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sexta-feira, 8 de março de 2019

Pesquisa mostra que mulheres não se sentem preparadas para empreender

Pesquisa mostra que mulheres não se sentem preparadas para empreender

Um levantamento do Instituto Avon, em parceria com a Oxford Economics, mostrou que as mulheres ainda não se sentem encorajadas para empreender, o que limita o potencial de crescimento dessas mulheres em 50%. Segundo os dados, essa limitação pode representar uma perda de R$ 12 trilhões a R$ 18 trilhões por ano no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos) global.

Pesquisa do Instituto Avon mostra que muitas mulheres ainda não se sentem encorajadas a empreender. Artesã do Rio Grande do Norte participa do 9º Salão do Artesanato - Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

A pesquisa mostrou ainda que 77% das mulheres afirmam que trabalhar aumenta sua confiança, enquanto 65% das mulheres dizem que o trabalho melhorou a forma como são tratadas pelos outros e 74% afirmam que o trabalho aumentou sua capacidade de ser um modelo para seus filhos.

O estudo, que entrevistou 1.000 mulheres acima de 18 anos, em 15 países - Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Itália, México, Peru, Filipinas, Polônia, România, Rússia, Turquia, África do Sul, Reino Unido -, indicou também que para 80% das mulheres as marcas de beleza têm colocado muita pressão para que sejam perfeitas.

Para 94% das entrevistadas é importante que as mulheres possam trabalhar fora de casa, se quiserem, e 93% afirmaram que as mulheres têm a mesma capacidade que os homens em negócios. A forma como decidem gastar seu dinheiro deve, para 69% das mulheres, ser decidida sem a necessidade de perguntar para o parceiro.

Entre as mulheres que nunca tiveram um negócio, mais da metade cita a falta de recursos financeiros como a principal barreira (55%), enquanto 23% dizem não ter ideia que funcionaria. Aquelas que responderam não ter as conexões necessárias para colocar um negócio em funcionamento foram 22%, assim como as que acreditam que começar um negócio parecia muito arriscado.

Segundo os dados, para 50% as principais barreiras ao empreendedorismo feminino são fatores culturais, porque as mulheres não são encorajadas a acreditar que possam empreender; para 49% as mulheres são responsáveis por cuidar de suas famílias e lares; para 30% as mulheres têm acesso a menos recursos financeiros para criar um negócio e 34% pensam que as mulheres são menos dispostas a arriscar.

Campanha

Para tentar combater essas questões, o Instituto Avon lançou a hashtag #PorELa. A campanha é um plano global para enfrentar algumas das maiores barreiras que impedem as mulheres de atingir seu pleno potencial. A ideia é transformar as vidas de 100 milhões de mulheres por ano, favorecendo sua liberdade para que conquistem seu próprio caminho e em seus próprios termos; expressando-se plenamente e vivendo uma vida segura e saudável.

“Atualmente, a participação econômica feminina na força de trabalho permanece abaixo da dos homens, mas podemos ser um agente de mudança, desafiando barreiras arraigadas e abrindo oportunidades. Com 100 milhões de mulheres que trabalham conosco e compram de nós em todo o mundo temos um papel fundamental para causar um impacto real e duradouro”, disse a CEO da empresa, Jan Zjderveld.

A campanha também tem o objetivo de ajudar a combater a violência contra mulheres e meninas. Segundo o estudo, o custo desta violência de gênero é estimado em US$ 4,4 trilhões por ano, correspondendo a 5,2% do PIB global. Há dados ainda mostrando que pelo menos um quinto das mulheres se sente insegura em suas comunidades, e um terço experimentará violência física ou sexual durante sua vida.



"Queremos que as mulheres se sintam encorajadas a transformar suas vidas. #PorEla é a contribuição que toda mulher pode precisar para encontrar o impulso que irá mudar positivamente sua própria vida. Em todo o mundo, as mulheres não estão sozinhas. Apoiá-las é apoiar um futuro melhor. Esta campanha dá vida à nossa missão de criar um mundo com mulheres mais empoderadas. Uma sociedade com mulheres mais empoderadas é, sem dúvida, um lugar mais bonito", ressaltou a vice-presidente de marketing da Avon, Danielle Ribas.

Pequenos negócios sustentam a geração de emprego no início de 2019

Pequenos negócios sustentam a geração de emprego no início de 2019

Em contrapartida às médias e grandes empresas, que fecharam mais de 25 mil vagas de trabalho, os pequenos negócios seguraram a geração de empregos no primeiro mês de 2019. Análise do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, relativos ao mês de janeiro, mostrou que as micro e pequenas empresas foram as principais responsáveis pela manutenção do nível de emprego no país. 



A exemplo do que ocorreu ao longo de todo o ano passado, elas mantiveram o saldo positivo de postos de trabalho, com a geração de 60,7 mil empregos formais. Já as médias e grandes empresas, ainda sofrendo o impacto da crise econômica, começaram o ano registrando uma extinção líquida de 25,7 mil vagas.

O estudo do Sebrae também confirma que os pequenos negócios do setor de Serviços lideraram a geração de empregos em janeiro, criando praticamente 40 mil postos de trabalho, mais de dez vezes a quantidade de postos gerados pelas médias e grandes neste setor. O desempenho do setor foi impulsionado principalmente pelas empresas que atuam no ramo imobiliário (19,6 mil empregos), nos serviços médicos e odontológicos (6,8 mil empregos) e nos serviços ligados à alimentação e bebidas (6,5 mil empregos). Na sequência, a Indústria de Transformação se destacou com a criação de 29 mil novas vagas. Em contrapartida, as micro e pequenas empresas do Comércio tiveram um saldo negativo (demitiram mais do que contrataram), no primeiro mês de 2019, tendo apresentado uma perda de 33,6 mil vagas de trabalho.



Segundo o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa, embora o saldo de empregos gerados pelos pequenos negócios no último mês de janeiro tenha ficado 26,4% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, o resultado foi superior aos saldos verificados no mesmo mês de 2015, 2016 e 2017. “Os pequenos negócios continuam sendo a locomotiva que mantém a economia brasileira em movimento, em especial no que diz respeito à manutenção do nível de emprego”, comentou.

As MPE do estado de São Paulo foram as que mais geraram empregos em janeiro (15,8 mil empregos), acompanhadas pelas MPE de Santa Catarina (10,9 mil empregos) e do Mato Grosso (10,4 mil empregos). Apesar de as micro e pequenas empresas de São Paulo (região Sudeste) terem liderado a geração de emprego em janeiro/2019, foram os pequenos negócios da região Sul que criaram mais vagas de trabalho no primeiro mês deste ano (27,1 mil empregos), seguidas pelas MPE da região Centro-Oeste (18,9 mil empregos).

Empreendedorismo atrai 52 milhões de brasileiros em 2018

Empreendedorismo atrai 52 milhões de brasileiros em 2018

Ser dono do próprio negócio é parte da vocação do povo brasileiro. Em 2018, dois em cada cinco brasileiros entre 18 e 64 anos estavam à frente de uma atividade empresarial ou tinham planos de ter um negócio. É o que mostra a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que verificou o segundo melhor desempenho para a taxa de empreendedorismo brasileira desde 2002, quando o índice começou a ser medido.



A pesquisa mostra que a taxa total de empreendedorismo, que reúne novos empreendedores e donos de negócios já estabelecidos, chegou a 38%. Segundo esse indicador, aproximadamente 52 milhões de brasileiros em idade produtiva estavam envolvidos com alguma atividade empreendedora no ano passado. A pesquisa foi realizada em 49 países e, no Brasil, contou com o apoio do Sebrae.

Nesse contexto, uma das informações mais importantes reveladas pela pesquisa é que o empreendedorismo por oportunidade, verificado quando os empresários abrem negócio motivados pela identificação de uma oportunidade de mercado, registrou o melhor resultado dos últimos quatro anos (61,8%). Segundo o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), João Henrique de Almeida Sousa, a recuperação do índice de empreendedorismo por oportunidade é um resultado muito animador para a economia brasileira. 

“Diferente de quem empreende por necessidade, depois de passar por uma situação de desemprego, por exemplo, o empresário motivado por uma oportunidade, normalmente é aquele que faz um plano de negócio, que estuda a concorrência e tem – por consequência – maior probabilidade de sobreviver no mercado”, analisa Sousa. Em contraposição, o empreendedor por necessidade é aquele resolve abrir a empresa pela falta de outras possibilidades para geração de renda e de ocupação. “Em geral, esse tipo de empreendedor é menos qualificado para administrar o próprio negócio, e enfrenta mais dificuldades para gerir a empresa”, conclui o presidente do Sebrae.



Novos empreendedores

A pesquisa também revelou um crescimento do público jovem (18 a 24 anos) entre os novos empreendedores. De 2017 para 2018, a participação dessa faixa etária subiu de 18,9% para 22,2% do total de empreendedores que iniciavam uma atividade empresarial, com negócios (formais ou informais) de até 3,5 anos.

A taxa de empreendedorismo inicial (da sigla em inglês TEA) começa a decair a partir dos 45 anos, chegando a 9,7% na faixa dos 55 a 64 anos. Entretanto, mesmo com uma taxa menor, a pesquisa GEM revela que o contingente de pessoas com mais de 55 anos iniciando um negócio é de quase 2 milhões de empreendedores.

Negócios mais estáveis

Em relação às taxas de empreendedores iniciais e estabelecidos, a pesquisa GEM indicou que a TEE (estabelecidos) com 20,2%, superou a TEA (iniciais) em pouco mais de 2 pontos percentuais. Com isto, é possível avaliar que 2018 foi um ano em que, majoritariamente, os empreendedores atuaram de forma a consolidar os negócios criados em períodos anteriores, ou seja, um certo contingente de empreendedores iniciais tornou-se estabelecido.

Mais de 45% das donas de negócios no Brasil se tornaram chefes de domicílio

Mais de 45% das donas de negócios no Brasil se tornaram chefes de domicílio

Nos últimos dois anos, a proporção de mulheres empreendedoras que são “chefes de domicílio” passou de 38% para 45%. Com o avanço, a atividade empreendedora passou a conferir às donas de negócio a principal posição em casa, superando o percentual de mulheres na condição de cônjuje (situação verificada quando a principal renda familiar provém do marido).



Esta posição caiu de 49% para 41% nos últimos anos, conforme constatou o relatório especial produzido pelo Sebrae. O estudo constatou ainda que as representantes do sexo feminino empreendem movidas principalmente pela necessidade de ter uma outra fonte de renda ou para adquirir a independência financeira. Hoje, as 9,3 milhões de mulheres que estão à frente de um negócio representam 34% de todos os donos de negócios formais ou informais no Brasil.

As análises feitas pelo Sebrae mostram que as mulheres empreendedoras são mais jovens e têm um nível de escolaridade 16% superior ao dos homens. Entretanto, elas continuam ganhando 22% menos que os empresários, uma situação que vem se repetindo desde 2015, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2018, os donos de negócio do sexo masculino tiveram um rendimento mensal médio de R$ 2.344, enquanto que o rendimento das mulheres ficou em R$ 1.831.

A desvantagem para as empresárias também é significativa quando se trata de acesso a crédito e linhas de financiamento. As mulheres empresárias acessam um valor médio de empréstimos de aproximadamente R$ 13 mil a menos que a média liberada aos homens. Apesar disso, elas pagam taxas de juros 3,5 pontos percentuais acima do sexo masculino. Nesse aspecto, nem os índices de inadimplência mais baixos, verificados entre as pagadoras do sexo feminino, foram suficientes para gerar uma redução dos juros. Enquanto 3,7% das mulheres são inadimplentes, os homens apresentam um indicador de 4,2%.



“O empreendedorismo representa uma importante alavanca para o empoderamento feminino, abrindo oportunidade para mulheres que viviam em situação de vulnerabilidade ou até de violência doméstica. Nosso trabalho agora é fortalecer ainda mais as habilidades comportamentais das empreendedoras para garantir confiança e reduzir as desigualdades”, analisa o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa.



O relatório elaborado pelo Sebrae aponta que as mulheres empreendedoras representam hoje 48% dos Microempreendedores Individuais (MEI), atuando principalmente em atividades de beleza, moda e alimentação. Quanto ao local de funcionamento do negócio, 55,4% das MEI estão sediadas em casa.

Principais dados das mulheres empreendedoras:
  1. Entre 49 países do mundo, o Brasil tem a 7ª maior proporção de mulheres entre os “Empreendedores Iniciais”
  2. As mulheres Donas de Negócio (formais e informais) são mais jovens, do que os homens. São 43,8 anos contra 45,3 anos no caso do sexo masculino
  3. As Donas de Negócio têm maior escolaridade (16% maior), mas ganham – em média – 22% a menos que os homens na mesma posição
  4. Parcela expressiva das mulheres Donas de Negócio trabalha em casa – 25%. No caso específico das mulheres que são Microempreendedoras Individuais (MEI) esta proporção sobe para 55%.
  5. As mulheres empresárias tomam menos empréstimo e com valor médio igualmente menor. O valor médio do empréstimo para mulheres é – em média – R$ 13.071 menor que o dos homens.
  6. As empresárias pagam taxas de juros maiores. A taxa anual para empresárias é 3,5 pontos percentuais acima dos donos de pequenos negócios
  7. A taxa de inadimplência das mulheres é inferior à registrada por homens. 3,7% para mulheres contra 4,2% para os empresários
  8. Quase metade dos MEI existentes no país são mulheres (48%).
  9. As mulheres MEI se destacam em atividade de beleza, moda e alimentação
  10. As mulheres MEI trabalham mais em casa (55%)

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Um levantamento do Instituto Avon, em parceria com a Oxford Economics, mostrou que as mulheres ainda não se sentem encorajadas para empreender, o que limita o potencial de crescimento dessas mulheres em 50%. Segundo os dados, essa limitação pode representar uma perda de R$ 12 trilhões a R$ 18 trilhões por ano no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos) global.

Pesquisa do Instituto Avon mostra que muitas mulheres ainda não se sentem encorajadas a empreender. Artesã do Rio Grande do Norte participa do 9º Salão do Artesanato - Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

A pesquisa mostrou ainda que 77% das mulheres afirmam que trabalhar aumenta sua confiança, enquanto 65% das mulheres dizem que o trabalho melhorou a forma como são tratadas pelos outros e 74% afirmam que o trabalho aumentou sua capacidade de ser um modelo para seus filhos.

O estudo, que entrevistou 1.000 mulheres acima de 18 anos, em 15 países - Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Itália, México, Peru, Filipinas, Polônia, România, Rússia, Turquia, África do Sul, Reino Unido -, indicou também que para 80% das mulheres as marcas de beleza têm colocado muita pressão para que sejam perfeitas.

Para 94% das entrevistadas é importante que as mulheres possam trabalhar fora de casa, se quiserem, e 93% afirmaram que as mulheres têm a mesma capacidade que os homens em negócios. A forma como decidem gastar seu dinheiro deve, para 69% das mulheres, ser decidida sem a necessidade de perguntar para o parceiro.

Entre as mulheres que nunca tiveram um negócio, mais da metade cita a falta de recursos financeiros como a principal barreira (55%), enquanto 23% dizem não ter ideia que funcionaria. Aquelas que responderam não ter as conexões necessárias para colocar um negócio em funcionamento foram 22%, assim como as que acreditam que começar um negócio parecia muito arriscado.

Segundo os dados, para 50% as principais barreiras ao empreendedorismo feminino são fatores culturais, porque as mulheres não são encorajadas a acreditar que possam empreender; para 49% as mulheres são responsáveis por cuidar de suas famílias e lares; para 30% as mulheres têm acesso a menos recursos financeiros para criar um negócio e 34% pensam que as mulheres são menos dispostas a arriscar.

Campanha

Para tentar combater essas questões, o Instituto Avon lançou a hashtag #PorELa. A campanha é um plano global para enfrentar algumas das maiores barreiras que impedem as mulheres de atingir seu pleno potencial. A ideia é transformar as vidas de 100 milhões de mulheres por ano, favorecendo sua liberdade para que conquistem seu próprio caminho e em seus próprios termos; expressando-se plenamente e vivendo uma vida segura e saudável.

“Atualmente, a participação econômica feminina na força de trabalho permanece abaixo da dos homens, mas podemos ser um agente de mudança, desafiando barreiras arraigadas e abrindo oportunidades. Com 100 milhões de mulheres que trabalham conosco e compram de nós em todo o mundo temos um papel fundamental para causar um impacto real e duradouro”, disse a CEO da empresa, Jan Zjderveld.

A campanha também tem o objetivo de ajudar a combater a violência contra mulheres e meninas. Segundo o estudo, o custo desta violência de gênero é estimado em US$ 4,4 trilhões por ano, correspondendo a 5,2% do PIB global. Há dados ainda mostrando que pelo menos um quinto das mulheres se sente insegura em suas comunidades, e um terço experimentará violência física ou sexual durante sua vida.



"Queremos que as mulheres se sintam encorajadas a transformar suas vidas. #PorEla é a contribuição que toda mulher pode precisar para encontrar o impulso que irá mudar positivamente sua própria vida. Em todo o mundo, as mulheres não estão sozinhas. Apoiá-las é apoiar um futuro melhor. Esta campanha dá vida à nossa missão de criar um mundo com mulheres mais empoderadas. Uma sociedade com mulheres mais empoderadas é, sem dúvida, um lugar mais bonito", ressaltou a vice-presidente de marketing da Avon, Danielle Ribas.
Em contrapartida às médias e grandes empresas, que fecharam mais de 25 mil vagas de trabalho, os pequenos negócios seguraram a geração de empregos no primeiro mês de 2019. Análise do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, relativos ao mês de janeiro, mostrou que as micro e pequenas empresas foram as principais responsáveis pela manutenção do nível de emprego no país. 



A exemplo do que ocorreu ao longo de todo o ano passado, elas mantiveram o saldo positivo de postos de trabalho, com a geração de 60,7 mil empregos formais. Já as médias e grandes empresas, ainda sofrendo o impacto da crise econômica, começaram o ano registrando uma extinção líquida de 25,7 mil vagas.

O estudo do Sebrae também confirma que os pequenos negócios do setor de Serviços lideraram a geração de empregos em janeiro, criando praticamente 40 mil postos de trabalho, mais de dez vezes a quantidade de postos gerados pelas médias e grandes neste setor. O desempenho do setor foi impulsionado principalmente pelas empresas que atuam no ramo imobiliário (19,6 mil empregos), nos serviços médicos e odontológicos (6,8 mil empregos) e nos serviços ligados à alimentação e bebidas (6,5 mil empregos). Na sequência, a Indústria de Transformação se destacou com a criação de 29 mil novas vagas. Em contrapartida, as micro e pequenas empresas do Comércio tiveram um saldo negativo (demitiram mais do que contrataram), no primeiro mês de 2019, tendo apresentado uma perda de 33,6 mil vagas de trabalho.



Segundo o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa, embora o saldo de empregos gerados pelos pequenos negócios no último mês de janeiro tenha ficado 26,4% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, o resultado foi superior aos saldos verificados no mesmo mês de 2015, 2016 e 2017. “Os pequenos negócios continuam sendo a locomotiva que mantém a economia brasileira em movimento, em especial no que diz respeito à manutenção do nível de emprego”, comentou.

As MPE do estado de São Paulo foram as que mais geraram empregos em janeiro (15,8 mil empregos), acompanhadas pelas MPE de Santa Catarina (10,9 mil empregos) e do Mato Grosso (10,4 mil empregos). Apesar de as micro e pequenas empresas de São Paulo (região Sudeste) terem liderado a geração de emprego em janeiro/2019, foram os pequenos negócios da região Sul que criaram mais vagas de trabalho no primeiro mês deste ano (27,1 mil empregos), seguidas pelas MPE da região Centro-Oeste (18,9 mil empregos).
Ser dono do próprio negócio é parte da vocação do povo brasileiro. Em 2018, dois em cada cinco brasileiros entre 18 e 64 anos estavam à frente de uma atividade empresarial ou tinham planos de ter um negócio. É o que mostra a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que verificou o segundo melhor desempenho para a taxa de empreendedorismo brasileira desde 2002, quando o índice começou a ser medido.



A pesquisa mostra que a taxa total de empreendedorismo, que reúne novos empreendedores e donos de negócios já estabelecidos, chegou a 38%. Segundo esse indicador, aproximadamente 52 milhões de brasileiros em idade produtiva estavam envolvidos com alguma atividade empreendedora no ano passado. A pesquisa foi realizada em 49 países e, no Brasil, contou com o apoio do Sebrae.

Nesse contexto, uma das informações mais importantes reveladas pela pesquisa é que o empreendedorismo por oportunidade, verificado quando os empresários abrem negócio motivados pela identificação de uma oportunidade de mercado, registrou o melhor resultado dos últimos quatro anos (61,8%). Segundo o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), João Henrique de Almeida Sousa, a recuperação do índice de empreendedorismo por oportunidade é um resultado muito animador para a economia brasileira. 

“Diferente de quem empreende por necessidade, depois de passar por uma situação de desemprego, por exemplo, o empresário motivado por uma oportunidade, normalmente é aquele que faz um plano de negócio, que estuda a concorrência e tem – por consequência – maior probabilidade de sobreviver no mercado”, analisa Sousa. Em contraposição, o empreendedor por necessidade é aquele resolve abrir a empresa pela falta de outras possibilidades para geração de renda e de ocupação. “Em geral, esse tipo de empreendedor é menos qualificado para administrar o próprio negócio, e enfrenta mais dificuldades para gerir a empresa”, conclui o presidente do Sebrae.



Novos empreendedores

A pesquisa também revelou um crescimento do público jovem (18 a 24 anos) entre os novos empreendedores. De 2017 para 2018, a participação dessa faixa etária subiu de 18,9% para 22,2% do total de empreendedores que iniciavam uma atividade empresarial, com negócios (formais ou informais) de até 3,5 anos.

A taxa de empreendedorismo inicial (da sigla em inglês TEA) começa a decair a partir dos 45 anos, chegando a 9,7% na faixa dos 55 a 64 anos. Entretanto, mesmo com uma taxa menor, a pesquisa GEM revela que o contingente de pessoas com mais de 55 anos iniciando um negócio é de quase 2 milhões de empreendedores.

Negócios mais estáveis

Em relação às taxas de empreendedores iniciais e estabelecidos, a pesquisa GEM indicou que a TEE (estabelecidos) com 20,2%, superou a TEA (iniciais) em pouco mais de 2 pontos percentuais. Com isto, é possível avaliar que 2018 foi um ano em que, majoritariamente, os empreendedores atuaram de forma a consolidar os negócios criados em períodos anteriores, ou seja, um certo contingente de empreendedores iniciais tornou-se estabelecido.
Nos últimos dois anos, a proporção de mulheres empreendedoras que são “chefes de domicílio” passou de 38% para 45%. Com o avanço, a atividade empreendedora passou a conferir às donas de negócio a principal posição em casa, superando o percentual de mulheres na condição de cônjuje (situação verificada quando a principal renda familiar provém do marido).



Esta posição caiu de 49% para 41% nos últimos anos, conforme constatou o relatório especial produzido pelo Sebrae. O estudo constatou ainda que as representantes do sexo feminino empreendem movidas principalmente pela necessidade de ter uma outra fonte de renda ou para adquirir a independência financeira. Hoje, as 9,3 milhões de mulheres que estão à frente de um negócio representam 34% de todos os donos de negócios formais ou informais no Brasil.

As análises feitas pelo Sebrae mostram que as mulheres empreendedoras são mais jovens e têm um nível de escolaridade 16% superior ao dos homens. Entretanto, elas continuam ganhando 22% menos que os empresários, uma situação que vem se repetindo desde 2015, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2018, os donos de negócio do sexo masculino tiveram um rendimento mensal médio de R$ 2.344, enquanto que o rendimento das mulheres ficou em R$ 1.831.

A desvantagem para as empresárias também é significativa quando se trata de acesso a crédito e linhas de financiamento. As mulheres empresárias acessam um valor médio de empréstimos de aproximadamente R$ 13 mil a menos que a média liberada aos homens. Apesar disso, elas pagam taxas de juros 3,5 pontos percentuais acima do sexo masculino. Nesse aspecto, nem os índices de inadimplência mais baixos, verificados entre as pagadoras do sexo feminino, foram suficientes para gerar uma redução dos juros. Enquanto 3,7% das mulheres são inadimplentes, os homens apresentam um indicador de 4,2%.



“O empreendedorismo representa uma importante alavanca para o empoderamento feminino, abrindo oportunidade para mulheres que viviam em situação de vulnerabilidade ou até de violência doméstica. Nosso trabalho agora é fortalecer ainda mais as habilidades comportamentais das empreendedoras para garantir confiança e reduzir as desigualdades”, analisa o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa.



O relatório elaborado pelo Sebrae aponta que as mulheres empreendedoras representam hoje 48% dos Microempreendedores Individuais (MEI), atuando principalmente em atividades de beleza, moda e alimentação. Quanto ao local de funcionamento do negócio, 55,4% das MEI estão sediadas em casa.

Principais dados das mulheres empreendedoras:
  1. Entre 49 países do mundo, o Brasil tem a 7ª maior proporção de mulheres entre os “Empreendedores Iniciais”
  2. As mulheres Donas de Negócio (formais e informais) são mais jovens, do que os homens. São 43,8 anos contra 45,3 anos no caso do sexo masculino
  3. As Donas de Negócio têm maior escolaridade (16% maior), mas ganham – em média – 22% a menos que os homens na mesma posição
  4. Parcela expressiva das mulheres Donas de Negócio trabalha em casa – 25%. No caso específico das mulheres que são Microempreendedoras Individuais (MEI) esta proporção sobe para 55%.
  5. As mulheres empresárias tomam menos empréstimo e com valor médio igualmente menor. O valor médio do empréstimo para mulheres é – em média – R$ 13.071 menor que o dos homens.
  6. As empresárias pagam taxas de juros maiores. A taxa anual para empresárias é 3,5 pontos percentuais acima dos donos de pequenos negócios
  7. A taxa de inadimplência das mulheres é inferior à registrada por homens. 3,7% para mulheres contra 4,2% para os empresários
  8. Quase metade dos MEI existentes no país são mulheres (48%).
  9. As mulheres MEI se destacam em atividade de beleza, moda e alimentação
  10. As mulheres MEI trabalham mais em casa (55%)
Um levantamento do Instituto Avon, em parceria com a Oxford Economics, mostrou que as mulheres ainda não se sentem encorajadas para empreender, o que limita o potencial de crescimento dessas mulheres em 50%. Segundo os dados, essa limitação pode representar uma perda de R$ 12 trilhões a R$ 18 trilhões por ano no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos) global.

Pesquisa do Instituto Avon mostra que muitas mulheres ainda não se sentem encorajadas a empreender. Artesã do Rio Grande do Norte participa do 9º Salão do Artesanato - Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

A pesquisa mostrou ainda que 77% das mulheres afirmam que trabalhar aumenta sua confiança, enquanto 65% das mulheres dizem que o trabalho melhorou a forma como são tratadas pelos outros e 74% afirmam que o trabalho aumentou sua capacidade de ser um modelo para seus filhos.

O estudo, que entrevistou 1.000 mulheres acima de 18 anos, em 15 países - Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Itália, México, Peru, Filipinas, Polônia, România, Rússia, Turquia, África do Sul, Reino Unido -, indicou também que para 80% das mulheres as marcas de beleza têm colocado muita pressão para que sejam perfeitas.

Para 94% das entrevistadas é importante que as mulheres possam trabalhar fora de casa, se quiserem, e 93% afirmaram que as mulheres têm a mesma capacidade que os homens em negócios. A forma como decidem gastar seu dinheiro deve, para 69% das mulheres, ser decidida sem a necessidade de perguntar para o parceiro.

Entre as mulheres que nunca tiveram um negócio, mais da metade cita a falta de recursos financeiros como a principal barreira (55%), enquanto 23% dizem não ter ideia que funcionaria. Aquelas que responderam não ter as conexões necessárias para colocar um negócio em funcionamento foram 22%, assim como as que acreditam que começar um negócio parecia muito arriscado.

Segundo os dados, para 50% as principais barreiras ao empreendedorismo feminino são fatores culturais, porque as mulheres não são encorajadas a acreditar que possam empreender; para 49% as mulheres são responsáveis por cuidar de suas famílias e lares; para 30% as mulheres têm acesso a menos recursos financeiros para criar um negócio e 34% pensam que as mulheres são menos dispostas a arriscar.

Campanha

Para tentar combater essas questões, o Instituto Avon lançou a hashtag #PorELa. A campanha é um plano global para enfrentar algumas das maiores barreiras que impedem as mulheres de atingir seu pleno potencial. A ideia é transformar as vidas de 100 milhões de mulheres por ano, favorecendo sua liberdade para que conquistem seu próprio caminho e em seus próprios termos; expressando-se plenamente e vivendo uma vida segura e saudável.

“Atualmente, a participação econômica feminina na força de trabalho permanece abaixo da dos homens, mas podemos ser um agente de mudança, desafiando barreiras arraigadas e abrindo oportunidades. Com 100 milhões de mulheres que trabalham conosco e compram de nós em todo o mundo temos um papel fundamental para causar um impacto real e duradouro”, disse a CEO da empresa, Jan Zjderveld.

A campanha também tem o objetivo de ajudar a combater a violência contra mulheres e meninas. Segundo o estudo, o custo desta violência de gênero é estimado em US$ 4,4 trilhões por ano, correspondendo a 5,2% do PIB global. Há dados ainda mostrando que pelo menos um quinto das mulheres se sente insegura em suas comunidades, e um terço experimentará violência física ou sexual durante sua vida.



"Queremos que as mulheres se sintam encorajadas a transformar suas vidas. #PorEla é a contribuição que toda mulher pode precisar para encontrar o impulso que irá mudar positivamente sua própria vida. Em todo o mundo, as mulheres não estão sozinhas. Apoiá-las é apoiar um futuro melhor. Esta campanha dá vida à nossa missão de criar um mundo com mulheres mais empoderadas. Uma sociedade com mulheres mais empoderadas é, sem dúvida, um lugar mais bonito", ressaltou a vice-presidente de marketing da Avon, Danielle Ribas.
Em contrapartida às médias e grandes empresas, que fecharam mais de 25 mil vagas de trabalho, os pequenos negócios seguraram a geração de empregos no primeiro mês de 2019. Análise do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, relativos ao mês de janeiro, mostrou que as micro e pequenas empresas foram as principais responsáveis pela manutenção do nível de emprego no país. 



A exemplo do que ocorreu ao longo de todo o ano passado, elas mantiveram o saldo positivo de postos de trabalho, com a geração de 60,7 mil empregos formais. Já as médias e grandes empresas, ainda sofrendo o impacto da crise econômica, começaram o ano registrando uma extinção líquida de 25,7 mil vagas.

O estudo do Sebrae também confirma que os pequenos negócios do setor de Serviços lideraram a geração de empregos em janeiro, criando praticamente 40 mil postos de trabalho, mais de dez vezes a quantidade de postos gerados pelas médias e grandes neste setor. O desempenho do setor foi impulsionado principalmente pelas empresas que atuam no ramo imobiliário (19,6 mil empregos), nos serviços médicos e odontológicos (6,8 mil empregos) e nos serviços ligados à alimentação e bebidas (6,5 mil empregos). Na sequência, a Indústria de Transformação se destacou com a criação de 29 mil novas vagas. Em contrapartida, as micro e pequenas empresas do Comércio tiveram um saldo negativo (demitiram mais do que contrataram), no primeiro mês de 2019, tendo apresentado uma perda de 33,6 mil vagas de trabalho.



Segundo o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa, embora o saldo de empregos gerados pelos pequenos negócios no último mês de janeiro tenha ficado 26,4% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, o resultado foi superior aos saldos verificados no mesmo mês de 2015, 2016 e 2017. “Os pequenos negócios continuam sendo a locomotiva que mantém a economia brasileira em movimento, em especial no que diz respeito à manutenção do nível de emprego”, comentou.

As MPE do estado de São Paulo foram as que mais geraram empregos em janeiro (15,8 mil empregos), acompanhadas pelas MPE de Santa Catarina (10,9 mil empregos) e do Mato Grosso (10,4 mil empregos). Apesar de as micro e pequenas empresas de São Paulo (região Sudeste) terem liderado a geração de emprego em janeiro/2019, foram os pequenos negócios da região Sul que criaram mais vagas de trabalho no primeiro mês deste ano (27,1 mil empregos), seguidas pelas MPE da região Centro-Oeste (18,9 mil empregos).
Ser dono do próprio negócio é parte da vocação do povo brasileiro. Em 2018, dois em cada cinco brasileiros entre 18 e 64 anos estavam à frente de uma atividade empresarial ou tinham planos de ter um negócio. É o que mostra a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que verificou o segundo melhor desempenho para a taxa de empreendedorismo brasileira desde 2002, quando o índice começou a ser medido.



A pesquisa mostra que a taxa total de empreendedorismo, que reúne novos empreendedores e donos de negócios já estabelecidos, chegou a 38%. Segundo esse indicador, aproximadamente 52 milhões de brasileiros em idade produtiva estavam envolvidos com alguma atividade empreendedora no ano passado. A pesquisa foi realizada em 49 países e, no Brasil, contou com o apoio do Sebrae.

Nesse contexto, uma das informações mais importantes reveladas pela pesquisa é que o empreendedorismo por oportunidade, verificado quando os empresários abrem negócio motivados pela identificação de uma oportunidade de mercado, registrou o melhor resultado dos últimos quatro anos (61,8%). Segundo o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), João Henrique de Almeida Sousa, a recuperação do índice de empreendedorismo por oportunidade é um resultado muito animador para a economia brasileira. 

“Diferente de quem empreende por necessidade, depois de passar por uma situação de desemprego, por exemplo, o empresário motivado por uma oportunidade, normalmente é aquele que faz um plano de negócio, que estuda a concorrência e tem – por consequência – maior probabilidade de sobreviver no mercado”, analisa Sousa. Em contraposição, o empreendedor por necessidade é aquele resolve abrir a empresa pela falta de outras possibilidades para geração de renda e de ocupação. “Em geral, esse tipo de empreendedor é menos qualificado para administrar o próprio negócio, e enfrenta mais dificuldades para gerir a empresa”, conclui o presidente do Sebrae.



Novos empreendedores

A pesquisa também revelou um crescimento do público jovem (18 a 24 anos) entre os novos empreendedores. De 2017 para 2018, a participação dessa faixa etária subiu de 18,9% para 22,2% do total de empreendedores que iniciavam uma atividade empresarial, com negócios (formais ou informais) de até 3,5 anos.

A taxa de empreendedorismo inicial (da sigla em inglês TEA) começa a decair a partir dos 45 anos, chegando a 9,7% na faixa dos 55 a 64 anos. Entretanto, mesmo com uma taxa menor, a pesquisa GEM revela que o contingente de pessoas com mais de 55 anos iniciando um negócio é de quase 2 milhões de empreendedores.

Negócios mais estáveis

Em relação às taxas de empreendedores iniciais e estabelecidos, a pesquisa GEM indicou que a TEE (estabelecidos) com 20,2%, superou a TEA (iniciais) em pouco mais de 2 pontos percentuais. Com isto, é possível avaliar que 2018 foi um ano em que, majoritariamente, os empreendedores atuaram de forma a consolidar os negócios criados em períodos anteriores, ou seja, um certo contingente de empreendedores iniciais tornou-se estabelecido.
Nos últimos dois anos, a proporção de mulheres empreendedoras que são “chefes de domicílio” passou de 38% para 45%. Com o avanço, a atividade empreendedora passou a conferir às donas de negócio a principal posição em casa, superando o percentual de mulheres na condição de cônjuje (situação verificada quando a principal renda familiar provém do marido).



Esta posição caiu de 49% para 41% nos últimos anos, conforme constatou o relatório especial produzido pelo Sebrae. O estudo constatou ainda que as representantes do sexo feminino empreendem movidas principalmente pela necessidade de ter uma outra fonte de renda ou para adquirir a independência financeira. Hoje, as 9,3 milhões de mulheres que estão à frente de um negócio representam 34% de todos os donos de negócios formais ou informais no Brasil.

As análises feitas pelo Sebrae mostram que as mulheres empreendedoras são mais jovens e têm um nível de escolaridade 16% superior ao dos homens. Entretanto, elas continuam ganhando 22% menos que os empresários, uma situação que vem se repetindo desde 2015, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2018, os donos de negócio do sexo masculino tiveram um rendimento mensal médio de R$ 2.344, enquanto que o rendimento das mulheres ficou em R$ 1.831.

A desvantagem para as empresárias também é significativa quando se trata de acesso a crédito e linhas de financiamento. As mulheres empresárias acessam um valor médio de empréstimos de aproximadamente R$ 13 mil a menos que a média liberada aos homens. Apesar disso, elas pagam taxas de juros 3,5 pontos percentuais acima do sexo masculino. Nesse aspecto, nem os índices de inadimplência mais baixos, verificados entre as pagadoras do sexo feminino, foram suficientes para gerar uma redução dos juros. Enquanto 3,7% das mulheres são inadimplentes, os homens apresentam um indicador de 4,2%.



“O empreendedorismo representa uma importante alavanca para o empoderamento feminino, abrindo oportunidade para mulheres que viviam em situação de vulnerabilidade ou até de violência doméstica. Nosso trabalho agora é fortalecer ainda mais as habilidades comportamentais das empreendedoras para garantir confiança e reduzir as desigualdades”, analisa o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa.



O relatório elaborado pelo Sebrae aponta que as mulheres empreendedoras representam hoje 48% dos Microempreendedores Individuais (MEI), atuando principalmente em atividades de beleza, moda e alimentação. Quanto ao local de funcionamento do negócio, 55,4% das MEI estão sediadas em casa.

Principais dados das mulheres empreendedoras:
  1. Entre 49 países do mundo, o Brasil tem a 7ª maior proporção de mulheres entre os “Empreendedores Iniciais”
  2. As mulheres Donas de Negócio (formais e informais) são mais jovens, do que os homens. São 43,8 anos contra 45,3 anos no caso do sexo masculino
  3. As Donas de Negócio têm maior escolaridade (16% maior), mas ganham – em média – 22% a menos que os homens na mesma posição
  4. Parcela expressiva das mulheres Donas de Negócio trabalha em casa – 25%. No caso específico das mulheres que são Microempreendedoras Individuais (MEI) esta proporção sobe para 55%.
  5. As mulheres empresárias tomam menos empréstimo e com valor médio igualmente menor. O valor médio do empréstimo para mulheres é – em média – R$ 13.071 menor que o dos homens.
  6. As empresárias pagam taxas de juros maiores. A taxa anual para empresárias é 3,5 pontos percentuais acima dos donos de pequenos negócios
  7. A taxa de inadimplência das mulheres é inferior à registrada por homens. 3,7% para mulheres contra 4,2% para os empresários
  8. Quase metade dos MEI existentes no país são mulheres (48%).
  9. As mulheres MEI se destacam em atividade de beleza, moda e alimentação
  10. As mulheres MEI trabalham mais em casa (55%)
Um levantamento do Instituto Avon, em parceria com a Oxford Economics, mostrou que as mulheres ainda não se sentem encorajadas para empreender, o que limita o potencial de crescimento dessas mulheres em 50%. Segundo os dados, essa limitação pode representar uma perda de R$ 12 trilhões a R$ 18 trilhões por ano no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos) global.

Pesquisa do Instituto Avon mostra que muitas mulheres ainda não se sentem encorajadas a empreender. Artesã do Rio Grande do Norte participa do 9º Salão do Artesanato - Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

A pesquisa mostrou ainda que 77% das mulheres afirmam que trabalhar aumenta sua confiança, enquanto 65% das mulheres dizem que o trabalho melhorou a forma como são tratadas pelos outros e 74% afirmam que o trabalho aumentou sua capacidade de ser um modelo para seus filhos.

O estudo, que entrevistou 1.000 mulheres acima de 18 anos, em 15 países - Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Itália, México, Peru, Filipinas, Polônia, România, Rússia, Turquia, África do Sul, Reino Unido -, indicou também que para 80% das mulheres as marcas de beleza têm colocado muita pressão para que sejam perfeitas.

Para 94% das entrevistadas é importante que as mulheres possam trabalhar fora de casa, se quiserem, e 93% afirmaram que as mulheres têm a mesma capacidade que os homens em negócios. A forma como decidem gastar seu dinheiro deve, para 69% das mulheres, ser decidida sem a necessidade de perguntar para o parceiro.

Entre as mulheres que nunca tiveram um negócio, mais da metade cita a falta de recursos financeiros como a principal barreira (55%), enquanto 23% dizem não ter ideia que funcionaria. Aquelas que responderam não ter as conexões necessárias para colocar um negócio em funcionamento foram 22%, assim como as que acreditam que começar um negócio parecia muito arriscado.

Segundo os dados, para 50% as principais barreiras ao empreendedorismo feminino são fatores culturais, porque as mulheres não são encorajadas a acreditar que possam empreender; para 49% as mulheres são responsáveis por cuidar de suas famílias e lares; para 30% as mulheres têm acesso a menos recursos financeiros para criar um negócio e 34% pensam que as mulheres são menos dispostas a arriscar.

Campanha

Para tentar combater essas questões, o Instituto Avon lançou a hashtag #PorELa. A campanha é um plano global para enfrentar algumas das maiores barreiras que impedem as mulheres de atingir seu pleno potencial. A ideia é transformar as vidas de 100 milhões de mulheres por ano, favorecendo sua liberdade para que conquistem seu próprio caminho e em seus próprios termos; expressando-se plenamente e vivendo uma vida segura e saudável.

“Atualmente, a participação econômica feminina na força de trabalho permanece abaixo da dos homens, mas podemos ser um agente de mudança, desafiando barreiras arraigadas e abrindo oportunidades. Com 100 milhões de mulheres que trabalham conosco e compram de nós em todo o mundo temos um papel fundamental para causar um impacto real e duradouro”, disse a CEO da empresa, Jan Zjderveld.

A campanha também tem o objetivo de ajudar a combater a violência contra mulheres e meninas. Segundo o estudo, o custo desta violência de gênero é estimado em US$ 4,4 trilhões por ano, correspondendo a 5,2% do PIB global. Há dados ainda mostrando que pelo menos um quinto das mulheres se sente insegura em suas comunidades, e um terço experimentará violência física ou sexual durante sua vida.



"Queremos que as mulheres se sintam encorajadas a transformar suas vidas. #PorEla é a contribuição que toda mulher pode precisar para encontrar o impulso que irá mudar positivamente sua própria vida. Em todo o mundo, as mulheres não estão sozinhas. Apoiá-las é apoiar um futuro melhor. Esta campanha dá vida à nossa missão de criar um mundo com mulheres mais empoderadas. Uma sociedade com mulheres mais empoderadas é, sem dúvida, um lugar mais bonito", ressaltou a vice-presidente de marketing da Avon, Danielle Ribas.
Em contrapartida às médias e grandes empresas, que fecharam mais de 25 mil vagas de trabalho, os pequenos negócios seguraram a geração de empregos no primeiro mês de 2019. Análise do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, relativos ao mês de janeiro, mostrou que as micro e pequenas empresas foram as principais responsáveis pela manutenção do nível de emprego no país. 



A exemplo do que ocorreu ao longo de todo o ano passado, elas mantiveram o saldo positivo de postos de trabalho, com a geração de 60,7 mil empregos formais. Já as médias e grandes empresas, ainda sofrendo o impacto da crise econômica, começaram o ano registrando uma extinção líquida de 25,7 mil vagas.

O estudo do Sebrae também confirma que os pequenos negócios do setor de Serviços lideraram a geração de empregos em janeiro, criando praticamente 40 mil postos de trabalho, mais de dez vezes a quantidade de postos gerados pelas médias e grandes neste setor. O desempenho do setor foi impulsionado principalmente pelas empresas que atuam no ramo imobiliário (19,6 mil empregos), nos serviços médicos e odontológicos (6,8 mil empregos) e nos serviços ligados à alimentação e bebidas (6,5 mil empregos). Na sequência, a Indústria de Transformação se destacou com a criação de 29 mil novas vagas. Em contrapartida, as micro e pequenas empresas do Comércio tiveram um saldo negativo (demitiram mais do que contrataram), no primeiro mês de 2019, tendo apresentado uma perda de 33,6 mil vagas de trabalho.



Segundo o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa, embora o saldo de empregos gerados pelos pequenos negócios no último mês de janeiro tenha ficado 26,4% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, o resultado foi superior aos saldos verificados no mesmo mês de 2015, 2016 e 2017. “Os pequenos negócios continuam sendo a locomotiva que mantém a economia brasileira em movimento, em especial no que diz respeito à manutenção do nível de emprego”, comentou.

As MPE do estado de São Paulo foram as que mais geraram empregos em janeiro (15,8 mil empregos), acompanhadas pelas MPE de Santa Catarina (10,9 mil empregos) e do Mato Grosso (10,4 mil empregos). Apesar de as micro e pequenas empresas de São Paulo (região Sudeste) terem liderado a geração de emprego em janeiro/2019, foram os pequenos negócios da região Sul que criaram mais vagas de trabalho no primeiro mês deste ano (27,1 mil empregos), seguidas pelas MPE da região Centro-Oeste (18,9 mil empregos).
Ser dono do próprio negócio é parte da vocação do povo brasileiro. Em 2018, dois em cada cinco brasileiros entre 18 e 64 anos estavam à frente de uma atividade empresarial ou tinham planos de ter um negócio. É o que mostra a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que verificou o segundo melhor desempenho para a taxa de empreendedorismo brasileira desde 2002, quando o índice começou a ser medido.



A pesquisa mostra que a taxa total de empreendedorismo, que reúne novos empreendedores e donos de negócios já estabelecidos, chegou a 38%. Segundo esse indicador, aproximadamente 52 milhões de brasileiros em idade produtiva estavam envolvidos com alguma atividade empreendedora no ano passado. A pesquisa foi realizada em 49 países e, no Brasil, contou com o apoio do Sebrae.

Nesse contexto, uma das informações mais importantes reveladas pela pesquisa é que o empreendedorismo por oportunidade, verificado quando os empresários abrem negócio motivados pela identificação de uma oportunidade de mercado, registrou o melhor resultado dos últimos quatro anos (61,8%). Segundo o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), João Henrique de Almeida Sousa, a recuperação do índice de empreendedorismo por oportunidade é um resultado muito animador para a economia brasileira. 

“Diferente de quem empreende por necessidade, depois de passar por uma situação de desemprego, por exemplo, o empresário motivado por uma oportunidade, normalmente é aquele que faz um plano de negócio, que estuda a concorrência e tem – por consequência – maior probabilidade de sobreviver no mercado”, analisa Sousa. Em contraposição, o empreendedor por necessidade é aquele resolve abrir a empresa pela falta de outras possibilidades para geração de renda e de ocupação. “Em geral, esse tipo de empreendedor é menos qualificado para administrar o próprio negócio, e enfrenta mais dificuldades para gerir a empresa”, conclui o presidente do Sebrae.



Novos empreendedores

A pesquisa também revelou um crescimento do público jovem (18 a 24 anos) entre os novos empreendedores. De 2017 para 2018, a participação dessa faixa etária subiu de 18,9% para 22,2% do total de empreendedores que iniciavam uma atividade empresarial, com negócios (formais ou informais) de até 3,5 anos.

A taxa de empreendedorismo inicial (da sigla em inglês TEA) começa a decair a partir dos 45 anos, chegando a 9,7% na faixa dos 55 a 64 anos. Entretanto, mesmo com uma taxa menor, a pesquisa GEM revela que o contingente de pessoas com mais de 55 anos iniciando um negócio é de quase 2 milhões de empreendedores.

Negócios mais estáveis

Em relação às taxas de empreendedores iniciais e estabelecidos, a pesquisa GEM indicou que a TEE (estabelecidos) com 20,2%, superou a TEA (iniciais) em pouco mais de 2 pontos percentuais. Com isto, é possível avaliar que 2018 foi um ano em que, majoritariamente, os empreendedores atuaram de forma a consolidar os negócios criados em períodos anteriores, ou seja, um certo contingente de empreendedores iniciais tornou-se estabelecido.
Nos últimos dois anos, a proporção de mulheres empreendedoras que são “chefes de domicílio” passou de 38% para 45%. Com o avanço, a atividade empreendedora passou a conferir às donas de negócio a principal posição em casa, superando o percentual de mulheres na condição de cônjuje (situação verificada quando a principal renda familiar provém do marido).



Esta posição caiu de 49% para 41% nos últimos anos, conforme constatou o relatório especial produzido pelo Sebrae. O estudo constatou ainda que as representantes do sexo feminino empreendem movidas principalmente pela necessidade de ter uma outra fonte de renda ou para adquirir a independência financeira. Hoje, as 9,3 milhões de mulheres que estão à frente de um negócio representam 34% de todos os donos de negócios formais ou informais no Brasil.

As análises feitas pelo Sebrae mostram que as mulheres empreendedoras são mais jovens e têm um nível de escolaridade 16% superior ao dos homens. Entretanto, elas continuam ganhando 22% menos que os empresários, uma situação que vem se repetindo desde 2015, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2018, os donos de negócio do sexo masculino tiveram um rendimento mensal médio de R$ 2.344, enquanto que o rendimento das mulheres ficou em R$ 1.831.

A desvantagem para as empresárias também é significativa quando se trata de acesso a crédito e linhas de financiamento. As mulheres empresárias acessam um valor médio de empréstimos de aproximadamente R$ 13 mil a menos que a média liberada aos homens. Apesar disso, elas pagam taxas de juros 3,5 pontos percentuais acima do sexo masculino. Nesse aspecto, nem os índices de inadimplência mais baixos, verificados entre as pagadoras do sexo feminino, foram suficientes para gerar uma redução dos juros. Enquanto 3,7% das mulheres são inadimplentes, os homens apresentam um indicador de 4,2%.



“O empreendedorismo representa uma importante alavanca para o empoderamento feminino, abrindo oportunidade para mulheres que viviam em situação de vulnerabilidade ou até de violência doméstica. Nosso trabalho agora é fortalecer ainda mais as habilidades comportamentais das empreendedoras para garantir confiança e reduzir as desigualdades”, analisa o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa.



O relatório elaborado pelo Sebrae aponta que as mulheres empreendedoras representam hoje 48% dos Microempreendedores Individuais (MEI), atuando principalmente em atividades de beleza, moda e alimentação. Quanto ao local de funcionamento do negócio, 55,4% das MEI estão sediadas em casa.

Principais dados das mulheres empreendedoras:
  1. Entre 49 países do mundo, o Brasil tem a 7ª maior proporção de mulheres entre os “Empreendedores Iniciais”
  2. As mulheres Donas de Negócio (formais e informais) são mais jovens, do que os homens. São 43,8 anos contra 45,3 anos no caso do sexo masculino
  3. As Donas de Negócio têm maior escolaridade (16% maior), mas ganham – em média – 22% a menos que os homens na mesma posição
  4. Parcela expressiva das mulheres Donas de Negócio trabalha em casa – 25%. No caso específico das mulheres que são Microempreendedoras Individuais (MEI) esta proporção sobe para 55%.
  5. As mulheres empresárias tomam menos empréstimo e com valor médio igualmente menor. O valor médio do empréstimo para mulheres é – em média – R$ 13.071 menor que o dos homens.
  6. As empresárias pagam taxas de juros maiores. A taxa anual para empresárias é 3,5 pontos percentuais acima dos donos de pequenos negócios
  7. A taxa de inadimplência das mulheres é inferior à registrada por homens. 3,7% para mulheres contra 4,2% para os empresários
  8. Quase metade dos MEI existentes no país são mulheres (48%).
  9. As mulheres MEI se destacam em atividade de beleza, moda e alimentação
  10. As mulheres MEI trabalham mais em casa (55%)