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sábado, 28 de abril de 2018

Fintechs: crescimento pode aumentar concorrência e baratear empréstimo

Fintechs: crescimento pode aumentar concorrência e baratear empréstimo

O crescimento das fintechs, empresas de tecnologia no setor financeiro, deve acelerar a partir da regulamentação, determinada na quinta-feira (26) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A ideia é que, com a expansão dessas empresas, aumente a concorrência no sistema financeiro, consequentemente os custos de empréstimos para clientes desse segmento devem cair e uma parcela maior da população ter acesso a serviços financeiros, como empréstimos, seguros, investimentos e meios de pagamento.



O CMN estabeleceu dois modelos para as fintechs operarem: a sociedade de crédito direto (SCD) e a sociedade de empréstimo entre pessoas (SEP). No primeiro sistema, as empresas emprestam recursos próprios por meio de plataforma eletrônica. No segundo, empresas ou pessoas físicas entram numa plataforma para emprestarem dinheiro a outras pessoas, modalidade conhecida como peer-to-peer lending.

As resoluções abrem caminho para as fintechs atuarem sem estarem vinculadas a uma instituição financeira convencional. Elas também não podiam emprestar com recursos próprios. O CMN estabeleceu capital mínimo de R$ 1 milhão para as fintechs de ambos os tipos poderem operar. Na modalidade peer-to-peer, cada credor poderá emprestar até R$ 15 mil para um tomador. Este, no entanto, poderá contrair vários empréstimos de R$ 15 mil com credores diferentes. A SEP não pode operar com recursos próprios, apenas fazer a intermediação entre emprestador e tomador.

Levantamento

O CMN permitiu que as fintechs façam análise de crédito, cobrança, representação de seguros e emissão de moeda eletrônica. Elas, no entanto, não poderão vender investimentos ao público, como certificados de depósitos bancários (CDB), debêntures e demais instrumentos financeiros para captarem recursos.

Diretor de Regulação da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), Mathias Fischer informou que hoje quase 50% da população brasileira não têm acesso a serviços bancários e empresas de menor porte, como as startups, e têm dificuldades para conseguir financiamentos. “Em função dos seus procedimentos simplificados e do uso intensivo de tecnologia para a realização das análises de crédito, espera-se que a gente consiga reduzir o custo dos empréstimos e fornecer o acesso ao crédito a algumas parcelas da população e de empresas. São as pessoas sem conta em banco e que têm dificuldades de acessar empréstimos ou empresas de menor porte, starups, que não tem os 36 meses de faturamento que alguns bancos pedem”, disse Fischer.

Atualmente, existem 343 fintechs associadas. A ABFintech pretende concluir no próximo mês um levantamento com mais dados sobre o setor. Fundador da Kavod Lending, fintech de crédito voltado para empresas, Fábio Neufeld disse acreditar que haverá aumento da competição no mercado. “Com a regra clara, as fintechs vão conseguir fazer mais investimentos e crescer mais rápido. Os bancos terão de acompanhar a redução de juros ou fazer parcerias com as fintechs.”

Conforme Neufeld, com a regulamentação não será mais necessário depender de uma instituição financeira para atuar no mercado. “Para cumprir a legislação, há a necessidade de estar ligado a uma instituição financeira e atuar como corresponde bancário. Hoje, fazemos a modalidade de peer to peer lending, mas, na realidade, estruturamos toda a operação e entregamos para uma instituição financeira fazer a formalização”, afirmou Neufeld.

Vantagens

A Kavod Lending opera no modelo de financiamento coletivo peer to peer, em que qualquer pessoa pode emprestar dinheiro para empresas de pequeno e médio portes com faturamento anual mínimo de R$ 6 milhões. As operações contam com garantias como recebíveis, máquinas, automóveis, imóveis, aplicações financeiras, entre outros bens materiais.

Segundo Neufeld, a aprovação do Banco Central para proponentes atuarem como instituição financeira deve levar cerca de seis meses. “A vantagem é que deixa as operações mais flexíveis, mais ágeis e mais baratas, sem a intermediação de outra instituição.”

Para o fundador da Fintech, essa operação como correspondente bancário acaba deixando os empréstimos com taxas mais caras. “Os bancos cobram, às vezes, uma comissão, um custo desproporcional ao trabalho que tem e a responsabilidade deles nessa operação. Então, na prática, ter mais um intermediário encarece a operação”, avaliou Neufeld. Ele afirmou que atualmente as taxas dos empréstimos às empresas variam de 1,5% a 1,9% ao mês. Sem a intermediação de bancos, essas taxas podem cair entre 30% e 40%.

Investidor, Lucas Cimino, 28 anos, dono de uma galeria de arte, começou a aplicar dinheiro por meio das fintechs em 2016. Segundo ele, as primeiras duas experiências, no modelo peer to peer, não foram tão boas por não ter sido exigido garantias das empresas que tomavam os empréstimos. “É muito importante ter uma fintech que faça um bom controle de risco para os seus clientes. Vai emprestar para empresas que têm capacidade de pagar. Tem de ser muito seletivo na hora de empresar dinheiro, ter uma garantia em troca”, disse.

De acordo com Cimino, com a taxa básica de juros, a Selic, mais baixa, fixada em 6,5% ao ano, é preciso procurar investimentos mais rentáveis no mercado, apesar do aumento do risco. Para ele, os investimentos por meio das fintechs são alternativas ao CDBs ofertados pelos bancos e os títulos do Tesouro Direto, por exemplo, com o dobro dos rendimentos. “O fato de ter uma garantia [das empresas que tomam o empréstimo] mitiga o risco. Com o tempo as pessoas vão passar a conhecer mais essa forma de investimento", concluiu o investidor.

Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil
Edição: Armando de Araújo Cardoso
* Colaborou Wellton Máximo

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Educação digital gratuita para servidores e aposentados de Nilópolis

Educação digital gratuita para servidores e aposentados de Nilópolis

A Cisco, maior empresa de redes do mundo, em parceria com o coworking Colaboração.Space, oferecem o curso de computação para quem é servidor, já se aposentou ou é pensionista do Instituto de Previdência da Prefeitura de Nilópolis. Além disso, os filhos e netos desses beneficiários também terão a oportunidade de realizar as aulas onlines.



Os servidores e aposentados totalizam mais de 1500 pessoas que podem se inscrever. Fora os filhos e netos dos que recebem pelo Instituto da Previdência de Nilópolis inscritos no curso de Fundamentos da Computação que poderão entender sobre a rede mundial de computadores, saber como navegar na internet, fazer pesquisas e até como criar e utilizar uma conta de e-mail. Algo simples para quem já é familiarizado com informática, mas bem novo para quem nunca teve a chance de aprender.

E que tal, criar contas e usar as redes sociais como Facebook, LinkedIn e YouTube? Por meio da didática dos vídeos explicativos, o usuário poderá também identificar problemas comuns no computador e resolvê-los. Um exemplo é quando o sistema trava, solucionar o defeito faz parte do plano de aula da Cisco.

O coworking Colaboração.Space localizado em Nilópolis é a única academia da Cisco da Baixada Fluminense do Rio, nomeado como Cisco Networking Academy. Após a conclusão do curso online, o Space emite o certificado com reconhecimento internacional da Cisco que é a líder mundial em tecnologia da informação e redes e ajuda empresas de todos os tamanhos a transformarem a forma como as pessoas se conectam.

Para a presidente, Danielle Villas Boas Agero Corrêa, à frente da gestão da autarquia municipal desde 2017, é motivo de satisfação proporcionar conhecimento aos beneficiários. “Nossos aposentados e pensionistas, em sua grande maioria, são pessoas simples. Cursos e atividades desenvolvidos sem custo, agregarão conhecimento intelectual e irá desenvolver capacidades não utilizadas por ampla maioria, além de abranger aos ascendentes e descentes deles”, pondera. “O conhecimento digital abre um leque de possibilidades para todos eles, facilita a vida e estou certa que o conhecimento é a única coisa que ninguém nos tira”, orgulha-se Danielle que tem implantado uma série de melhorias, impactando diretamente o atendimento ao público.

A ideia do coworking é ampliar o público do curso de computação para outros participantes da Baixada Fluminense. “Fundei o Space em Nilópolis para impactar o maior número de pessoas com educação em áreas de demanda reprimida, sou natural da Ilha do Governador e tive que estudar bastante para chegar até aqui. Além disso, por acreditar no potencial do município que possui o melhor IDH da Baixada ocupante o 9° lugar do RJ, não nos faltarão oportunidades de grandes parcerias como essa com a multinacional Cisco”, declara Juan Medeiros que mudou-se de Ramos com a família para Nilópolis em prol dos objetivos profissionais.

O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho de empreendedores da região. Realizar eventos, aulasonlines e presenciais sempre gratuitamente ou com baixo valor de investimento sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Serviço

Para se inscrever, acesse o site www.colaboracao.space, clique em BLOG e escolha o ícone com o curso.

Insira seus dados pessoais, como nome completo e formas de contato.

Dúvidas podem ser esclarecidas com o coworking Colaboração.Space

Avenida Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis
Tel: (21)3039-3840
E-mail: contato@colaboracao.space
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Contador e contabilista: entenda qual é a diferença

Contador e contabilista: entenda qual é a diferença

Se você não conhece a diferença entre um contador e um contabilista e não sabe o que faz um técnico de contabilidade, neste post vamos esclarecer algumas dúvidas bens comuns sobre o tema. Confira!



Foi um Decreto-lei de 1946 (nº 9.295/46) que regulamentou a atuação dos profissionais da área contábil, definindo as atribuições do contador e do técnico de contabilidade e as funções do Conselho Federal de Contabilidade.

Você deve estar se perguntando onde entra o “contabilista” nessas definições, mas vamos explicando por partes até chegar lá.

O contador e a sua área de atuação

O “contador” é o profissional que possui diploma de graduação em Ciências Contábeis, ou seja, conhecido como “contador diplomado” ou bacharel em Ciências Contábeis.

O curso superior habilita esse profissional a trabalhar em diversos âmbitos: gestão de empresas, mercado de seguros, controladoria, perícia e auditoria.

O contador exerce funções na área financeira, econômica e patrimonial de uma empresa.

Ele é o responsável, por exemplo, por assessorar trâmites de abertura de empresas, recomendar o regime tributário mais adequado, apurar os impostos, elaborar balanços, demonstrações de resultado, relatórios de faturamento e balancetes mensais.

De acordo com o Decreto-lei nº 9.295/46, o contador atua especificamente nas atividades de: organização e execução de serviços de contabilidade em geral; escrituração dos livros de contabilidade obrigatórios e de todos os necessários à organização contábil.

Também faz o levantamento dos balanços e demonstrações; perícias judiciais ou extrajudiciais, revisão de balanços e de contas em geral, verificação de haveres, revisão de escritas, regulações jurídicas ou extrajudiciais de avarias grossas ou comuns e assistência aos Conselhos Fiscais das sociedades anônimas.
O que faz um técnico em contabilidade ou técnico contábil

Já o profissional que possui nível médio ou técnico e exerce função técnica de contabilidade com registro nos órgãos de classe é um “técnico em contabilidade” ou “técnico contábil”.

Esse profissional pode cuidar da parte financeira de empresas e ser o responsável pela prestação de contas da instituição.

Ele trabalha com: escrituração contábil e fiscal; registros e lançamentos contábeis de transações financeiras; cálculo de impostos, juros e taxas; acompanhamento de contas, receitas e despesas; elaboração de demonstrativos financeiros e balancetes; análise de contas patrimoniais e controle patrimonial.

Na verdade, o técnico em contabilidade exerce atividades semelhantes àquelas desenvolvidas pelo contador, porém a sua área de atuação é mais restrita.

Diferentemente do contador, as suas funções não incluem a realização de trabalhos de auditoria, perícia e análise de balanços.

Isso significa que o contador pode fazer tudo que um técnico faz e, além disso, exerce também atividades de consultoria e auditoria – que o técnico não pode exercer.

E o “contabilista”?

Naturalmente, depois dessas definições, você deve estar se perguntando onde se encaixaria o contabilista nesse quadro.

O termo “contabilista” é usado popularmente para se referir ao técnico em contabilidade, que é o profissional que antigamente era conhecido como “guarda-livros”.

Na verdade, porém, o termo contabilista refere-se ao profissional que exerce a prática contábil de modo genérico, ou seja, tanto de nível superior quanto de nível técnico.

Contudo, já que atualmente o termo ainda está muito atrelado ao profissional de nível técnico, para não criar confusão, o Conselho Federal de Contabilidade determinou o uso do termo “profissional da contabilidade” para designar essa categoria mais genérica.
Dia do Contador e Dia do Contabilista

A questão da confusão com os termos gera desentendimento também em relação às datas que homenageiam os profissionais da área contábil.

A criação do primeiro curso de graduação em Ciências Contábeis no Brasil, em 1945, é um fato histórico que deu origem ao Dia do Contador: dia 22 de setembro – comemorado ainda hoje nessa data.

Já o dia 25 de abril foi citado no ano de 1926 por João Lyra, senador e patrono dos contabilistas, como o “Dia do Contabilista Brasileiro”. No entanto, a data comemorativa só foi realmente instituída por lei em 1979.

Em 2012, porém, o Conselho Federal determinou, como mencionamos, em função da modernização da profissão, a substituição do termo “contabilista” por “profissional da contabilidade”.

Por essa razão, no dia 25 de abril comemora-se atualmente o Dia do Profissional da Contabilidade, ou seja, de todos que exercem atividades nessa área no país.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Pequenos negócios respondem por quase 100% dos empregos gerados em 2018

Pequenos negócios respondem por quase 100% dos empregos gerados em 2018

Taxas de juros em queda e a retomada do crescimento têm impulsionado a geração de empregos entre as pequenas e médias empresas no Brasil. Das 61,1 mil vagas formais de emprego abertas em fevereiro, os pequenos negócios foram responsáveis por mais de 90% desse total.



Os dados foram levantados pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). De acordo com a pesquisa, no primeiro bimestre as micro e pequenas empresas foram responsáveis por gerar 142,9 mil empregos formais, de um saldo de 143,1 mil vagas abertas no Brasil.
Setores

A maioria dos setores econômicos abriu vagas em fevereiro, em especial o setor de serviços – um importante termômetro para medir a retomada da economia. Nesse setor, foram abertas 65,9 mil vagas em todo o País, sendo 46 mil empregos gerados exclusivamente pelos pequenos negócios.

Para o economista da Fecomércio-DF, José Eustáquio Moreira, o setor de serviços não só deve continuar crescendo este ano como pode ser responsável por abrir um expressivo número de vagas no País. “O setor de serviços é o que mais vai crescer. Esse é um grande gerador de empregos”, apontou.

Segundo ele, com a retomada do poder de compra das pessoas diante da queda inflação, a demanda por serviços cresce, o que impulsiona a necessidade de contratação de pessoal. “As pessoas estão começando a utilizar serviços que haviam reduzido com a crise. Uma das coisas que se prevê é a retomada de demanda por serviços de estética, restaurantes e turismo”, ressaltou.

Portal Brasil com informações do Sebrae e Caged

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Pequenos negócios apostam na recuperação da economia

Pequenos negócios apostam na recuperação da economia

Mais perto de renegociarem dívidas tributárias com a União, os empresários de micro e pequenas empresas estão mais otimistas quanto ao futuro da economia do país para os próximos 12 meses. 



A Sondagem Conjuntural do Sebrae aponta para o maior percentual de otimismo já registrado nos últimos nove meses. Cerca de 50% dos entrevistados estão otimistas quanto ao futuro da economia do país e esse otimismo certamente ficou ainda maior com a derrubada do veto ao Refis das MPE pelo Congresso Nacional, no último dia 3. 

Em junho de 2017, 31% acreditavam na recuperação econômica. O estudo foi realizado entre 27 de fevereiro e 6 de março de 2018, com 2.992 donos de pequenos negócios.

“Os empreendedores de micro e pequena empresa são os heróis da nossa economia. Na crise, seguraram o emprego e até criaram novas vagas, mesmo devendo para a Receita. Agora, com a possibilidade de parcelar os débitos em condições mais aprazíveis, esse otimismo certamente será traduzido em mais investimentos nos negócios e consequentemente, em mais vendas”, analisa o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

A sondagem mostrou que a avaliação sobre o futuro da economia mostrou-se progressivamente mais otimista na percepção dos empresários que são optantes do Simples Nacional ao longo da série histórica (junho/2017 a março/2018) – alcançando 48% de empresários com expectativa positiva em março/2018, contra 32% em junho/2017. A pesquisa do Sebrae ainda verificou que mais da metade dos empresários, 52%, esperam que o faturamento da empresa melhore nos próximos 12 meses. Em dezembro, o percentual atingiu 45% dos entrevistados. Já em setembro, era de 39,3%.

As regiões Sul e Nordeste foram as que registraram o maior aumento do otimismo em relação à economia ao longo da série histórica. Na região Sul, o percentual de entrevistados que acredita que a economia do país vai melhorar nos próximos 12 meses praticamente dobrou – de 26%, em junho/2017, para 50%, em março/2018 -, assim como na região Nordeste – 28%, em junho/2017, para 50%, em março/2018.

Ao longo das quatro edições da sondagem, em todas as regiões observou-se um aumento do número de empreendedores otimistas e uma queda no número de pessimistas. Destaque também para os empresários do ramo da construção civil, 57% esperam que o cenário melhore nos próximos 12 meses, e para as Empresas de Pequeno Porte (EPPs), nas quais mais da metade, 53%, confia na melhora.

Então vamos empreender?

O Colaboração.Space tem um local e gente especial para desenvolver esse seu empreendedorismo. Cursos, aulas, workshops e network vão te estimular.

Ter um escritório tornou-se objetivo caro nos dias de hoje. A busca por local para trabalhar envolve custos que empresas iniciantes ou profissionais autônomos não estão dispostos a pagar. Tendência em outros países do mundo e em diversas cidades brasileiras, o escritório compartilhado, ou coworking, ganha cada vez mais adeptos e interessados.

Por Coworking entende-se várias pessoas dividindo o mesmo espaço físico, em mesas individuais. Por trás da economia, há uma filosofia de cocriação, que ganha cada vez mais adeptos. Isso porque os coworkers, vindos de diferentes áreas, encontram-se no espaço compartilhado e têm a oportunidade de trocar ideias e experiências para tirar projetos e sonhos do papel.

A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.

Seguindo essa premissa, o Colaboração.Space é o primeiro espaço de trabalho coletivo e de educação empreendedora de Nilópolis.

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Agência Sebrae, com informações e dados institucionais.

Curso de fundamentos da computação - TURMA PREVINIL 2018.1

Curso de fundamentos da computação - TURMA PREVINIL 2018.1

O curso Get Connected apresenta os fundamentos da computação e as habilidades de navegação na Internet. Você aprenderá a:
  • Identificar diferentes tipos de sistemas de computadores, componentes, impressoras e outros dispositivos. 
  • Entender o Microsoft Windows e aprender a trabalhar com arquivos e pastas. 
  • Entender a rede de computadores, como navegar e pesquisar na Internet e como usar o e-mail. 
  • Criar contas no Facebook, LinkedIn e YouTube. 
  • Identificar problemas comuns e implementar soluções simples para hardware, software e redes.

Detalhes do curso
CS003
Get Connected (Portuguese-Brazil v1.11)
9 April - 9 June 2018
Carlos Gama, Juan Medeiros
O curso apresenta os fundamentos da computação e as habilidades de navegação na Internet.

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terça-feira, 10 de abril de 2018

Pequenos negócios já podem pedir parcelamento de dívidas tributárias

Pequenos negócios já podem pedir parcelamento de dívidas tributárias

Foi publicada nesta segunda-feira (9) a Lei Complementar 162/2018, que autoriza o refinanciamento das dívidas fiscais (Refis) das micro e pequenas empresas. A partir da publicação da lei no Diário Oficial da União, as empresas terão 90 dias para aderir ao refinanciamento, por meio do site da Receita Federal ou do Simples Nacional. 



A Lei Complementar institui O Programa Especial de Regularização Tributária das Micro Empresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN) e garante o refinanciamento das dívidas vencidas até novembro de 2017 e apurados na forma do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional).

O Refis das MPE foi aprovado pele Câmara e pelo Senado em dezembro, mas vetado pela Presidência da República em janeiro. No último dia 3, porém, após ampla mobilização do Sebrae, o Congresso Nacional derrubou o veto à lei de parcelamento das dívidas tributárias em até 180 meses.

Confira as condições de parcelamento:

Quem pode aderir ao Refis?


Todas as empresas com débitos do Simples Nacional, mesmo que não sejam mais optantes ou tenham sido baixadas, que têm dívidas tributárias relativas a impostos apurados na forma do Simples podem pedir o parcelamento dos débitos. O pedido de refinanciamento implicará na desistência compulsória e definitiva de parcelamento anterior, sem restabelecimento dos parcelamentos rescindidos caso não seja efetuado o pagamento da primeira prestação.

Até quando é possível aderir ao Refis?

Os interessados poderão aderir ao Pert-SN em até 90 dias após a entrada da lei em vigor (9 de julho)

Como solicitar o parcelamento das dívidas?
Os empresários interessados no refinanciamento devem acessar o site da Receita Federal ou o Portal do Simples Nacional.

Quais as condições de refinanciamento para as MPE?

O empresário deverá fazer o pagamento em espécie de, no mínimo, 5% (cinco por cento) do valor da dívida consolidada, sem reduções, em até cinco parcelas mensais e sucessivas, e poderá pagar o restante:

a) Liquidado integralmente, em parcela única, com redução de 90% (noventa por cento) dos juros de mora, 70% (setenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios;

b) Parcelado em até cento e quarenta e cinco parcelas mensais e sucessivas, com redução de 80% (oitenta por cento) dos juros de mora, 50% (cinquenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios;

c) Parcelado em até cento e setenta e cinco parcelas mensais e sucessivas, com redução de 50% (cinquenta por cento) dos juros de mora, 25% (vinte e cinco por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios.

Qual o valor mínimo das parcelas?

O valor mínimo das prestações será de R$ 300,00, exceto no caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), cujo valor ainda será definido pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).

Renegociou? Então vamos empreender?

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segunda-feira, 9 de abril de 2018

5 filmes inspiradores sobre empreendedores reais

5 filmes inspiradores sobre empreendedores reais

Estas histórias estão aqui para mostrar para você em alta definição que é difícil para todo mundo. E que persistir pode trazer resultados incríveis. Esta é uma boa lista para aqueles momentos em que você está pensando em desistir e se compara com algum grande nome dizendo que não vai chegar lá. Acredite: eles também já passaram por isto.



Nós pedimos recomendações e recebemos mais de 300 sugestões pelas redes sociais de filmes que marcaram a trajetória dos empreendedores que nos acompanham. Dessa lista, escolhemos os 5 filmes mais citados, baseados em histórias reais. Nossa equipe assistiu e deixou comentários (sem muito spoiler) para incentivar você a ver os que ainda não tiver visto.

Vamos à lista!

Fome de poder

Neste filme (que originalmente chama The Founder), os irmãos Mc Donald’s tinham um negócio inovador, mas não estavam dispostos a expandir. Quem veio com o plano foi Ray Kroc que insistia em levar o negócio para todo o território dos EUA. A estrada foi dura até lá e tem um mix de exemplos e anti-exemplos. Mesmo trazendo um crescimento gigantesco, Kroc se transforma no pior sócio que os irmãos Mc Donalds poderiam encontrar.


Por que assistir?

“Negócios são como guerra. É cachorro comendo cachorro, rato comendo rato. Eu quero me antecipar, eu quero vencer.” Bom ficar esperto ao fechar um contrato com alguém que pensa assim, não é mesmo? Depois deste filme, todos ficarão atentos ao negociar com qualquer pessoa. Principalmente, se essa negociação for sobre a venda da sua empresa. Vem comigo, senhora!

Onde assistir?

Na Netflix

Joy: o nome do sucesso

Agora sim uma mulher empreendedora! Baseado na história real de Joy Mangano, o filme traz a perspectiva de uma mulher criativa desde pequena que enfrenta um caos familiar enquanto estrutura seu negócio.



Por que assistir?

“O mundo não deve nada a você” é a grande lição deste filme. A personagem Joy é aquela empreendedora para se orgulhar. Uma mulher que é sabotada dentro de sua própria casa pela sua própria família. Nem mesmo o ambiente destrutivo que estava rodeada conseguiu impedi-la de criar o seu império.

Onde assistir?

No iTunes você vê o filme completo.

À procura da Felicidade
Se você está precisando assistir algo motivador para empreender, esta é a história. Prepare a caixa de lenços para acompanhar os desafios que Chris Gardner, interpretado por Will Smith, enfrentou ao lado de seu filho pequeno na tentativa de melhorar de vida.



Por que assistir?

“Nunca deixe que lhe digam que você não pode fazer algo.” Esta é aquela história que faz você pensar “se esse cara conseguiu, eu consigo.” Sem dinheiro, sem casa, abandonado pela esposa, com um filho pequeno para criar. O emprego era promissor, mas exigia que ele não recebesse salário no início. É aí que Gardner mostra o poder da persistência e do trabalho duro.

Onde assistir?

No iTunes.

Jobs

No começo do filme dá uma vontadezinha de devolver o iPhone. Jobs é genial, mas tem um comportamento bastante peculiar que vai além de andar descalço. A fixação por querer fazer sempre melhor e o domínio dele sobre sobre o negócio podem acabar compensando os deslizes e são inspiradores.



Por que assistir?

“Esta é uma ferramenta para o coração. E quando você consegue tocar o coração de alguém, não existem limites.” O personagem Jobs é movido por paixões. Ele é a essência do seu negócio. Desconsiderando o temperamento, o que fica é uma visão estruturada e grandiosa de quem começou numa garagem e sabia onde queria chegar.

Onde assistir?

Na Netflix.

Walt antes do Mickey
Difícil saber que a história do criador da Disney não foi toda de contos de fadas. Eles precisou de muita criatividade, força de vontade e ajuda dos amigos e da família para chegar lá. Além disso, precisou aprender a ser um empreendedor.



Por que assistir?

A frase que guia Walt no filme é seu pai dizendo “Sempre termine o que você começar. E seja lá o que estiver fazendo, faça bem.” Mesmo fazendo bem e dando o seu melhor, fracassar faz parte. Ele sabia que tinha talento e sua equipe era boa. Ainda assim, não ficou livre de quebrar o caixa mais de uma vez.

Onde assistir?

Na Netflix.

Prepare o sofá e a pipoca para se inspirar com essas histórias. Depois comente aqui o que achou deles.

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Autoria: Raisa Santos - Endeavor Brasil Time de Conteúdo
Conteúdo originalmente publicado no Portal de Empreendedorismo da Endeavoracrescidas de dados institucionais

terça-feira, 3 de abril de 2018

Pequenos negócios geram mais de 56 mil vagas em fevereiro

Pequenos negócios geram mais de 56 mil vagas em fevereiro

Pelo segundo mês consecutivo no ano, os pequenos negócios lideraram a geração de empregos no país, com a geração de 56,1 mil novas vagas formais. Desde de janeiro, as micro e pequenas empresas já respondem pela criação de 142,9 mil postos de trabalho. 



No mesmo período, as médias e grandes corporações acumulam a extinção de 8,9 mil empregos. Os dados constam em pesquisa do Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, as micro e pequenas empresas representam a força dos empregos. “O pequeno empresário representa o Brasil real, o Brasil que continua gerando emprego e renda, que precisa negociar suas dívidas para continuare apostando na retomada da economia”, defendeu Afif.

Somando-se todos os saldos com os da Administração Pública, foram 61.188 novos empregos gerados no Brasil no segundo mês de 2018. O setor de Serviços foi o que apresentou melhores números, abriu mais de 46 mil vagas, puxado pelos pequenos negócios ligados às atividades de Ensino, com mais de 24 mil trabalhadores, e pelas empresas do ramo imobiliário (+10,9 mil vagas). O levantamento também mostra um relevante aumento dos pequenos negócios na área da Indústria de Transformação, com a geração de 14,7 mil empregos. O volume de postos ocupados no setor foi impulsionado pelas empresas de fabricação de calçados, que totalizaram um aumento de 4,3 mil empregos em fevereiro, seguido pela indústria de produtos alimentícios e de bebidas, que somaram 4 mil novas vagas.

Em 2017, os pequenos negócios geraram 330 mil novas vagas e a tendência é que o volume de empregos com carteira assinada continue a crescer este ano. Em fevereiro de 2018, foram observados saldos negativos, por parte dos pequenos negócios, em apenas dois setores: no Comércio, que teve uma diminuição de 15,5 mil vagas, e na Extrativa Mineral, que extinguiu 257 postos de trabalho.

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A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.



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Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil, Edição de Amanda Cieglinski e com informações da Agência Brasil acrescidas de dados institucionais


Projeto de refinanciamento de dívidas de microempresas é mantido

Projeto de refinanciamento de dívidas de microempresas é mantido

O Congresso Nacional derrubou nesta terça-feira (3) o veto do presidente Michel Temer ao projeto que institui o refinanciamento dos débitos de micro e pequenos empresários, o chamado Refis das Micro e Pequenas Empresas. Os parlamentares mantiveram a legislação aprovada no fim do ano passado por 346 votos favoráveis e um contrário na Câmara, e 53 votos no Senado.

Congresso derruba veto e mantém refinanciamento de dívidas de microempresasFabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo/Agência Brasil

Com a rejeição do ato presidencial, os empresários poderão alongar as dívidas que possuem com a Receita Federal. Apesar de ter vetado integralmente o projeto de lei, o presidente Temer já havia se manifestado, há algumas semanas, favoravelmente à derrubada do próprio veto, posição que foi confirmada em plenário pelo líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC-SE).

Após conceder entrevistas adiantando que trabalharia em nome da "convicção" dos deputados e senadores em derrubarem o veto, o presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), abriu a sessão de hoje confirmando a promessa. Ele acrescentou que outros dois itens seriam analisados e possivelmente derrubados: o veto ao projeto que reformula a carreira dos agentes comunitários de saúde e à proposta que concede descontos a dívidas de produtores rurais, votações que ainda não foram concluídas.

"Esses três vetos comprometidos nós vamos votar e derrubar. Essa é a posição da Mesa, porque entendo eu que nós fizemos aqui vários e vários Refis – eu, por convicção, tenho até um posicionamento contrário ao Refis –, mas, na hora em que chegou a vez dos miúdos, na hora em que chegou a vez dos agentes comunitários de saúde, a área econômica pediu o veto. O Congresso Nacional é soberano, e este Plenário é que vai decidir o que vai acontecer na tarde e noite de hoje", afirmou.

Entenda

A nova lei cria o Refis das Micro e Pequenas Empresas, programa que concede descontos de juros, multas e encargos com o objetivo de facilitar e parcelar o pagamento dos débitos de micro e pequenos empresários, desde que 5% do valor total sejam pagos em espécie, sem desconto, em até cinco parcelas mensais.

O restante da dívida poderá ser pago em até 15 anos. A adesão inclui débitos vencidos até novembro de 2017. O projeto prevê a possibilidade de adesão dos empresários ao programa até três meses após entrada da lei em vigor.

Ao vetar integralmente a medida, Michel Temer havia argumentado que o programa fere a Lei de Responsabilidade Fiscal ao não prever a origem dos recursos que cobririam os descontos aplicados a multas e juros com o parcelamento das dívidas.

O veto foi criticado por pequenas indústrias e organizações que representam o setor. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Refis deve beneficiar cerca de 600 mil empresas brasileiras que devem cerca de R$ 20 bilhões à União.

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O crescimento das fintechs, empresas de tecnologia no setor financeiro, deve acelerar a partir da regulamentação, determinada na quinta-feira (26) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A ideia é que, com a expansão dessas empresas, aumente a concorrência no sistema financeiro, consequentemente os custos de empréstimos para clientes desse segmento devem cair e uma parcela maior da população ter acesso a serviços financeiros, como empréstimos, seguros, investimentos e meios de pagamento.



O CMN estabeleceu dois modelos para as fintechs operarem: a sociedade de crédito direto (SCD) e a sociedade de empréstimo entre pessoas (SEP). No primeiro sistema, as empresas emprestam recursos próprios por meio de plataforma eletrônica. No segundo, empresas ou pessoas físicas entram numa plataforma para emprestarem dinheiro a outras pessoas, modalidade conhecida como peer-to-peer lending.

As resoluções abrem caminho para as fintechs atuarem sem estarem vinculadas a uma instituição financeira convencional. Elas também não podiam emprestar com recursos próprios. O CMN estabeleceu capital mínimo de R$ 1 milhão para as fintechs de ambos os tipos poderem operar. Na modalidade peer-to-peer, cada credor poderá emprestar até R$ 15 mil para um tomador. Este, no entanto, poderá contrair vários empréstimos de R$ 15 mil com credores diferentes. A SEP não pode operar com recursos próprios, apenas fazer a intermediação entre emprestador e tomador.

Levantamento

O CMN permitiu que as fintechs façam análise de crédito, cobrança, representação de seguros e emissão de moeda eletrônica. Elas, no entanto, não poderão vender investimentos ao público, como certificados de depósitos bancários (CDB), debêntures e demais instrumentos financeiros para captarem recursos.

Diretor de Regulação da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), Mathias Fischer informou que hoje quase 50% da população brasileira não têm acesso a serviços bancários e empresas de menor porte, como as startups, e têm dificuldades para conseguir financiamentos. “Em função dos seus procedimentos simplificados e do uso intensivo de tecnologia para a realização das análises de crédito, espera-se que a gente consiga reduzir o custo dos empréstimos e fornecer o acesso ao crédito a algumas parcelas da população e de empresas. São as pessoas sem conta em banco e que têm dificuldades de acessar empréstimos ou empresas de menor porte, starups, que não tem os 36 meses de faturamento que alguns bancos pedem”, disse Fischer.

Atualmente, existem 343 fintechs associadas. A ABFintech pretende concluir no próximo mês um levantamento com mais dados sobre o setor. Fundador da Kavod Lending, fintech de crédito voltado para empresas, Fábio Neufeld disse acreditar que haverá aumento da competição no mercado. “Com a regra clara, as fintechs vão conseguir fazer mais investimentos e crescer mais rápido. Os bancos terão de acompanhar a redução de juros ou fazer parcerias com as fintechs.”

Conforme Neufeld, com a regulamentação não será mais necessário depender de uma instituição financeira para atuar no mercado. “Para cumprir a legislação, há a necessidade de estar ligado a uma instituição financeira e atuar como corresponde bancário. Hoje, fazemos a modalidade de peer to peer lending, mas, na realidade, estruturamos toda a operação e entregamos para uma instituição financeira fazer a formalização”, afirmou Neufeld.

Vantagens

A Kavod Lending opera no modelo de financiamento coletivo peer to peer, em que qualquer pessoa pode emprestar dinheiro para empresas de pequeno e médio portes com faturamento anual mínimo de R$ 6 milhões. As operações contam com garantias como recebíveis, máquinas, automóveis, imóveis, aplicações financeiras, entre outros bens materiais.

Segundo Neufeld, a aprovação do Banco Central para proponentes atuarem como instituição financeira deve levar cerca de seis meses. “A vantagem é que deixa as operações mais flexíveis, mais ágeis e mais baratas, sem a intermediação de outra instituição.”

Para o fundador da Fintech, essa operação como correspondente bancário acaba deixando os empréstimos com taxas mais caras. “Os bancos cobram, às vezes, uma comissão, um custo desproporcional ao trabalho que tem e a responsabilidade deles nessa operação. Então, na prática, ter mais um intermediário encarece a operação”, avaliou Neufeld. Ele afirmou que atualmente as taxas dos empréstimos às empresas variam de 1,5% a 1,9% ao mês. Sem a intermediação de bancos, essas taxas podem cair entre 30% e 40%.

Investidor, Lucas Cimino, 28 anos, dono de uma galeria de arte, começou a aplicar dinheiro por meio das fintechs em 2016. Segundo ele, as primeiras duas experiências, no modelo peer to peer, não foram tão boas por não ter sido exigido garantias das empresas que tomavam os empréstimos. “É muito importante ter uma fintech que faça um bom controle de risco para os seus clientes. Vai emprestar para empresas que têm capacidade de pagar. Tem de ser muito seletivo na hora de empresar dinheiro, ter uma garantia em troca”, disse.

De acordo com Cimino, com a taxa básica de juros, a Selic, mais baixa, fixada em 6,5% ao ano, é preciso procurar investimentos mais rentáveis no mercado, apesar do aumento do risco. Para ele, os investimentos por meio das fintechs são alternativas ao CDBs ofertados pelos bancos e os títulos do Tesouro Direto, por exemplo, com o dobro dos rendimentos. “O fato de ter uma garantia [das empresas que tomam o empréstimo] mitiga o risco. Com o tempo as pessoas vão passar a conhecer mais essa forma de investimento", concluiu o investidor.

Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil
Edição: Armando de Araújo Cardoso
* Colaborou Wellton Máximo
A Cisco, maior empresa de redes do mundo, em parceria com o coworking Colaboração.Space, oferecem o curso de computação para quem é servidor, já se aposentou ou é pensionista do Instituto de Previdência da Prefeitura de Nilópolis. Além disso, os filhos e netos desses beneficiários também terão a oportunidade de realizar as aulas onlines.



Os servidores e aposentados totalizam mais de 1500 pessoas que podem se inscrever. Fora os filhos e netos dos que recebem pelo Instituto da Previdência de Nilópolis inscritos no curso de Fundamentos da Computação que poderão entender sobre a rede mundial de computadores, saber como navegar na internet, fazer pesquisas e até como criar e utilizar uma conta de e-mail. Algo simples para quem já é familiarizado com informática, mas bem novo para quem nunca teve a chance de aprender.

E que tal, criar contas e usar as redes sociais como Facebook, LinkedIn e YouTube? Por meio da didática dos vídeos explicativos, o usuário poderá também identificar problemas comuns no computador e resolvê-los. Um exemplo é quando o sistema trava, solucionar o defeito faz parte do plano de aula da Cisco.

O coworking Colaboração.Space localizado em Nilópolis é a única academia da Cisco da Baixada Fluminense do Rio, nomeado como Cisco Networking Academy. Após a conclusão do curso online, o Space emite o certificado com reconhecimento internacional da Cisco que é a líder mundial em tecnologia da informação e redes e ajuda empresas de todos os tamanhos a transformarem a forma como as pessoas se conectam.

Para a presidente, Danielle Villas Boas Agero Corrêa, à frente da gestão da autarquia municipal desde 2017, é motivo de satisfação proporcionar conhecimento aos beneficiários. “Nossos aposentados e pensionistas, em sua grande maioria, são pessoas simples. Cursos e atividades desenvolvidos sem custo, agregarão conhecimento intelectual e irá desenvolver capacidades não utilizadas por ampla maioria, além de abranger aos ascendentes e descentes deles”, pondera. “O conhecimento digital abre um leque de possibilidades para todos eles, facilita a vida e estou certa que o conhecimento é a única coisa que ninguém nos tira”, orgulha-se Danielle que tem implantado uma série de melhorias, impactando diretamente o atendimento ao público.

A ideia do coworking é ampliar o público do curso de computação para outros participantes da Baixada Fluminense. “Fundei o Space em Nilópolis para impactar o maior número de pessoas com educação em áreas de demanda reprimida, sou natural da Ilha do Governador e tive que estudar bastante para chegar até aqui. Além disso, por acreditar no potencial do município que possui o melhor IDH da Baixada ocupante o 9° lugar do RJ, não nos faltarão oportunidades de grandes parcerias como essa com a multinacional Cisco”, declara Juan Medeiros que mudou-se de Ramos com a família para Nilópolis em prol dos objetivos profissionais.

O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho de empreendedores da região. Realizar eventos, aulasonlines e presenciais sempre gratuitamente ou com baixo valor de investimento sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Serviço

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Se você não conhece a diferença entre um contador e um contabilista e não sabe o que faz um técnico de contabilidade, neste post vamos esclarecer algumas dúvidas bens comuns sobre o tema. Confira!



Foi um Decreto-lei de 1946 (nº 9.295/46) que regulamentou a atuação dos profissionais da área contábil, definindo as atribuições do contador e do técnico de contabilidade e as funções do Conselho Federal de Contabilidade.

Você deve estar se perguntando onde entra o “contabilista” nessas definições, mas vamos explicando por partes até chegar lá.

O contador e a sua área de atuação

O “contador” é o profissional que possui diploma de graduação em Ciências Contábeis, ou seja, conhecido como “contador diplomado” ou bacharel em Ciências Contábeis.

O curso superior habilita esse profissional a trabalhar em diversos âmbitos: gestão de empresas, mercado de seguros, controladoria, perícia e auditoria.

O contador exerce funções na área financeira, econômica e patrimonial de uma empresa.

Ele é o responsável, por exemplo, por assessorar trâmites de abertura de empresas, recomendar o regime tributário mais adequado, apurar os impostos, elaborar balanços, demonstrações de resultado, relatórios de faturamento e balancetes mensais.

De acordo com o Decreto-lei nº 9.295/46, o contador atua especificamente nas atividades de: organização e execução de serviços de contabilidade em geral; escrituração dos livros de contabilidade obrigatórios e de todos os necessários à organização contábil.

Também faz o levantamento dos balanços e demonstrações; perícias judiciais ou extrajudiciais, revisão de balanços e de contas em geral, verificação de haveres, revisão de escritas, regulações jurídicas ou extrajudiciais de avarias grossas ou comuns e assistência aos Conselhos Fiscais das sociedades anônimas.
O que faz um técnico em contabilidade ou técnico contábil

Já o profissional que possui nível médio ou técnico e exerce função técnica de contabilidade com registro nos órgãos de classe é um “técnico em contabilidade” ou “técnico contábil”.

Esse profissional pode cuidar da parte financeira de empresas e ser o responsável pela prestação de contas da instituição.

Ele trabalha com: escrituração contábil e fiscal; registros e lançamentos contábeis de transações financeiras; cálculo de impostos, juros e taxas; acompanhamento de contas, receitas e despesas; elaboração de demonstrativos financeiros e balancetes; análise de contas patrimoniais e controle patrimonial.

Na verdade, o técnico em contabilidade exerce atividades semelhantes àquelas desenvolvidas pelo contador, porém a sua área de atuação é mais restrita.

Diferentemente do contador, as suas funções não incluem a realização de trabalhos de auditoria, perícia e análise de balanços.

Isso significa que o contador pode fazer tudo que um técnico faz e, além disso, exerce também atividades de consultoria e auditoria – que o técnico não pode exercer.

E o “contabilista”?

Naturalmente, depois dessas definições, você deve estar se perguntando onde se encaixaria o contabilista nesse quadro.

O termo “contabilista” é usado popularmente para se referir ao técnico em contabilidade, que é o profissional que antigamente era conhecido como “guarda-livros”.

Na verdade, porém, o termo contabilista refere-se ao profissional que exerce a prática contábil de modo genérico, ou seja, tanto de nível superior quanto de nível técnico.

Contudo, já que atualmente o termo ainda está muito atrelado ao profissional de nível técnico, para não criar confusão, o Conselho Federal de Contabilidade determinou o uso do termo “profissional da contabilidade” para designar essa categoria mais genérica.
Dia do Contador e Dia do Contabilista

A questão da confusão com os termos gera desentendimento também em relação às datas que homenageiam os profissionais da área contábil.

A criação do primeiro curso de graduação em Ciências Contábeis no Brasil, em 1945, é um fato histórico que deu origem ao Dia do Contador: dia 22 de setembro – comemorado ainda hoje nessa data.

Já o dia 25 de abril foi citado no ano de 1926 por João Lyra, senador e patrono dos contabilistas, como o “Dia do Contabilista Brasileiro”. No entanto, a data comemorativa só foi realmente instituída por lei em 1979.

Em 2012, porém, o Conselho Federal determinou, como mencionamos, em função da modernização da profissão, a substituição do termo “contabilista” por “profissional da contabilidade”.

Por essa razão, no dia 25 de abril comemora-se atualmente o Dia do Profissional da Contabilidade, ou seja, de todos que exercem atividades nessa área no país.
Taxas de juros em queda e a retomada do crescimento têm impulsionado a geração de empregos entre as pequenas e médias empresas no Brasil. Das 61,1 mil vagas formais de emprego abertas em fevereiro, os pequenos negócios foram responsáveis por mais de 90% desse total.



Os dados foram levantados pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). De acordo com a pesquisa, no primeiro bimestre as micro e pequenas empresas foram responsáveis por gerar 142,9 mil empregos formais, de um saldo de 143,1 mil vagas abertas no Brasil.
Setores

A maioria dos setores econômicos abriu vagas em fevereiro, em especial o setor de serviços – um importante termômetro para medir a retomada da economia. Nesse setor, foram abertas 65,9 mil vagas em todo o País, sendo 46 mil empregos gerados exclusivamente pelos pequenos negócios.

Para o economista da Fecomércio-DF, José Eustáquio Moreira, o setor de serviços não só deve continuar crescendo este ano como pode ser responsável por abrir um expressivo número de vagas no País. “O setor de serviços é o que mais vai crescer. Esse é um grande gerador de empregos”, apontou.

Segundo ele, com a retomada do poder de compra das pessoas diante da queda inflação, a demanda por serviços cresce, o que impulsiona a necessidade de contratação de pessoal. “As pessoas estão começando a utilizar serviços que haviam reduzido com a crise. Uma das coisas que se prevê é a retomada de demanda por serviços de estética, restaurantes e turismo”, ressaltou.

Portal Brasil com informações do Sebrae e Caged
Mais perto de renegociarem dívidas tributárias com a União, os empresários de micro e pequenas empresas estão mais otimistas quanto ao futuro da economia do país para os próximos 12 meses. 



A Sondagem Conjuntural do Sebrae aponta para o maior percentual de otimismo já registrado nos últimos nove meses. Cerca de 50% dos entrevistados estão otimistas quanto ao futuro da economia do país e esse otimismo certamente ficou ainda maior com a derrubada do veto ao Refis das MPE pelo Congresso Nacional, no último dia 3. 

Em junho de 2017, 31% acreditavam na recuperação econômica. O estudo foi realizado entre 27 de fevereiro e 6 de março de 2018, com 2.992 donos de pequenos negócios.

“Os empreendedores de micro e pequena empresa são os heróis da nossa economia. Na crise, seguraram o emprego e até criaram novas vagas, mesmo devendo para a Receita. Agora, com a possibilidade de parcelar os débitos em condições mais aprazíveis, esse otimismo certamente será traduzido em mais investimentos nos negócios e consequentemente, em mais vendas”, analisa o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

A sondagem mostrou que a avaliação sobre o futuro da economia mostrou-se progressivamente mais otimista na percepção dos empresários que são optantes do Simples Nacional ao longo da série histórica (junho/2017 a março/2018) – alcançando 48% de empresários com expectativa positiva em março/2018, contra 32% em junho/2017. A pesquisa do Sebrae ainda verificou que mais da metade dos empresários, 52%, esperam que o faturamento da empresa melhore nos próximos 12 meses. Em dezembro, o percentual atingiu 45% dos entrevistados. Já em setembro, era de 39,3%.

As regiões Sul e Nordeste foram as que registraram o maior aumento do otimismo em relação à economia ao longo da série histórica. Na região Sul, o percentual de entrevistados que acredita que a economia do país vai melhorar nos próximos 12 meses praticamente dobrou – de 26%, em junho/2017, para 50%, em março/2018 -, assim como na região Nordeste – 28%, em junho/2017, para 50%, em março/2018.

Ao longo das quatro edições da sondagem, em todas as regiões observou-se um aumento do número de empreendedores otimistas e uma queda no número de pessimistas. Destaque também para os empresários do ramo da construção civil, 57% esperam que o cenário melhore nos próximos 12 meses, e para as Empresas de Pequeno Porte (EPPs), nas quais mais da metade, 53%, confia na melhora.

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Agência Sebrae, com informações e dados institucionais.
O curso Get Connected apresenta os fundamentos da computação e as habilidades de navegação na Internet. Você aprenderá a:
  • Identificar diferentes tipos de sistemas de computadores, componentes, impressoras e outros dispositivos. 
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Detalhes do curso
CS003
Get Connected (Portuguese-Brazil v1.11)
9 April - 9 June 2018
Carlos Gama, Juan Medeiros
O curso apresenta os fundamentos da computação e as habilidades de navegação na Internet.

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Foi publicada nesta segunda-feira (9) a Lei Complementar 162/2018, que autoriza o refinanciamento das dívidas fiscais (Refis) das micro e pequenas empresas. A partir da publicação da lei no Diário Oficial da União, as empresas terão 90 dias para aderir ao refinanciamento, por meio do site da Receita Federal ou do Simples Nacional. 



A Lei Complementar institui O Programa Especial de Regularização Tributária das Micro Empresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN) e garante o refinanciamento das dívidas vencidas até novembro de 2017 e apurados na forma do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional).

O Refis das MPE foi aprovado pele Câmara e pelo Senado em dezembro, mas vetado pela Presidência da República em janeiro. No último dia 3, porém, após ampla mobilização do Sebrae, o Congresso Nacional derrubou o veto à lei de parcelamento das dívidas tributárias em até 180 meses.

Confira as condições de parcelamento:

Quem pode aderir ao Refis?


Todas as empresas com débitos do Simples Nacional, mesmo que não sejam mais optantes ou tenham sido baixadas, que têm dívidas tributárias relativas a impostos apurados na forma do Simples podem pedir o parcelamento dos débitos. O pedido de refinanciamento implicará na desistência compulsória e definitiva de parcelamento anterior, sem restabelecimento dos parcelamentos rescindidos caso não seja efetuado o pagamento da primeira prestação.

Até quando é possível aderir ao Refis?

Os interessados poderão aderir ao Pert-SN em até 90 dias após a entrada da lei em vigor (9 de julho)

Como solicitar o parcelamento das dívidas?
Os empresários interessados no refinanciamento devem acessar o site da Receita Federal ou o Portal do Simples Nacional.

Quais as condições de refinanciamento para as MPE?

O empresário deverá fazer o pagamento em espécie de, no mínimo, 5% (cinco por cento) do valor da dívida consolidada, sem reduções, em até cinco parcelas mensais e sucessivas, e poderá pagar o restante:

a) Liquidado integralmente, em parcela única, com redução de 90% (noventa por cento) dos juros de mora, 70% (setenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios;

b) Parcelado em até cento e quarenta e cinco parcelas mensais e sucessivas, com redução de 80% (oitenta por cento) dos juros de mora, 50% (cinquenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios;

c) Parcelado em até cento e setenta e cinco parcelas mensais e sucessivas, com redução de 50% (cinquenta por cento) dos juros de mora, 25% (vinte e cinco por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios.

Qual o valor mínimo das parcelas?

O valor mínimo das prestações será de R$ 300,00, exceto no caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), cujo valor ainda será definido pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).

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A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.

Seguindo essa premissa, o Colaboração.Space é o primeiro espaço de trabalho coletivo e de educação empreendedora de Nilópolis.

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Agência Sebrae, com informações e dados institucionais.
Estas histórias estão aqui para mostrar para você em alta definição que é difícil para todo mundo. E que persistir pode trazer resultados incríveis. Esta é uma boa lista para aqueles momentos em que você está pensando em desistir e se compara com algum grande nome dizendo que não vai chegar lá. Acredite: eles também já passaram por isto.



Nós pedimos recomendações e recebemos mais de 300 sugestões pelas redes sociais de filmes que marcaram a trajetória dos empreendedores que nos acompanham. Dessa lista, escolhemos os 5 filmes mais citados, baseados em histórias reais. Nossa equipe assistiu e deixou comentários (sem muito spoiler) para incentivar você a ver os que ainda não tiver visto.

Vamos à lista!

Fome de poder

Neste filme (que originalmente chama The Founder), os irmãos Mc Donald’s tinham um negócio inovador, mas não estavam dispostos a expandir. Quem veio com o plano foi Ray Kroc que insistia em levar o negócio para todo o território dos EUA. A estrada foi dura até lá e tem um mix de exemplos e anti-exemplos. Mesmo trazendo um crescimento gigantesco, Kroc se transforma no pior sócio que os irmãos Mc Donalds poderiam encontrar.


Por que assistir?

“Negócios são como guerra. É cachorro comendo cachorro, rato comendo rato. Eu quero me antecipar, eu quero vencer.” Bom ficar esperto ao fechar um contrato com alguém que pensa assim, não é mesmo? Depois deste filme, todos ficarão atentos ao negociar com qualquer pessoa. Principalmente, se essa negociação for sobre a venda da sua empresa. Vem comigo, senhora!

Onde assistir?

Na Netflix

Joy: o nome do sucesso

Agora sim uma mulher empreendedora! Baseado na história real de Joy Mangano, o filme traz a perspectiva de uma mulher criativa desde pequena que enfrenta um caos familiar enquanto estrutura seu negócio.



Por que assistir?

“O mundo não deve nada a você” é a grande lição deste filme. A personagem Joy é aquela empreendedora para se orgulhar. Uma mulher que é sabotada dentro de sua própria casa pela sua própria família. Nem mesmo o ambiente destrutivo que estava rodeada conseguiu impedi-la de criar o seu império.

Onde assistir?

No iTunes você vê o filme completo.

À procura da Felicidade
Se você está precisando assistir algo motivador para empreender, esta é a história. Prepare a caixa de lenços para acompanhar os desafios que Chris Gardner, interpretado por Will Smith, enfrentou ao lado de seu filho pequeno na tentativa de melhorar de vida.



Por que assistir?

“Nunca deixe que lhe digam que você não pode fazer algo.” Esta é aquela história que faz você pensar “se esse cara conseguiu, eu consigo.” Sem dinheiro, sem casa, abandonado pela esposa, com um filho pequeno para criar. O emprego era promissor, mas exigia que ele não recebesse salário no início. É aí que Gardner mostra o poder da persistência e do trabalho duro.

Onde assistir?

No iTunes.

Jobs

No começo do filme dá uma vontadezinha de devolver o iPhone. Jobs é genial, mas tem um comportamento bastante peculiar que vai além de andar descalço. A fixação por querer fazer sempre melhor e o domínio dele sobre sobre o negócio podem acabar compensando os deslizes e são inspiradores.



Por que assistir?

“Esta é uma ferramenta para o coração. E quando você consegue tocar o coração de alguém, não existem limites.” O personagem Jobs é movido por paixões. Ele é a essência do seu negócio. Desconsiderando o temperamento, o que fica é uma visão estruturada e grandiosa de quem começou numa garagem e sabia onde queria chegar.

Onde assistir?

Na Netflix.

Walt antes do Mickey
Difícil saber que a história do criador da Disney não foi toda de contos de fadas. Eles precisou de muita criatividade, força de vontade e ajuda dos amigos e da família para chegar lá. Além disso, precisou aprender a ser um empreendedor.



Por que assistir?

A frase que guia Walt no filme é seu pai dizendo “Sempre termine o que você começar. E seja lá o que estiver fazendo, faça bem.” Mesmo fazendo bem e dando o seu melhor, fracassar faz parte. Ele sabia que tinha talento e sua equipe era boa. Ainda assim, não ficou livre de quebrar o caixa mais de uma vez.

Onde assistir?

Na Netflix.

Prepare o sofá e a pipoca para se inspirar com essas histórias. Depois comente aqui o que achou deles.

Inspirou-se? Venha para o Colaboração.Space!
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Autoria: Raisa Santos - Endeavor Brasil Time de Conteúdo
Conteúdo originalmente publicado no Portal de Empreendedorismo da Endeavoracrescidas de dados institucionais

Pelo segundo mês consecutivo no ano, os pequenos negócios lideraram a geração de empregos no país, com a geração de 56,1 mil novas vagas formais. Desde de janeiro, as micro e pequenas empresas já respondem pela criação de 142,9 mil postos de trabalho. 



No mesmo período, as médias e grandes corporações acumulam a extinção de 8,9 mil empregos. Os dados constam em pesquisa do Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, as micro e pequenas empresas representam a força dos empregos. “O pequeno empresário representa o Brasil real, o Brasil que continua gerando emprego e renda, que precisa negociar suas dívidas para continuare apostando na retomada da economia”, defendeu Afif.

Somando-se todos os saldos com os da Administração Pública, foram 61.188 novos empregos gerados no Brasil no segundo mês de 2018. O setor de Serviços foi o que apresentou melhores números, abriu mais de 46 mil vagas, puxado pelos pequenos negócios ligados às atividades de Ensino, com mais de 24 mil trabalhadores, e pelas empresas do ramo imobiliário (+10,9 mil vagas). O levantamento também mostra um relevante aumento dos pequenos negócios na área da Indústria de Transformação, com a geração de 14,7 mil empregos. O volume de postos ocupados no setor foi impulsionado pelas empresas de fabricação de calçados, que totalizaram um aumento de 4,3 mil empregos em fevereiro, seguido pela indústria de produtos alimentícios e de bebidas, que somaram 4 mil novas vagas.

Em 2017, os pequenos negócios geraram 330 mil novas vagas e a tendência é que o volume de empregos com carteira assinada continue a crescer este ano. Em fevereiro de 2018, foram observados saldos negativos, por parte dos pequenos negócios, em apenas dois setores: no Comércio, que teve uma diminuição de 15,5 mil vagas, e na Extrativa Mineral, que extinguiu 257 postos de trabalho.

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Detalhe das estações de trablaho. Foto: Divulgação - Colaboração.Space


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Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil, Edição de Amanda Cieglinski e com informações da Agência Brasil acrescidas de dados institucionais


O Congresso Nacional derrubou nesta terça-feira (3) o veto do presidente Michel Temer ao projeto que institui o refinanciamento dos débitos de micro e pequenos empresários, o chamado Refis das Micro e Pequenas Empresas. Os parlamentares mantiveram a legislação aprovada no fim do ano passado por 346 votos favoráveis e um contrário na Câmara, e 53 votos no Senado.

Congresso derruba veto e mantém refinanciamento de dívidas de microempresasFabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo/Agência Brasil

Com a rejeição do ato presidencial, os empresários poderão alongar as dívidas que possuem com a Receita Federal. Apesar de ter vetado integralmente o projeto de lei, o presidente Temer já havia se manifestado, há algumas semanas, favoravelmente à derrubada do próprio veto, posição que foi confirmada em plenário pelo líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC-SE).

Após conceder entrevistas adiantando que trabalharia em nome da "convicção" dos deputados e senadores em derrubarem o veto, o presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), abriu a sessão de hoje confirmando a promessa. Ele acrescentou que outros dois itens seriam analisados e possivelmente derrubados: o veto ao projeto que reformula a carreira dos agentes comunitários de saúde e à proposta que concede descontos a dívidas de produtores rurais, votações que ainda não foram concluídas.

"Esses três vetos comprometidos nós vamos votar e derrubar. Essa é a posição da Mesa, porque entendo eu que nós fizemos aqui vários e vários Refis – eu, por convicção, tenho até um posicionamento contrário ao Refis –, mas, na hora em que chegou a vez dos miúdos, na hora em que chegou a vez dos agentes comunitários de saúde, a área econômica pediu o veto. O Congresso Nacional é soberano, e este Plenário é que vai decidir o que vai acontecer na tarde e noite de hoje", afirmou.

Entenda

A nova lei cria o Refis das Micro e Pequenas Empresas, programa que concede descontos de juros, multas e encargos com o objetivo de facilitar e parcelar o pagamento dos débitos de micro e pequenos empresários, desde que 5% do valor total sejam pagos em espécie, sem desconto, em até cinco parcelas mensais.

O restante da dívida poderá ser pago em até 15 anos. A adesão inclui débitos vencidos até novembro de 2017. O projeto prevê a possibilidade de adesão dos empresários ao programa até três meses após entrada da lei em vigor.

Ao vetar integralmente a medida, Michel Temer havia argumentado que o programa fere a Lei de Responsabilidade Fiscal ao não prever a origem dos recursos que cobririam os descontos aplicados a multas e juros com o parcelamento das dívidas.

O veto foi criticado por pequenas indústrias e organizações que representam o setor. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Refis deve beneficiar cerca de 600 mil empresas brasileiras que devem cerca de R$ 20 bilhões à União.

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Detalhe das estações de trablaho. Foto: Divulgação - Colaboração.Space


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Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil
Edição: Amanda Cieglinski
Com informações da Agência Brasil acrescidas de dados institucionais
O crescimento das fintechs, empresas de tecnologia no setor financeiro, deve acelerar a partir da regulamentação, determinada na quinta-feira (26) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A ideia é que, com a expansão dessas empresas, aumente a concorrência no sistema financeiro, consequentemente os custos de empréstimos para clientes desse segmento devem cair e uma parcela maior da população ter acesso a serviços financeiros, como empréstimos, seguros, investimentos e meios de pagamento.



O CMN estabeleceu dois modelos para as fintechs operarem: a sociedade de crédito direto (SCD) e a sociedade de empréstimo entre pessoas (SEP). No primeiro sistema, as empresas emprestam recursos próprios por meio de plataforma eletrônica. No segundo, empresas ou pessoas físicas entram numa plataforma para emprestarem dinheiro a outras pessoas, modalidade conhecida como peer-to-peer lending.

As resoluções abrem caminho para as fintechs atuarem sem estarem vinculadas a uma instituição financeira convencional. Elas também não podiam emprestar com recursos próprios. O CMN estabeleceu capital mínimo de R$ 1 milhão para as fintechs de ambos os tipos poderem operar. Na modalidade peer-to-peer, cada credor poderá emprestar até R$ 15 mil para um tomador. Este, no entanto, poderá contrair vários empréstimos de R$ 15 mil com credores diferentes. A SEP não pode operar com recursos próprios, apenas fazer a intermediação entre emprestador e tomador.

Levantamento

O CMN permitiu que as fintechs façam análise de crédito, cobrança, representação de seguros e emissão de moeda eletrônica. Elas, no entanto, não poderão vender investimentos ao público, como certificados de depósitos bancários (CDB), debêntures e demais instrumentos financeiros para captarem recursos.

Diretor de Regulação da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), Mathias Fischer informou que hoje quase 50% da população brasileira não têm acesso a serviços bancários e empresas de menor porte, como as startups, e têm dificuldades para conseguir financiamentos. “Em função dos seus procedimentos simplificados e do uso intensivo de tecnologia para a realização das análises de crédito, espera-se que a gente consiga reduzir o custo dos empréstimos e fornecer o acesso ao crédito a algumas parcelas da população e de empresas. São as pessoas sem conta em banco e que têm dificuldades de acessar empréstimos ou empresas de menor porte, starups, que não tem os 36 meses de faturamento que alguns bancos pedem”, disse Fischer.

Atualmente, existem 343 fintechs associadas. A ABFintech pretende concluir no próximo mês um levantamento com mais dados sobre o setor. Fundador da Kavod Lending, fintech de crédito voltado para empresas, Fábio Neufeld disse acreditar que haverá aumento da competição no mercado. “Com a regra clara, as fintechs vão conseguir fazer mais investimentos e crescer mais rápido. Os bancos terão de acompanhar a redução de juros ou fazer parcerias com as fintechs.”

Conforme Neufeld, com a regulamentação não será mais necessário depender de uma instituição financeira para atuar no mercado. “Para cumprir a legislação, há a necessidade de estar ligado a uma instituição financeira e atuar como corresponde bancário. Hoje, fazemos a modalidade de peer to peer lending, mas, na realidade, estruturamos toda a operação e entregamos para uma instituição financeira fazer a formalização”, afirmou Neufeld.

Vantagens

A Kavod Lending opera no modelo de financiamento coletivo peer to peer, em que qualquer pessoa pode emprestar dinheiro para empresas de pequeno e médio portes com faturamento anual mínimo de R$ 6 milhões. As operações contam com garantias como recebíveis, máquinas, automóveis, imóveis, aplicações financeiras, entre outros bens materiais.

Segundo Neufeld, a aprovação do Banco Central para proponentes atuarem como instituição financeira deve levar cerca de seis meses. “A vantagem é que deixa as operações mais flexíveis, mais ágeis e mais baratas, sem a intermediação de outra instituição.”

Para o fundador da Fintech, essa operação como correspondente bancário acaba deixando os empréstimos com taxas mais caras. “Os bancos cobram, às vezes, uma comissão, um custo desproporcional ao trabalho que tem e a responsabilidade deles nessa operação. Então, na prática, ter mais um intermediário encarece a operação”, avaliou Neufeld. Ele afirmou que atualmente as taxas dos empréstimos às empresas variam de 1,5% a 1,9% ao mês. Sem a intermediação de bancos, essas taxas podem cair entre 30% e 40%.

Investidor, Lucas Cimino, 28 anos, dono de uma galeria de arte, começou a aplicar dinheiro por meio das fintechs em 2016. Segundo ele, as primeiras duas experiências, no modelo peer to peer, não foram tão boas por não ter sido exigido garantias das empresas que tomavam os empréstimos. “É muito importante ter uma fintech que faça um bom controle de risco para os seus clientes. Vai emprestar para empresas que têm capacidade de pagar. Tem de ser muito seletivo na hora de empresar dinheiro, ter uma garantia em troca”, disse.

De acordo com Cimino, com a taxa básica de juros, a Selic, mais baixa, fixada em 6,5% ao ano, é preciso procurar investimentos mais rentáveis no mercado, apesar do aumento do risco. Para ele, os investimentos por meio das fintechs são alternativas ao CDBs ofertados pelos bancos e os títulos do Tesouro Direto, por exemplo, com o dobro dos rendimentos. “O fato de ter uma garantia [das empresas que tomam o empréstimo] mitiga o risco. Com o tempo as pessoas vão passar a conhecer mais essa forma de investimento", concluiu o investidor.

Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil
Edição: Armando de Araújo Cardoso
* Colaborou Wellton Máximo
A Cisco, maior empresa de redes do mundo, em parceria com o coworking Colaboração.Space, oferecem o curso de computação para quem é servidor, já se aposentou ou é pensionista do Instituto de Previdência da Prefeitura de Nilópolis. Além disso, os filhos e netos desses beneficiários também terão a oportunidade de realizar as aulas onlines.



Os servidores e aposentados totalizam mais de 1500 pessoas que podem se inscrever. Fora os filhos e netos dos que recebem pelo Instituto da Previdência de Nilópolis inscritos no curso de Fundamentos da Computação que poderão entender sobre a rede mundial de computadores, saber como navegar na internet, fazer pesquisas e até como criar e utilizar uma conta de e-mail. Algo simples para quem já é familiarizado com informática, mas bem novo para quem nunca teve a chance de aprender.

E que tal, criar contas e usar as redes sociais como Facebook, LinkedIn e YouTube? Por meio da didática dos vídeos explicativos, o usuário poderá também identificar problemas comuns no computador e resolvê-los. Um exemplo é quando o sistema trava, solucionar o defeito faz parte do plano de aula da Cisco.

O coworking Colaboração.Space localizado em Nilópolis é a única academia da Cisco da Baixada Fluminense do Rio, nomeado como Cisco Networking Academy. Após a conclusão do curso online, o Space emite o certificado com reconhecimento internacional da Cisco que é a líder mundial em tecnologia da informação e redes e ajuda empresas de todos os tamanhos a transformarem a forma como as pessoas se conectam.

Para a presidente, Danielle Villas Boas Agero Corrêa, à frente da gestão da autarquia municipal desde 2017, é motivo de satisfação proporcionar conhecimento aos beneficiários. “Nossos aposentados e pensionistas, em sua grande maioria, são pessoas simples. Cursos e atividades desenvolvidos sem custo, agregarão conhecimento intelectual e irá desenvolver capacidades não utilizadas por ampla maioria, além de abranger aos ascendentes e descentes deles”, pondera. “O conhecimento digital abre um leque de possibilidades para todos eles, facilita a vida e estou certa que o conhecimento é a única coisa que ninguém nos tira”, orgulha-se Danielle que tem implantado uma série de melhorias, impactando diretamente o atendimento ao público.

A ideia do coworking é ampliar o público do curso de computação para outros participantes da Baixada Fluminense. “Fundei o Space em Nilópolis para impactar o maior número de pessoas com educação em áreas de demanda reprimida, sou natural da Ilha do Governador e tive que estudar bastante para chegar até aqui. Além disso, por acreditar no potencial do município que possui o melhor IDH da Baixada ocupante o 9° lugar do RJ, não nos faltarão oportunidades de grandes parcerias como essa com a multinacional Cisco”, declara Juan Medeiros que mudou-se de Ramos com a família para Nilópolis em prol dos objetivos profissionais.

O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho de empreendedores da região. Realizar eventos, aulasonlines e presenciais sempre gratuitamente ou com baixo valor de investimento sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Serviço

Para se inscrever, acesse o site www.colaboracao.space, clique em BLOG e escolha o ícone com o curso.

Insira seus dados pessoais, como nome completo e formas de contato.

Dúvidas podem ser esclarecidas com o coworking Colaboração.Space

Avenida Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis
Tel: (21)3039-3840
E-mail: contato@colaboracao.space
fb.com/colaboracao.space / instagram.com/colab.space
Se você não conhece a diferença entre um contador e um contabilista e não sabe o que faz um técnico de contabilidade, neste post vamos esclarecer algumas dúvidas bens comuns sobre o tema. Confira!



Foi um Decreto-lei de 1946 (nº 9.295/46) que regulamentou a atuação dos profissionais da área contábil, definindo as atribuições do contador e do técnico de contabilidade e as funções do Conselho Federal de Contabilidade.

Você deve estar se perguntando onde entra o “contabilista” nessas definições, mas vamos explicando por partes até chegar lá.

O contador e a sua área de atuação

O “contador” é o profissional que possui diploma de graduação em Ciências Contábeis, ou seja, conhecido como “contador diplomado” ou bacharel em Ciências Contábeis.

O curso superior habilita esse profissional a trabalhar em diversos âmbitos: gestão de empresas, mercado de seguros, controladoria, perícia e auditoria.

O contador exerce funções na área financeira, econômica e patrimonial de uma empresa.

Ele é o responsável, por exemplo, por assessorar trâmites de abertura de empresas, recomendar o regime tributário mais adequado, apurar os impostos, elaborar balanços, demonstrações de resultado, relatórios de faturamento e balancetes mensais.

De acordo com o Decreto-lei nº 9.295/46, o contador atua especificamente nas atividades de: organização e execução de serviços de contabilidade em geral; escrituração dos livros de contabilidade obrigatórios e de todos os necessários à organização contábil.

Também faz o levantamento dos balanços e demonstrações; perícias judiciais ou extrajudiciais, revisão de balanços e de contas em geral, verificação de haveres, revisão de escritas, regulações jurídicas ou extrajudiciais de avarias grossas ou comuns e assistência aos Conselhos Fiscais das sociedades anônimas.
O que faz um técnico em contabilidade ou técnico contábil

Já o profissional que possui nível médio ou técnico e exerce função técnica de contabilidade com registro nos órgãos de classe é um “técnico em contabilidade” ou “técnico contábil”.

Esse profissional pode cuidar da parte financeira de empresas e ser o responsável pela prestação de contas da instituição.

Ele trabalha com: escrituração contábil e fiscal; registros e lançamentos contábeis de transações financeiras; cálculo de impostos, juros e taxas; acompanhamento de contas, receitas e despesas; elaboração de demonstrativos financeiros e balancetes; análise de contas patrimoniais e controle patrimonial.

Na verdade, o técnico em contabilidade exerce atividades semelhantes àquelas desenvolvidas pelo contador, porém a sua área de atuação é mais restrita.

Diferentemente do contador, as suas funções não incluem a realização de trabalhos de auditoria, perícia e análise de balanços.

Isso significa que o contador pode fazer tudo que um técnico faz e, além disso, exerce também atividades de consultoria e auditoria – que o técnico não pode exercer.

E o “contabilista”?

Naturalmente, depois dessas definições, você deve estar se perguntando onde se encaixaria o contabilista nesse quadro.

O termo “contabilista” é usado popularmente para se referir ao técnico em contabilidade, que é o profissional que antigamente era conhecido como “guarda-livros”.

Na verdade, porém, o termo contabilista refere-se ao profissional que exerce a prática contábil de modo genérico, ou seja, tanto de nível superior quanto de nível técnico.

Contudo, já que atualmente o termo ainda está muito atrelado ao profissional de nível técnico, para não criar confusão, o Conselho Federal de Contabilidade determinou o uso do termo “profissional da contabilidade” para designar essa categoria mais genérica.
Dia do Contador e Dia do Contabilista

A questão da confusão com os termos gera desentendimento também em relação às datas que homenageiam os profissionais da área contábil.

A criação do primeiro curso de graduação em Ciências Contábeis no Brasil, em 1945, é um fato histórico que deu origem ao Dia do Contador: dia 22 de setembro – comemorado ainda hoje nessa data.

Já o dia 25 de abril foi citado no ano de 1926 por João Lyra, senador e patrono dos contabilistas, como o “Dia do Contabilista Brasileiro”. No entanto, a data comemorativa só foi realmente instituída por lei em 1979.

Em 2012, porém, o Conselho Federal determinou, como mencionamos, em função da modernização da profissão, a substituição do termo “contabilista” por “profissional da contabilidade”.

Por essa razão, no dia 25 de abril comemora-se atualmente o Dia do Profissional da Contabilidade, ou seja, de todos que exercem atividades nessa área no país.
Taxas de juros em queda e a retomada do crescimento têm impulsionado a geração de empregos entre as pequenas e médias empresas no Brasil. Das 61,1 mil vagas formais de emprego abertas em fevereiro, os pequenos negócios foram responsáveis por mais de 90% desse total.



Os dados foram levantados pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). De acordo com a pesquisa, no primeiro bimestre as micro e pequenas empresas foram responsáveis por gerar 142,9 mil empregos formais, de um saldo de 143,1 mil vagas abertas no Brasil.
Setores

A maioria dos setores econômicos abriu vagas em fevereiro, em especial o setor de serviços – um importante termômetro para medir a retomada da economia. Nesse setor, foram abertas 65,9 mil vagas em todo o País, sendo 46 mil empregos gerados exclusivamente pelos pequenos negócios.

Para o economista da Fecomércio-DF, José Eustáquio Moreira, o setor de serviços não só deve continuar crescendo este ano como pode ser responsável por abrir um expressivo número de vagas no País. “O setor de serviços é o que mais vai crescer. Esse é um grande gerador de empregos”, apontou.

Segundo ele, com a retomada do poder de compra das pessoas diante da queda inflação, a demanda por serviços cresce, o que impulsiona a necessidade de contratação de pessoal. “As pessoas estão começando a utilizar serviços que haviam reduzido com a crise. Uma das coisas que se prevê é a retomada de demanda por serviços de estética, restaurantes e turismo”, ressaltou.

Portal Brasil com informações do Sebrae e Caged
Mais perto de renegociarem dívidas tributárias com a União, os empresários de micro e pequenas empresas estão mais otimistas quanto ao futuro da economia do país para os próximos 12 meses. 



A Sondagem Conjuntural do Sebrae aponta para o maior percentual de otimismo já registrado nos últimos nove meses. Cerca de 50% dos entrevistados estão otimistas quanto ao futuro da economia do país e esse otimismo certamente ficou ainda maior com a derrubada do veto ao Refis das MPE pelo Congresso Nacional, no último dia 3. 

Em junho de 2017, 31% acreditavam na recuperação econômica. O estudo foi realizado entre 27 de fevereiro e 6 de março de 2018, com 2.992 donos de pequenos negócios.

“Os empreendedores de micro e pequena empresa são os heróis da nossa economia. Na crise, seguraram o emprego e até criaram novas vagas, mesmo devendo para a Receita. Agora, com a possibilidade de parcelar os débitos em condições mais aprazíveis, esse otimismo certamente será traduzido em mais investimentos nos negócios e consequentemente, em mais vendas”, analisa o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

A sondagem mostrou que a avaliação sobre o futuro da economia mostrou-se progressivamente mais otimista na percepção dos empresários que são optantes do Simples Nacional ao longo da série histórica (junho/2017 a março/2018) – alcançando 48% de empresários com expectativa positiva em março/2018, contra 32% em junho/2017. A pesquisa do Sebrae ainda verificou que mais da metade dos empresários, 52%, esperam que o faturamento da empresa melhore nos próximos 12 meses. Em dezembro, o percentual atingiu 45% dos entrevistados. Já em setembro, era de 39,3%.

As regiões Sul e Nordeste foram as que registraram o maior aumento do otimismo em relação à economia ao longo da série histórica. Na região Sul, o percentual de entrevistados que acredita que a economia do país vai melhorar nos próximos 12 meses praticamente dobrou – de 26%, em junho/2017, para 50%, em março/2018 -, assim como na região Nordeste – 28%, em junho/2017, para 50%, em março/2018.

Ao longo das quatro edições da sondagem, em todas as regiões observou-se um aumento do número de empreendedores otimistas e uma queda no número de pessimistas. Destaque também para os empresários do ramo da construção civil, 57% esperam que o cenário melhore nos próximos 12 meses, e para as Empresas de Pequeno Porte (EPPs), nas quais mais da metade, 53%, confia na melhora.

Então vamos empreender?

O Colaboração.Space tem um local e gente especial para desenvolver esse seu empreendedorismo. Cursos, aulas, workshops e network vão te estimular.

Ter um escritório tornou-se objetivo caro nos dias de hoje. A busca por local para trabalhar envolve custos que empresas iniciantes ou profissionais autônomos não estão dispostos a pagar. Tendência em outros países do mundo e em diversas cidades brasileiras, o escritório compartilhado, ou coworking, ganha cada vez mais adeptos e interessados.

Por Coworking entende-se várias pessoas dividindo o mesmo espaço físico, em mesas individuais. Por trás da economia, há uma filosofia de cocriação, que ganha cada vez mais adeptos. Isso porque os coworkers, vindos de diferentes áreas, encontram-se no espaço compartilhado e têm a oportunidade de trocar ideias e experiências para tirar projetos e sonhos do papel.

A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.

Seguindo essa premissa, o Colaboração.Space é o primeiro espaço de trabalho coletivo e de educação empreendedora de Nilópolis.

Serviço:

Colaboração.Space - (21) 3039-3840
Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis - RJ, 26530-020
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Agência Sebrae, com informações e dados institucionais.
O curso Get Connected apresenta os fundamentos da computação e as habilidades de navegação na Internet. Você aprenderá a:
  • Identificar diferentes tipos de sistemas de computadores, componentes, impressoras e outros dispositivos. 
  • Entender o Microsoft Windows e aprender a trabalhar com arquivos e pastas. 
  • Entender a rede de computadores, como navegar e pesquisar na Internet e como usar o e-mail. 
  • Criar contas no Facebook, LinkedIn e YouTube. 
  • Identificar problemas comuns e implementar soluções simples para hardware, software e redes.

Detalhes do curso
CS003
Get Connected (Portuguese-Brazil v1.11)
9 April - 9 June 2018
Carlos Gama, Juan Medeiros
O curso apresenta os fundamentos da computação e as habilidades de navegação na Internet.

Faça a pré-inscrição:

Foi publicada nesta segunda-feira (9) a Lei Complementar 162/2018, que autoriza o refinanciamento das dívidas fiscais (Refis) das micro e pequenas empresas. A partir da publicação da lei no Diário Oficial da União, as empresas terão 90 dias para aderir ao refinanciamento, por meio do site da Receita Federal ou do Simples Nacional. 



A Lei Complementar institui O Programa Especial de Regularização Tributária das Micro Empresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN) e garante o refinanciamento das dívidas vencidas até novembro de 2017 e apurados na forma do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional).

O Refis das MPE foi aprovado pele Câmara e pelo Senado em dezembro, mas vetado pela Presidência da República em janeiro. No último dia 3, porém, após ampla mobilização do Sebrae, o Congresso Nacional derrubou o veto à lei de parcelamento das dívidas tributárias em até 180 meses.

Confira as condições de parcelamento:

Quem pode aderir ao Refis?


Todas as empresas com débitos do Simples Nacional, mesmo que não sejam mais optantes ou tenham sido baixadas, que têm dívidas tributárias relativas a impostos apurados na forma do Simples podem pedir o parcelamento dos débitos. O pedido de refinanciamento implicará na desistência compulsória e definitiva de parcelamento anterior, sem restabelecimento dos parcelamentos rescindidos caso não seja efetuado o pagamento da primeira prestação.

Até quando é possível aderir ao Refis?

Os interessados poderão aderir ao Pert-SN em até 90 dias após a entrada da lei em vigor (9 de julho)

Como solicitar o parcelamento das dívidas?
Os empresários interessados no refinanciamento devem acessar o site da Receita Federal ou o Portal do Simples Nacional.

Quais as condições de refinanciamento para as MPE?

O empresário deverá fazer o pagamento em espécie de, no mínimo, 5% (cinco por cento) do valor da dívida consolidada, sem reduções, em até cinco parcelas mensais e sucessivas, e poderá pagar o restante:

a) Liquidado integralmente, em parcela única, com redução de 90% (noventa por cento) dos juros de mora, 70% (setenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios;

b) Parcelado em até cento e quarenta e cinco parcelas mensais e sucessivas, com redução de 80% (oitenta por cento) dos juros de mora, 50% (cinquenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios;

c) Parcelado em até cento e setenta e cinco parcelas mensais e sucessivas, com redução de 50% (cinquenta por cento) dos juros de mora, 25% (vinte e cinco por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios.

Qual o valor mínimo das parcelas?

O valor mínimo das prestações será de R$ 300,00, exceto no caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), cujo valor ainda será definido pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).

Renegociou? Então vamos empreender?

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Ter um escritório tornou-se objetivo caro nos dias de hoje. A busca por local para trabalhar envolve custos que empresas iniciantes ou profissionais autônomos não estão dispostos a pagar. Tendência em outros países do mundo e em diversas cidades brasileiras, o escritório compartilhado, ou coworking, ganha cada vez mais adeptos e interessados.

Por Coworking entende-se várias pessoas dividindo o mesmo espaço físico, em mesas individuais. Por trás da economia, há uma filosofia de cocriação, que ganha cada vez mais adeptos. Isso porque os coworkers, vindos de diferentes áreas, encontram-se no espaço compartilhado e têm a oportunidade de trocar ideias e experiências para tirar projetos e sonhos do papel.



A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.

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Agência Sebrae, com informações e dados institucionais.
Estas histórias estão aqui para mostrar para você em alta definição que é difícil para todo mundo. E que persistir pode trazer resultados incríveis. Esta é uma boa lista para aqueles momentos em que você está pensando em desistir e se compara com algum grande nome dizendo que não vai chegar lá. Acredite: eles também já passaram por isto.



Nós pedimos recomendações e recebemos mais de 300 sugestões pelas redes sociais de filmes que marcaram a trajetória dos empreendedores que nos acompanham. Dessa lista, escolhemos os 5 filmes mais citados, baseados em histórias reais. Nossa equipe assistiu e deixou comentários (sem muito spoiler) para incentivar você a ver os que ainda não tiver visto.

Vamos à lista!

Fome de poder

Neste filme (que originalmente chama The Founder), os irmãos Mc Donald’s tinham um negócio inovador, mas não estavam dispostos a expandir. Quem veio com o plano foi Ray Kroc que insistia em levar o negócio para todo o território dos EUA. A estrada foi dura até lá e tem um mix de exemplos e anti-exemplos. Mesmo trazendo um crescimento gigantesco, Kroc se transforma no pior sócio que os irmãos Mc Donalds poderiam encontrar.


Por que assistir?

“Negócios são como guerra. É cachorro comendo cachorro, rato comendo rato. Eu quero me antecipar, eu quero vencer.” Bom ficar esperto ao fechar um contrato com alguém que pensa assim, não é mesmo? Depois deste filme, todos ficarão atentos ao negociar com qualquer pessoa. Principalmente, se essa negociação for sobre a venda da sua empresa. Vem comigo, senhora!

Onde assistir?

Na Netflix

Joy: o nome do sucesso

Agora sim uma mulher empreendedora! Baseado na história real de Joy Mangano, o filme traz a perspectiva de uma mulher criativa desde pequena que enfrenta um caos familiar enquanto estrutura seu negócio.



Por que assistir?

“O mundo não deve nada a você” é a grande lição deste filme. A personagem Joy é aquela empreendedora para se orgulhar. Uma mulher que é sabotada dentro de sua própria casa pela sua própria família. Nem mesmo o ambiente destrutivo que estava rodeada conseguiu impedi-la de criar o seu império.

Onde assistir?

No iTunes você vê o filme completo.

À procura da Felicidade
Se você está precisando assistir algo motivador para empreender, esta é a história. Prepare a caixa de lenços para acompanhar os desafios que Chris Gardner, interpretado por Will Smith, enfrentou ao lado de seu filho pequeno na tentativa de melhorar de vida.



Por que assistir?

“Nunca deixe que lhe digam que você não pode fazer algo.” Esta é aquela história que faz você pensar “se esse cara conseguiu, eu consigo.” Sem dinheiro, sem casa, abandonado pela esposa, com um filho pequeno para criar. O emprego era promissor, mas exigia que ele não recebesse salário no início. É aí que Gardner mostra o poder da persistência e do trabalho duro.

Onde assistir?

No iTunes.

Jobs

No começo do filme dá uma vontadezinha de devolver o iPhone. Jobs é genial, mas tem um comportamento bastante peculiar que vai além de andar descalço. A fixação por querer fazer sempre melhor e o domínio dele sobre sobre o negócio podem acabar compensando os deslizes e são inspiradores.



Por que assistir?

“Esta é uma ferramenta para o coração. E quando você consegue tocar o coração de alguém, não existem limites.” O personagem Jobs é movido por paixões. Ele é a essência do seu negócio. Desconsiderando o temperamento, o que fica é uma visão estruturada e grandiosa de quem começou numa garagem e sabia onde queria chegar.

Onde assistir?

Na Netflix.

Walt antes do Mickey
Difícil saber que a história do criador da Disney não foi toda de contos de fadas. Eles precisou de muita criatividade, força de vontade e ajuda dos amigos e da família para chegar lá. Além disso, precisou aprender a ser um empreendedor.



Por que assistir?

A frase que guia Walt no filme é seu pai dizendo “Sempre termine o que você começar. E seja lá o que estiver fazendo, faça bem.” Mesmo fazendo bem e dando o seu melhor, fracassar faz parte. Ele sabia que tinha talento e sua equipe era boa. Ainda assim, não ficou livre de quebrar o caixa mais de uma vez.

Onde assistir?

Na Netflix.

Prepare o sofá e a pipoca para se inspirar com essas histórias. Depois comente aqui o que achou deles.

Inspirou-se? Venha para o Colaboração.Space!
QUER EMPREENDER?

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Autoria: Raisa Santos - Endeavor Brasil Time de Conteúdo
Conteúdo originalmente publicado no Portal de Empreendedorismo da Endeavoracrescidas de dados institucionais

Pelo segundo mês consecutivo no ano, os pequenos negócios lideraram a geração de empregos no país, com a geração de 56,1 mil novas vagas formais. Desde de janeiro, as micro e pequenas empresas já respondem pela criação de 142,9 mil postos de trabalho. 



No mesmo período, as médias e grandes corporações acumulam a extinção de 8,9 mil empregos. Os dados constam em pesquisa do Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, as micro e pequenas empresas representam a força dos empregos. “O pequeno empresário representa o Brasil real, o Brasil que continua gerando emprego e renda, que precisa negociar suas dívidas para continuare apostando na retomada da economia”, defendeu Afif.

Somando-se todos os saldos com os da Administração Pública, foram 61.188 novos empregos gerados no Brasil no segundo mês de 2018. O setor de Serviços foi o que apresentou melhores números, abriu mais de 46 mil vagas, puxado pelos pequenos negócios ligados às atividades de Ensino, com mais de 24 mil trabalhadores, e pelas empresas do ramo imobiliário (+10,9 mil vagas). O levantamento também mostra um relevante aumento dos pequenos negócios na área da Indústria de Transformação, com a geração de 14,7 mil empregos. O volume de postos ocupados no setor foi impulsionado pelas empresas de fabricação de calçados, que totalizaram um aumento de 4,3 mil empregos em fevereiro, seguido pela indústria de produtos alimentícios e de bebidas, que somaram 4 mil novas vagas.

Em 2017, os pequenos negócios geraram 330 mil novas vagas e a tendência é que o volume de empregos com carteira assinada continue a crescer este ano. Em fevereiro de 2018, foram observados saldos negativos, por parte dos pequenos negócios, em apenas dois setores: no Comércio, que teve uma diminuição de 15,5 mil vagas, e na Extrativa Mineral, que extinguiu 257 postos de trabalho.

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Detalhe das estações de trablaho. Foto: Divulgação - Colaboração.Space


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Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil, Edição de Amanda Cieglinski e com informações da Agência Brasil acrescidas de dados institucionais


O Congresso Nacional derrubou nesta terça-feira (3) o veto do presidente Michel Temer ao projeto que institui o refinanciamento dos débitos de micro e pequenos empresários, o chamado Refis das Micro e Pequenas Empresas. Os parlamentares mantiveram a legislação aprovada no fim do ano passado por 346 votos favoráveis e um contrário na Câmara, e 53 votos no Senado.

Congresso derruba veto e mantém refinanciamento de dívidas de microempresasFabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo/Agência Brasil

Com a rejeição do ato presidencial, os empresários poderão alongar as dívidas que possuem com a Receita Federal. Apesar de ter vetado integralmente o projeto de lei, o presidente Temer já havia se manifestado, há algumas semanas, favoravelmente à derrubada do próprio veto, posição que foi confirmada em plenário pelo líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC-SE).

Após conceder entrevistas adiantando que trabalharia em nome da "convicção" dos deputados e senadores em derrubarem o veto, o presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), abriu a sessão de hoje confirmando a promessa. Ele acrescentou que outros dois itens seriam analisados e possivelmente derrubados: o veto ao projeto que reformula a carreira dos agentes comunitários de saúde e à proposta que concede descontos a dívidas de produtores rurais, votações que ainda não foram concluídas.

"Esses três vetos comprometidos nós vamos votar e derrubar. Essa é a posição da Mesa, porque entendo eu que nós fizemos aqui vários e vários Refis – eu, por convicção, tenho até um posicionamento contrário ao Refis –, mas, na hora em que chegou a vez dos miúdos, na hora em que chegou a vez dos agentes comunitários de saúde, a área econômica pediu o veto. O Congresso Nacional é soberano, e este Plenário é que vai decidir o que vai acontecer na tarde e noite de hoje", afirmou.

Entenda

A nova lei cria o Refis das Micro e Pequenas Empresas, programa que concede descontos de juros, multas e encargos com o objetivo de facilitar e parcelar o pagamento dos débitos de micro e pequenos empresários, desde que 5% do valor total sejam pagos em espécie, sem desconto, em até cinco parcelas mensais.

O restante da dívida poderá ser pago em até 15 anos. A adesão inclui débitos vencidos até novembro de 2017. O projeto prevê a possibilidade de adesão dos empresários ao programa até três meses após entrada da lei em vigor.

Ao vetar integralmente a medida, Michel Temer havia argumentado que o programa fere a Lei de Responsabilidade Fiscal ao não prever a origem dos recursos que cobririam os descontos aplicados a multas e juros com o parcelamento das dívidas.

O veto foi criticado por pequenas indústrias e organizações que representam o setor. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Refis deve beneficiar cerca de 600 mil empresas brasileiras que devem cerca de R$ 20 bilhões à União.

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Detalhe das estações de trablaho. Foto: Divulgação - Colaboração.Space


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Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil
Edição: Amanda Cieglinski
Com informações da Agência Brasil acrescidas de dados institucionais
O crescimento das fintechs, empresas de tecnologia no setor financeiro, deve acelerar a partir da regulamentação, determinada na quinta-feira (26) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A ideia é que, com a expansão dessas empresas, aumente a concorrência no sistema financeiro, consequentemente os custos de empréstimos para clientes desse segmento devem cair e uma parcela maior da população ter acesso a serviços financeiros, como empréstimos, seguros, investimentos e meios de pagamento.



O CMN estabeleceu dois modelos para as fintechs operarem: a sociedade de crédito direto (SCD) e a sociedade de empréstimo entre pessoas (SEP). No primeiro sistema, as empresas emprestam recursos próprios por meio de plataforma eletrônica. No segundo, empresas ou pessoas físicas entram numa plataforma para emprestarem dinheiro a outras pessoas, modalidade conhecida como peer-to-peer lending.

As resoluções abrem caminho para as fintechs atuarem sem estarem vinculadas a uma instituição financeira convencional. Elas também não podiam emprestar com recursos próprios. O CMN estabeleceu capital mínimo de R$ 1 milhão para as fintechs de ambos os tipos poderem operar. Na modalidade peer-to-peer, cada credor poderá emprestar até R$ 15 mil para um tomador. Este, no entanto, poderá contrair vários empréstimos de R$ 15 mil com credores diferentes. A SEP não pode operar com recursos próprios, apenas fazer a intermediação entre emprestador e tomador.

Levantamento

O CMN permitiu que as fintechs façam análise de crédito, cobrança, representação de seguros e emissão de moeda eletrônica. Elas, no entanto, não poderão vender investimentos ao público, como certificados de depósitos bancários (CDB), debêntures e demais instrumentos financeiros para captarem recursos.

Diretor de Regulação da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), Mathias Fischer informou que hoje quase 50% da população brasileira não têm acesso a serviços bancários e empresas de menor porte, como as startups, e têm dificuldades para conseguir financiamentos. “Em função dos seus procedimentos simplificados e do uso intensivo de tecnologia para a realização das análises de crédito, espera-se que a gente consiga reduzir o custo dos empréstimos e fornecer o acesso ao crédito a algumas parcelas da população e de empresas. São as pessoas sem conta em banco e que têm dificuldades de acessar empréstimos ou empresas de menor porte, starups, que não tem os 36 meses de faturamento que alguns bancos pedem”, disse Fischer.

Atualmente, existem 343 fintechs associadas. A ABFintech pretende concluir no próximo mês um levantamento com mais dados sobre o setor. Fundador da Kavod Lending, fintech de crédito voltado para empresas, Fábio Neufeld disse acreditar que haverá aumento da competição no mercado. “Com a regra clara, as fintechs vão conseguir fazer mais investimentos e crescer mais rápido. Os bancos terão de acompanhar a redução de juros ou fazer parcerias com as fintechs.”

Conforme Neufeld, com a regulamentação não será mais necessário depender de uma instituição financeira para atuar no mercado. “Para cumprir a legislação, há a necessidade de estar ligado a uma instituição financeira e atuar como corresponde bancário. Hoje, fazemos a modalidade de peer to peer lending, mas, na realidade, estruturamos toda a operação e entregamos para uma instituição financeira fazer a formalização”, afirmou Neufeld.

Vantagens

A Kavod Lending opera no modelo de financiamento coletivo peer to peer, em que qualquer pessoa pode emprestar dinheiro para empresas de pequeno e médio portes com faturamento anual mínimo de R$ 6 milhões. As operações contam com garantias como recebíveis, máquinas, automóveis, imóveis, aplicações financeiras, entre outros bens materiais.

Segundo Neufeld, a aprovação do Banco Central para proponentes atuarem como instituição financeira deve levar cerca de seis meses. “A vantagem é que deixa as operações mais flexíveis, mais ágeis e mais baratas, sem a intermediação de outra instituição.”

Para o fundador da Fintech, essa operação como correspondente bancário acaba deixando os empréstimos com taxas mais caras. “Os bancos cobram, às vezes, uma comissão, um custo desproporcional ao trabalho que tem e a responsabilidade deles nessa operação. Então, na prática, ter mais um intermediário encarece a operação”, avaliou Neufeld. Ele afirmou que atualmente as taxas dos empréstimos às empresas variam de 1,5% a 1,9% ao mês. Sem a intermediação de bancos, essas taxas podem cair entre 30% e 40%.

Investidor, Lucas Cimino, 28 anos, dono de uma galeria de arte, começou a aplicar dinheiro por meio das fintechs em 2016. Segundo ele, as primeiras duas experiências, no modelo peer to peer, não foram tão boas por não ter sido exigido garantias das empresas que tomavam os empréstimos. “É muito importante ter uma fintech que faça um bom controle de risco para os seus clientes. Vai emprestar para empresas que têm capacidade de pagar. Tem de ser muito seletivo na hora de empresar dinheiro, ter uma garantia em troca”, disse.

De acordo com Cimino, com a taxa básica de juros, a Selic, mais baixa, fixada em 6,5% ao ano, é preciso procurar investimentos mais rentáveis no mercado, apesar do aumento do risco. Para ele, os investimentos por meio das fintechs são alternativas ao CDBs ofertados pelos bancos e os títulos do Tesouro Direto, por exemplo, com o dobro dos rendimentos. “O fato de ter uma garantia [das empresas que tomam o empréstimo] mitiga o risco. Com o tempo as pessoas vão passar a conhecer mais essa forma de investimento", concluiu o investidor.

Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil
Edição: Armando de Araújo Cardoso
* Colaborou Wellton Máximo
A Cisco, maior empresa de redes do mundo, em parceria com o coworking Colaboração.Space, oferecem o curso de computação para quem é servidor, já se aposentou ou é pensionista do Instituto de Previdência da Prefeitura de Nilópolis. Além disso, os filhos e netos desses beneficiários também terão a oportunidade de realizar as aulas onlines.



Os servidores e aposentados totalizam mais de 1500 pessoas que podem se inscrever. Fora os filhos e netos dos que recebem pelo Instituto da Previdência de Nilópolis inscritos no curso de Fundamentos da Computação que poderão entender sobre a rede mundial de computadores, saber como navegar na internet, fazer pesquisas e até como criar e utilizar uma conta de e-mail. Algo simples para quem já é familiarizado com informática, mas bem novo para quem nunca teve a chance de aprender.

E que tal, criar contas e usar as redes sociais como Facebook, LinkedIn e YouTube? Por meio da didática dos vídeos explicativos, o usuário poderá também identificar problemas comuns no computador e resolvê-los. Um exemplo é quando o sistema trava, solucionar o defeito faz parte do plano de aula da Cisco.

O coworking Colaboração.Space localizado em Nilópolis é a única academia da Cisco da Baixada Fluminense do Rio, nomeado como Cisco Networking Academy. Após a conclusão do curso online, o Space emite o certificado com reconhecimento internacional da Cisco que é a líder mundial em tecnologia da informação e redes e ajuda empresas de todos os tamanhos a transformarem a forma como as pessoas se conectam.

Para a presidente, Danielle Villas Boas Agero Corrêa, à frente da gestão da autarquia municipal desde 2017, é motivo de satisfação proporcionar conhecimento aos beneficiários. “Nossos aposentados e pensionistas, em sua grande maioria, são pessoas simples. Cursos e atividades desenvolvidos sem custo, agregarão conhecimento intelectual e irá desenvolver capacidades não utilizadas por ampla maioria, além de abranger aos ascendentes e descentes deles”, pondera. “O conhecimento digital abre um leque de possibilidades para todos eles, facilita a vida e estou certa que o conhecimento é a única coisa que ninguém nos tira”, orgulha-se Danielle que tem implantado uma série de melhorias, impactando diretamente o atendimento ao público.

A ideia do coworking é ampliar o público do curso de computação para outros participantes da Baixada Fluminense. “Fundei o Space em Nilópolis para impactar o maior número de pessoas com educação em áreas de demanda reprimida, sou natural da Ilha do Governador e tive que estudar bastante para chegar até aqui. Além disso, por acreditar no potencial do município que possui o melhor IDH da Baixada ocupante o 9° lugar do RJ, não nos faltarão oportunidades de grandes parcerias como essa com a multinacional Cisco”, declara Juan Medeiros que mudou-se de Ramos com a família para Nilópolis em prol dos objetivos profissionais.

O espaço inaugurado em novembro de 2017 já é o local de trabalho de empreendedores da região. Realizar eventos, aulasonlines e presenciais sempre gratuitamente ou com baixo valor de investimento sobre diversos assuntos como: carreira, tecnologia, games, patentes, entre outros temas ligados a inovação e educação.

Serviço

Para se inscrever, acesse o site www.colaboracao.space, clique em BLOG e escolha o ícone com o curso.

Insira seus dados pessoais, como nome completo e formas de contato.

Dúvidas podem ser esclarecidas com o coworking Colaboração.Space

Avenida Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis
Tel: (21)3039-3840
E-mail: contato@colaboracao.space
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Se você não conhece a diferença entre um contador e um contabilista e não sabe o que faz um técnico de contabilidade, neste post vamos esclarecer algumas dúvidas bens comuns sobre o tema. Confira!



Foi um Decreto-lei de 1946 (nº 9.295/46) que regulamentou a atuação dos profissionais da área contábil, definindo as atribuições do contador e do técnico de contabilidade e as funções do Conselho Federal de Contabilidade.

Você deve estar se perguntando onde entra o “contabilista” nessas definições, mas vamos explicando por partes até chegar lá.

O contador e a sua área de atuação

O “contador” é o profissional que possui diploma de graduação em Ciências Contábeis, ou seja, conhecido como “contador diplomado” ou bacharel em Ciências Contábeis.

O curso superior habilita esse profissional a trabalhar em diversos âmbitos: gestão de empresas, mercado de seguros, controladoria, perícia e auditoria.

O contador exerce funções na área financeira, econômica e patrimonial de uma empresa.

Ele é o responsável, por exemplo, por assessorar trâmites de abertura de empresas, recomendar o regime tributário mais adequado, apurar os impostos, elaborar balanços, demonstrações de resultado, relatórios de faturamento e balancetes mensais.

De acordo com o Decreto-lei nº 9.295/46, o contador atua especificamente nas atividades de: organização e execução de serviços de contabilidade em geral; escrituração dos livros de contabilidade obrigatórios e de todos os necessários à organização contábil.

Também faz o levantamento dos balanços e demonstrações; perícias judiciais ou extrajudiciais, revisão de balanços e de contas em geral, verificação de haveres, revisão de escritas, regulações jurídicas ou extrajudiciais de avarias grossas ou comuns e assistência aos Conselhos Fiscais das sociedades anônimas.
O que faz um técnico em contabilidade ou técnico contábil

Já o profissional que possui nível médio ou técnico e exerce função técnica de contabilidade com registro nos órgãos de classe é um “técnico em contabilidade” ou “técnico contábil”.

Esse profissional pode cuidar da parte financeira de empresas e ser o responsável pela prestação de contas da instituição.

Ele trabalha com: escrituração contábil e fiscal; registros e lançamentos contábeis de transações financeiras; cálculo de impostos, juros e taxas; acompanhamento de contas, receitas e despesas; elaboração de demonstrativos financeiros e balancetes; análise de contas patrimoniais e controle patrimonial.

Na verdade, o técnico em contabilidade exerce atividades semelhantes àquelas desenvolvidas pelo contador, porém a sua área de atuação é mais restrita.

Diferentemente do contador, as suas funções não incluem a realização de trabalhos de auditoria, perícia e análise de balanços.

Isso significa que o contador pode fazer tudo que um técnico faz e, além disso, exerce também atividades de consultoria e auditoria – que o técnico não pode exercer.

E o “contabilista”?

Naturalmente, depois dessas definições, você deve estar se perguntando onde se encaixaria o contabilista nesse quadro.

O termo “contabilista” é usado popularmente para se referir ao técnico em contabilidade, que é o profissional que antigamente era conhecido como “guarda-livros”.

Na verdade, porém, o termo contabilista refere-se ao profissional que exerce a prática contábil de modo genérico, ou seja, tanto de nível superior quanto de nível técnico.

Contudo, já que atualmente o termo ainda está muito atrelado ao profissional de nível técnico, para não criar confusão, o Conselho Federal de Contabilidade determinou o uso do termo “profissional da contabilidade” para designar essa categoria mais genérica.
Dia do Contador e Dia do Contabilista

A questão da confusão com os termos gera desentendimento também em relação às datas que homenageiam os profissionais da área contábil.

A criação do primeiro curso de graduação em Ciências Contábeis no Brasil, em 1945, é um fato histórico que deu origem ao Dia do Contador: dia 22 de setembro – comemorado ainda hoje nessa data.

Já o dia 25 de abril foi citado no ano de 1926 por João Lyra, senador e patrono dos contabilistas, como o “Dia do Contabilista Brasileiro”. No entanto, a data comemorativa só foi realmente instituída por lei em 1979.

Em 2012, porém, o Conselho Federal determinou, como mencionamos, em função da modernização da profissão, a substituição do termo “contabilista” por “profissional da contabilidade”.

Por essa razão, no dia 25 de abril comemora-se atualmente o Dia do Profissional da Contabilidade, ou seja, de todos que exercem atividades nessa área no país.
Taxas de juros em queda e a retomada do crescimento têm impulsionado a geração de empregos entre as pequenas e médias empresas no Brasil. Das 61,1 mil vagas formais de emprego abertas em fevereiro, os pequenos negócios foram responsáveis por mais de 90% desse total.



Os dados foram levantados pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). De acordo com a pesquisa, no primeiro bimestre as micro e pequenas empresas foram responsáveis por gerar 142,9 mil empregos formais, de um saldo de 143,1 mil vagas abertas no Brasil.
Setores

A maioria dos setores econômicos abriu vagas em fevereiro, em especial o setor de serviços – um importante termômetro para medir a retomada da economia. Nesse setor, foram abertas 65,9 mil vagas em todo o País, sendo 46 mil empregos gerados exclusivamente pelos pequenos negócios.

Para o economista da Fecomércio-DF, José Eustáquio Moreira, o setor de serviços não só deve continuar crescendo este ano como pode ser responsável por abrir um expressivo número de vagas no País. “O setor de serviços é o que mais vai crescer. Esse é um grande gerador de empregos”, apontou.

Segundo ele, com a retomada do poder de compra das pessoas diante da queda inflação, a demanda por serviços cresce, o que impulsiona a necessidade de contratação de pessoal. “As pessoas estão começando a utilizar serviços que haviam reduzido com a crise. Uma das coisas que se prevê é a retomada de demanda por serviços de estética, restaurantes e turismo”, ressaltou.

Portal Brasil com informações do Sebrae e Caged
Mais perto de renegociarem dívidas tributárias com a União, os empresários de micro e pequenas empresas estão mais otimistas quanto ao futuro da economia do país para os próximos 12 meses. 



A Sondagem Conjuntural do Sebrae aponta para o maior percentual de otimismo já registrado nos últimos nove meses. Cerca de 50% dos entrevistados estão otimistas quanto ao futuro da economia do país e esse otimismo certamente ficou ainda maior com a derrubada do veto ao Refis das MPE pelo Congresso Nacional, no último dia 3. 

Em junho de 2017, 31% acreditavam na recuperação econômica. O estudo foi realizado entre 27 de fevereiro e 6 de março de 2018, com 2.992 donos de pequenos negócios.

“Os empreendedores de micro e pequena empresa são os heróis da nossa economia. Na crise, seguraram o emprego e até criaram novas vagas, mesmo devendo para a Receita. Agora, com a possibilidade de parcelar os débitos em condições mais aprazíveis, esse otimismo certamente será traduzido em mais investimentos nos negócios e consequentemente, em mais vendas”, analisa o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

A sondagem mostrou que a avaliação sobre o futuro da economia mostrou-se progressivamente mais otimista na percepção dos empresários que são optantes do Simples Nacional ao longo da série histórica (junho/2017 a março/2018) – alcançando 48% de empresários com expectativa positiva em março/2018, contra 32% em junho/2017. A pesquisa do Sebrae ainda verificou que mais da metade dos empresários, 52%, esperam que o faturamento da empresa melhore nos próximos 12 meses. Em dezembro, o percentual atingiu 45% dos entrevistados. Já em setembro, era de 39,3%.

As regiões Sul e Nordeste foram as que registraram o maior aumento do otimismo em relação à economia ao longo da série histórica. Na região Sul, o percentual de entrevistados que acredita que a economia do país vai melhorar nos próximos 12 meses praticamente dobrou – de 26%, em junho/2017, para 50%, em março/2018 -, assim como na região Nordeste – 28%, em junho/2017, para 50%, em março/2018.

Ao longo das quatro edições da sondagem, em todas as regiões observou-se um aumento do número de empreendedores otimistas e uma queda no número de pessimistas. Destaque também para os empresários do ramo da construção civil, 57% esperam que o cenário melhore nos próximos 12 meses, e para as Empresas de Pequeno Porte (EPPs), nas quais mais da metade, 53%, confia na melhora.

Então vamos empreender?

O Colaboração.Space tem um local e gente especial para desenvolver esse seu empreendedorismo. Cursos, aulas, workshops e network vão te estimular.

Ter um escritório tornou-se objetivo caro nos dias de hoje. A busca por local para trabalhar envolve custos que empresas iniciantes ou profissionais autônomos não estão dispostos a pagar. Tendência em outros países do mundo e em diversas cidades brasileiras, o escritório compartilhado, ou coworking, ganha cada vez mais adeptos e interessados.

Por Coworking entende-se várias pessoas dividindo o mesmo espaço físico, em mesas individuais. Por trás da economia, há uma filosofia de cocriação, que ganha cada vez mais adeptos. Isso porque os coworkers, vindos de diferentes áreas, encontram-se no espaço compartilhado e têm a oportunidade de trocar ideias e experiências para tirar projetos e sonhos do papel.

A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.

Seguindo essa premissa, o Colaboração.Space é o primeiro espaço de trabalho coletivo e de educação empreendedora de Nilópolis.

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Agência Sebrae, com informações e dados institucionais.
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Foi publicada nesta segunda-feira (9) a Lei Complementar 162/2018, que autoriza o refinanciamento das dívidas fiscais (Refis) das micro e pequenas empresas. A partir da publicação da lei no Diário Oficial da União, as empresas terão 90 dias para aderir ao refinanciamento, por meio do site da Receita Federal ou do Simples Nacional. 



A Lei Complementar institui O Programa Especial de Regularização Tributária das Micro Empresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN) e garante o refinanciamento das dívidas vencidas até novembro de 2017 e apurados na forma do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional).

O Refis das MPE foi aprovado pele Câmara e pelo Senado em dezembro, mas vetado pela Presidência da República em janeiro. No último dia 3, porém, após ampla mobilização do Sebrae, o Congresso Nacional derrubou o veto à lei de parcelamento das dívidas tributárias em até 180 meses.

Confira as condições de parcelamento:

Quem pode aderir ao Refis?


Todas as empresas com débitos do Simples Nacional, mesmo que não sejam mais optantes ou tenham sido baixadas, que têm dívidas tributárias relativas a impostos apurados na forma do Simples podem pedir o parcelamento dos débitos. O pedido de refinanciamento implicará na desistência compulsória e definitiva de parcelamento anterior, sem restabelecimento dos parcelamentos rescindidos caso não seja efetuado o pagamento da primeira prestação.

Até quando é possível aderir ao Refis?

Os interessados poderão aderir ao Pert-SN em até 90 dias após a entrada da lei em vigor (9 de julho)

Como solicitar o parcelamento das dívidas?
Os empresários interessados no refinanciamento devem acessar o site da Receita Federal ou o Portal do Simples Nacional.

Quais as condições de refinanciamento para as MPE?

O empresário deverá fazer o pagamento em espécie de, no mínimo, 5% (cinco por cento) do valor da dívida consolidada, sem reduções, em até cinco parcelas mensais e sucessivas, e poderá pagar o restante:

a) Liquidado integralmente, em parcela única, com redução de 90% (noventa por cento) dos juros de mora, 70% (setenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios;

b) Parcelado em até cento e quarenta e cinco parcelas mensais e sucessivas, com redução de 80% (oitenta por cento) dos juros de mora, 50% (cinquenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios;

c) Parcelado em até cento e setenta e cinco parcelas mensais e sucessivas, com redução de 50% (cinquenta por cento) dos juros de mora, 25% (vinte e cinco por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios.

Qual o valor mínimo das parcelas?

O valor mínimo das prestações será de R$ 300,00, exceto no caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), cujo valor ainda será definido pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).

Renegociou? Então vamos empreender?

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Agência Sebrae, com informações e dados institucionais.
Estas histórias estão aqui para mostrar para você em alta definição que é difícil para todo mundo. E que persistir pode trazer resultados incríveis. Esta é uma boa lista para aqueles momentos em que você está pensando em desistir e se compara com algum grande nome dizendo que não vai chegar lá. Acredite: eles também já passaram por isto.



Nós pedimos recomendações e recebemos mais de 300 sugestões pelas redes sociais de filmes que marcaram a trajetória dos empreendedores que nos acompanham. Dessa lista, escolhemos os 5 filmes mais citados, baseados em histórias reais. Nossa equipe assistiu e deixou comentários (sem muito spoiler) para incentivar você a ver os que ainda não tiver visto.

Vamos à lista!

Fome de poder

Neste filme (que originalmente chama The Founder), os irmãos Mc Donald’s tinham um negócio inovador, mas não estavam dispostos a expandir. Quem veio com o plano foi Ray Kroc que insistia em levar o negócio para todo o território dos EUA. A estrada foi dura até lá e tem um mix de exemplos e anti-exemplos. Mesmo trazendo um crescimento gigantesco, Kroc se transforma no pior sócio que os irmãos Mc Donalds poderiam encontrar.


Por que assistir?

“Negócios são como guerra. É cachorro comendo cachorro, rato comendo rato. Eu quero me antecipar, eu quero vencer.” Bom ficar esperto ao fechar um contrato com alguém que pensa assim, não é mesmo? Depois deste filme, todos ficarão atentos ao negociar com qualquer pessoa. Principalmente, se essa negociação for sobre a venda da sua empresa. Vem comigo, senhora!

Onde assistir?

Na Netflix

Joy: o nome do sucesso

Agora sim uma mulher empreendedora! Baseado na história real de Joy Mangano, o filme traz a perspectiva de uma mulher criativa desde pequena que enfrenta um caos familiar enquanto estrutura seu negócio.



Por que assistir?

“O mundo não deve nada a você” é a grande lição deste filme. A personagem Joy é aquela empreendedora para se orgulhar. Uma mulher que é sabotada dentro de sua própria casa pela sua própria família. Nem mesmo o ambiente destrutivo que estava rodeada conseguiu impedi-la de criar o seu império.

Onde assistir?

No iTunes você vê o filme completo.

À procura da Felicidade
Se você está precisando assistir algo motivador para empreender, esta é a história. Prepare a caixa de lenços para acompanhar os desafios que Chris Gardner, interpretado por Will Smith, enfrentou ao lado de seu filho pequeno na tentativa de melhorar de vida.



Por que assistir?

“Nunca deixe que lhe digam que você não pode fazer algo.” Esta é aquela história que faz você pensar “se esse cara conseguiu, eu consigo.” Sem dinheiro, sem casa, abandonado pela esposa, com um filho pequeno para criar. O emprego era promissor, mas exigia que ele não recebesse salário no início. É aí que Gardner mostra o poder da persistência e do trabalho duro.

Onde assistir?

No iTunes.

Jobs

No começo do filme dá uma vontadezinha de devolver o iPhone. Jobs é genial, mas tem um comportamento bastante peculiar que vai além de andar descalço. A fixação por querer fazer sempre melhor e o domínio dele sobre sobre o negócio podem acabar compensando os deslizes e são inspiradores.



Por que assistir?

“Esta é uma ferramenta para o coração. E quando você consegue tocar o coração de alguém, não existem limites.” O personagem Jobs é movido por paixões. Ele é a essência do seu negócio. Desconsiderando o temperamento, o que fica é uma visão estruturada e grandiosa de quem começou numa garagem e sabia onde queria chegar.

Onde assistir?

Na Netflix.

Walt antes do Mickey
Difícil saber que a história do criador da Disney não foi toda de contos de fadas. Eles precisou de muita criatividade, força de vontade e ajuda dos amigos e da família para chegar lá. Além disso, precisou aprender a ser um empreendedor.



Por que assistir?

A frase que guia Walt no filme é seu pai dizendo “Sempre termine o que você começar. E seja lá o que estiver fazendo, faça bem.” Mesmo fazendo bem e dando o seu melhor, fracassar faz parte. Ele sabia que tinha talento e sua equipe era boa. Ainda assim, não ficou livre de quebrar o caixa mais de uma vez.

Onde assistir?

Na Netflix.

Prepare o sofá e a pipoca para se inspirar com essas histórias. Depois comente aqui o que achou deles.

Inspirou-se? Venha para o Colaboração.Space!
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Autoria: Raisa Santos - Endeavor Brasil Time de Conteúdo
Conteúdo originalmente publicado no Portal de Empreendedorismo da Endeavoracrescidas de dados institucionais

Pelo segundo mês consecutivo no ano, os pequenos negócios lideraram a geração de empregos no país, com a geração de 56,1 mil novas vagas formais. Desde de janeiro, as micro e pequenas empresas já respondem pela criação de 142,9 mil postos de trabalho. 



No mesmo período, as médias e grandes corporações acumulam a extinção de 8,9 mil empregos. Os dados constam em pesquisa do Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, as micro e pequenas empresas representam a força dos empregos. “O pequeno empresário representa o Brasil real, o Brasil que continua gerando emprego e renda, que precisa negociar suas dívidas para continuare apostando na retomada da economia”, defendeu Afif.

Somando-se todos os saldos com os da Administração Pública, foram 61.188 novos empregos gerados no Brasil no segundo mês de 2018. O setor de Serviços foi o que apresentou melhores números, abriu mais de 46 mil vagas, puxado pelos pequenos negócios ligados às atividades de Ensino, com mais de 24 mil trabalhadores, e pelas empresas do ramo imobiliário (+10,9 mil vagas). O levantamento também mostra um relevante aumento dos pequenos negócios na área da Indústria de Transformação, com a geração de 14,7 mil empregos. O volume de postos ocupados no setor foi impulsionado pelas empresas de fabricação de calçados, que totalizaram um aumento de 4,3 mil empregos em fevereiro, seguido pela indústria de produtos alimentícios e de bebidas, que somaram 4 mil novas vagas.

Em 2017, os pequenos negócios geraram 330 mil novas vagas e a tendência é que o volume de empregos com carteira assinada continue a crescer este ano. Em fevereiro de 2018, foram observados saldos negativos, por parte dos pequenos negócios, em apenas dois setores: no Comércio, que teve uma diminuição de 15,5 mil vagas, e na Extrativa Mineral, que extinguiu 257 postos de trabalho.

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Detalhe das estações de trablaho. Foto: Divulgação - Colaboração.Space


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Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil, Edição de Amanda Cieglinski e com informações da Agência Brasil acrescidas de dados institucionais


O Congresso Nacional derrubou nesta terça-feira (3) o veto do presidente Michel Temer ao projeto que institui o refinanciamento dos débitos de micro e pequenos empresários, o chamado Refis das Micro e Pequenas Empresas. Os parlamentares mantiveram a legislação aprovada no fim do ano passado por 346 votos favoráveis e um contrário na Câmara, e 53 votos no Senado.

Congresso derruba veto e mantém refinanciamento de dívidas de microempresasFabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo/Agência Brasil

Com a rejeição do ato presidencial, os empresários poderão alongar as dívidas que possuem com a Receita Federal. Apesar de ter vetado integralmente o projeto de lei, o presidente Temer já havia se manifestado, há algumas semanas, favoravelmente à derrubada do próprio veto, posição que foi confirmada em plenário pelo líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC-SE).

Após conceder entrevistas adiantando que trabalharia em nome da "convicção" dos deputados e senadores em derrubarem o veto, o presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), abriu a sessão de hoje confirmando a promessa. Ele acrescentou que outros dois itens seriam analisados e possivelmente derrubados: o veto ao projeto que reformula a carreira dos agentes comunitários de saúde e à proposta que concede descontos a dívidas de produtores rurais, votações que ainda não foram concluídas.

"Esses três vetos comprometidos nós vamos votar e derrubar. Essa é a posição da Mesa, porque entendo eu que nós fizemos aqui vários e vários Refis – eu, por convicção, tenho até um posicionamento contrário ao Refis –, mas, na hora em que chegou a vez dos miúdos, na hora em que chegou a vez dos agentes comunitários de saúde, a área econômica pediu o veto. O Congresso Nacional é soberano, e este Plenário é que vai decidir o que vai acontecer na tarde e noite de hoje", afirmou.

Entenda

A nova lei cria o Refis das Micro e Pequenas Empresas, programa que concede descontos de juros, multas e encargos com o objetivo de facilitar e parcelar o pagamento dos débitos de micro e pequenos empresários, desde que 5% do valor total sejam pagos em espécie, sem desconto, em até cinco parcelas mensais.

O restante da dívida poderá ser pago em até 15 anos. A adesão inclui débitos vencidos até novembro de 2017. O projeto prevê a possibilidade de adesão dos empresários ao programa até três meses após entrada da lei em vigor.

Ao vetar integralmente a medida, Michel Temer havia argumentado que o programa fere a Lei de Responsabilidade Fiscal ao não prever a origem dos recursos que cobririam os descontos aplicados a multas e juros com o parcelamento das dívidas.

O veto foi criticado por pequenas indústrias e organizações que representam o setor. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Refis deve beneficiar cerca de 600 mil empresas brasileiras que devem cerca de R$ 20 bilhões à União.

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Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil
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