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terça-feira, 26 de junho de 2018

Pequenos negócios concentram mais de 70% das vagas criadas em maio

Pequenos negócios concentram mais de 70% das vagas criadas em maio

Apesar da paralisação dos caminhoneiros, as micro e pequenas empresas mantiveram a expansão dos postos de trabalho no mês de maio. O saldo de 24.383 vagas foi o quinto resultado positivo consecutivo neste ano. 



De acordo com o levantamento do Sebrae com base nos dados do Caged, a geração de vagas correspondeu a 72,4% do total de empregos gerados no país, no mês passado. No período, as médias e grandes empresas responderam pela criação de 9 mil empregos (27% do total).

“É sempre animador confirmar a força da micro e pequena na economia brasileira. Mesmo com diversos setores prejudicados pelo desabastecimento, o resultado na geração de emprego em maio reforça o comportamento dos pequenos negócios, que em períodos de crise são os últimos a demitir, e ao retornar a estabilidade, são os primeiros a contratar”, avalia Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae. Ela observa também que a Sondagem Conjuntural do Sebrae já indicava a manutenção dos postos de trabalho no período.

Nos cinco primeiros meses de 2018, os pequenos negócios acumularam um saldo de 328 mil novos postos de trabalho, 65% acima do registrado no mesmo período do ano passado (198,7 mil postos). Já as médias e grandes empresas acumulam saldo de 38,8 mil empregos gerados este ano, sinalizando uma recuperação no saldo negativo verificado no mesmo período de 2017, quando mais de 136 mil postos foram fechados entre janeiro e maio.



A análise por setor destacou os pequenos negócios da Agropecuária, que puxou a geração de vagas no mês passado, com a criação de 23,4 mil novos postos, especialmente no cultivo de café, laranja e bovinocultura. As micro e pequenas empresas do setor de Serviços apareceram em segundo lugar, com 10,9 mil novas contratações. Já os pequenos negócios do Comércio e da Indústria registraram demissões, com o fechamento de 10,5 mil e 7,8 mil vagas, respectivamente.

sábado, 23 de junho de 2018

Pequenos negócios têm até 9 de julho para parcelar débitos fiscais

Pequenos negócios têm até 9 de julho para parcelar débitos fiscais

Termina no próximo dia 9 de julho o prazo para as micro e pequenas empresas com débitos fiscais até novembro do ano passado aderiram ao programa de refinanciamento (Refis). Conforme as regras do Comitê Gestor do Simples Nacional, o devedor terá um prazo de até 15 anos (180 meses) para a liquidação dos valores cobrados. 



A parcela mínima será de R$ 50, para o Microempreendedor Individual (MEI), e R$ 300, para os demais negócios de pequeno porte inscritos no regime simplificado. Até esta quinta-feira (21), 133.207 empresas de micro e pequeno porte haviam solicitado adesão junto à Receita Federal. Outros 15.149 Microempreendedores Individuais também procuraram quitar seus débitos fiscais, totalizando 148.356 pequenos negócios.

“É a primeira vez que o dono de pequeno negócio tem a oportunidade de quitar dívidas em condições especiais, da mesma forma como já ocorreu com as grandes corporações. Foi um longo processo de sensibilização e defesa desse novo Refis no Legislativo e no Executivo até conquistarmos esta vitória. Agora, é fundamental que os empresários entrem em contato com a Receita, buscando se regularizar e ganhar fôlego para continuar inovando e gerando emprego”, destaca Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae.

O Programa Especial de Regularização Tributária da Micro e Empresas de Pequeno Porte Optantes do Simples Nacional (Pert/SN) foi aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado, mas foi vetado pela Presidência da República. Em abril deste ano, após um intenso trabalho do Sebrae, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal derrubaram o veto. Com isso, foram beneficiados os empresários que têm dívidas do Simples Nacional vencidas até 29 de dezembro de 2017.

No momento da adesão, a micro ou pequena empresa deverá quitar 5% da sua dívida, sem redução de juros e multas, divididos em cinco parcelas mensais. Os outros 95% poderão ser pagos em 175 meses de várias formas. Se for em uma única parcela, haverá uma redução de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios. Se parcelado em 145 meses, a redução dos juros de mora será de 80% e 50% das multas de mora, bem como 100% dos encargos legais, além dos honorários advocatícios. Já o parcelamento em 175 vezes terá redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora e 100% dos encargos legais, também incluindo os honorários advocatícios. Além disso, implicará desistência de outros parcelamentos. O empresário pode verificar a melhor opção no sistema da Refeita Federal, antes de fazer a adesão.

Roteiro de adesão

Para iniciar o processo do parcelamento, o contribuinte poderá acessar os portais do Simples Nacional (SN) ou o e-Cac da Receita Federal. O Pert-MEI será semelhante em todas as funcionalidades, devendo ser acessado pelo “Simei”.

I – Na página principal do Portal do SN, acessar a aba Parcelamento:

II – Escolher a opção “Programa Especial de Regularização Tributária – PertSN”, que poderá ser acessada por certificado digital ou código de acesso.

III – A página principal do Pert-SN possuirá as seguintes opções:
Pedido de parcelamento
Emissão de parcela
Consulta pedidos de parcelamento
Desistência do parcelamento

IV – Escolhendo a opção “Pedido de Parcelamento” o sistema apresentará:
A mensagem de alerta, que aparece antes da negociação, ressalta a necessidade de desistência prévia de parcelamentos anteriores bem como de eventuais recursos administrativos e/ou judiciais para inclusão dos respectivos débitos no PertSN.

Se não houver débitos em situação a ser parcelada, o sistema apresenta a tela, caso o contribuinte discorde dessa informação, deve dirigir-se à unidade de atendimento da Receita Federal de sua jurisdição.

Havendo débitos em situação parcelável, o sistema apresentará todos os débitos com os valores originais e atualizados para o mês corrente.

Da mesma forma, apresentará ao contribuinte o valor da entrada (5% da dívida consolidada) e o valor da dívida consolidada após a apropriação do valor da entrada e antes da das reduções previstas na Lei Complementar nº 162, de 2018.

Em seguida, mostrará as opções de pagamento do saldo em parcela única ou de parcelamento em até 145 ou até 175 meses para escolha do contribuinte.

Escolhendo uma das opções, o sistema retornará a tela para que o contribuinte confira atentamente os detalhes do pedido e conclua (ou retorne para retificação).

Concluindo, a tela seguinte apresentará o recibo da negociação e possibilitará ao contribuinte a emissão do DAS para pagamento da entrada e do recibo da negociação.

Após o cadastramento do pedido, as demais opções do menu principal estarão aptas para utilização:
Emissão de Parcelas: o contribuinte poderá emitir as parcelas já disponíveis do parcelamento de acordo com o estabelecido na legislação;

Consulta Pedidos de Parcelamento: contribuinte pode acompanhar a situação do pedido do PertSN. Nessa funcionalidade também estará disponível o recibo de negociação para reimpressão;

Desistência do Parcelamento: caso o contribuinte necessite desistir da negociação, poderá fazê-la pela aplicação abaixo. Importante destacar que eventual desistência deve ocorrer antes do pagamento do valor da entrada da primeira negociação, pois o pagamento não poderá ser aproveitado em novo parcelamento.

Caso o parcelamento anterior também inclua débitos posteriores a 11/2017, a empresa poderá solicitar um novo parcelamento convencional para esses débitos restantes. Os procedimentos devem ser realizados na ordem a seguir:

1º - Desistência do(s) parcelamento(s) anterior(es) (convencional e/ou especial);

2º - Adesão ao Pert;

3º - Solicitação de parcelamento convencional.

A desistência dos parcelamentos anteriores (parcelamento convencional ou parcelamento especial) é realizada nos aplicativos correspondentes a esses parcelamentos.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Empreender por amor: como fazer um negócio a dois dar certo

Empreender por amor: como fazer um negócio a dois dar certo

Para alguns casais, as responsabilidades da vida a dois vão além de cuidar da casa e da rotina. Empreender junto ao parceiro é um desafio e, para que a união da vida profissional e da pessoal não se torne um problema, é preciso saber administrar e entender as diferenças de cada um dos lados.



Apesar das dificuldades, existente na maioria dos empreendimentos familiares, o amor e a harmonia de um relacionamento, quando refletidos na gestão de um novo negócio, podem gerar ótimos resultados. Para apoiar aqueles que estão pensando em dar início a um negócio com o parceiro, separamos algumas dicas que podem fazer toda a diferença. 

Sonhem juntos
A vida em casal começa quando duas pessoas juntam seus sonhos e metas para o futuro. Logo, assim que a decisão de começar um negócio é tomada, o primeiro passo é traçar, em conjunto, os planos e metas da empresa. Ambos têm que concordar com os rumos do negócio.

Quando as vontades estão alinhadas, a chance de que a gestão do negócio seja corente é maior ainda. Para isso, basta que exista uma relação de cumplicidade, confiança e entrega mútua. É fundamental ter paciência e manter sempre o diálogo aberto, para que o sonho não se transforme em pesadelo.

Perseverança e união foram as palavras que renderam o sucesso da empresa Eventbrite, fundada em 2006 pelo casal americano Julia e Kevin Harz. No início, quando ainda eram recém-noivados, Julia relutou com a ideia de começar um negócio com seu companheiro, pensando na dificuldade de conciliar a nova vida – os dois haviam acabado de decidir morar juntos – com a abertura de uma empresa.

Entretanto, a perseverança e positividade de Kevin fizeram a noiva mudar de ideia e, atualmente, a Eventbrite conta com cerca de 200 empregados, já registrou mais de US$ 1 bilhão em vendas brutas de ingressos e define-se como a maior plataforma de gerenciamento de eventos e vendas de ingressos.

Empreender em casal pode dar certo: a Eventbrite cresceu rápido, conquistou espaço no mercado e já vendeu mais de US$ 1 bilhão em ingressos.

Saiba dividir as tarefas

Essa lição precisa ser aplicada em qualquer tipo de empreendimento e, em negócio a dois, não poderia ser diferente. Mas, diferente dos demais tipos de sociedade, o casal conhece muito bem um ao outro, conhecendo suas preferências e habilidades.

Para abrir um negócio em casal é preciso ter muito equilíbrio para acabar não se frustrando. Aprenda a conciliar tudo isso de acordo com o que cada um prefere fazer, mas seja sempre flexível: nem sempre dá pra fazer tudo exatamente do jeito que desejamos, e é preciso ser mais maleável.

A divisão de tarefas da empresa não deve se espelhar na divisão de tarefas domésticas que, muitas vezes, é desigual e baseada em padrões de gênero. A não ser que seja definido, por ambas as partes, adotar uma hierarquia diferente, as opiniões dos dois lados do casal precisam ter o mesmo peso na hora de tomar grandes decisões. É extremamente importante, para os homens, perder o medo da impotência pelo papel da mulher na gestão do negócio.

Por isso, assim como deve ser no relacionamento, é preciso saber lidar com o fato de que seu parceiro tem opiniões diferentes. Um segundo ponto de vista pode ajudar a enxergar outros aspectos de uma situação e levar a uma tomada de decisão mais assertiva.

Casamento x Empresa

Na hora de as duas coisas é importante entender que, na maioria das vezes, um clima ruim no escritório pode ser relevado pelo casal ao chegar em casa, mas é mais difícil fazer o mesmo quando o contrário acontece. Quando a vida profissional e a pessoal convergem, o tempo reservado à vida particular do casal pode ser invadido, constantemente, pelas tarefas da empresa, mas o relacionamento fora do escritório deve ser prioridade.

Momentos de tensão são invitáveis e saber manter a calma é essencial. É muito mais fácil que as divergências, que em casa não eram percebidas, apareçam na hora de gerir um negócio e, por isso, lembre-se que o diálogo é necessário para que essas diferenças não estraguem o clima também fora de expediente.

Um exemplo disso foi a união das vidas profissionais de Luiz Fernando e Simone Amaral que, em 2004, resolveram abrir o Centro de Formação de Terapia Corporal, em Niterói. Desde o começo os dois tomam grandes decisões juntos, mas têm funções bem estabelecidas: ela cuida da administração e da produção de eventos, enquanto ele coordena questões pedagógicas do espaço e assume as tarefas domésticas.

Em entrevista para o jornal O Globo, o casal de terapeuta disse que para um casamento ser duradouro, é preciso cooperação. Para Luiz Fernando e Simone, os maiores conflitos são relacionados à competição: “briga-se muito sobre quem faz mais. Enquanto um acha que trabalha mais e é sobrecarregado; o outro se sente menosprezado. Normalmente, eles não percebem essa competição”

Assim como os relacionamentos, não existem sociedades 100% perfeitas. É necessário aprender a lidar com os problemas, sempre se colocando no lugar do parceiro, dividir responsabilidades significa, também dividir a culpa por coisas que podem vir a dar errado e, principalmente, dividir a alegria do sucesso.

O Dia dos Namorados está chegando e, depois de aprender um pouco sobre como o amor e os negócios pode dar certo, pode ser hora de perguntar ao seu parceiro: quer empreender comigo?

Cresce a presença de jovens que abrem negócios no Brasil

Cresce a presença de jovens que abrem negócios no Brasil

Terminar a faculdade e seguir carreira em uma empresa pública ou privada não é mais a realidade profissional predominante entre o jovem brasileiro. Cresceu em 2017 o número de empreendedores entre 18 e 34 anos que estão envolvidos na criação do próprio negócio. Já são 15,7 milhões de jovens que estão levantando informações para ter um negócio ou que já têm empresa com até três anos e meio de atividade, um aumento de 7 pontos percentuais, na participação relativa, na comparação com 2016.



Os dados fazem parte do relatório executivo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado no Brasil pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). A pesquisa mostra que um em cada três adultos brasileiros, entre 18 e 64 anos, é empreendedor ou está envolvido na abertura do próprio negócio. Aumentou também, de 57% para 59%, o percentual de brasileiros que empreendem por oportunidade.

“O jovem brasileiro já entendeu que para ter trabalho a melhor alternativa é criar o próprio negócio. É empreender, inovar e gerar novas oportunidades de trabalho. E eles não empreendem por necessidade, estão de olho nas oportunidades do mercado, atendendo demandas sociais e movimentando a economia. Este resultado também traz alguns indícios de recuperação da nossa economia”, destacou Heloisa Menezes, diretora técnica no exercício da presidência do Sebrae.

O empreendedorismo no Brasil em 2017, de acordo com o relatório GEM, considerando as diferentes faixas etárias, mostra que os jovens de 25 a 34 anos foram os mais ativos na criação de novos negócios. Isso significa que 30,5% dos brasileiros nessa faixa etária estão tentando criar um negócio ou já são proprietários e administram um empreendimento em estágio inicial, com até três anos e meio de criação. Em seguida, nesse ranking aparecem aqueles ainda mais jovens, de 18 a 24 anos, com 20,3% deles envolvidos na criação de novos negócios. O perfil dos novos empreendedores em 2017 manteve destaque para a mulher, que respondeu por 52% dos Empreendedores Iniciais.



Analice Furtado montou seu próprio negócio com 23 anos. Hoje, ela é dona de um salão de beleza junto com a mãe. “Fui até o Sebrae buscar sugestões nessa área e decidi abrir a empresa”, conta a jovem empresária, antes recepcionista de uma academia. “Me aprimorei, fiz vários cursos e depois resolvi fazer faculdade na área de estética”, acrescenta Analice, que decidiu pelo novo ramo para ter independência financeira. Ela começou com uma funcionária e, atualmente, trabalha com a mãe.

Dos 27,4 milhões de Empreendedores Iniciais, 15,7 milhões estavam na faixa dos 18 a 34 anos, em 2017, conforme a pesquisa GEM.


sábado, 9 de junho de 2018

Expectativa dos pequenos negócios é de aumentar vendas na Copa

Expectativa dos pequenos negócios é de aumentar vendas na Copa

A alguns dias da Copa do Mundo na Rússia, o otimismo do brasileiro não está depositado apenas na seleção, mas também nas vendas que começam a crescer com a aproximação do início dos jogos. A expectativa de vendas aumenta nos pequenos negócios, principalmente, do comércio de vestuário e enfeites, além de serviços.



Apesar de ser uma competição sazonal, a Copa do Mundo é ainda um dos momentos em que os pequenos negócios do varejo costumam aumentar suas vendas, reforçar o estoque ou até contratar funcionários temporários, como acontece com bares e restaurantes.

Os pequenos negócios devem lucrar nas áreas do Comércio e Serviços, setores que também abriram maior número de vagas de trabalho. No 1º quadrimestre de 2018, o saldo acumulado foi de 293 mil novos empregos, quase 10 vezes maior que os postos gerados pelas médias e grandes empresas neste mesmo período e 88,4% acima do saldo registrado por eles no mesmo período do ano passado.

Bons ventos 

Em março de 2018, o volume do comércio varejista mostrou expansão de 6,5% na comparação com igual mês do ano anterior, décima segunda taxa positiva seguida, sendo esse avanço o maior desde abril de 2014 (6,7%).

Os dados do IBGE mostram que, em bases trimestrais, a vendas do comércio varejista, ao avançar 3,8% no primeiro trimestre de 2018, manteve o comportamento.

Veja algumas dicas do Sebrae para os pequenos negócios no período da Copa:

Segmentos mais diretamente envolvidos:

Bares e restaurantes: Prepare-se para definir e divulgar fortemente (inclusive pelas redes sociais) programação para os jogos do Brasil e de outros grandes confrontos. Ambiente fechado, serviços, TVs...

Hotéis e pousadas: Busque incluir nos pacotes a programação dos jogos;

Moda: Procure dar visibilidade total ao verde e amarelo, combos, kits para vendas adicionais, grade completa (cores/tamanhos);

Lojas de material esportivo: Idem + foco na modalidade futebol;

Atenção com:

Time: Engajado (treinamento específico para realizar vendas simultânea; majoração de comissões no período operação ganha/ganha); Bem identificados (fantasia criativa); focados em soluções;

Local: Organizado (velocidade significa + vendas); loja ornamentada; proporcionar experiência positiva (sons, aromas, serviços adicionais correlatos);

Jornada do cliente: Desde o contato/momento zero com o cliente até um eventual pós-venda com muita fluidez e sem fricção (dificuldades no pagamento, devolução de mercadoria, etc.)

Fidelização: Busque alternativas de fidelização pós Copa, estratégias para que o cliente transforme-se em um seguidor do seu negócio que eventualmente conheceu durante a copa;

Compras: Só vende bem quem compra bem, prepare-se para compras conjuntas com empreendedores do mesmo segmento, compras maiores aumentam o poder de barganha junto ao fornecedor;

Reposição de estoques: Prepare-se para atender a um grande volume de vendas; muitas distribuidoras ainda não restabeleceram seus padrões de normalidade em função da greve de caminhoneiros.

QUER EMPREENDER?

O Colaboração.Space tem um local e gente especial para desenvolver esse seu empreendedorismo. Cursos, aulas, workshops e network vão te estimular. 

Ter um escritório tornou-se objetivo caro nos dias de hoje. A busca por local para trabalhar envolve custos que empresas iniciantes ou profissionais autônomos não estão dispostos a pagar. Tendência em outros países do mundo e em diversas cidades brasileiras, o escritório compartilhado, ou coworking, ganha cada vez mais adeptos e interessados.




Por Coworking entende-se várias pessoas dividindo o mesmo espaço físico, em mesas individuais. Por trás da economia, há uma filosofia de cocriação, que ganha cada vez mais adeptos. Isso porque os coworkers, vindos de diferentes áreas, encontram-se no espaço compartilhado e têm a oportunidade de trocar ideias e experiências para tirar projetos e sonhos do papel.

A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.



Detalhe das estações de trablaho. Foto: Divulgação - Colaboração.Space


Seguindo essa premissa, o Colaboração.Space é o primeiro espaço de trabalho coletivo e de educação empreendedora de Nilópolis.

Serviço:
Colaboração.Space - (21) 3039-3840
Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis - RJ, 26530-020
www.colaboracao.space
Facebook: Colaboração.Space
Instagram: Colab.Space

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Workshop gratuito discute sobre educação 4.0

Workshop gratuito discute sobre educação 4.0




Os caminhos para a escola do futuro vão ser debatidos no workshop gratuito “Educação 4.0 para professores”. Além de falar sobre as novas tecnologias, a proposta é ajudar educadores a se aproximar e interagir mais com os alunos do século 21. Gratuito e aberto ao público, o evento acontece, dia 09 de junho, no espaço de empreendedorismo Colaboração.Space, em Nilópolis.

Em parceria com a Be a Base e com a TechMinds Robótica Educacional, o workshop abordará questões sobre teoria e prática em relação à mudança de mindset com aprendizagem mais divertida e significativa. Será explicado ainda a importância da formação continuada. E, ao final, haverá uma apresentação sobre robótica educacional. 
A iniciativa discutirá também sobre a necessidade das redes de aprendizagem (Escola e Universidade) começarem a pensar em inovação e empreendedorismo, aplicando as técnicas do learning by doing, Project Based Learning, focando no desenvolvimento dos seus alunos visando os próximos 10 anos. 

Para o facilitador Felipi Marques, a tecnologia 4.0 tem colocado os estudantes num patamar de protagonismo, tornando-os agentes de seu desenvolvimento, fomentados pelo espírito empreendedor que gera uma vontade de colocar a “mão na massa” e fazer acontecer. No entanto, muitos professores ainda estão presos a antigas metodologias que não impactam mais os jovens de hoje, impedindo-os de vivenciar plenamente suas habilidades e ampliar seu potencial

– O acesso à informação aumentou exponencialmente. Cabe ao professor desenvolver habilidades como, por exemplo, pesquisa, comparação, compreensão, análise crítica e conexão, não permitindo que o aluno fique sem rumo ao pesquisar informações sobre determinado assunto. Por isso é tão importante compreender as novas ferramentas e usar toda a tecnologia a favor da educação – comenta.
Para Juan Medeiros, CEO do Colaboração.Space, a Baixada Fluminense precisa de mais projetos que possam discutir sobre o crescimento e todo o potencial econômico e empreendedor da região. “É necessário trazer assuntos relevantes de forma inclusiva e participativa. A educação é um importante pilar que deve ser melhor explorado”.

Serviço
Workshop gratuito Educação 4.0 para professores 
Data: 09/06. 
Programação:
Das 09h às 13h – Formação presencial de Educação 4.0 e a continuidade através da formação online
Das 13:00 às 14:00 – Robótica educacional.
Endereço: Avenida Carmela Dutra, 1983, 2° andar. Nilópolis – RJ
Telefone: (21) 3039-3840
Evento: https://www.facebook.com/events/478094432606374/.
Inscrição: http://www.123formbuilder.com/form-3789580/Formulario-De-Registro-A-Evento-Online


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Apesar da paralisação dos caminhoneiros, as micro e pequenas empresas mantiveram a expansão dos postos de trabalho no mês de maio. O saldo de 24.383 vagas foi o quinto resultado positivo consecutivo neste ano. 



De acordo com o levantamento do Sebrae com base nos dados do Caged, a geração de vagas correspondeu a 72,4% do total de empregos gerados no país, no mês passado. No período, as médias e grandes empresas responderam pela criação de 9 mil empregos (27% do total).

“É sempre animador confirmar a força da micro e pequena na economia brasileira. Mesmo com diversos setores prejudicados pelo desabastecimento, o resultado na geração de emprego em maio reforça o comportamento dos pequenos negócios, que em períodos de crise são os últimos a demitir, e ao retornar a estabilidade, são os primeiros a contratar”, avalia Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae. Ela observa também que a Sondagem Conjuntural do Sebrae já indicava a manutenção dos postos de trabalho no período.

Nos cinco primeiros meses de 2018, os pequenos negócios acumularam um saldo de 328 mil novos postos de trabalho, 65% acima do registrado no mesmo período do ano passado (198,7 mil postos). Já as médias e grandes empresas acumulam saldo de 38,8 mil empregos gerados este ano, sinalizando uma recuperação no saldo negativo verificado no mesmo período de 2017, quando mais de 136 mil postos foram fechados entre janeiro e maio.



A análise por setor destacou os pequenos negócios da Agropecuária, que puxou a geração de vagas no mês passado, com a criação de 23,4 mil novos postos, especialmente no cultivo de café, laranja e bovinocultura. As micro e pequenas empresas do setor de Serviços apareceram em segundo lugar, com 10,9 mil novas contratações. Já os pequenos negócios do Comércio e da Indústria registraram demissões, com o fechamento de 10,5 mil e 7,8 mil vagas, respectivamente.
Termina no próximo dia 9 de julho o prazo para as micro e pequenas empresas com débitos fiscais até novembro do ano passado aderiram ao programa de refinanciamento (Refis). Conforme as regras do Comitê Gestor do Simples Nacional, o devedor terá um prazo de até 15 anos (180 meses) para a liquidação dos valores cobrados. 



A parcela mínima será de R$ 50, para o Microempreendedor Individual (MEI), e R$ 300, para os demais negócios de pequeno porte inscritos no regime simplificado. Até esta quinta-feira (21), 133.207 empresas de micro e pequeno porte haviam solicitado adesão junto à Receita Federal. Outros 15.149 Microempreendedores Individuais também procuraram quitar seus débitos fiscais, totalizando 148.356 pequenos negócios.

“É a primeira vez que o dono de pequeno negócio tem a oportunidade de quitar dívidas em condições especiais, da mesma forma como já ocorreu com as grandes corporações. Foi um longo processo de sensibilização e defesa desse novo Refis no Legislativo e no Executivo até conquistarmos esta vitória. Agora, é fundamental que os empresários entrem em contato com a Receita, buscando se regularizar e ganhar fôlego para continuar inovando e gerando emprego”, destaca Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae.

O Programa Especial de Regularização Tributária da Micro e Empresas de Pequeno Porte Optantes do Simples Nacional (Pert/SN) foi aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado, mas foi vetado pela Presidência da República. Em abril deste ano, após um intenso trabalho do Sebrae, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal derrubaram o veto. Com isso, foram beneficiados os empresários que têm dívidas do Simples Nacional vencidas até 29 de dezembro de 2017.

No momento da adesão, a micro ou pequena empresa deverá quitar 5% da sua dívida, sem redução de juros e multas, divididos em cinco parcelas mensais. Os outros 95% poderão ser pagos em 175 meses de várias formas. Se for em uma única parcela, haverá uma redução de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios. Se parcelado em 145 meses, a redução dos juros de mora será de 80% e 50% das multas de mora, bem como 100% dos encargos legais, além dos honorários advocatícios. Já o parcelamento em 175 vezes terá redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora e 100% dos encargos legais, também incluindo os honorários advocatícios. Além disso, implicará desistência de outros parcelamentos. O empresário pode verificar a melhor opção no sistema da Refeita Federal, antes de fazer a adesão.

Roteiro de adesão

Para iniciar o processo do parcelamento, o contribuinte poderá acessar os portais do Simples Nacional (SN) ou o e-Cac da Receita Federal. O Pert-MEI será semelhante em todas as funcionalidades, devendo ser acessado pelo “Simei”.

I – Na página principal do Portal do SN, acessar a aba Parcelamento:

II – Escolher a opção “Programa Especial de Regularização Tributária – PertSN”, que poderá ser acessada por certificado digital ou código de acesso.

III – A página principal do Pert-SN possuirá as seguintes opções:
Pedido de parcelamento
Emissão de parcela
Consulta pedidos de parcelamento
Desistência do parcelamento

IV – Escolhendo a opção “Pedido de Parcelamento” o sistema apresentará:
A mensagem de alerta, que aparece antes da negociação, ressalta a necessidade de desistência prévia de parcelamentos anteriores bem como de eventuais recursos administrativos e/ou judiciais para inclusão dos respectivos débitos no PertSN.

Se não houver débitos em situação a ser parcelada, o sistema apresenta a tela, caso o contribuinte discorde dessa informação, deve dirigir-se à unidade de atendimento da Receita Federal de sua jurisdição.

Havendo débitos em situação parcelável, o sistema apresentará todos os débitos com os valores originais e atualizados para o mês corrente.

Da mesma forma, apresentará ao contribuinte o valor da entrada (5% da dívida consolidada) e o valor da dívida consolidada após a apropriação do valor da entrada e antes da das reduções previstas na Lei Complementar nº 162, de 2018.

Em seguida, mostrará as opções de pagamento do saldo em parcela única ou de parcelamento em até 145 ou até 175 meses para escolha do contribuinte.

Escolhendo uma das opções, o sistema retornará a tela para que o contribuinte confira atentamente os detalhes do pedido e conclua (ou retorne para retificação).

Concluindo, a tela seguinte apresentará o recibo da negociação e possibilitará ao contribuinte a emissão do DAS para pagamento da entrada e do recibo da negociação.

Após o cadastramento do pedido, as demais opções do menu principal estarão aptas para utilização:
Emissão de Parcelas: o contribuinte poderá emitir as parcelas já disponíveis do parcelamento de acordo com o estabelecido na legislação;

Consulta Pedidos de Parcelamento: contribuinte pode acompanhar a situação do pedido do PertSN. Nessa funcionalidade também estará disponível o recibo de negociação para reimpressão;

Desistência do Parcelamento: caso o contribuinte necessite desistir da negociação, poderá fazê-la pela aplicação abaixo. Importante destacar que eventual desistência deve ocorrer antes do pagamento do valor da entrada da primeira negociação, pois o pagamento não poderá ser aproveitado em novo parcelamento.

Caso o parcelamento anterior também inclua débitos posteriores a 11/2017, a empresa poderá solicitar um novo parcelamento convencional para esses débitos restantes. Os procedimentos devem ser realizados na ordem a seguir:

1º - Desistência do(s) parcelamento(s) anterior(es) (convencional e/ou especial);

2º - Adesão ao Pert;

3º - Solicitação de parcelamento convencional.

A desistência dos parcelamentos anteriores (parcelamento convencional ou parcelamento especial) é realizada nos aplicativos correspondentes a esses parcelamentos.
Para alguns casais, as responsabilidades da vida a dois vão além de cuidar da casa e da rotina. Empreender junto ao parceiro é um desafio e, para que a união da vida profissional e da pessoal não se torne um problema, é preciso saber administrar e entender as diferenças de cada um dos lados.



Apesar das dificuldades, existente na maioria dos empreendimentos familiares, o amor e a harmonia de um relacionamento, quando refletidos na gestão de um novo negócio, podem gerar ótimos resultados. Para apoiar aqueles que estão pensando em dar início a um negócio com o parceiro, separamos algumas dicas que podem fazer toda a diferença. 

Sonhem juntos
A vida em casal começa quando duas pessoas juntam seus sonhos e metas para o futuro. Logo, assim que a decisão de começar um negócio é tomada, o primeiro passo é traçar, em conjunto, os planos e metas da empresa. Ambos têm que concordar com os rumos do negócio.

Quando as vontades estão alinhadas, a chance de que a gestão do negócio seja corente é maior ainda. Para isso, basta que exista uma relação de cumplicidade, confiança e entrega mútua. É fundamental ter paciência e manter sempre o diálogo aberto, para que o sonho não se transforme em pesadelo.

Perseverança e união foram as palavras que renderam o sucesso da empresa Eventbrite, fundada em 2006 pelo casal americano Julia e Kevin Harz. No início, quando ainda eram recém-noivados, Julia relutou com a ideia de começar um negócio com seu companheiro, pensando na dificuldade de conciliar a nova vida – os dois haviam acabado de decidir morar juntos – com a abertura de uma empresa.

Entretanto, a perseverança e positividade de Kevin fizeram a noiva mudar de ideia e, atualmente, a Eventbrite conta com cerca de 200 empregados, já registrou mais de US$ 1 bilhão em vendas brutas de ingressos e define-se como a maior plataforma de gerenciamento de eventos e vendas de ingressos.

Empreender em casal pode dar certo: a Eventbrite cresceu rápido, conquistou espaço no mercado e já vendeu mais de US$ 1 bilhão em ingressos.

Saiba dividir as tarefas

Essa lição precisa ser aplicada em qualquer tipo de empreendimento e, em negócio a dois, não poderia ser diferente. Mas, diferente dos demais tipos de sociedade, o casal conhece muito bem um ao outro, conhecendo suas preferências e habilidades.

Para abrir um negócio em casal é preciso ter muito equilíbrio para acabar não se frustrando. Aprenda a conciliar tudo isso de acordo com o que cada um prefere fazer, mas seja sempre flexível: nem sempre dá pra fazer tudo exatamente do jeito que desejamos, e é preciso ser mais maleável.

A divisão de tarefas da empresa não deve se espelhar na divisão de tarefas domésticas que, muitas vezes, é desigual e baseada em padrões de gênero. A não ser que seja definido, por ambas as partes, adotar uma hierarquia diferente, as opiniões dos dois lados do casal precisam ter o mesmo peso na hora de tomar grandes decisões. É extremamente importante, para os homens, perder o medo da impotência pelo papel da mulher na gestão do negócio.

Por isso, assim como deve ser no relacionamento, é preciso saber lidar com o fato de que seu parceiro tem opiniões diferentes. Um segundo ponto de vista pode ajudar a enxergar outros aspectos de uma situação e levar a uma tomada de decisão mais assertiva.

Casamento x Empresa

Na hora de as duas coisas é importante entender que, na maioria das vezes, um clima ruim no escritório pode ser relevado pelo casal ao chegar em casa, mas é mais difícil fazer o mesmo quando o contrário acontece. Quando a vida profissional e a pessoal convergem, o tempo reservado à vida particular do casal pode ser invadido, constantemente, pelas tarefas da empresa, mas o relacionamento fora do escritório deve ser prioridade.

Momentos de tensão são invitáveis e saber manter a calma é essencial. É muito mais fácil que as divergências, que em casa não eram percebidas, apareçam na hora de gerir um negócio e, por isso, lembre-se que o diálogo é necessário para que essas diferenças não estraguem o clima também fora de expediente.

Um exemplo disso foi a união das vidas profissionais de Luiz Fernando e Simone Amaral que, em 2004, resolveram abrir o Centro de Formação de Terapia Corporal, em Niterói. Desde o começo os dois tomam grandes decisões juntos, mas têm funções bem estabelecidas: ela cuida da administração e da produção de eventos, enquanto ele coordena questões pedagógicas do espaço e assume as tarefas domésticas.

Em entrevista para o jornal O Globo, o casal de terapeuta disse que para um casamento ser duradouro, é preciso cooperação. Para Luiz Fernando e Simone, os maiores conflitos são relacionados à competição: “briga-se muito sobre quem faz mais. Enquanto um acha que trabalha mais e é sobrecarregado; o outro se sente menosprezado. Normalmente, eles não percebem essa competição”

Assim como os relacionamentos, não existem sociedades 100% perfeitas. É necessário aprender a lidar com os problemas, sempre se colocando no lugar do parceiro, dividir responsabilidades significa, também dividir a culpa por coisas que podem vir a dar errado e, principalmente, dividir a alegria do sucesso.

O Dia dos Namorados está chegando e, depois de aprender um pouco sobre como o amor e os negócios pode dar certo, pode ser hora de perguntar ao seu parceiro: quer empreender comigo?
Terminar a faculdade e seguir carreira em uma empresa pública ou privada não é mais a realidade profissional predominante entre o jovem brasileiro. Cresceu em 2017 o número de empreendedores entre 18 e 34 anos que estão envolvidos na criação do próprio negócio. Já são 15,7 milhões de jovens que estão levantando informações para ter um negócio ou que já têm empresa com até três anos e meio de atividade, um aumento de 7 pontos percentuais, na participação relativa, na comparação com 2016.



Os dados fazem parte do relatório executivo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado no Brasil pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). A pesquisa mostra que um em cada três adultos brasileiros, entre 18 e 64 anos, é empreendedor ou está envolvido na abertura do próprio negócio. Aumentou também, de 57% para 59%, o percentual de brasileiros que empreendem por oportunidade.

“O jovem brasileiro já entendeu que para ter trabalho a melhor alternativa é criar o próprio negócio. É empreender, inovar e gerar novas oportunidades de trabalho. E eles não empreendem por necessidade, estão de olho nas oportunidades do mercado, atendendo demandas sociais e movimentando a economia. Este resultado também traz alguns indícios de recuperação da nossa economia”, destacou Heloisa Menezes, diretora técnica no exercício da presidência do Sebrae.

O empreendedorismo no Brasil em 2017, de acordo com o relatório GEM, considerando as diferentes faixas etárias, mostra que os jovens de 25 a 34 anos foram os mais ativos na criação de novos negócios. Isso significa que 30,5% dos brasileiros nessa faixa etária estão tentando criar um negócio ou já são proprietários e administram um empreendimento em estágio inicial, com até três anos e meio de criação. Em seguida, nesse ranking aparecem aqueles ainda mais jovens, de 18 a 24 anos, com 20,3% deles envolvidos na criação de novos negócios. O perfil dos novos empreendedores em 2017 manteve destaque para a mulher, que respondeu por 52% dos Empreendedores Iniciais.



Analice Furtado montou seu próprio negócio com 23 anos. Hoje, ela é dona de um salão de beleza junto com a mãe. “Fui até o Sebrae buscar sugestões nessa área e decidi abrir a empresa”, conta a jovem empresária, antes recepcionista de uma academia. “Me aprimorei, fiz vários cursos e depois resolvi fazer faculdade na área de estética”, acrescenta Analice, que decidiu pelo novo ramo para ter independência financeira. Ela começou com uma funcionária e, atualmente, trabalha com a mãe.

Dos 27,4 milhões de Empreendedores Iniciais, 15,7 milhões estavam na faixa dos 18 a 34 anos, em 2017, conforme a pesquisa GEM.


A alguns dias da Copa do Mundo na Rússia, o otimismo do brasileiro não está depositado apenas na seleção, mas também nas vendas que começam a crescer com a aproximação do início dos jogos. A expectativa de vendas aumenta nos pequenos negócios, principalmente, do comércio de vestuário e enfeites, além de serviços.



Apesar de ser uma competição sazonal, a Copa do Mundo é ainda um dos momentos em que os pequenos negócios do varejo costumam aumentar suas vendas, reforçar o estoque ou até contratar funcionários temporários, como acontece com bares e restaurantes.

Os pequenos negócios devem lucrar nas áreas do Comércio e Serviços, setores que também abriram maior número de vagas de trabalho. No 1º quadrimestre de 2018, o saldo acumulado foi de 293 mil novos empregos, quase 10 vezes maior que os postos gerados pelas médias e grandes empresas neste mesmo período e 88,4% acima do saldo registrado por eles no mesmo período do ano passado.

Bons ventos 

Em março de 2018, o volume do comércio varejista mostrou expansão de 6,5% na comparação com igual mês do ano anterior, décima segunda taxa positiva seguida, sendo esse avanço o maior desde abril de 2014 (6,7%).

Os dados do IBGE mostram que, em bases trimestrais, a vendas do comércio varejista, ao avançar 3,8% no primeiro trimestre de 2018, manteve o comportamento.

Veja algumas dicas do Sebrae para os pequenos negócios no período da Copa:

Segmentos mais diretamente envolvidos:

Bares e restaurantes: Prepare-se para definir e divulgar fortemente (inclusive pelas redes sociais) programação para os jogos do Brasil e de outros grandes confrontos. Ambiente fechado, serviços, TVs...

Hotéis e pousadas: Busque incluir nos pacotes a programação dos jogos;

Moda: Procure dar visibilidade total ao verde e amarelo, combos, kits para vendas adicionais, grade completa (cores/tamanhos);

Lojas de material esportivo: Idem + foco na modalidade futebol;

Atenção com:

Time: Engajado (treinamento específico para realizar vendas simultânea; majoração de comissões no período operação ganha/ganha); Bem identificados (fantasia criativa); focados em soluções;

Local: Organizado (velocidade significa + vendas); loja ornamentada; proporcionar experiência positiva (sons, aromas, serviços adicionais correlatos);

Jornada do cliente: Desde o contato/momento zero com o cliente até um eventual pós-venda com muita fluidez e sem fricção (dificuldades no pagamento, devolução de mercadoria, etc.)

Fidelização: Busque alternativas de fidelização pós Copa, estratégias para que o cliente transforme-se em um seguidor do seu negócio que eventualmente conheceu durante a copa;

Compras: Só vende bem quem compra bem, prepare-se para compras conjuntas com empreendedores do mesmo segmento, compras maiores aumentam o poder de barganha junto ao fornecedor;

Reposição de estoques: Prepare-se para atender a um grande volume de vendas; muitas distribuidoras ainda não restabeleceram seus padrões de normalidade em função da greve de caminhoneiros.

QUER EMPREENDER?

O Colaboração.Space tem um local e gente especial para desenvolver esse seu empreendedorismo. Cursos, aulas, workshops e network vão te estimular. 

Ter um escritório tornou-se objetivo caro nos dias de hoje. A busca por local para trabalhar envolve custos que empresas iniciantes ou profissionais autônomos não estão dispostos a pagar. Tendência em outros países do mundo e em diversas cidades brasileiras, o escritório compartilhado, ou coworking, ganha cada vez mais adeptos e interessados.




Por Coworking entende-se várias pessoas dividindo o mesmo espaço físico, em mesas individuais. Por trás da economia, há uma filosofia de cocriação, que ganha cada vez mais adeptos. Isso porque os coworkers, vindos de diferentes áreas, encontram-se no espaço compartilhado e têm a oportunidade de trocar ideias e experiências para tirar projetos e sonhos do papel.

A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.



Detalhe das estações de trablaho. Foto: Divulgação - Colaboração.Space


Seguindo essa premissa, o Colaboração.Space é o primeiro espaço de trabalho coletivo e de educação empreendedora de Nilópolis.

Serviço:
Colaboração.Space - (21) 3039-3840
Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis - RJ, 26530-020
www.colaboracao.space
Facebook: Colaboração.Space
Instagram: Colab.Space



Os caminhos para a escola do futuro vão ser debatidos no workshop gratuito “Educação 4.0 para professores”. Além de falar sobre as novas tecnologias, a proposta é ajudar educadores a se aproximar e interagir mais com os alunos do século 21. Gratuito e aberto ao público, o evento acontece, dia 09 de junho, no espaço de empreendedorismo Colaboração.Space, em Nilópolis.

Em parceria com a Be a Base e com a TechMinds Robótica Educacional, o workshop abordará questões sobre teoria e prática em relação à mudança de mindset com aprendizagem mais divertida e significativa. Será explicado ainda a importância da formação continuada. E, ao final, haverá uma apresentação sobre robótica educacional. 
A iniciativa discutirá também sobre a necessidade das redes de aprendizagem (Escola e Universidade) começarem a pensar em inovação e empreendedorismo, aplicando as técnicas do learning by doing, Project Based Learning, focando no desenvolvimento dos seus alunos visando os próximos 10 anos. 

Para o facilitador Felipi Marques, a tecnologia 4.0 tem colocado os estudantes num patamar de protagonismo, tornando-os agentes de seu desenvolvimento, fomentados pelo espírito empreendedor que gera uma vontade de colocar a “mão na massa” e fazer acontecer. No entanto, muitos professores ainda estão presos a antigas metodologias que não impactam mais os jovens de hoje, impedindo-os de vivenciar plenamente suas habilidades e ampliar seu potencial

– O acesso à informação aumentou exponencialmente. Cabe ao professor desenvolver habilidades como, por exemplo, pesquisa, comparação, compreensão, análise crítica e conexão, não permitindo que o aluno fique sem rumo ao pesquisar informações sobre determinado assunto. Por isso é tão importante compreender as novas ferramentas e usar toda a tecnologia a favor da educação – comenta.
Para Juan Medeiros, CEO do Colaboração.Space, a Baixada Fluminense precisa de mais projetos que possam discutir sobre o crescimento e todo o potencial econômico e empreendedor da região. “É necessário trazer assuntos relevantes de forma inclusiva e participativa. A educação é um importante pilar que deve ser melhor explorado”.

Serviço
Workshop gratuito Educação 4.0 para professores 
Data: 09/06. 
Programação:
Das 09h às 13h – Formação presencial de Educação 4.0 e a continuidade através da formação online
Das 13:00 às 14:00 – Robótica educacional.
Endereço: Avenida Carmela Dutra, 1983, 2° andar. Nilópolis – RJ
Telefone: (21) 3039-3840
Evento: https://www.facebook.com/events/478094432606374/.
Inscrição: http://www.123formbuilder.com/form-3789580/Formulario-De-Registro-A-Evento-Online


Apesar da paralisação dos caminhoneiros, as micro e pequenas empresas mantiveram a expansão dos postos de trabalho no mês de maio. O saldo de 24.383 vagas foi o quinto resultado positivo consecutivo neste ano. 



De acordo com o levantamento do Sebrae com base nos dados do Caged, a geração de vagas correspondeu a 72,4% do total de empregos gerados no país, no mês passado. No período, as médias e grandes empresas responderam pela criação de 9 mil empregos (27% do total).

“É sempre animador confirmar a força da micro e pequena na economia brasileira. Mesmo com diversos setores prejudicados pelo desabastecimento, o resultado na geração de emprego em maio reforça o comportamento dos pequenos negócios, que em períodos de crise são os últimos a demitir, e ao retornar a estabilidade, são os primeiros a contratar”, avalia Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae. Ela observa também que a Sondagem Conjuntural do Sebrae já indicava a manutenção dos postos de trabalho no período.

Nos cinco primeiros meses de 2018, os pequenos negócios acumularam um saldo de 328 mil novos postos de trabalho, 65% acima do registrado no mesmo período do ano passado (198,7 mil postos). Já as médias e grandes empresas acumulam saldo de 38,8 mil empregos gerados este ano, sinalizando uma recuperação no saldo negativo verificado no mesmo período de 2017, quando mais de 136 mil postos foram fechados entre janeiro e maio.



A análise por setor destacou os pequenos negócios da Agropecuária, que puxou a geração de vagas no mês passado, com a criação de 23,4 mil novos postos, especialmente no cultivo de café, laranja e bovinocultura. As micro e pequenas empresas do setor de Serviços apareceram em segundo lugar, com 10,9 mil novas contratações. Já os pequenos negócios do Comércio e da Indústria registraram demissões, com o fechamento de 10,5 mil e 7,8 mil vagas, respectivamente.
Termina no próximo dia 9 de julho o prazo para as micro e pequenas empresas com débitos fiscais até novembro do ano passado aderiram ao programa de refinanciamento (Refis). Conforme as regras do Comitê Gestor do Simples Nacional, o devedor terá um prazo de até 15 anos (180 meses) para a liquidação dos valores cobrados. 



A parcela mínima será de R$ 50, para o Microempreendedor Individual (MEI), e R$ 300, para os demais negócios de pequeno porte inscritos no regime simplificado. Até esta quinta-feira (21), 133.207 empresas de micro e pequeno porte haviam solicitado adesão junto à Receita Federal. Outros 15.149 Microempreendedores Individuais também procuraram quitar seus débitos fiscais, totalizando 148.356 pequenos negócios.

“É a primeira vez que o dono de pequeno negócio tem a oportunidade de quitar dívidas em condições especiais, da mesma forma como já ocorreu com as grandes corporações. Foi um longo processo de sensibilização e defesa desse novo Refis no Legislativo e no Executivo até conquistarmos esta vitória. Agora, é fundamental que os empresários entrem em contato com a Receita, buscando se regularizar e ganhar fôlego para continuar inovando e gerando emprego”, destaca Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae.

O Programa Especial de Regularização Tributária da Micro e Empresas de Pequeno Porte Optantes do Simples Nacional (Pert/SN) foi aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado, mas foi vetado pela Presidência da República. Em abril deste ano, após um intenso trabalho do Sebrae, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal derrubaram o veto. Com isso, foram beneficiados os empresários que têm dívidas do Simples Nacional vencidas até 29 de dezembro de 2017.

No momento da adesão, a micro ou pequena empresa deverá quitar 5% da sua dívida, sem redução de juros e multas, divididos em cinco parcelas mensais. Os outros 95% poderão ser pagos em 175 meses de várias formas. Se for em uma única parcela, haverá uma redução de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios. Se parcelado em 145 meses, a redução dos juros de mora será de 80% e 50% das multas de mora, bem como 100% dos encargos legais, além dos honorários advocatícios. Já o parcelamento em 175 vezes terá redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora e 100% dos encargos legais, também incluindo os honorários advocatícios. Além disso, implicará desistência de outros parcelamentos. O empresário pode verificar a melhor opção no sistema da Refeita Federal, antes de fazer a adesão.

Roteiro de adesão

Para iniciar o processo do parcelamento, o contribuinte poderá acessar os portais do Simples Nacional (SN) ou o e-Cac da Receita Federal. O Pert-MEI será semelhante em todas as funcionalidades, devendo ser acessado pelo “Simei”.

I – Na página principal do Portal do SN, acessar a aba Parcelamento:

II – Escolher a opção “Programa Especial de Regularização Tributária – PertSN”, que poderá ser acessada por certificado digital ou código de acesso.

III – A página principal do Pert-SN possuirá as seguintes opções:
Pedido de parcelamento
Emissão de parcela
Consulta pedidos de parcelamento
Desistência do parcelamento

IV – Escolhendo a opção “Pedido de Parcelamento” o sistema apresentará:
A mensagem de alerta, que aparece antes da negociação, ressalta a necessidade de desistência prévia de parcelamentos anteriores bem como de eventuais recursos administrativos e/ou judiciais para inclusão dos respectivos débitos no PertSN.

Se não houver débitos em situação a ser parcelada, o sistema apresenta a tela, caso o contribuinte discorde dessa informação, deve dirigir-se à unidade de atendimento da Receita Federal de sua jurisdição.

Havendo débitos em situação parcelável, o sistema apresentará todos os débitos com os valores originais e atualizados para o mês corrente.

Da mesma forma, apresentará ao contribuinte o valor da entrada (5% da dívida consolidada) e o valor da dívida consolidada após a apropriação do valor da entrada e antes da das reduções previstas na Lei Complementar nº 162, de 2018.

Em seguida, mostrará as opções de pagamento do saldo em parcela única ou de parcelamento em até 145 ou até 175 meses para escolha do contribuinte.

Escolhendo uma das opções, o sistema retornará a tela para que o contribuinte confira atentamente os detalhes do pedido e conclua (ou retorne para retificação).

Concluindo, a tela seguinte apresentará o recibo da negociação e possibilitará ao contribuinte a emissão do DAS para pagamento da entrada e do recibo da negociação.

Após o cadastramento do pedido, as demais opções do menu principal estarão aptas para utilização:
Emissão de Parcelas: o contribuinte poderá emitir as parcelas já disponíveis do parcelamento de acordo com o estabelecido na legislação;

Consulta Pedidos de Parcelamento: contribuinte pode acompanhar a situação do pedido do PertSN. Nessa funcionalidade também estará disponível o recibo de negociação para reimpressão;

Desistência do Parcelamento: caso o contribuinte necessite desistir da negociação, poderá fazê-la pela aplicação abaixo. Importante destacar que eventual desistência deve ocorrer antes do pagamento do valor da entrada da primeira negociação, pois o pagamento não poderá ser aproveitado em novo parcelamento.

Caso o parcelamento anterior também inclua débitos posteriores a 11/2017, a empresa poderá solicitar um novo parcelamento convencional para esses débitos restantes. Os procedimentos devem ser realizados na ordem a seguir:

1º - Desistência do(s) parcelamento(s) anterior(es) (convencional e/ou especial);

2º - Adesão ao Pert;

3º - Solicitação de parcelamento convencional.

A desistência dos parcelamentos anteriores (parcelamento convencional ou parcelamento especial) é realizada nos aplicativos correspondentes a esses parcelamentos.
Para alguns casais, as responsabilidades da vida a dois vão além de cuidar da casa e da rotina. Empreender junto ao parceiro é um desafio e, para que a união da vida profissional e da pessoal não se torne um problema, é preciso saber administrar e entender as diferenças de cada um dos lados.



Apesar das dificuldades, existente na maioria dos empreendimentos familiares, o amor e a harmonia de um relacionamento, quando refletidos na gestão de um novo negócio, podem gerar ótimos resultados. Para apoiar aqueles que estão pensando em dar início a um negócio com o parceiro, separamos algumas dicas que podem fazer toda a diferença. 

Sonhem juntos
A vida em casal começa quando duas pessoas juntam seus sonhos e metas para o futuro. Logo, assim que a decisão de começar um negócio é tomada, o primeiro passo é traçar, em conjunto, os planos e metas da empresa. Ambos têm que concordar com os rumos do negócio.

Quando as vontades estão alinhadas, a chance de que a gestão do negócio seja corente é maior ainda. Para isso, basta que exista uma relação de cumplicidade, confiança e entrega mútua. É fundamental ter paciência e manter sempre o diálogo aberto, para que o sonho não se transforme em pesadelo.

Perseverança e união foram as palavras que renderam o sucesso da empresa Eventbrite, fundada em 2006 pelo casal americano Julia e Kevin Harz. No início, quando ainda eram recém-noivados, Julia relutou com a ideia de começar um negócio com seu companheiro, pensando na dificuldade de conciliar a nova vida – os dois haviam acabado de decidir morar juntos – com a abertura de uma empresa.

Entretanto, a perseverança e positividade de Kevin fizeram a noiva mudar de ideia e, atualmente, a Eventbrite conta com cerca de 200 empregados, já registrou mais de US$ 1 bilhão em vendas brutas de ingressos e define-se como a maior plataforma de gerenciamento de eventos e vendas de ingressos.

Empreender em casal pode dar certo: a Eventbrite cresceu rápido, conquistou espaço no mercado e já vendeu mais de US$ 1 bilhão em ingressos.

Saiba dividir as tarefas

Essa lição precisa ser aplicada em qualquer tipo de empreendimento e, em negócio a dois, não poderia ser diferente. Mas, diferente dos demais tipos de sociedade, o casal conhece muito bem um ao outro, conhecendo suas preferências e habilidades.

Para abrir um negócio em casal é preciso ter muito equilíbrio para acabar não se frustrando. Aprenda a conciliar tudo isso de acordo com o que cada um prefere fazer, mas seja sempre flexível: nem sempre dá pra fazer tudo exatamente do jeito que desejamos, e é preciso ser mais maleável.

A divisão de tarefas da empresa não deve se espelhar na divisão de tarefas domésticas que, muitas vezes, é desigual e baseada em padrões de gênero. A não ser que seja definido, por ambas as partes, adotar uma hierarquia diferente, as opiniões dos dois lados do casal precisam ter o mesmo peso na hora de tomar grandes decisões. É extremamente importante, para os homens, perder o medo da impotência pelo papel da mulher na gestão do negócio.

Por isso, assim como deve ser no relacionamento, é preciso saber lidar com o fato de que seu parceiro tem opiniões diferentes. Um segundo ponto de vista pode ajudar a enxergar outros aspectos de uma situação e levar a uma tomada de decisão mais assertiva.

Casamento x Empresa

Na hora de as duas coisas é importante entender que, na maioria das vezes, um clima ruim no escritório pode ser relevado pelo casal ao chegar em casa, mas é mais difícil fazer o mesmo quando o contrário acontece. Quando a vida profissional e a pessoal convergem, o tempo reservado à vida particular do casal pode ser invadido, constantemente, pelas tarefas da empresa, mas o relacionamento fora do escritório deve ser prioridade.

Momentos de tensão são invitáveis e saber manter a calma é essencial. É muito mais fácil que as divergências, que em casa não eram percebidas, apareçam na hora de gerir um negócio e, por isso, lembre-se que o diálogo é necessário para que essas diferenças não estraguem o clima também fora de expediente.

Um exemplo disso foi a união das vidas profissionais de Luiz Fernando e Simone Amaral que, em 2004, resolveram abrir o Centro de Formação de Terapia Corporal, em Niterói. Desde o começo os dois tomam grandes decisões juntos, mas têm funções bem estabelecidas: ela cuida da administração e da produção de eventos, enquanto ele coordena questões pedagógicas do espaço e assume as tarefas domésticas.

Em entrevista para o jornal O Globo, o casal de terapeuta disse que para um casamento ser duradouro, é preciso cooperação. Para Luiz Fernando e Simone, os maiores conflitos são relacionados à competição: “briga-se muito sobre quem faz mais. Enquanto um acha que trabalha mais e é sobrecarregado; o outro se sente menosprezado. Normalmente, eles não percebem essa competição”

Assim como os relacionamentos, não existem sociedades 100% perfeitas. É necessário aprender a lidar com os problemas, sempre se colocando no lugar do parceiro, dividir responsabilidades significa, também dividir a culpa por coisas que podem vir a dar errado e, principalmente, dividir a alegria do sucesso.

O Dia dos Namorados está chegando e, depois de aprender um pouco sobre como o amor e os negócios pode dar certo, pode ser hora de perguntar ao seu parceiro: quer empreender comigo?
Terminar a faculdade e seguir carreira em uma empresa pública ou privada não é mais a realidade profissional predominante entre o jovem brasileiro. Cresceu em 2017 o número de empreendedores entre 18 e 34 anos que estão envolvidos na criação do próprio negócio. Já são 15,7 milhões de jovens que estão levantando informações para ter um negócio ou que já têm empresa com até três anos e meio de atividade, um aumento de 7 pontos percentuais, na participação relativa, na comparação com 2016.



Os dados fazem parte do relatório executivo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado no Brasil pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). A pesquisa mostra que um em cada três adultos brasileiros, entre 18 e 64 anos, é empreendedor ou está envolvido na abertura do próprio negócio. Aumentou também, de 57% para 59%, o percentual de brasileiros que empreendem por oportunidade.

“O jovem brasileiro já entendeu que para ter trabalho a melhor alternativa é criar o próprio negócio. É empreender, inovar e gerar novas oportunidades de trabalho. E eles não empreendem por necessidade, estão de olho nas oportunidades do mercado, atendendo demandas sociais e movimentando a economia. Este resultado também traz alguns indícios de recuperação da nossa economia”, destacou Heloisa Menezes, diretora técnica no exercício da presidência do Sebrae.

O empreendedorismo no Brasil em 2017, de acordo com o relatório GEM, considerando as diferentes faixas etárias, mostra que os jovens de 25 a 34 anos foram os mais ativos na criação de novos negócios. Isso significa que 30,5% dos brasileiros nessa faixa etária estão tentando criar um negócio ou já são proprietários e administram um empreendimento em estágio inicial, com até três anos e meio de criação. Em seguida, nesse ranking aparecem aqueles ainda mais jovens, de 18 a 24 anos, com 20,3% deles envolvidos na criação de novos negócios. O perfil dos novos empreendedores em 2017 manteve destaque para a mulher, que respondeu por 52% dos Empreendedores Iniciais.



Analice Furtado montou seu próprio negócio com 23 anos. Hoje, ela é dona de um salão de beleza junto com a mãe. “Fui até o Sebrae buscar sugestões nessa área e decidi abrir a empresa”, conta a jovem empresária, antes recepcionista de uma academia. “Me aprimorei, fiz vários cursos e depois resolvi fazer faculdade na área de estética”, acrescenta Analice, que decidiu pelo novo ramo para ter independência financeira. Ela começou com uma funcionária e, atualmente, trabalha com a mãe.

Dos 27,4 milhões de Empreendedores Iniciais, 15,7 milhões estavam na faixa dos 18 a 34 anos, em 2017, conforme a pesquisa GEM.


A alguns dias da Copa do Mundo na Rússia, o otimismo do brasileiro não está depositado apenas na seleção, mas também nas vendas que começam a crescer com a aproximação do início dos jogos. A expectativa de vendas aumenta nos pequenos negócios, principalmente, do comércio de vestuário e enfeites, além de serviços.



Apesar de ser uma competição sazonal, a Copa do Mundo é ainda um dos momentos em que os pequenos negócios do varejo costumam aumentar suas vendas, reforçar o estoque ou até contratar funcionários temporários, como acontece com bares e restaurantes.

Os pequenos negócios devem lucrar nas áreas do Comércio e Serviços, setores que também abriram maior número de vagas de trabalho. No 1º quadrimestre de 2018, o saldo acumulado foi de 293 mil novos empregos, quase 10 vezes maior que os postos gerados pelas médias e grandes empresas neste mesmo período e 88,4% acima do saldo registrado por eles no mesmo período do ano passado.

Bons ventos 

Em março de 2018, o volume do comércio varejista mostrou expansão de 6,5% na comparação com igual mês do ano anterior, décima segunda taxa positiva seguida, sendo esse avanço o maior desde abril de 2014 (6,7%).

Os dados do IBGE mostram que, em bases trimestrais, a vendas do comércio varejista, ao avançar 3,8% no primeiro trimestre de 2018, manteve o comportamento.

Veja algumas dicas do Sebrae para os pequenos negócios no período da Copa:

Segmentos mais diretamente envolvidos:

Bares e restaurantes: Prepare-se para definir e divulgar fortemente (inclusive pelas redes sociais) programação para os jogos do Brasil e de outros grandes confrontos. Ambiente fechado, serviços, TVs...

Hotéis e pousadas: Busque incluir nos pacotes a programação dos jogos;

Moda: Procure dar visibilidade total ao verde e amarelo, combos, kits para vendas adicionais, grade completa (cores/tamanhos);

Lojas de material esportivo: Idem + foco na modalidade futebol;

Atenção com:

Time: Engajado (treinamento específico para realizar vendas simultânea; majoração de comissões no período operação ganha/ganha); Bem identificados (fantasia criativa); focados em soluções;

Local: Organizado (velocidade significa + vendas); loja ornamentada; proporcionar experiência positiva (sons, aromas, serviços adicionais correlatos);

Jornada do cliente: Desde o contato/momento zero com o cliente até um eventual pós-venda com muita fluidez e sem fricção (dificuldades no pagamento, devolução de mercadoria, etc.)

Fidelização: Busque alternativas de fidelização pós Copa, estratégias para que o cliente transforme-se em um seguidor do seu negócio que eventualmente conheceu durante a copa;

Compras: Só vende bem quem compra bem, prepare-se para compras conjuntas com empreendedores do mesmo segmento, compras maiores aumentam o poder de barganha junto ao fornecedor;

Reposição de estoques: Prepare-se para atender a um grande volume de vendas; muitas distribuidoras ainda não restabeleceram seus padrões de normalidade em função da greve de caminhoneiros.

QUER EMPREENDER?

O Colaboração.Space tem um local e gente especial para desenvolver esse seu empreendedorismo. Cursos, aulas, workshops e network vão te estimular. 

Ter um escritório tornou-se objetivo caro nos dias de hoje. A busca por local para trabalhar envolve custos que empresas iniciantes ou profissionais autônomos não estão dispostos a pagar. Tendência em outros países do mundo e em diversas cidades brasileiras, o escritório compartilhado, ou coworking, ganha cada vez mais adeptos e interessados.




Por Coworking entende-se várias pessoas dividindo o mesmo espaço físico, em mesas individuais. Por trás da economia, há uma filosofia de cocriação, que ganha cada vez mais adeptos. Isso porque os coworkers, vindos de diferentes áreas, encontram-se no espaço compartilhado e têm a oportunidade de trocar ideias e experiências para tirar projetos e sonhos do papel.

A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.



Detalhe das estações de trablaho. Foto: Divulgação - Colaboração.Space


Seguindo essa premissa, o Colaboração.Space é o primeiro espaço de trabalho coletivo e de educação empreendedora de Nilópolis.

Serviço:
Colaboração.Space - (21) 3039-3840
Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis - RJ, 26530-020
www.colaboracao.space
Facebook: Colaboração.Space
Instagram: Colab.Space



Os caminhos para a escola do futuro vão ser debatidos no workshop gratuito “Educação 4.0 para professores”. Além de falar sobre as novas tecnologias, a proposta é ajudar educadores a se aproximar e interagir mais com os alunos do século 21. Gratuito e aberto ao público, o evento acontece, dia 09 de junho, no espaço de empreendedorismo Colaboração.Space, em Nilópolis.

Em parceria com a Be a Base e com a TechMinds Robótica Educacional, o workshop abordará questões sobre teoria e prática em relação à mudança de mindset com aprendizagem mais divertida e significativa. Será explicado ainda a importância da formação continuada. E, ao final, haverá uma apresentação sobre robótica educacional. 
A iniciativa discutirá também sobre a necessidade das redes de aprendizagem (Escola e Universidade) começarem a pensar em inovação e empreendedorismo, aplicando as técnicas do learning by doing, Project Based Learning, focando no desenvolvimento dos seus alunos visando os próximos 10 anos. 

Para o facilitador Felipi Marques, a tecnologia 4.0 tem colocado os estudantes num patamar de protagonismo, tornando-os agentes de seu desenvolvimento, fomentados pelo espírito empreendedor que gera uma vontade de colocar a “mão na massa” e fazer acontecer. No entanto, muitos professores ainda estão presos a antigas metodologias que não impactam mais os jovens de hoje, impedindo-os de vivenciar plenamente suas habilidades e ampliar seu potencial

– O acesso à informação aumentou exponencialmente. Cabe ao professor desenvolver habilidades como, por exemplo, pesquisa, comparação, compreensão, análise crítica e conexão, não permitindo que o aluno fique sem rumo ao pesquisar informações sobre determinado assunto. Por isso é tão importante compreender as novas ferramentas e usar toda a tecnologia a favor da educação – comenta.
Para Juan Medeiros, CEO do Colaboração.Space, a Baixada Fluminense precisa de mais projetos que possam discutir sobre o crescimento e todo o potencial econômico e empreendedor da região. “É necessário trazer assuntos relevantes de forma inclusiva e participativa. A educação é um importante pilar que deve ser melhor explorado”.

Serviço
Workshop gratuito Educação 4.0 para professores 
Data: 09/06. 
Programação:
Das 09h às 13h – Formação presencial de Educação 4.0 e a continuidade através da formação online
Das 13:00 às 14:00 – Robótica educacional.
Endereço: Avenida Carmela Dutra, 1983, 2° andar. Nilópolis – RJ
Telefone: (21) 3039-3840
Evento: https://www.facebook.com/events/478094432606374/.
Inscrição: http://www.123formbuilder.com/form-3789580/Formulario-De-Registro-A-Evento-Online


Apesar da paralisação dos caminhoneiros, as micro e pequenas empresas mantiveram a expansão dos postos de trabalho no mês de maio. O saldo de 24.383 vagas foi o quinto resultado positivo consecutivo neste ano. 



De acordo com o levantamento do Sebrae com base nos dados do Caged, a geração de vagas correspondeu a 72,4% do total de empregos gerados no país, no mês passado. No período, as médias e grandes empresas responderam pela criação de 9 mil empregos (27% do total).

“É sempre animador confirmar a força da micro e pequena na economia brasileira. Mesmo com diversos setores prejudicados pelo desabastecimento, o resultado na geração de emprego em maio reforça o comportamento dos pequenos negócios, que em períodos de crise são os últimos a demitir, e ao retornar a estabilidade, são os primeiros a contratar”, avalia Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae. Ela observa também que a Sondagem Conjuntural do Sebrae já indicava a manutenção dos postos de trabalho no período.

Nos cinco primeiros meses de 2018, os pequenos negócios acumularam um saldo de 328 mil novos postos de trabalho, 65% acima do registrado no mesmo período do ano passado (198,7 mil postos). Já as médias e grandes empresas acumulam saldo de 38,8 mil empregos gerados este ano, sinalizando uma recuperação no saldo negativo verificado no mesmo período de 2017, quando mais de 136 mil postos foram fechados entre janeiro e maio.



A análise por setor destacou os pequenos negócios da Agropecuária, que puxou a geração de vagas no mês passado, com a criação de 23,4 mil novos postos, especialmente no cultivo de café, laranja e bovinocultura. As micro e pequenas empresas do setor de Serviços apareceram em segundo lugar, com 10,9 mil novas contratações. Já os pequenos negócios do Comércio e da Indústria registraram demissões, com o fechamento de 10,5 mil e 7,8 mil vagas, respectivamente.
Termina no próximo dia 9 de julho o prazo para as micro e pequenas empresas com débitos fiscais até novembro do ano passado aderiram ao programa de refinanciamento (Refis). Conforme as regras do Comitê Gestor do Simples Nacional, o devedor terá um prazo de até 15 anos (180 meses) para a liquidação dos valores cobrados. 



A parcela mínima será de R$ 50, para o Microempreendedor Individual (MEI), e R$ 300, para os demais negócios de pequeno porte inscritos no regime simplificado. Até esta quinta-feira (21), 133.207 empresas de micro e pequeno porte haviam solicitado adesão junto à Receita Federal. Outros 15.149 Microempreendedores Individuais também procuraram quitar seus débitos fiscais, totalizando 148.356 pequenos negócios.

“É a primeira vez que o dono de pequeno negócio tem a oportunidade de quitar dívidas em condições especiais, da mesma forma como já ocorreu com as grandes corporações. Foi um longo processo de sensibilização e defesa desse novo Refis no Legislativo e no Executivo até conquistarmos esta vitória. Agora, é fundamental que os empresários entrem em contato com a Receita, buscando se regularizar e ganhar fôlego para continuar inovando e gerando emprego”, destaca Heloisa Menezes, diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae.

O Programa Especial de Regularização Tributária da Micro e Empresas de Pequeno Porte Optantes do Simples Nacional (Pert/SN) foi aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado, mas foi vetado pela Presidência da República. Em abril deste ano, após um intenso trabalho do Sebrae, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal derrubaram o veto. Com isso, foram beneficiados os empresários que têm dívidas do Simples Nacional vencidas até 29 de dezembro de 2017.

No momento da adesão, a micro ou pequena empresa deverá quitar 5% da sua dívida, sem redução de juros e multas, divididos em cinco parcelas mensais. Os outros 95% poderão ser pagos em 175 meses de várias formas. Se for em uma única parcela, haverá uma redução de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios. Se parcelado em 145 meses, a redução dos juros de mora será de 80% e 50% das multas de mora, bem como 100% dos encargos legais, além dos honorários advocatícios. Já o parcelamento em 175 vezes terá redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora e 100% dos encargos legais, também incluindo os honorários advocatícios. Além disso, implicará desistência de outros parcelamentos. O empresário pode verificar a melhor opção no sistema da Refeita Federal, antes de fazer a adesão.

Roteiro de adesão

Para iniciar o processo do parcelamento, o contribuinte poderá acessar os portais do Simples Nacional (SN) ou o e-Cac da Receita Federal. O Pert-MEI será semelhante em todas as funcionalidades, devendo ser acessado pelo “Simei”.

I – Na página principal do Portal do SN, acessar a aba Parcelamento:

II – Escolher a opção “Programa Especial de Regularização Tributária – PertSN”, que poderá ser acessada por certificado digital ou código de acesso.

III – A página principal do Pert-SN possuirá as seguintes opções:
Pedido de parcelamento
Emissão de parcela
Consulta pedidos de parcelamento
Desistência do parcelamento

IV – Escolhendo a opção “Pedido de Parcelamento” o sistema apresentará:
A mensagem de alerta, que aparece antes da negociação, ressalta a necessidade de desistência prévia de parcelamentos anteriores bem como de eventuais recursos administrativos e/ou judiciais para inclusão dos respectivos débitos no PertSN.

Se não houver débitos em situação a ser parcelada, o sistema apresenta a tela, caso o contribuinte discorde dessa informação, deve dirigir-se à unidade de atendimento da Receita Federal de sua jurisdição.

Havendo débitos em situação parcelável, o sistema apresentará todos os débitos com os valores originais e atualizados para o mês corrente.

Da mesma forma, apresentará ao contribuinte o valor da entrada (5% da dívida consolidada) e o valor da dívida consolidada após a apropriação do valor da entrada e antes da das reduções previstas na Lei Complementar nº 162, de 2018.

Em seguida, mostrará as opções de pagamento do saldo em parcela única ou de parcelamento em até 145 ou até 175 meses para escolha do contribuinte.

Escolhendo uma das opções, o sistema retornará a tela para que o contribuinte confira atentamente os detalhes do pedido e conclua (ou retorne para retificação).

Concluindo, a tela seguinte apresentará o recibo da negociação e possibilitará ao contribuinte a emissão do DAS para pagamento da entrada e do recibo da negociação.

Após o cadastramento do pedido, as demais opções do menu principal estarão aptas para utilização:
Emissão de Parcelas: o contribuinte poderá emitir as parcelas já disponíveis do parcelamento de acordo com o estabelecido na legislação;

Consulta Pedidos de Parcelamento: contribuinte pode acompanhar a situação do pedido do PertSN. Nessa funcionalidade também estará disponível o recibo de negociação para reimpressão;

Desistência do Parcelamento: caso o contribuinte necessite desistir da negociação, poderá fazê-la pela aplicação abaixo. Importante destacar que eventual desistência deve ocorrer antes do pagamento do valor da entrada da primeira negociação, pois o pagamento não poderá ser aproveitado em novo parcelamento.

Caso o parcelamento anterior também inclua débitos posteriores a 11/2017, a empresa poderá solicitar um novo parcelamento convencional para esses débitos restantes. Os procedimentos devem ser realizados na ordem a seguir:

1º - Desistência do(s) parcelamento(s) anterior(es) (convencional e/ou especial);

2º - Adesão ao Pert;

3º - Solicitação de parcelamento convencional.

A desistência dos parcelamentos anteriores (parcelamento convencional ou parcelamento especial) é realizada nos aplicativos correspondentes a esses parcelamentos.
Para alguns casais, as responsabilidades da vida a dois vão além de cuidar da casa e da rotina. Empreender junto ao parceiro é um desafio e, para que a união da vida profissional e da pessoal não se torne um problema, é preciso saber administrar e entender as diferenças de cada um dos lados.



Apesar das dificuldades, existente na maioria dos empreendimentos familiares, o amor e a harmonia de um relacionamento, quando refletidos na gestão de um novo negócio, podem gerar ótimos resultados. Para apoiar aqueles que estão pensando em dar início a um negócio com o parceiro, separamos algumas dicas que podem fazer toda a diferença. 

Sonhem juntos
A vida em casal começa quando duas pessoas juntam seus sonhos e metas para o futuro. Logo, assim que a decisão de começar um negócio é tomada, o primeiro passo é traçar, em conjunto, os planos e metas da empresa. Ambos têm que concordar com os rumos do negócio.

Quando as vontades estão alinhadas, a chance de que a gestão do negócio seja corente é maior ainda. Para isso, basta que exista uma relação de cumplicidade, confiança e entrega mútua. É fundamental ter paciência e manter sempre o diálogo aberto, para que o sonho não se transforme em pesadelo.

Perseverança e união foram as palavras que renderam o sucesso da empresa Eventbrite, fundada em 2006 pelo casal americano Julia e Kevin Harz. No início, quando ainda eram recém-noivados, Julia relutou com a ideia de começar um negócio com seu companheiro, pensando na dificuldade de conciliar a nova vida – os dois haviam acabado de decidir morar juntos – com a abertura de uma empresa.

Entretanto, a perseverança e positividade de Kevin fizeram a noiva mudar de ideia e, atualmente, a Eventbrite conta com cerca de 200 empregados, já registrou mais de US$ 1 bilhão em vendas brutas de ingressos e define-se como a maior plataforma de gerenciamento de eventos e vendas de ingressos.

Empreender em casal pode dar certo: a Eventbrite cresceu rápido, conquistou espaço no mercado e já vendeu mais de US$ 1 bilhão em ingressos.

Saiba dividir as tarefas

Essa lição precisa ser aplicada em qualquer tipo de empreendimento e, em negócio a dois, não poderia ser diferente. Mas, diferente dos demais tipos de sociedade, o casal conhece muito bem um ao outro, conhecendo suas preferências e habilidades.

Para abrir um negócio em casal é preciso ter muito equilíbrio para acabar não se frustrando. Aprenda a conciliar tudo isso de acordo com o que cada um prefere fazer, mas seja sempre flexível: nem sempre dá pra fazer tudo exatamente do jeito que desejamos, e é preciso ser mais maleável.

A divisão de tarefas da empresa não deve se espelhar na divisão de tarefas domésticas que, muitas vezes, é desigual e baseada em padrões de gênero. A não ser que seja definido, por ambas as partes, adotar uma hierarquia diferente, as opiniões dos dois lados do casal precisam ter o mesmo peso na hora de tomar grandes decisões. É extremamente importante, para os homens, perder o medo da impotência pelo papel da mulher na gestão do negócio.

Por isso, assim como deve ser no relacionamento, é preciso saber lidar com o fato de que seu parceiro tem opiniões diferentes. Um segundo ponto de vista pode ajudar a enxergar outros aspectos de uma situação e levar a uma tomada de decisão mais assertiva.

Casamento x Empresa

Na hora de as duas coisas é importante entender que, na maioria das vezes, um clima ruim no escritório pode ser relevado pelo casal ao chegar em casa, mas é mais difícil fazer o mesmo quando o contrário acontece. Quando a vida profissional e a pessoal convergem, o tempo reservado à vida particular do casal pode ser invadido, constantemente, pelas tarefas da empresa, mas o relacionamento fora do escritório deve ser prioridade.

Momentos de tensão são invitáveis e saber manter a calma é essencial. É muito mais fácil que as divergências, que em casa não eram percebidas, apareçam na hora de gerir um negócio e, por isso, lembre-se que o diálogo é necessário para que essas diferenças não estraguem o clima também fora de expediente.

Um exemplo disso foi a união das vidas profissionais de Luiz Fernando e Simone Amaral que, em 2004, resolveram abrir o Centro de Formação de Terapia Corporal, em Niterói. Desde o começo os dois tomam grandes decisões juntos, mas têm funções bem estabelecidas: ela cuida da administração e da produção de eventos, enquanto ele coordena questões pedagógicas do espaço e assume as tarefas domésticas.

Em entrevista para o jornal O Globo, o casal de terapeuta disse que para um casamento ser duradouro, é preciso cooperação. Para Luiz Fernando e Simone, os maiores conflitos são relacionados à competição: “briga-se muito sobre quem faz mais. Enquanto um acha que trabalha mais e é sobrecarregado; o outro se sente menosprezado. Normalmente, eles não percebem essa competição”

Assim como os relacionamentos, não existem sociedades 100% perfeitas. É necessário aprender a lidar com os problemas, sempre se colocando no lugar do parceiro, dividir responsabilidades significa, também dividir a culpa por coisas que podem vir a dar errado e, principalmente, dividir a alegria do sucesso.

O Dia dos Namorados está chegando e, depois de aprender um pouco sobre como o amor e os negócios pode dar certo, pode ser hora de perguntar ao seu parceiro: quer empreender comigo?
Terminar a faculdade e seguir carreira em uma empresa pública ou privada não é mais a realidade profissional predominante entre o jovem brasileiro. Cresceu em 2017 o número de empreendedores entre 18 e 34 anos que estão envolvidos na criação do próprio negócio. Já são 15,7 milhões de jovens que estão levantando informações para ter um negócio ou que já têm empresa com até três anos e meio de atividade, um aumento de 7 pontos percentuais, na participação relativa, na comparação com 2016.



Os dados fazem parte do relatório executivo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado no Brasil pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). A pesquisa mostra que um em cada três adultos brasileiros, entre 18 e 64 anos, é empreendedor ou está envolvido na abertura do próprio negócio. Aumentou também, de 57% para 59%, o percentual de brasileiros que empreendem por oportunidade.

“O jovem brasileiro já entendeu que para ter trabalho a melhor alternativa é criar o próprio negócio. É empreender, inovar e gerar novas oportunidades de trabalho. E eles não empreendem por necessidade, estão de olho nas oportunidades do mercado, atendendo demandas sociais e movimentando a economia. Este resultado também traz alguns indícios de recuperação da nossa economia”, destacou Heloisa Menezes, diretora técnica no exercício da presidência do Sebrae.

O empreendedorismo no Brasil em 2017, de acordo com o relatório GEM, considerando as diferentes faixas etárias, mostra que os jovens de 25 a 34 anos foram os mais ativos na criação de novos negócios. Isso significa que 30,5% dos brasileiros nessa faixa etária estão tentando criar um negócio ou já são proprietários e administram um empreendimento em estágio inicial, com até três anos e meio de criação. Em seguida, nesse ranking aparecem aqueles ainda mais jovens, de 18 a 24 anos, com 20,3% deles envolvidos na criação de novos negócios. O perfil dos novos empreendedores em 2017 manteve destaque para a mulher, que respondeu por 52% dos Empreendedores Iniciais.



Analice Furtado montou seu próprio negócio com 23 anos. Hoje, ela é dona de um salão de beleza junto com a mãe. “Fui até o Sebrae buscar sugestões nessa área e decidi abrir a empresa”, conta a jovem empresária, antes recepcionista de uma academia. “Me aprimorei, fiz vários cursos e depois resolvi fazer faculdade na área de estética”, acrescenta Analice, que decidiu pelo novo ramo para ter independência financeira. Ela começou com uma funcionária e, atualmente, trabalha com a mãe.

Dos 27,4 milhões de Empreendedores Iniciais, 15,7 milhões estavam na faixa dos 18 a 34 anos, em 2017, conforme a pesquisa GEM.


A alguns dias da Copa do Mundo na Rússia, o otimismo do brasileiro não está depositado apenas na seleção, mas também nas vendas que começam a crescer com a aproximação do início dos jogos. A expectativa de vendas aumenta nos pequenos negócios, principalmente, do comércio de vestuário e enfeites, além de serviços.



Apesar de ser uma competição sazonal, a Copa do Mundo é ainda um dos momentos em que os pequenos negócios do varejo costumam aumentar suas vendas, reforçar o estoque ou até contratar funcionários temporários, como acontece com bares e restaurantes.

Os pequenos negócios devem lucrar nas áreas do Comércio e Serviços, setores que também abriram maior número de vagas de trabalho. No 1º quadrimestre de 2018, o saldo acumulado foi de 293 mil novos empregos, quase 10 vezes maior que os postos gerados pelas médias e grandes empresas neste mesmo período e 88,4% acima do saldo registrado por eles no mesmo período do ano passado.

Bons ventos 

Em março de 2018, o volume do comércio varejista mostrou expansão de 6,5% na comparação com igual mês do ano anterior, décima segunda taxa positiva seguida, sendo esse avanço o maior desde abril de 2014 (6,7%).

Os dados do IBGE mostram que, em bases trimestrais, a vendas do comércio varejista, ao avançar 3,8% no primeiro trimestre de 2018, manteve o comportamento.

Veja algumas dicas do Sebrae para os pequenos negócios no período da Copa:

Segmentos mais diretamente envolvidos:

Bares e restaurantes: Prepare-se para definir e divulgar fortemente (inclusive pelas redes sociais) programação para os jogos do Brasil e de outros grandes confrontos. Ambiente fechado, serviços, TVs...

Hotéis e pousadas: Busque incluir nos pacotes a programação dos jogos;

Moda: Procure dar visibilidade total ao verde e amarelo, combos, kits para vendas adicionais, grade completa (cores/tamanhos);

Lojas de material esportivo: Idem + foco na modalidade futebol;

Atenção com:

Time: Engajado (treinamento específico para realizar vendas simultânea; majoração de comissões no período operação ganha/ganha); Bem identificados (fantasia criativa); focados em soluções;

Local: Organizado (velocidade significa + vendas); loja ornamentada; proporcionar experiência positiva (sons, aromas, serviços adicionais correlatos);

Jornada do cliente: Desde o contato/momento zero com o cliente até um eventual pós-venda com muita fluidez e sem fricção (dificuldades no pagamento, devolução de mercadoria, etc.)

Fidelização: Busque alternativas de fidelização pós Copa, estratégias para que o cliente transforme-se em um seguidor do seu negócio que eventualmente conheceu durante a copa;

Compras: Só vende bem quem compra bem, prepare-se para compras conjuntas com empreendedores do mesmo segmento, compras maiores aumentam o poder de barganha junto ao fornecedor;

Reposição de estoques: Prepare-se para atender a um grande volume de vendas; muitas distribuidoras ainda não restabeleceram seus padrões de normalidade em função da greve de caminhoneiros.

QUER EMPREENDER?

O Colaboração.Space tem um local e gente especial para desenvolver esse seu empreendedorismo. Cursos, aulas, workshops e network vão te estimular. 

Ter um escritório tornou-se objetivo caro nos dias de hoje. A busca por local para trabalhar envolve custos que empresas iniciantes ou profissionais autônomos não estão dispostos a pagar. Tendência em outros países do mundo e em diversas cidades brasileiras, o escritório compartilhado, ou coworking, ganha cada vez mais adeptos e interessados.




Por Coworking entende-se várias pessoas dividindo o mesmo espaço físico, em mesas individuais. Por trás da economia, há uma filosofia de cocriação, que ganha cada vez mais adeptos. Isso porque os coworkers, vindos de diferentes áreas, encontram-se no espaço compartilhado e têm a oportunidade de trocar ideias e experiências para tirar projetos e sonhos do papel.

A opção atende, principalmente, aos autônomos, que não encontram locais empresariais para reuniões e negócios ou enfrentam o barulho dos cafés para reuniões com clientes.



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Seguindo essa premissa, o Colaboração.Space é o primeiro espaço de trabalho coletivo e de educação empreendedora de Nilópolis.

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Os caminhos para a escola do futuro vão ser debatidos no workshop gratuito “Educação 4.0 para professores”. Além de falar sobre as novas tecnologias, a proposta é ajudar educadores a se aproximar e interagir mais com os alunos do século 21. Gratuito e aberto ao público, o evento acontece, dia 09 de junho, no espaço de empreendedorismo Colaboração.Space, em Nilópolis.

Em parceria com a Be a Base e com a TechMinds Robótica Educacional, o workshop abordará questões sobre teoria e prática em relação à mudança de mindset com aprendizagem mais divertida e significativa. Será explicado ainda a importância da formação continuada. E, ao final, haverá uma apresentação sobre robótica educacional. 
A iniciativa discutirá também sobre a necessidade das redes de aprendizagem (Escola e Universidade) começarem a pensar em inovação e empreendedorismo, aplicando as técnicas do learning by doing, Project Based Learning, focando no desenvolvimento dos seus alunos visando os próximos 10 anos. 

Para o facilitador Felipi Marques, a tecnologia 4.0 tem colocado os estudantes num patamar de protagonismo, tornando-os agentes de seu desenvolvimento, fomentados pelo espírito empreendedor que gera uma vontade de colocar a “mão na massa” e fazer acontecer. No entanto, muitos professores ainda estão presos a antigas metodologias que não impactam mais os jovens de hoje, impedindo-os de vivenciar plenamente suas habilidades e ampliar seu potencial

– O acesso à informação aumentou exponencialmente. Cabe ao professor desenvolver habilidades como, por exemplo, pesquisa, comparação, compreensão, análise crítica e conexão, não permitindo que o aluno fique sem rumo ao pesquisar informações sobre determinado assunto. Por isso é tão importante compreender as novas ferramentas e usar toda a tecnologia a favor da educação – comenta.
Para Juan Medeiros, CEO do Colaboração.Space, a Baixada Fluminense precisa de mais projetos que possam discutir sobre o crescimento e todo o potencial econômico e empreendedor da região. “É necessário trazer assuntos relevantes de forma inclusiva e participativa. A educação é um importante pilar que deve ser melhor explorado”.

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Data: 09/06. 
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