrário: ter incentivos para investimento em startups, inclusive com descontos no Imposto de Renda para investidores e uma série de apoios. Aqui, não temos apoio, mas existe, em contrapartida, uma visão muito ruim do sócio pela legislação. Quando se vai, por exemplo, fechar uma empresa, a legislação brasileira trata o empreendedor como um fraudador em potencial”, completa.

"Vale da morte"
Segundo Matos, devido ao alto risco inerente a este tipo de negócio, a taxa de mortalidade das startups ainda é muito alta, em torno de 80%, o que torna comum o fenômeno de fechamento de várias empresas que caem no chamado “Vale da morte”. Para facilitar e agilizar o processo de abertura e fechamento de empresas, o setor quer a modernização do marco legal relacionado aos pequenos empreendimentos.

“Tem uma série de restrições na legislação que acabam tornando mais difícil, burocrático, lento, caro e complicado o processo de abertura e fechamento de empresas de uma forma geral. E quando se trata de startups, geralmente os empreendedores já fizeram alguns negócios que deram errado até que deem certo. Então, essa dinâmica funciona mal no Brasil em função das dificuldades do nosso ambiente regulatório”, acrescenta Matos.

Para Eric Santos, conselheiro do Instituto Endeavor, que trabalha por políticas públicas favoráveis aos empreendedores, uma das principais medidas para melhorar o ambiente de negócios é a da simplificação tributária. Santos enumera as dificuldades existentes hoje: impostos diferentes – uma coisa meio atravessada, paga-se imposto sem tirar receita –, falta de incentivo para contratar porque é preciso pagar impostos exagerados em cascata. "O ISS [Imposto Sobre Serviços], por exemplo, para não pagar duas vezes, é necessário cadastro em diferentes prefeituras. E não faz sentido um empreendedor se preocupar com esse tipo de coisa”, diz Santos, que também é CEO da startup de marketing digital Resultados Digitais.

A direção do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) também defende a flexibilização do marco regulatório e menor incidência de tributos sobre o setor para que o país atraia mais investidores. A instituição pondera, no entanto, que o ambiente de negócios no Brasil vem melhorando e que a alta mortalidade das startups não decorre somente da rigidez do sistema regulatório do país, mas ao alto risco relacionado a um novo modelo de negócio inovador e uma nova tecnologia.

“Em qualquer lugar do mundo, startups passam por um processo que é natural de empresa que está lidando com um negócio disruptivo, que tem uma mortalidade mais elevada. Mas é possível também crescer, e temos atuado nisso, sobretudo no chamado 'vale da morte', quando a empresa passou da primeira fase de incubação, de capital semente e precisa de novos aportes para dar um salto. É uma fase em que muita gente não quer arriscar, quer ver se ela ganha mais musculatura, se conquista mercado, desenvolve um pouco mais a tecnologia. É nesse campo que precisamos trazer mais atores para tirar as empresas que têm condições de atravessar o vale, crescerem e se tornarem, quem sabe, unicórnios globais”, diz o diretor de Administração e Finanças e presidente em exercício do Sebrae, Vinícius Lages.



O secretário de inovação e negócios do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Rafael Moreira, reconheceu as dificuldades do setor e disse à que o governo tem algumas medidas de desburocratização, como o projeto Bem Mais Simples, que pode permitir um processo simplificado de fechamento dos negócios. Ele comentou também que há uma proposta de novo marco regulatório para startups em discussão no Congresso Nacional. Entre as mudanças estudadas, está a possibilidade de criar uma “sociedade anônima simplificada” para enquadrar as startups a fim de atrair investimentos com mais segurança jurídica.

Investimento crescente

Apesar das dificuldades, o ano de 2017 registrou no Brasil aporte recorde de investimentos de capital de risco em startups com o volume de R$ 2,2 bilhões, segundo pesquisa apresentada por Felipe Matos durante o Startup Summit, realizado em Florianópolis, nos dias 12 e 13 deste mês. O montante é 50% maior em número de investidores do que o dos anos anteriores. No entanto, 95% do dinheiro vem de fundos estrangeiros.

As startups brasileiras também têm se apoiado em novas formas de investimento para tornar o negócio mais sustentável. Nos estágios iniciais de desenvolvimento de uma empresa desse tipo, já vem se consolidando no Brasil a figura do investidor anjo, uma pessoa física ou profissional experiente que investe capital próprio e conhecimento em startups nascentes. Em 2016, o volume total de investimento anjo no país foi de R$ 851 milhões, segundo a organização Anjos do Brasil.

No mercado brasileiro também tem crescido a presença de empresas incubadoras, que oferecem condições de infraestrutura e conhecimento para startups iniciantes e as chamadas aceleradoras, que aportam recursos, financeiros ou intelectuais, para que as emergentes consolidem seu crescimento no mercado. O país tem hoje cerca de 60 aceleradoras de startups.

No ano passado, mais de 2,3 mil empresas foram incubadas em programa do Sebrae que investiu cerca de R$ 6,8 milhões em projetos para incubadoras, enquanto 2,8 mil foram graduadas, gerando mais de 37 mil empregos diretos, com faturamento anual de R$ 13,8 bilhões.

Mudanças na Lei de Informática

Outra ação que pode motivar a atração de investimentos para startups é a mudança recente na chamada Lei de Informática da Zona Franca de Manaus, um dos principais polos industriais do país. A nova lei, publicada em 12 de junho, permite que as empresas beneficiárias da legislação aportem parte dos recursos obrigatórios da área de pesquisa, desenvolvimento e inovação em fundos de investimento para capitalizar startups com sede na Amazônia Ocidental ou no Amapá.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) estima que a mudança regulatória pode mais do que dobrar o mercado de fundos de investimento e participações focados em empresas emergentes de base tecnológica. Em todo o país, o impacto chegará a mais de R$ 600 milhões de novos recursos.

“[A mudança] vai permitir que se dobre a disponibilidade de recursos existentes hoje no ecossistema de financiamento. Dessa mudança, estimamos aproximadamente R$ 150 milhões por ano de potencial de adição aos fundos de investimento, só para a região [da Zona Franca de Manaus]. E, para o resto do país, estimamos mais ou menos R$ 450 a 550 milhões”, disse o secretário de Inovação e Negócios do MDIC, Rafael Moreira.

Apoio governamental

No governo federal, entre as iniciativas públicas de fomento às startups, o MDIC desenvolveu o programa Inovativa, em parceria com o Sebrae e a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi).

Focado no processo de aceleração das startups, o programa oferece aos novos empreendedores consultoria com mais de 700 mentores voluntários, com representantes de grandes empresas como Google, Microsoft e Samsung. Desde 2013, cerca de 9,6 mil startups inscreveram-se no programa e 755 foram selecionadas para o processo de aceleração.

O MDIC também oferece, em parceria com outros ministérios e o Sebrae, o StartOut, programa de internacionalização das 15 melhores startups do país. O programa busca um mercado-alvo no exterior onde os empreendedores selecionados passam por um período de imersão e buscam investidores privados e condições para internacionalizar suas operações.

Depois da experiência em campo, aos empreendedores voltam ao Brasil onde recebem apoio para definir uma estratégia de internacionalização e se instalar efetivamente em outro país. Em maio, as startups brasileiras conheceram o ambiente de inovação de Berlim, e no segundo semestre, irão a Miami e Lisboa.

Outros projetos

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações abriga o programa Startup Brasil, um dos pioneiros no país de aceleração desse tipo de empresa. Por meio de chamadas públicas, o programa seleciona startups nascentes, que poderão receber capacitação e bolsas de pesquisa e desenvolvimento, entre outros benefícios.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou recentemente o BNDES Garagem, que destinará R$ 10 milhões para apoiar a criação e aceleração de startups neste e no próximo anos.

A Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa (Finep) também lançou nos últimos dias uma nova rodada do programa Finep Startup, que vai apoiar com até R$ 1 milhão projetos inovadores de diferentes segmentos. As propostas de startups interessadas podem ser apresentadas até 3 de agosto.

O governo federal oferece ainda programas de apoio a startups no âmbito da Secretaria Nacional da Juventude e do Ministério da Cultura, onde as empresas podem se candidatar para o programa Brasil Criativo.

Unificação dos programas

O MDIC informou que estes e outros programas de apoio às startupsdevem ser unificados em uma espécie de coalizão para facilitar o mapeamento das iniciativas beneficiadas, o estágio em que se encontram e o resultado que geram.

“Queremos fazer um anúncio em conjunto com outros ministérios de todos os programas de startups do governo federal. Em vez de ter vários programas dispersos, sem nenhuma conexão, com muitas agências envolvidas no tema, vamos criar exatamente um túnel com um cronograma único, por nível de maturidade das startups”, explicou o secretário Rafael Moreira.



Segundo Moreira, o objetivo é adotar uma metodologia única que permita uma espécie de prestação de contas da efetividade das startups que receberam apoio dos programas, bem como avaliar o impacto delas na economia do país, no percentual de empregos gerados e medir os investimentos feitos nas empresas.

Débora Brito – Repórter da Agência Brasil* Florianópolis
*A repórter participou do Startup Summit, em Florianópolis, a convite do Sebrae Nacional
Embora ainda pequena, a diferença salarial entre homens e mulheres caiu nas micro e pequenas empresas, entre 2006 e 2016. Conforme o Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, a diferença entre remuneração média real das mulheres e dos homens diminuiu. Os trabalhadores ganhavam quase 20% a mais que as trabalhadoras em 2006. Uma década depois, o percentual caiu para 16,8%.



Além disso, a participação feminina no setor também cresceu, segundo o Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, elaborado pelo Sebrae em parceria com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese). Segundo o estudo, as mulheres eram maioria entre os trabalhadores com carteira assinada no setor de Serviços, e tinham maior nível de escolaridade.

Há dois anos, as mulheres já representavam 58,4% da mão de obra com carteira assinada empregada nos pequenos negócios. As 41,6% estavam empregadas nas médias e grandes empresas. Entre os homens, essa proporção era de 51,9%.

“Embora representem menos de um terço dos empregadores, a participação de mulheres nessa categoria aumentou de 27,6%, em 2012, para 30,2%, em 2016. O percentual daquelas que trabalham explorando o seu próprio empreendimento, sem funcionários, também cresceu no mesmo período, passando de 32,6% para 33,1%. O Anuário mostra, ainda, que a maior concentração de empregos do sexo feminino nos pequenos negócios, em relação às médias e grandes empresas, está no Centro-Oeste (62,3%), seguido pelo Sul (62,2%), Norte (60,3%), Nordeste (59,2%) e Sudeste (56,1%)”, ressalta Vinicius Lages, diretor administrativo financeiro e presidente em exercício do Sebrae.

“Com a crise no País, as mulheres procuraram se mexer”, conta Léa Matos, criadora de uma rede de mulheres empreendedoras, em Pernambuco. Ela conta que decidiu trabalhar por conta própria depois do nascimento do terceiro filho. Tentou várias atividades, até se decidir pela “Léa por elas”, que reúne dezenas de mulheres que comercializam de alimentação à artesanato.

As mulheres estão dominando o setor de Serviços, principalmente em microempresas, destaca a diretora e presidente em exercício do Sebrae. Em 2016, elas somavam 53%, contra 47% dos homens. A evolução começou a partir de 2009, quando atingiram 51% dos empregos nesse setor. O percentual se inverte na área do Comércio, liderada pelo sexo masculino com 55%, contra 45% de mulheres, no período analisado.

Escolaridade 

Os empregadores, de ambos os sexos, do Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentaram maior nível de escolaridade (ensino médio completo ou superior incompleto e superior completo). Já os homens que trabalham por conta própria, em todas as regiões, possuíam em sua maioria, em 2016, o ensino fundamental incompleto, enquanto entre as mulheres prevalecia o ensino médio completo ou o superior incompleto.



O Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios revelou que a maior parte dos empregadores das regiões Norte e Nordeste possuía ensino médio completo ou superior incompleto, em 2016. Mas as mulheres dessa categoria apresentaram maior nível de escolaridade, incluindo o superior completo. No caso dos empreendedores por conta própria, a situação é semelhante no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, tanto por sexo e escolaridade.
Nos últimos três anos, os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais. Atualmente, 72% do segmento utilizam o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. É o que mostrou a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, e que identificou a informatização das micro e pequenas empresas. 



A pesquisa avaliou como o setor está envolvido no processo de mudança para a era digital, confirmando o crescimento do grau de informatização das empresas de micro e pequeno porte. O aplicativo WhatsApp e a rede social Facebook são as ferramentas mais usadas pelas MPE na divulgação de produtos e serviços. Também são aproveitadas para estreitar o relacionamento com os clientes e ampliar vendas.

De acordo com a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes, o estudo mostra como as tecnologias digitais se tornaram imprescindíveis para o empreendedor aumentar a competitividade nos negócios. “Vivemos numa era onde as pessoas passaram a adotar um comportamento cada vez mais digital. E para os pequenos negócios já é obrigatório ter uma presença nesse mundo tecnológico utilizando as ferramentas que estão na palma da mão dos clientes a todo momento”, ressalta Heloisa.

A proporção de empresas com página na internet mais do que dobrou, passando de 11% para 27% das MPE, sendo que o maior avanço ocorreu no uso das ferramentas digitais, em especial no caso do WhatsApp e do Facebook. A quantidade de empresas com perfil no Facebook passou de 37% para 40%, enquanto o WhatsApp é usado por 72% do setor para se comunicar com clientes, principalmente para disponibilizar informação de produtos ou serviços (59%), atender o cliente “on line” (59%) e fazer vendas (43%). O Facebook é usado para os mesmos fins, porém, em menor intensidade (respectivamente 37%, 24% e 17%).

Na comparação com o último estudo do Sebrae, realizado em 2015, o uso de computadores nas empresas passou de 56% para 57% no caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), de 83% para 89% nas Micro Empresas (ME) e de 94% para 97% das Empresas de Pequeno Porte (EPP). Atualmente, 73% dos MEI, 91% das ME e 99% dos empresários das EPP acessam a internet e o fazem predominantemente por meio do celular e do computador na empresa. A pesquisa realizou 6.022 entrevistas, entre abril e junho, em todo o País, por regiões, por porte e setor da empresa, por sexo, faixa etária e de escolaridade.

O Sebrae na Transformação Digital

Os dados da pesquisa mostram que as micro e pequenas empresas estão adaptando a gestão e comunicação com o cliente às inovações digitais, pautadas pela rápida e profunda mudança no comportamento das novas gerações. Atento a este universo, o Sebrae desenvolve projeto de Transformação Digital, que tem como base gerar valor para os pequenos negócios, fornecedores e parceiros, se tornando um grande hub de soluções aos empresários e potenciais empreendedores.



O sistema desenvolvido pela instituição é uma plataforma para promover agilidade, inteligência, reduzir custos, aumentar a capacidade de atendimento e de relacionamento com os donos de pequenos negócios. A proposta visa abranger e integrar os eixos de atuação estabelecidos no mapa estratégico da instituição, que são a Competitividade dos Pequenos Negócios, a Competitividade Estrutural e Sistêmica, o Estímulo ao Empreendedorismo e a Excelência na Gestão.

PRINCIPAIS NÚMEROS DA PESQUISA

• Na comparação com 2015, o uso de computadores nas empresas passou de 56% para 57% no caso dos MEI, de 83% para 89% das ME e de 94% para 97% das EPP.

• 73% dos MEI, 91% das ME e 99% dos empresários das EPP acessam a internet no negócio, predominantemente por meio do celular e do computador na empresa.

• A proporção de empresas com página na internet mais do que dobrou, passando de 11% para 27% das MPE.

• A proporção de empresas com perfil no Facebook passou de 37% para 40%.

• 72% das empresas utilizam WhatsApp para se comunicar com clientes. O aplicativo é usado para disponibilizar informação de produtos/serviços (59%), atendimento (59%) e vendas (43%).

• 51% dos entrevistados acredita que as vendas pela internet e pelas redes sociais tem maior potencial de expansão, nos próximos cinco anos, do que as vendas tradicionais.
O número de micro e pequenas empresas cresceu no Brasil nos últimos anos, mesmo com a crise iniciada em 2016. Nesse contexto, as MPE foram responsáveis por evitar uma redução ainda maior do nível de emprego do país. Essas são algumas conclusões que constam do Anuário do Trabalho nos Pequenos Negócios, elaborado pelo Sebrae, a partir de informações do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese).



O documento revela, que no período de 2006-2016, a participação desse nicho de empresas no estoque de emprego no país cresceu de 53,5% para 54,5%. Em dez anos, houve um aumento de 1,1 milhão de pequenos negócios no Brasil, o que representa crescimento de 21,9% no número de empresas, responsáveis pela geração de mais cinco milhões de novos empregos. Em consequência, em 2016, chegou a 16,9 milhões o total de postos de trabalho nas empresas de pequeno porte.

O Anuário também mostra que o percentual de demissões nos pequenos negócios foi proporcionalmente menor do que nas médias e grandes empresas. Na crise econômica, enquanto as MPE perderam 300 mil trabalhadores, entre 2014 e 2015, e 600 mil, de 2015 para 2016, nas médias e grandes empresas essa perda foi bem maior: de 1,1 milhão e de 900 mil, respectivamente.

“A crise econômica que atingiu o país em 2015 e 2016 foi a responsável pela quebra na longa sequência de crescimento anual do número de pequenos negócios no Brasil. Desde 2006, essa elevação foi contínua, mantendo-se a taxa média de 2,4% ao ano, o que persistiu até 2015”, explica Vinicius Lages, diretor administrativo financeiro e presidente em exercício do Sebrae. Porém, ele acrescenta que “somente em 2016, 102 mil estabelecimentos deixaram de existir, reduzindo-se a 6,8 milhões o número MPE, o que configura uma queda da ordem de 1,5% no número de empreendimentos. Ainda assim, a participação relativa dos pequenos negócios no total de estabelecimentos do país se manteve em 99%, ao longo desse período”.

Remuneração 

Entre 2006 e 2016, conforme o Anuário, a remuneração média real dos trabalhadores lotados nos pequenos negócios cresceu 25,3%, enquanto a dos trabalhadores das médias e grandes corporações subiu 14,3%, levando à redução das diferenças de salários pagos por esses dois grupos de empresas.

A maior parte dos empregados está no setor de Serviços, que agrupava em 2006, 34,4% das micro e pequenas empresas, percentual elevado a 41,7% em 2016. Já a participação no Comércio caiu de 51,7% (2006) para 42,8% (2016). Mesmo assim, esse setor se manteve como a atividade com maior número de pequenos empreendedores: 2,9 milhões empresas.

O estudo revela ainda que, de 2012 a 2016, a quantidade de empreendedores por “conta própria”, categoria em que o empreendedor não contrata funcionários, registrou aumento de 9,8%. Já a elevação de empregadores foi bem mais expressiva: 19,8%. Essa categoria, que representa 16% do total de donos de negócio no país, está crescendo expressivamente na região Sul, onde estão as menores taxas de informais, e 88% das empresas legalmente constituídas.

No período de 2006 a 2016, a diferença da remuneração média real entre homens e mulheres caiu de quase 20% para 16,8%. Em 2016, havia proporcionalmente mais trabalhadores do sexo masculino nos pequenos negócios do que nas médias e grandes empresas (51,9% nos pequenos negócios contra 48,1% nas MGE), mas essa diferença ainda era maior quando se trata dos trabalhadores do sexo feminino (58,4% contra 41,6%). Embora representem menos de um terço dos empregadores, a participação de mulheres nesta categoria aumentou de 27,6%, em 2012, para 30,2%, em 2016.



O Anuário mostra que a maior parte dos empregadores das micro e pequenas empresas de todas as regiões do país, de ambos os sexos, possuía ensino médio completo ou superior incompleto, em 2016. No Nordeste e Norte, porém, as mulheres apresentavam maior nível de escolaridade (incluindo o superior completo). No caso dos “contas próprias”, o perfil também difere. A maior parte dos homens possuía, em 2016, ensino fundamental incompleto, enquanto as mulheres, em sua maior parte, tinham o ensino médio completo ou superior incompleto.
Antes de saber se sua empresa está preparada para receber e integrar estes jovens profissionais ao time de colaboradores, vamos entender o que é e como pensa este grupo.



Geração Y nada mais é que a forma como são chamadas as pessoas nascidas entre o final dos anos 80 e meados dos anos 90. Criados em tempos de grandes avanços referentes à tecnologia e em uma época de economia estável, geralmente por uma geração acometida por diversas crises e grandes taxas de desemprego, não raramente são taxados de mimados.

Mas na prática, o que significa pertencer a Geração Y?

A chamada Geração Y cresceu em meio a muita ação, estímulos de atividades variadas e tarefas múltiplas. Nascidos na era digital, democrática e de mudança na família tradicional, esses jovens estão acostumado a conseguir tudo com a rapidez e acreditam que as normas do passado não funcionam mais tão bem.

Porque ter talentos desta geração em sua empresa?

Para os millennials, como também são chamados, um ambiente de trabalho atrativo deve ter um clima tranquilo e de espontaneidade, acima até mesmo de estabilidade salarial. É possível dizer que eles pensariam duas vezes ou mais antes de aceitarem uma promoção ou recolocação que atrapalhe sua qualidade de vida.

É importante ressaltar que as pessoas que estão inclusas neste grupo não são muito preocupadas em construir uma carreira sólida em uma empresa, mas sim comprometidas com sua satisfação pessoal. Outra característica muito presente nestes profissionais é a vontade que eles sentem por obter novos conhecimentos, mesmo que possam ter dificuldade para aprender por meios tradicionais de ensino.

Colaboradores da Geração Y podem ser a chave para um alinhamento de expectativas ao lidarem com consumidores da mesma geração, ou seja, indivíduos superconectados. Sobre tudo não podemos esquecer que os millennials sempre querem ultrapassar as expectativas. Tê-los como aliados para a ampliação de um negócio é saber que eles irão trabalhar muito para que tais objetivos se superem e, consequentemente, superem seus próprio desafios.


Nem só de amor à música vivem as estrelas do rock. A profissionalização do setor fica cada vez mais evidente, e o que antes era apenas um grupo de amigos tocando para pequenas plateias tornou-se um negócio. 



Há algumas décadas, os músicos são empreendedores que têm um negócio (a música) e clientes (os fãs). 

Capa do livro


Em “Como o Rock Pode Ajudar Você A Empreender”, os jornalistas Daniel Fernandes – fascinado por negócios – e Marco Bezzi – apaixonado pelo cenário musical – mostram, por meio das histórias de grandes nomes, como Legião Urbana, Guns N’ Roses e Beatles, lições de negócios que podemos tirar do universo musical. 

Daniel Fernandes (E) e Marco Bezzi (D), autores do livro, falaram com artistas nacionais, além de especialistas em negócios e economia Foto: Helvio Romero|Estadão
Afinal, empreendedorismo, liderança e relacionamento com o cliente são palavras que também fazem parte do vocabulário das estrelas do show business.
A partir da segunda quinzena de julho, as micro e pequenas empresas deverão aderir ao eSocial, o sistema informatizado da administração pública. 



Por meio dessa iniciativa do governo federal, os empregadores passarão a comunicar, de forma unificada, as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o FGTS. 

No caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), que somam 6,8 milhões de empresários, não será necessário apresentar a certificação digital, de acordo com a Resolução CGSN nº 140/2018.

O objetivo do eSocial é simplificar a prestação de informações e reduzir a burocracia para as empresas, já que esse procedimento substituirá o preenchimento e a entrega de formulários e declarações, atualmente enviadas de forma separada a cada órgão. “A construção do eSocial para as empresas faz parte de convênio entre o Sebrae e a Receita Federal para criação de sistemas que simplifiquem a vida do empresário da micro e pequena empresa. É uma simplificação muito bem-vinda, principalmente para os donos de pequenos negócios, que na maioria das vezes cuidam sozinhos da gestão de suas empresas”, ressalta a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes.



Na prática, as empresas terão que enviar periodicamente, em meio digital, as informações para a plataforma do eSocial. O cronograma de implantação do sistema terá cinco etapas. A primeira, em julho, será composta pelo cadastro do empregador. Em setembro, será a vez do registro dos dados dos trabalhadores e seus vínculos com as empresas. Na terceira etapa, em novembro, será obrigatório o envio das folhas de pagamento. Em seguida, em janeiro de 2019, passará a valer a substituição da GFIP – guia de informações à Previdência Social. A quinta etapa será cumprida também em janeiro do ano que vem, focará nos dados de segurança e saúde do trabalhador.

Em relação aos MEI, o eSocial vai abranger somente aqueles que contratam empregados. Os Microempreendedores Individuais continuarão usando o SIMEI, o sistema de recolhimento de tributos em valores fixos mensais do Simples Nacional, voltado ao MEI para geração da guia de recolhimento relativa à sua atividade empresarial. Aliado a isso, passarão a utilizar o eSocial para o cumprimento de obrigações trabalhistas, fiscais e previdenciárias relativas ao trabalhador empregado.




Apesar da paralisação dos caminhoneiros, as micro e pequenas empresas mantiveram a expansão dos postos de trabalho no mês de maio. O saldo de 24.383 vagas foi o quinto resultado positivo consecutivo neste ano. 



De acordo com o levantamento do Sebrae com base nos dados do Caged, a geração de vagas correspondeu a 72,4% do total de empregos gerados no país, no mês passado. No período, as médias e grandes empresas responderam pela criação de 9 mil empregos (27% do total).

“É sempre animador confirmar a força da micro e pequena na economia brasileira. Mesmo com diversos setores prejudicados pelo desabastecimento, o resultado na geração de emprego em maio reforça o comportamento dos pequenos negócios, que em períodos de crise são os últimos a demitir, e ao retornar a estabilidade, são os primeiros a contratar”, avalia Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae. Ela observa também que a Sondagem Conjuntural do Sebrae já indicava a manutenção dos postos de trabalho no período.

Nos cinco primeiros meses de 2018, os pequenos negócios acumularam um saldo de 328 mil novos postos de trabalho, 65% acima do registrado no mesmo período do ano passado (198,7 mil postos). Já as médias e grandes empresas acumulam saldo de 38,8 mil empregos gerados este ano, sinalizando uma recuperação no saldo negativo verificado no mesmo período de 2017, quando mais de 136 mil postos foram fechados entre janeiro e maio.



A análise por setor destacou os pequenos negócios da Agropecuária, que puxou a geração de vagas no mês passado, com a criação de 23,4 mil novos postos, especialmente no cultivo de café, laranja e bovinocultura. As micro e pequenas empresas do setor de Serviços apareceram em segundo lugar, com 10,9 mil novas contratações. Já os pequenos negócios do Comércio e da Indústria registraram demissões, com o fechamento de 10,5 mil e 7,8 mil vagas, respectivamente.
Termina no próximo dia 9 de julho o prazo para as micro e pequenas empresas com débitos fiscais até novembro do ano passado aderiram ao programa de refinanciamento (Refis). Conforme as regras do Comitê Gestor do Simples Nacional, o devedor terá um prazo de até 15 anos (180 meses) para a liquidação dos valores cobrados. 



A parcela mínima será de R$ 50, para o Microempreendedor Individual (MEI), e R$ 300, para os demais negócios de pequeno porte inscritos no regime simplificado. Até esta quinta-feira (21), 133.207 empresas de micro e pequeno porte haviam solicitado adesão junto à Receita Federal. Outros 15.149 Microempreendedores Individuais também procuraram quitar seus débitos fiscais, totalizando 148.356 pequenos negócios.

“É a primeira vez que o dono de pequeno negócio tem a oportunidade de quitar dívidas em condições especiais, da mesma forma como já ocorreu com as grandes corporações. Foi um longo processo de sensibilização e defesa desse novo Refis no Legislativo e no Executivo até conquistarmos esta vitória. Agora, é fundamental que os empresários entrem em contato com a Receita, buscando se regularizar e ganhar fôlego para continuar inovando e gerando emprego”, destaca Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae.

O Programa Especial de Regularização Tributária da Micro e Empresas de Pequeno Porte Optantes do Simples Nacional (Pert/SN) foi aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado, mas foi vetado pela Presidência da República. Em abril deste ano, após um intenso trabalho do Sebrae, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal derrubaram o veto. Com isso, foram beneficiados os empresários que têm dívidas do Simples Nacional vencidas até 29 de dezembro de 2017.

No momento da adesão, a micro ou pequena empresa deverá quitar 5% da sua dívida, sem redução de juros e multas, divididos em cinco parcelas mensais. Os outros 95% poderão ser pagos em 175 meses de várias formas. Se for em uma única parcela, haverá uma redução de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios. Se parcelado em 145 meses, a redução dos juros de mora será de 80% e 50% das multas de mora, bem como 100% dos encargos legais, além dos honorários advocatícios. Já o parcelamento em 175 vezes terá redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora e 100% dos encargos legais, também incluindo os honorários advocatícios. Além disso, implicará desistência de outros parcelamentos. O empresário pode verificar a melhor opção no sistema da Refeita Federal, antes de fazer a adesão.

Roteiro de adesão

Para iniciar o processo do parcelamento, o contribuinte poderá acessar os portais do Simples Nacional (SN) ou o e-Cac da Receita Federal. O Pert-MEI será semelhante em todas as funcionalidades, devendo ser acessado pelo “Simei”.

I – Na página principal do Portal do SN, acessar a aba Parcelamento:

II – Escolher a opção “Programa Especial de Regularização Tributária – PertSN”, que poderá ser acessada por certificado digital ou código de acesso.

III – A página principal do Pert-SN possuirá as seguintes opções:
Pedido de parcelamento
Emissão de parcela
Consulta pedidos de parcelamento
Desistência do parcelamento

IV – Escolhendo a opção “Pedido de Parcelamento” o sistema apresentará:
A mensagem de alerta, que aparece antes da negociação, ressalta a necessidade de desistência prévia de parcelamentos anteriores bem como de eventuais recursos administrativos e/ou judiciais para inclusão dos respectivos débitos no PertSN.

Se não houver débitos em situação a ser parcelada, o sistema apresenta a tela, caso o contribuinte discorde dessa informação, deve dirigir-se à unidade de atendimento da Receita Federal de sua jurisdição.

Havendo débitos em situação parcelável, o sistema apresentará todos os débitos com os valores originais e atualizados para o mês corrente.

Da mesma forma, apresentará ao contribuinte o valor da entrada (5% da dívida consolidada) e o valor da dívida consolidada após a apropriação do valor da entrada e antes da das reduções previstas na Lei Complementar nº 162, de 2018.

Em seguida, mostrará as opções de pagamento do saldo em parcela única ou de parcelamento em até 145 ou até 175 meses para escolha do contribuinte.

Escolhendo uma das opções, o sistema retornará a tela para que o contribuinte confira atentamente os detalhes do pedido e conclua (ou retorne para retificação).

Concluindo, a tela seguinte apresentará o recibo da negociação e possibilitará ao contribuinte a emissão do DAS para pagamento da entrada e do recibo da negociação.

Após o cadastramento do pedido, as demais opções do menu principal estarão aptas para utilização:
Emissão de Parcelas: o contribuinte poderá emitir as parcelas já disponíveis do parcelamento de acordo com o estabelecido na legislação;

Consulta Pedidos de Parcelamento: contribuinte pode acompanhar a situação do pedido do PertSN. Nessa funcionalidade também estará disponível o recibo de negociação para reimpressão;

Desistência do Parcelamento: caso o contribuinte necessite desistir da negociação, poderá fazê-la pela aplicação abaixo. Importante destacar que eventual desistência deve ocorrer antes do pagamento do valor da entrada da primeira negociação, pois o pagamento não poderá ser aproveitado em novo parcelamento.

Caso o parcelamento anterior também inclua débitos posteriores a 11/2017, a empresa poderá solicitar um novo parcelamento convencional para esses débitos restantes. Os procedimentos devem ser realizados na ordem a seguir:

1º - Desistência do(s) parcelamento(s) anterior(es) (convencional e/ou especial);

2º - Adesão ao Pert;

3º - Solicitação de parcelamento convencional.

A desistência dos parcelamentos anteriores (parcelamento convencional ou parcelamento especial) é realizada nos aplicativos correspondentes a esses parcelamentos.
Para alguns casais, as responsabilidades da vida a dois vão além de cuidar da casa e da rotina. Empreender junto ao parceiro é um desafio e, para que a união da vida profissional e da pessoal não se torne um problema, é preciso saber administrar e entender as diferenças de cada um dos lados.



Apesar das dificuldades, existente na maioria dos empreendimentos familiares, o amor e a harmonia de um relacionamento, quando refletidos na gestão de um novo negócio, podem gerar ótimos resultados. Para apoiar aqueles que estão pensando em dar início a um negócio com o parceiro, separamos algumas dicas que podem fazer toda a diferença. 

Sonhem juntos
A vida em casal começa quando duas pessoas juntam seus sonhos e metas para o futuro. Logo, assim que a decisão de começar um negócio é tomada, o primeiro passo é traçar, em conjunto, os planos e metas da empresa. Ambos têm que concordar com os rumos do negócio.

Quando as vontades estão alinhadas, a chance de que a gestão do negócio seja corente é maior ainda. Para isso, basta que exista uma relação de cumplicidade, confiança e entrega mútua. É fundamental ter paciência e manter sempre o diálogo aberto, para que o sonho não se transforme em pesadelo.

Perseverança e união foram as palavras que renderam o sucesso da empresa Eventbrite, fundada em 2006 pelo casal americano Julia e Kevin Harz. No início, quando ainda eram recém-noivados, Julia relutou com a ideia de começar um negócio com seu companheiro, pensando na dificuldade de conciliar a nova vida – os dois haviam acabado de decidir morar juntos – com a abertura de uma empresa.

Entretanto, a perseverança e positividade de Kevin fizeram a noiva mudar de ideia e, atualmente, a Eventbrite conta com cerca de 200 empregados, já registrou mais de US$ 1 bilhão em vendas brutas de ingressos e define-se como a maior plataforma de gerenciamento de eventos e vendas de ingressos.

Empreender em casal pode dar certo: a Eventbrite cresceu rápido, conquistou espaço no mercado e já vendeu mais de US$ 1 bilhão em ingressos.

Saiba dividir as tarefas

Essa lição precisa ser aplicada em qualquer tipo de empreendimento e, em negócio a dois, não poderia ser diferente. Mas, diferente dos demais tipos de sociedade, o casal conhece muito bem um ao outro, conhecendo suas preferências e habilidades.

Para abrir um negócio em casal é preciso ter muito equilíbrio para acabar não se frustrando. Aprenda a conciliar tudo isso de acordo com o que cada um prefere fazer, mas seja sempre flexível: nem sempre dá pra fazer tudo exatamente do jeito que desejamos, e é preciso ser mais maleável.

A divisão de tarefas da empresa não deve se espelhar na divisão de tarefas domésticas que, muitas vezes, é desigual e baseada em padrões de gênero. A não ser que seja definido, por ambas as partes, adotar uma hierarquia diferente, as opiniões dos dois lados do casal precisam ter o mesmo peso na hora de tomar grandes decisões. É extremamente importante, para os homens, perder o medo da impotência pelo papel da mulher na gestão do negócio.

Por isso, assim como deve ser no relacionamento, é preciso saber lidar com o fato de que seu parceiro tem opiniões diferentes. Um segundo ponto de vista pode ajudar a enxergar outros aspectos de uma situação e levar a uma tomada de decisão mais assertiva.

Casamento x Empresa

Na hora de as duas coisas é importante entender que, na maioria das vezes, um clima ruim no escritório pode ser relevado pelo casal ao chegar em casa, mas é mais difícil fazer o mesmo quando o contrário acontece. Quando a vida profissional e a pessoal convergem, o tempo reservado à vida particular do casal pode ser invadido, constantemente, pelas tarefas da empresa, mas o relacionamento fora do escritório deve ser prioridade.

Momentos de tensão são invitáveis e saber manter a calma é essencial. É muito mais fácil que as divergências, que em casa não eram percebidas, apareçam na hora de gerir um negócio e, por isso, lembre-se que o diálogo é necessário para que essas diferenças não estraguem o clima também fora de expediente.

Um exemplo disso foi a união das vidas profissionais de Luiz Fernando e Simone Amaral que, em 2004, resolveram abrir o Centro de Formação de Terapia Corporal, em Niterói. Desde o começo os dois tomam grandes decisões juntos, mas têm funções bem estabelecidas: ela cuida da administração e da produção de eventos, enquanto ele coordena questões pedagógicas do espaço e assume as tarefas domésticas.

Em entrevista para o jornal O Globo, o casal de terapeuta disse que para um casamento ser duradouro, é preciso cooperação. Para Luiz Fernando e Simone, os maiores conflitos são relacionados à competição: “briga-se muito sobre quem faz mais. Enquanto um acha que trabalha mais e é sobrecarregado; o outro se sente menosprezado. Normalmente, eles não percebem essa competição”

Assim como os relacionamentos, não existem sociedades 100% perfeitas. É necessário aprender a lidar com os problemas, sempre se colocando no lugar do parceiro, dividir responsabilidades significa, também dividir a culpa por coisas que podem vir a dar errado e, principalmente, dividir a alegria do sucesso.

O Dia dos Namorados está chegando e, depois de aprender um pouco sobre como o amor e os negócios pode dar certo, pode ser hora de perguntar ao seu parceiro: quer empreender comigo?