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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

1 ano de conquistas - Aniversário Colaboração.Space

1 ano de conquistas - Aniversário Colaboração.Space

Evento discute sobre empreendedorismo e marketing digital na Baixada

Para comemorar o aniversário de um ano de atividades, o espaço de inovação e empreendedorismo Colaboração.Space irá realizar um dia de atividades sobre empreendedorismo e a segunda edição do BXD Digital Marketing, dia 10 de novembro. Além de discutir a importância do marketing tradicional e digital, a proposta é fomentar o empreendedorismo com debates e palestras. Para participar, basta se inscrever pelo site e levar 2 quilos de alimentos não perecíveis que serão doados para entidade carente.

Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas) e do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell).Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas), do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell), do TIRio (Sindicato das empresas de informática), Riosoft (Associação das empresas de software do RJ) e Rioinfo, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Objetivo
Segundo Juan Medeiros, fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, o objetivo é criar um momento oportuno para o de intercâmbio de ideias e experiências de profissionais e estudantes para colocar a região em evidência no setor de empreendedorismo.

- Queremos fazer com que a Baixada Fluminense possa se desenvolver melhor economicamente por meio da criação de espaços de discussão tanto de estratégias de sucessos como de ideias que no futuro possam ser postas em prática por empreendedores dessas regiões - ressalta.
Doação
Todo o material arrecadado na entrada será doado à Instituição Expressão Cultural, que cuida de 50 crianças menores que são filhos de ex-catadores do antigo lixão de Gramacho dando estudo e alimentação.

Serviço:
Aniversário Colaboração.Space
Local: Colaboração.Space
Endereço: Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis

Inscrição no link http://bit.ly/1anoColaboracaoSpace

Programação:
10h - Abertura e apresentação do BXD Digital Marketing
10h15 - Dinâmica de apresentação dos participantes
10h30 - "Posicionamento e confiança. A importância do valor no mercado B2B" com Eduardo Dantas, Fundador da Waah!
11h30 - "Como o LinkedIn pode alavancar seus negócios", com Lucas Gomes, Fundador do Ondaskim
12h30 - Coffee Break
13h00 - Roda de conversa com empreendedores: "A força do empreendedorismo e como ele pode mudar a realidade da Baixada Fluminense"
  • Amanda Elói
  • Felipe Ribbe
  • Eduardo Nascimento
  • Juan Medeiros
14h30 - "Aspectos jurídicos para startups", com Dr° Flávio Souza
15h - "Construindo relações duradouras", com Paulo Gastín, Ex-Executivo IBM
16h - "Mundos contemporâneos demandam ações pós contemporâneas", com Luiz Eduardo Campino, Gerente Regional FIRJAN
17h - Debate Sebrae RJ
17h30 - Roda de conversa com empresários "Construindo oportunidades para a economia da Baixada Fluminense"
  • Juan Medeiros - Diretor Executivo do Colaboração.Space
  • Arthur Montenegro - Diretor de Relacionamento do Colaboração.Space
  • Sebrae
  • Firjan
  • Bruna Lima - Gerente de território da Philip Morris
  • Convidados surpresa
18h30 - Happy hour com buffet, degustação de cerveja artesanal e música ao vivo com Dom Wagner Costa, tocando pop rock.
20:30 - Encerramento do evento.

Por: 
Tiberius Drumond, Drumond Assessoria e Comunicação
imprensa@colaboracao.space

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Cultura do empreendedorismo potencializa a formação das crianças

Cultura do empreendedorismo potencializa a formação das crianças

Tanto crianças quanto jovens e adultos são estimulados a terem contato com novas aprendizagens por meio da educação empreendedora. 

O Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), do Sebrae, jovens de seis a 14 anos têm contato com iniciativas que dão prioridade à autonomia do aluno e favorecerem o desenvolvimento de atributos e atitudes para a gestão da própria vida. O projeto está presente em escolas de todo o país e, em 2017, impactou 558 mil estudantes. 



É nesse ambiente que novas perspectivas são apresentadas aos jovens, que precisam construir o futuro com base na inovação e na capacidade de colocar em prática suas próprias ideias.

“A educação empreendedora é transformadora, incentiva a quebra de paradigmas e o desenvolvimento de diversas habilidades. Já nos primeiros anos de vida, o conhecimento é fundamental para fortalecer o espírito de coletividade. Nesse processo, a sala de aula se torna um importante aliado ao permitir que crianças e adolescentes tenham contato desde cedo com a cultura do empreendedorismo”, explica a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. 

Segundo ela, a parceria com as instituições de ensino e governos estaduais e municipais fortalecem a educação empreendedora e abre novas possibilidades de formar cidadãos conectados com o empreendedorismo que transforma.

Com a proposta pedagógica do JEPP, cada ano do ensino fundamental recebe atividades lúdicas que envolvem uma determinada temática. No 1º ano, por exemplo, é abordado “O mundo das ervas aromáticas”, enquanto no 8º ano “Empreendedorismo social”. O ambiente sensibiliza os estudantes a assumirem riscos calculados, tomarem decisões e a terem um olhar observador para que possam identificar oportunidades de inovações, mesmo em situações desafiadoras.



Professores empreendedores

Para transmitir o conhecimento, professores das instituições de ensino também são capacitados pelo Sebrae. Em 2017, 38.805 docentes participaram. A Escola Floresta Azul, localizada em São Paulo, é uma das instituições que adotou, há dois anos, a parceria com o Sebrae. Mylena Alves, professora do 2º ano do ensino fundamental, foi capacitada pelo projeto e aborda o curso “Temperos naturais” com a turma, que tem a média de idade de oito anos. 

Ao longo dos meses, eles cultivam uma horta com manjericão, hortelã, entre outras plantas e, ao final do ano letivo, realizam uma feira para venderem os produtos. O valor arrecadado é dividido entre os estudantes.

“O empreendedorismo está no nosso dia a dia, mas a forma que o Sebrae trabalha foi uma novidade para mim e a capacitação foi fundamental. Os alunos participam de todo o processo ativamente: ensinamos que tudo tem um custo, calculamos o valor que devemos cobrar para lucrar na feira e colocamos no papel a rentabilidade que alcançamos”, explica Mylena. 

Em casa, os pais falam que os filhos querem participar das compras e entender a dinâmica das finanças. “Por isso, é importante trabalhar com a criança, ela leva esse conhecimento para o lar”.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Empreendedorismo no Brasil

Empreendedorismo no Brasil




O empreendedorismo está impregnado na rotina do brasileiro. Em 2017, o Brasil registrou uma taxa empreendedora de 36,4%, de acordo com dados da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Isso significa que, no ano passado, quase 50 milhões de brasileiros já empreendiam ou realizaram alguma ação visando a criação de um negócio em um futuro próximo. Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas - considerando os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte. Esses números reforçam o papel que o empreendedorismo tem na vida dos brasileiros, tanto para aqueles que pensam em abrir o próprio negócio para realizar um projeto de vida, quanto para os que se viram forçados a seguir este caminho por necessidade.

O Sebrae vem monitorando o comportamento do mercado ao longo dos anos e já identificou que o cenário de crise econômica que o país tem atravessado estimula a abertura de empresas principalmente nas atividades de manutenção e reparação de bens duráveis. Além disso, mesmo em um contexto recessivo, abrir um pequeno negócio para o atendimento de necessidades básicas da população, como vestuário e alimentos, continua sendo uma alternativa promissora. “Temos percebido um aumento na preocupação com a aquisição de produtos e serviços de melhor qualidade e de serviços associados às mudanças de longo prazo da sociedade, em especial, nas áreas de saúde - devido ao público consumidor que está envelhecendo, bem como de educação e informática. Também notamos o expressivo crescimento das chamadas startups, que estão oferecendo soluções inovadoras tanto para antigas como para as novas demandas do consumidor”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Segundo ele, a força dos pequenos negócios na geração de emprego e renda está mais que comprovada a partir dos dados mensais gerados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Por isso, ressalta, é importante continuar aprimorando o ambiente de negócios e os marcos legais voltados para as pequenas empresas de modo a estimular a criação de novos empreendimentos.

Negócios Promissores

A Wild Closet é uma startup do ramo de vestuário, atenta às novas tendências do consumo sustentável e consciente. A empresa consiste em um clube de assinatura fashion, focado na conscientização da economia colaborativa e com o objetivo de aumentar ao máximo a vida útil das roupas, evitando o descarte e o consumo excessivo de recursos naturais para a produção. A startup disponibiliza um closet compartilhado com roupas e acessórios, que funciona como um aluguel. Ao escolherem um dos pacotes, as interessadas têm acesso ao acervo, retiram as peças e podem ficar por até sete dias. Para Natália Desidério, sócia e proprietária, o papel do Sebrae foi fundamental para dar apoio e agregar conhecimento para o seu empreendimento, sua primeira empresa, criada em novembro de 2017.

Simples Nacional

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. O modelo de tributação garante aos pequenos negócios o tratamento diferenciado previsto na Constituição. Além da unificação dos tributos, o sistema destaca-se ainda como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte. Para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Fonte: Sebrae Nacional

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Mais de um milhão de pequenos negócios podem surgir no próximo ano

Mais de um milhão de pequenos negócios podem surgir no próximo ano

Os pequenos negócios têm sido fundamentais, em 2018, para a manutenção do nível de emprego e para a estabilização da economia brasileira. Mesmo com todas as dificuldades, as micro e pequenas empresas (MPE) são as principais responsáveis pela geração de vagas de trabalho formais e devem fechar o ano com um saldo de 600 mil trabalhadores contratados.



Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae, a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas (considerando os microempreendedores individuais, as micro e as pequenas empresas). 

Atualmente, cerca de 98,5% das empresas brasileiras estão nesse segmento, e representam uma importante janela de oportunidade principalmente para os jovens que buscam o primeiro emprego e as empreendedoras, que tentam na atividade empresarial uma forma de compatibilizar as tarefas da casa com as demandas profissionais.

Em 2017, dos 1,4 milhão de brasileiros que conquistaram o primeiro emprego, 755 mil (55%) usaram as micro e pequenas empresas como porta de entrada. E mais uma vez, as mulheres lideraram o preenchimento de vagas, principalmente no Comércio e Serviços, que respondem à 75% dos postos de trabalho criados para quem está entrando no mercado de trabalho. No que diz respeito à atividade do empreendedorismo, o público com idade entre de 18 e 24 anos, já soma 20,3% das pessoas envolvidas na abertura de uma empresa. “Quero montar um negócio de alimentação e fui buscar orientações para isso”, explicou Talita Louzeiro, de 22 anos, que buscou a Feira do Empreendedor do Sebrae, em Belém, para abrir seu empreendimento.



Hoje, as mulheres estão em pé de igualdade aos homens quando se trata da criação de novos empreendimentos. São 23,9 milhões de mulheres que decidiram abrir seu próprio negócio, contra 25,4 milhões de empresários do sexo masculino, entre as micro e pequenas empresas. Graduada em Naturalogia, a empresária Leissa Nunes juntou o útil ao agradável, ao abrir uma clínica de terapias naturais em São José dos Campos (SP). “Trabalhava em outro lugar, mas decidi abrir meu próprio negócio e até já contratei outros profissionais”, conta a empreendedora.

“São as micro e pequenas empresas que estão carregando o país nas costas na última década. Por isso, é fundamental assegurarmos que o Simples Nacional não sofra qualquer revés nos próximos anos, deixando desprotegidos milhões de empreendedores”, alerta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. 

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, previsto na Constituição, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. A alíquota é diferenciada conforme o faturamento. Esse regime deu fôlego a milhões de empreendedores de diversos setores. Desde 2007, mais segmentos foram incorporados à lista de empresas autorizadas a aderir ao regime simplificado de tributação. Além da unificação dos tributos, o Simples destaca-se como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte.

Nesta sexta-feira (5) o país celebra o Dia da Micro e Pequena Empresa, em comemoração à aprovação do Estatuto da MPE, por meio da Lei No 9.841, de 1999.

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Evento discute sobre empreendedorismo e marketing digital na Baixada

Para comemorar o aniversário de um ano de atividades, o espaço de inovação e empreendedorismo Colaboração.Space irá realizar um dia de atividades sobre empreendedorismo e a segunda edição do BXD Digital Marketing, dia 10 de novembro. Além de discutir a importância do marketing tradicional e digital, a proposta é fomentar o empreendedorismo com debates e palestras. Para participar, basta se inscrever pelo site e levar 2 quilos de alimentos não perecíveis que serão doados para entidade carente.

Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas) e do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell).Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas), do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell), do TIRio (Sindicato das empresas de informática), Riosoft (Associação das empresas de software do RJ) e Rioinfo, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Objetivo
Segundo Juan Medeiros, fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, o objetivo é criar um momento oportuno para o de intercâmbio de ideias e experiências de profissionais e estudantes para colocar a região em evidência no setor de empreendedorismo.

- Queremos fazer com que a Baixada Fluminense possa se desenvolver melhor economicamente por meio da criação de espaços de discussão tanto de estratégias de sucessos como de ideias que no futuro possam ser postas em prática por empreendedores dessas regiões - ressalta.
Doação
Todo o material arrecadado na entrada será doado à Instituição Expressão Cultural, que cuida de 50 crianças menores que são filhos de ex-catadores do antigo lixão de Gramacho dando estudo e alimentação.

Serviço:
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Local: Colaboração.Space
Endereço: Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis

Inscrição no link http://bit.ly/1anoColaboracaoSpace

Programação:
10h - Abertura e apresentação do BXD Digital Marketing
10h15 - Dinâmica de apresentação dos participantes
10h30 - "Posicionamento e confiança. A importância do valor no mercado B2B" com Eduardo Dantas, Fundador da Waah!
11h30 - "Como o LinkedIn pode alavancar seus negócios", com Lucas Gomes, Fundador do Ondaskim
12h30 - Coffee Break
13h00 - Roda de conversa com empreendedores: "A força do empreendedorismo e como ele pode mudar a realidade da Baixada Fluminense"
  • Amanda Elói
  • Felipe Ribbe
  • Eduardo Nascimento
  • Juan Medeiros
14h30 - "Aspectos jurídicos para startups", com Dr° Flávio Souza
15h - "Construindo relações duradouras", com Paulo Gastín, Ex-Executivo IBM
16h - "Mundos contemporâneos demandam ações pós contemporâneas", com Luiz Eduardo Campino, Gerente Regional FIRJAN
17h - Debate Sebrae RJ
17h30 - Roda de conversa com empresários "Construindo oportunidades para a economia da Baixada Fluminense"
  • Juan Medeiros - Diretor Executivo do Colaboração.Space
  • Arthur Montenegro - Diretor de Relacionamento do Colaboração.Space
  • Sebrae
  • Firjan
  • Bruna Lima - Gerente de território da Philip Morris
  • Convidados surpresa
18h30 - Happy hour com buffet, degustação de cerveja artesanal e música ao vivo com Dom Wagner Costa, tocando pop rock.
20:30 - Encerramento do evento.

Por: 
Tiberius Drumond, Drumond Assessoria e Comunicação
imprensa@colaboracao.space
Tanto crianças quanto jovens e adultos são estimulados a terem contato com novas aprendizagens por meio da educação empreendedora. 

O Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), do Sebrae, jovens de seis a 14 anos têm contato com iniciativas que dão prioridade à autonomia do aluno e favorecerem o desenvolvimento de atributos e atitudes para a gestão da própria vida. O projeto está presente em escolas de todo o país e, em 2017, impactou 558 mil estudantes. 



É nesse ambiente que novas perspectivas são apresentadas aos jovens, que precisam construir o futuro com base na inovação e na capacidade de colocar em prática suas próprias ideias.

“A educação empreendedora é transformadora, incentiva a quebra de paradigmas e o desenvolvimento de diversas habilidades. Já nos primeiros anos de vida, o conhecimento é fundamental para fortalecer o espírito de coletividade. Nesse processo, a sala de aula se torna um importante aliado ao permitir que crianças e adolescentes tenham contato desde cedo com a cultura do empreendedorismo”, explica a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. 

Segundo ela, a parceria com as instituições de ensino e governos estaduais e municipais fortalecem a educação empreendedora e abre novas possibilidades de formar cidadãos conectados com o empreendedorismo que transforma.

Com a proposta pedagógica do JEPP, cada ano do ensino fundamental recebe atividades lúdicas que envolvem uma determinada temática. No 1º ano, por exemplo, é abordado “O mundo das ervas aromáticas”, enquanto no 8º ano “Empreendedorismo social”. O ambiente sensibiliza os estudantes a assumirem riscos calculados, tomarem decisões e a terem um olhar observador para que possam identificar oportunidades de inovações, mesmo em situações desafiadoras.



Professores empreendedores

Para transmitir o conhecimento, professores das instituições de ensino também são capacitados pelo Sebrae. Em 2017, 38.805 docentes participaram. A Escola Floresta Azul, localizada em São Paulo, é uma das instituições que adotou, há dois anos, a parceria com o Sebrae. Mylena Alves, professora do 2º ano do ensino fundamental, foi capacitada pelo projeto e aborda o curso “Temperos naturais” com a turma, que tem a média de idade de oito anos. 

Ao longo dos meses, eles cultivam uma horta com manjericão, hortelã, entre outras plantas e, ao final do ano letivo, realizam uma feira para venderem os produtos. O valor arrecadado é dividido entre os estudantes.

“O empreendedorismo está no nosso dia a dia, mas a forma que o Sebrae trabalha foi uma novidade para mim e a capacitação foi fundamental. Os alunos participam de todo o processo ativamente: ensinamos que tudo tem um custo, calculamos o valor que devemos cobrar para lucrar na feira e colocamos no papel a rentabilidade que alcançamos”, explica Mylena. 

Em casa, os pais falam que os filhos querem participar das compras e entender a dinâmica das finanças. “Por isso, é importante trabalhar com a criança, ela leva esse conhecimento para o lar”.



O empreendedorismo está impregnado na rotina do brasileiro. Em 2017, o Brasil registrou uma taxa empreendedora de 36,4%, de acordo com dados da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Isso significa que, no ano passado, quase 50 milhões de brasileiros já empreendiam ou realizaram alguma ação visando a criação de um negócio em um futuro próximo. Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas - considerando os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte. Esses números reforçam o papel que o empreendedorismo tem na vida dos brasileiros, tanto para aqueles que pensam em abrir o próprio negócio para realizar um projeto de vida, quanto para os que se viram forçados a seguir este caminho por necessidade.

O Sebrae vem monitorando o comportamento do mercado ao longo dos anos e já identificou que o cenário de crise econômica que o país tem atravessado estimula a abertura de empresas principalmente nas atividades de manutenção e reparação de bens duráveis. Além disso, mesmo em um contexto recessivo, abrir um pequeno negócio para o atendimento de necessidades básicas da população, como vestuário e alimentos, continua sendo uma alternativa promissora. “Temos percebido um aumento na preocupação com a aquisição de produtos e serviços de melhor qualidade e de serviços associados às mudanças de longo prazo da sociedade, em especial, nas áreas de saúde - devido ao público consumidor que está envelhecendo, bem como de educação e informática. Também notamos o expressivo crescimento das chamadas startups, que estão oferecendo soluções inovadoras tanto para antigas como para as novas demandas do consumidor”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Segundo ele, a força dos pequenos negócios na geração de emprego e renda está mais que comprovada a partir dos dados mensais gerados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Por isso, ressalta, é importante continuar aprimorando o ambiente de negócios e os marcos legais voltados para as pequenas empresas de modo a estimular a criação de novos empreendimentos.

Negócios Promissores

A Wild Closet é uma startup do ramo de vestuário, atenta às novas tendências do consumo sustentável e consciente. A empresa consiste em um clube de assinatura fashion, focado na conscientização da economia colaborativa e com o objetivo de aumentar ao máximo a vida útil das roupas, evitando o descarte e o consumo excessivo de recursos naturais para a produção. A startup disponibiliza um closet compartilhado com roupas e acessórios, que funciona como um aluguel. Ao escolherem um dos pacotes, as interessadas têm acesso ao acervo, retiram as peças e podem ficar por até sete dias. Para Natália Desidério, sócia e proprietária, o papel do Sebrae foi fundamental para dar apoio e agregar conhecimento para o seu empreendimento, sua primeira empresa, criada em novembro de 2017.

Simples Nacional

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. O modelo de tributação garante aos pequenos negócios o tratamento diferenciado previsto na Constituição. Além da unificação dos tributos, o sistema destaca-se ainda como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte. Para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Fonte: Sebrae Nacional
Os pequenos negócios têm sido fundamentais, em 2018, para a manutenção do nível de emprego e para a estabilização da economia brasileira. Mesmo com todas as dificuldades, as micro e pequenas empresas (MPE) são as principais responsáveis pela geração de vagas de trabalho formais e devem fechar o ano com um saldo de 600 mil trabalhadores contratados.



Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae, a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas (considerando os microempreendedores individuais, as micro e as pequenas empresas). 

Atualmente, cerca de 98,5% das empresas brasileiras estão nesse segmento, e representam uma importante janela de oportunidade principalmente para os jovens que buscam o primeiro emprego e as empreendedoras, que tentam na atividade empresarial uma forma de compatibilizar as tarefas da casa com as demandas profissionais.

Em 2017, dos 1,4 milhão de brasileiros que conquistaram o primeiro emprego, 755 mil (55%) usaram as micro e pequenas empresas como porta de entrada. E mais uma vez, as mulheres lideraram o preenchimento de vagas, principalmente no Comércio e Serviços, que respondem à 75% dos postos de trabalho criados para quem está entrando no mercado de trabalho. No que diz respeito à atividade do empreendedorismo, o público com idade entre de 18 e 24 anos, já soma 20,3% das pessoas envolvidas na abertura de uma empresa. “Quero montar um negócio de alimentação e fui buscar orientações para isso”, explicou Talita Louzeiro, de 22 anos, que buscou a Feira do Empreendedor do Sebrae, em Belém, para abrir seu empreendimento.



Hoje, as mulheres estão em pé de igualdade aos homens quando se trata da criação de novos empreendimentos. São 23,9 milhões de mulheres que decidiram abrir seu próprio negócio, contra 25,4 milhões de empresários do sexo masculino, entre as micro e pequenas empresas. Graduada em Naturalogia, a empresária Leissa Nunes juntou o útil ao agradável, ao abrir uma clínica de terapias naturais em São José dos Campos (SP). “Trabalhava em outro lugar, mas decidi abrir meu próprio negócio e até já contratei outros profissionais”, conta a empreendedora.

“São as micro e pequenas empresas que estão carregando o país nas costas na última década. Por isso, é fundamental assegurarmos que o Simples Nacional não sofra qualquer revés nos próximos anos, deixando desprotegidos milhões de empreendedores”, alerta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. 

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, previsto na Constituição, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. A alíquota é diferenciada conforme o faturamento. Esse regime deu fôlego a milhões de empreendedores de diversos setores. Desde 2007, mais segmentos foram incorporados à lista de empresas autorizadas a aderir ao regime simplificado de tributação. Além da unificação dos tributos, o Simples destaca-se como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte.

Nesta sexta-feira (5) o país celebra o Dia da Micro e Pequena Empresa, em comemoração à aprovação do Estatuto da MPE, por meio da Lei No 9.841, de 1999.
Evento discute sobre empreendedorismo e marketing digital na Baixada

Para comemorar o aniversário de um ano de atividades, o espaço de inovação e empreendedorismo Colaboração.Space irá realizar um dia de atividades sobre empreendedorismo e a segunda edição do BXD Digital Marketing, dia 10 de novembro. Além de discutir a importância do marketing tradicional e digital, a proposta é fomentar o empreendedorismo com debates e palestras. Para participar, basta se inscrever pelo site e levar 2 quilos de alimentos não perecíveis que serão doados para entidade carente.

Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas) e do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell).Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas), do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell), do TIRio (Sindicato das empresas de informática), Riosoft (Associação das empresas de software do RJ) e Rioinfo, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Objetivo
Segundo Juan Medeiros, fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, o objetivo é criar um momento oportuno para o de intercâmbio de ideias e experiências de profissionais e estudantes para colocar a região em evidência no setor de empreendedorismo.

- Queremos fazer com que a Baixada Fluminense possa se desenvolver melhor economicamente por meio da criação de espaços de discussão tanto de estratégias de sucessos como de ideias que no futuro possam ser postas em prática por empreendedores dessas regiões - ressalta.
Doação
Todo o material arrecadado na entrada será doado à Instituição Expressão Cultural, que cuida de 50 crianças menores que são filhos de ex-catadores do antigo lixão de Gramacho dando estudo e alimentação.

Serviço:
Aniversário Colaboração.Space
Local: Colaboração.Space
Endereço: Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis

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Programação:
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10h15 - Dinâmica de apresentação dos participantes
10h30 - "Posicionamento e confiança. A importância do valor no mercado B2B" com Eduardo Dantas, Fundador da Waah!
11h30 - "Como o LinkedIn pode alavancar seus negócios", com Lucas Gomes, Fundador do Ondaskim
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13h00 - Roda de conversa com empreendedores: "A força do empreendedorismo e como ele pode mudar a realidade da Baixada Fluminense"
  • Amanda Elói
  • Felipe Ribbe
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14h30 - "Aspectos jurídicos para startups", com Dr° Flávio Souza
15h - "Construindo relações duradouras", com Paulo Gastín, Ex-Executivo IBM
16h - "Mundos contemporâneos demandam ações pós contemporâneas", com Luiz Eduardo Campino, Gerente Regional FIRJAN
17h - Debate Sebrae RJ
17h30 - Roda de conversa com empresários "Construindo oportunidades para a economia da Baixada Fluminense"
  • Juan Medeiros - Diretor Executivo do Colaboração.Space
  • Arthur Montenegro - Diretor de Relacionamento do Colaboração.Space
  • Sebrae
  • Firjan
  • Bruna Lima - Gerente de território da Philip Morris
  • Convidados surpresa
18h30 - Happy hour com buffet, degustação de cerveja artesanal e música ao vivo com Dom Wagner Costa, tocando pop rock.
20:30 - Encerramento do evento.

Por: 
Tiberius Drumond, Drumond Assessoria e Comunicação
imprensa@colaboracao.space
Tanto crianças quanto jovens e adultos são estimulados a terem contato com novas aprendizagens por meio da educação empreendedora. 

O Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), do Sebrae, jovens de seis a 14 anos têm contato com iniciativas que dão prioridade à autonomia do aluno e favorecerem o desenvolvimento de atributos e atitudes para a gestão da própria vida. O projeto está presente em escolas de todo o país e, em 2017, impactou 558 mil estudantes. 



É nesse ambiente que novas perspectivas são apresentadas aos jovens, que precisam construir o futuro com base na inovação e na capacidade de colocar em prática suas próprias ideias.

“A educação empreendedora é transformadora, incentiva a quebra de paradigmas e o desenvolvimento de diversas habilidades. Já nos primeiros anos de vida, o conhecimento é fundamental para fortalecer o espírito de coletividade. Nesse processo, a sala de aula se torna um importante aliado ao permitir que crianças e adolescentes tenham contato desde cedo com a cultura do empreendedorismo”, explica a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. 

Segundo ela, a parceria com as instituições de ensino e governos estaduais e municipais fortalecem a educação empreendedora e abre novas possibilidades de formar cidadãos conectados com o empreendedorismo que transforma.

Com a proposta pedagógica do JEPP, cada ano do ensino fundamental recebe atividades lúdicas que envolvem uma determinada temática. No 1º ano, por exemplo, é abordado “O mundo das ervas aromáticas”, enquanto no 8º ano “Empreendedorismo social”. O ambiente sensibiliza os estudantes a assumirem riscos calculados, tomarem decisões e a terem um olhar observador para que possam identificar oportunidades de inovações, mesmo em situações desafiadoras.



Professores empreendedores

Para transmitir o conhecimento, professores das instituições de ensino também são capacitados pelo Sebrae. Em 2017, 38.805 docentes participaram. A Escola Floresta Azul, localizada em São Paulo, é uma das instituições que adotou, há dois anos, a parceria com o Sebrae. Mylena Alves, professora do 2º ano do ensino fundamental, foi capacitada pelo projeto e aborda o curso “Temperos naturais” com a turma, que tem a média de idade de oito anos. 

Ao longo dos meses, eles cultivam uma horta com manjericão, hortelã, entre outras plantas e, ao final do ano letivo, realizam uma feira para venderem os produtos. O valor arrecadado é dividido entre os estudantes.

“O empreendedorismo está no nosso dia a dia, mas a forma que o Sebrae trabalha foi uma novidade para mim e a capacitação foi fundamental. Os alunos participam de todo o processo ativamente: ensinamos que tudo tem um custo, calculamos o valor que devemos cobrar para lucrar na feira e colocamos no papel a rentabilidade que alcançamos”, explica Mylena. 

Em casa, os pais falam que os filhos querem participar das compras e entender a dinâmica das finanças. “Por isso, é importante trabalhar com a criança, ela leva esse conhecimento para o lar”.



O empreendedorismo está impregnado na rotina do brasileiro. Em 2017, o Brasil registrou uma taxa empreendedora de 36,4%, de acordo com dados da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Isso significa que, no ano passado, quase 50 milhões de brasileiros já empreendiam ou realizaram alguma ação visando a criação de um negócio em um futuro próximo. Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas - considerando os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte. Esses números reforçam o papel que o empreendedorismo tem na vida dos brasileiros, tanto para aqueles que pensam em abrir o próprio negócio para realizar um projeto de vida, quanto para os que se viram forçados a seguir este caminho por necessidade.

O Sebrae vem monitorando o comportamento do mercado ao longo dos anos e já identificou que o cenário de crise econômica que o país tem atravessado estimula a abertura de empresas principalmente nas atividades de manutenção e reparação de bens duráveis. Além disso, mesmo em um contexto recessivo, abrir um pequeno negócio para o atendimento de necessidades básicas da população, como vestuário e alimentos, continua sendo uma alternativa promissora. “Temos percebido um aumento na preocupação com a aquisição de produtos e serviços de melhor qualidade e de serviços associados às mudanças de longo prazo da sociedade, em especial, nas áreas de saúde - devido ao público consumidor que está envelhecendo, bem como de educação e informática. Também notamos o expressivo crescimento das chamadas startups, que estão oferecendo soluções inovadoras tanto para antigas como para as novas demandas do consumidor”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Segundo ele, a força dos pequenos negócios na geração de emprego e renda está mais que comprovada a partir dos dados mensais gerados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Por isso, ressalta, é importante continuar aprimorando o ambiente de negócios e os marcos legais voltados para as pequenas empresas de modo a estimular a criação de novos empreendimentos.

Negócios Promissores

A Wild Closet é uma startup do ramo de vestuário, atenta às novas tendências do consumo sustentável e consciente. A empresa consiste em um clube de assinatura fashion, focado na conscientização da economia colaborativa e com o objetivo de aumentar ao máximo a vida útil das roupas, evitando o descarte e o consumo excessivo de recursos naturais para a produção. A startup disponibiliza um closet compartilhado com roupas e acessórios, que funciona como um aluguel. Ao escolherem um dos pacotes, as interessadas têm acesso ao acervo, retiram as peças e podem ficar por até sete dias. Para Natália Desidério, sócia e proprietária, o papel do Sebrae foi fundamental para dar apoio e agregar conhecimento para o seu empreendimento, sua primeira empresa, criada em novembro de 2017.

Simples Nacional

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. O modelo de tributação garante aos pequenos negócios o tratamento diferenciado previsto na Constituição. Além da unificação dos tributos, o sistema destaca-se ainda como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte. Para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Fonte: Sebrae Nacional
Os pequenos negócios têm sido fundamentais, em 2018, para a manutenção do nível de emprego e para a estabilização da economia brasileira. Mesmo com todas as dificuldades, as micro e pequenas empresas (MPE) são as principais responsáveis pela geração de vagas de trabalho formais e devem fechar o ano com um saldo de 600 mil trabalhadores contratados.



Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae, a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas (considerando os microempreendedores individuais, as micro e as pequenas empresas). 

Atualmente, cerca de 98,5% das empresas brasileiras estão nesse segmento, e representam uma importante janela de oportunidade principalmente para os jovens que buscam o primeiro emprego e as empreendedoras, que tentam na atividade empresarial uma forma de compatibilizar as tarefas da casa com as demandas profissionais.

Em 2017, dos 1,4 milhão de brasileiros que conquistaram o primeiro emprego, 755 mil (55%) usaram as micro e pequenas empresas como porta de entrada. E mais uma vez, as mulheres lideraram o preenchimento de vagas, principalmente no Comércio e Serviços, que respondem à 75% dos postos de trabalho criados para quem está entrando no mercado de trabalho. No que diz respeito à atividade do empreendedorismo, o público com idade entre de 18 e 24 anos, já soma 20,3% das pessoas envolvidas na abertura de uma empresa. “Quero montar um negócio de alimentação e fui buscar orientações para isso”, explicou Talita Louzeiro, de 22 anos, que buscou a Feira do Empreendedor do Sebrae, em Belém, para abrir seu empreendimento.



Hoje, as mulheres estão em pé de igualdade aos homens quando se trata da criação de novos empreendimentos. São 23,9 milhões de mulheres que decidiram abrir seu próprio negócio, contra 25,4 milhões de empresários do sexo masculino, entre as micro e pequenas empresas. Graduada em Naturalogia, a empresária Leissa Nunes juntou o útil ao agradável, ao abrir uma clínica de terapias naturais em São José dos Campos (SP). “Trabalhava em outro lugar, mas decidi abrir meu próprio negócio e até já contratei outros profissionais”, conta a empreendedora.

“São as micro e pequenas empresas que estão carregando o país nas costas na última década. Por isso, é fundamental assegurarmos que o Simples Nacional não sofra qualquer revés nos próximos anos, deixando desprotegidos milhões de empreendedores”, alerta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. 

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, previsto na Constituição, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. A alíquota é diferenciada conforme o faturamento. Esse regime deu fôlego a milhões de empreendedores de diversos setores. Desde 2007, mais segmentos foram incorporados à lista de empresas autorizadas a aderir ao regime simplificado de tributação. Além da unificação dos tributos, o Simples destaca-se como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte.

Nesta sexta-feira (5) o país celebra o Dia da Micro e Pequena Empresa, em comemoração à aprovação do Estatuto da MPE, por meio da Lei No 9.841, de 1999.
Evento discute sobre empreendedorismo e marketing digital na Baixada

Para comemorar o aniversário de um ano de atividades, o espaço de inovação e empreendedorismo Colaboração.Space irá realizar um dia de atividades sobre empreendedorismo e a segunda edição do BXD Digital Marketing, dia 10 de novembro. Além de discutir a importância do marketing tradicional e digital, a proposta é fomentar o empreendedorismo com debates e palestras. Para participar, basta se inscrever pelo site e levar 2 quilos de alimentos não perecíveis que serão doados para entidade carente.

Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas) e do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell).Durante a programação, haverão palestras e painéis com empresários, consultores de negócios e advogados. O evento conta com o apoio institucional da FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio De Janeiro), do SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas), do Shell Iniciativa Jovem (Programa de aceleração de novos empreendimentos da Shell), do TIRio (Sindicato das empresas de informática), Riosoft (Associação das empresas de software do RJ) e Rioinfo, o maior evento de tecnologia e negócios do Brasil.
Objetivo
Segundo Juan Medeiros, fundador e diretor executivo do Colaboração.Space, o objetivo é criar um momento oportuno para o de intercâmbio de ideias e experiências de profissionais e estudantes para colocar a região em evidência no setor de empreendedorismo.

- Queremos fazer com que a Baixada Fluminense possa se desenvolver melhor economicamente por meio da criação de espaços de discussão tanto de estratégias de sucessos como de ideias que no futuro possam ser postas em prática por empreendedores dessas regiões - ressalta.
Doação
Todo o material arrecadado na entrada será doado à Instituição Expressão Cultural, que cuida de 50 crianças menores que são filhos de ex-catadores do antigo lixão de Gramacho dando estudo e alimentação.

Serviço:
Aniversário Colaboração.Space
Local: Colaboração.Space
Endereço: Av. Carmela Dutra, 1983, 2° andar - Centro, Nilópolis

Inscrição no link http://bit.ly/1anoColaboracaoSpace

Programação:
10h - Abertura e apresentação do BXD Digital Marketing
10h15 - Dinâmica de apresentação dos participantes
10h30 - "Posicionamento e confiança. A importância do valor no mercado B2B" com Eduardo Dantas, Fundador da Waah!
11h30 - "Como o LinkedIn pode alavancar seus negócios", com Lucas Gomes, Fundador do Ondaskim
12h30 - Coffee Break
13h00 - Roda de conversa com empreendedores: "A força do empreendedorismo e como ele pode mudar a realidade da Baixada Fluminense"
  • Amanda Elói
  • Felipe Ribbe
  • Eduardo Nascimento
  • Juan Medeiros
14h30 - "Aspectos jurídicos para startups", com Dr° Flávio Souza
15h - "Construindo relações duradouras", com Paulo Gastín, Ex-Executivo IBM
16h - "Mundos contemporâneos demandam ações pós contemporâneas", com Luiz Eduardo Campino, Gerente Regional FIRJAN
17h - Debate Sebrae RJ
17h30 - Roda de conversa com empresários "Construindo oportunidades para a economia da Baixada Fluminense"
  • Juan Medeiros - Diretor Executivo do Colaboração.Space
  • Arthur Montenegro - Diretor de Relacionamento do Colaboração.Space
  • Sebrae
  • Firjan
  • Bruna Lima - Gerente de território da Philip Morris
  • Convidados surpresa
18h30 - Happy hour com buffet, degustação de cerveja artesanal e música ao vivo com Dom Wagner Costa, tocando pop rock.
20:30 - Encerramento do evento.

Por: 
Tiberius Drumond, Drumond Assessoria e Comunicação
imprensa@colaboracao.space
Tanto crianças quanto jovens e adultos são estimulados a terem contato com novas aprendizagens por meio da educação empreendedora. 

O Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), do Sebrae, jovens de seis a 14 anos têm contato com iniciativas que dão prioridade à autonomia do aluno e favorecerem o desenvolvimento de atributos e atitudes para a gestão da própria vida. O projeto está presente em escolas de todo o país e, em 2017, impactou 558 mil estudantes. 



É nesse ambiente que novas perspectivas são apresentadas aos jovens, que precisam construir o futuro com base na inovação e na capacidade de colocar em prática suas próprias ideias.

“A educação empreendedora é transformadora, incentiva a quebra de paradigmas e o desenvolvimento de diversas habilidades. Já nos primeiros anos de vida, o conhecimento é fundamental para fortalecer o espírito de coletividade. Nesse processo, a sala de aula se torna um importante aliado ao permitir que crianças e adolescentes tenham contato desde cedo com a cultura do empreendedorismo”, explica a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. 

Segundo ela, a parceria com as instituições de ensino e governos estaduais e municipais fortalecem a educação empreendedora e abre novas possibilidades de formar cidadãos conectados com o empreendedorismo que transforma.

Com a proposta pedagógica do JEPP, cada ano do ensino fundamental recebe atividades lúdicas que envolvem uma determinada temática. No 1º ano, por exemplo, é abordado “O mundo das ervas aromáticas”, enquanto no 8º ano “Empreendedorismo social”. O ambiente sensibiliza os estudantes a assumirem riscos calculados, tomarem decisões e a terem um olhar observador para que possam identificar oportunidades de inovações, mesmo em situações desafiadoras.



Professores empreendedores

Para transmitir o conhecimento, professores das instituições de ensino também são capacitados pelo Sebrae. Em 2017, 38.805 docentes participaram. A Escola Floresta Azul, localizada em São Paulo, é uma das instituições que adotou, há dois anos, a parceria com o Sebrae. Mylena Alves, professora do 2º ano do ensino fundamental, foi capacitada pelo projeto e aborda o curso “Temperos naturais” com a turma, que tem a média de idade de oito anos. 

Ao longo dos meses, eles cultivam uma horta com manjericão, hortelã, entre outras plantas e, ao final do ano letivo, realizam uma feira para venderem os produtos. O valor arrecadado é dividido entre os estudantes.

“O empreendedorismo está no nosso dia a dia, mas a forma que o Sebrae trabalha foi uma novidade para mim e a capacitação foi fundamental. Os alunos participam de todo o processo ativamente: ensinamos que tudo tem um custo, calculamos o valor que devemos cobrar para lucrar na feira e colocamos no papel a rentabilidade que alcançamos”, explica Mylena. 

Em casa, os pais falam que os filhos querem participar das compras e entender a dinâmica das finanças. “Por isso, é importante trabalhar com a criança, ela leva esse conhecimento para o lar”.



O empreendedorismo está impregnado na rotina do brasileiro. Em 2017, o Brasil registrou uma taxa empreendedora de 36,4%, de acordo com dados da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Isso significa que, no ano passado, quase 50 milhões de brasileiros já empreendiam ou realizaram alguma ação visando a criação de um negócio em um futuro próximo. Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas - considerando os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte. Esses números reforçam o papel que o empreendedorismo tem na vida dos brasileiros, tanto para aqueles que pensam em abrir o próprio negócio para realizar um projeto de vida, quanto para os que se viram forçados a seguir este caminho por necessidade.

O Sebrae vem monitorando o comportamento do mercado ao longo dos anos e já identificou que o cenário de crise econômica que o país tem atravessado estimula a abertura de empresas principalmente nas atividades de manutenção e reparação de bens duráveis. Além disso, mesmo em um contexto recessivo, abrir um pequeno negócio para o atendimento de necessidades básicas da população, como vestuário e alimentos, continua sendo uma alternativa promissora. “Temos percebido um aumento na preocupação com a aquisição de produtos e serviços de melhor qualidade e de serviços associados às mudanças de longo prazo da sociedade, em especial, nas áreas de saúde - devido ao público consumidor que está envelhecendo, bem como de educação e informática. Também notamos o expressivo crescimento das chamadas startups, que estão oferecendo soluções inovadoras tanto para antigas como para as novas demandas do consumidor”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Segundo ele, a força dos pequenos negócios na geração de emprego e renda está mais que comprovada a partir dos dados mensais gerados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Por isso, ressalta, é importante continuar aprimorando o ambiente de negócios e os marcos legais voltados para as pequenas empresas de modo a estimular a criação de novos empreendimentos.

Negócios Promissores

A Wild Closet é uma startup do ramo de vestuário, atenta às novas tendências do consumo sustentável e consciente. A empresa consiste em um clube de assinatura fashion, focado na conscientização da economia colaborativa e com o objetivo de aumentar ao máximo a vida útil das roupas, evitando o descarte e o consumo excessivo de recursos naturais para a produção. A startup disponibiliza um closet compartilhado com roupas e acessórios, que funciona como um aluguel. Ao escolherem um dos pacotes, as interessadas têm acesso ao acervo, retiram as peças e podem ficar por até sete dias. Para Natália Desidério, sócia e proprietária, o papel do Sebrae foi fundamental para dar apoio e agregar conhecimento para o seu empreendimento, sua primeira empresa, criada em novembro de 2017.

Simples Nacional

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. O modelo de tributação garante aos pequenos negócios o tratamento diferenciado previsto na Constituição. Além da unificação dos tributos, o sistema destaca-se ainda como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte. Para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Fonte: Sebrae Nacional
Os pequenos negócios têm sido fundamentais, em 2018, para a manutenção do nível de emprego e para a estabilização da economia brasileira. Mesmo com todas as dificuldades, as micro e pequenas empresas (MPE) são as principais responsáveis pela geração de vagas de trabalho formais e devem fechar o ano com um saldo de 600 mil trabalhadores contratados.



Para 2019, de acordo com análises feitas pelo Sebrae, a partir de dados da Receita Federal, a expectativa é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas (considerando os microempreendedores individuais, as micro e as pequenas empresas). 

Atualmente, cerca de 98,5% das empresas brasileiras estão nesse segmento, e representam uma importante janela de oportunidade principalmente para os jovens que buscam o primeiro emprego e as empreendedoras, que tentam na atividade empresarial uma forma de compatibilizar as tarefas da casa com as demandas profissionais.

Em 2017, dos 1,4 milhão de brasileiros que conquistaram o primeiro emprego, 755 mil (55%) usaram as micro e pequenas empresas como porta de entrada. E mais uma vez, as mulheres lideraram o preenchimento de vagas, principalmente no Comércio e Serviços, que respondem à 75% dos postos de trabalho criados para quem está entrando no mercado de trabalho. No que diz respeito à atividade do empreendedorismo, o público com idade entre de 18 e 24 anos, já soma 20,3% das pessoas envolvidas na abertura de uma empresa. “Quero montar um negócio de alimentação e fui buscar orientações para isso”, explicou Talita Louzeiro, de 22 anos, que buscou a Feira do Empreendedor do Sebrae, em Belém, para abrir seu empreendimento.



Hoje, as mulheres estão em pé de igualdade aos homens quando se trata da criação de novos empreendimentos. São 23,9 milhões de mulheres que decidiram abrir seu próprio negócio, contra 25,4 milhões de empresários do sexo masculino, entre as micro e pequenas empresas. Graduada em Naturalogia, a empresária Leissa Nunes juntou o útil ao agradável, ao abrir uma clínica de terapias naturais em São José dos Campos (SP). “Trabalhava em outro lugar, mas decidi abrir meu próprio negócio e até já contratei outros profissionais”, conta a empreendedora.

“São as micro e pequenas empresas que estão carregando o país nas costas na última década. Por isso, é fundamental assegurarmos que o Simples Nacional não sofra qualquer revés nos próximos anos, deixando desprotegidos milhões de empreendedores”, alerta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. 

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, previsto na Constituição, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. A alíquota é diferenciada conforme o faturamento. Esse regime deu fôlego a milhões de empreendedores de diversos setores. Desde 2007, mais segmentos foram incorporados à lista de empresas autorizadas a aderir ao regime simplificado de tributação. Além da unificação dos tributos, o Simples destaca-se como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte.

Nesta sexta-feira (5) o país celebra o Dia da Micro e Pequena Empresa, em comemoração à aprovação do Estatuto da MPE, por meio da Lei No 9.841, de 1999.